quinta-feira, 10 de maio de 2018

Lição 07 - Grandes Lutas, Maiores Vitórias



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Lição 07 – Grandes Lutas, Maiores Vitórias
(Pr. Anderson Pereira)

Texto Bíblico: Rm 8.31,32,35-49
Texto Áureo: Is 59.19

1    .    OBJETIVOS DA LIÇÃO 
        Ø  Entender que Deus consente que seus filhos sofram adversidade;
        Ø   Sentir-se mais firme na fé durante os momentos de lutas;
        Ø   Confiar na provisão de Deus para alcançar a vitória.
        Ø    OBS: Mesmo com o tamanho do seu conhecimento bíblico e secular, não despreze os tópicos da lição em questão, para não fugir da unicidade, ou seja, de um ensinamento comum a todos.

2         .    PALAVRA INTRODUTÓRIA
 A nossa conversão a fé Cristã, não nos torna homens e mulheres imunes às investidas de nosso maior inimigo, Satanás, que veio com o objetivo de matar, roubar e destruir a cada um de nós. Como também estamos sujeitos às diversas provas emanadas de Deus, com a finalidade de provar a nossa fidelidade ao Senhor. Sabemos que temos à nossa disposição armas poderosas, vindas do Espírito Santo capazes de destruir todas as fortalezas do inimigo, como também o fruto do Espírito que nos capacita a vencermos todas as provas colocadas à nossa frente. Acima de tudo temos que saber discernir de onde provém as nossas adversidades, se de Deus, se de nossos inimigos ou se provocados por nós mesmos. Por exemplo, não podemos admitir uma pessoa que não tem controle financeiro, gastar muito além do que ganha, e essa pessoa falar que Satanás está investindo contra sua casa. E não podemos esquecer, Jesus mesmo falou “no mundo tereis aflições”, mas Ele também falou, tende bom ânimo! Temos que estar confiantes que o nosso General dos generais estará sempre à nossa frente.

3.    DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS
Numa batalha temos vantagens a nosso favor e dependendo da nossa situação, algumas desvantagens. Vejamos algumas:

a)    Vantagens
        Ø  Onipotência de Deus, Jó 42:2: "Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido." 
        Ø   Onisciência de Deus, “Senhor tu me sondastes e me conheces” (Sl 139. 1).
        Ø  Onipresença de Deus, “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46.1)
        Ø   Miríades de anjos para nos ajudar.” Os carros de Deus são vinte milhares, milhares de milhares. O Senhor está entre eles, como em Sinai, no lugar santo. (Sl 68.17); E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares,(Ap 5.11)
        Ø   As armas Espirituais citadas em Efésios 6.13-1
        Ø    O acesso a Deus através da oração. “E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.(Mt 21.22)”  “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2Cr7.14). 
b)    Desvantagens
     Ø   O pecado que nos rodeia a todo momento, principalmente quando se refere à desobediência.
     Ø   A oração de maneira errada “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, (Tg 4.3a).

4.    DEUS USA VÁRIAS MANEIRAS PARA ENSINAR O HOMEM
As fontes que promovem as provações são muitas e variadas. As provações podem vir diretamente de Deus, a exemplo do que ocorreu com Abraão em Gênesis 22; de Satanás, no caso de Jó (Jó 1.6-12); do nosso semelhante, como no episódio em que os irmãos de José lhe intentaram o mal (Gn37.14-28; 50.20); e das mais diversas circunstâncias desencadeadas nos planos religiosos, políticos, sociais e econômicos, dentre tantos outros. Não obstante, uma coisa é absolutamente certa, Deus está monitorando cada uma delas visando nossa edificação.- 

5.    O PROPÓSITO DAS PROVAÇÕES (Tg 1.3-4)
É muito comum, quando estão em meio às aflições, as pessoas dizerem que não sabem o porquê de tudo isso que lhes está acontecendo. É verdade que nem sempre sabemos o motivo das experiências desagradáveis pelas quais passamos. A dor e o sofrimento quase sempre nos tiram a capacidade de perceber a razão dos fatos. Não sabermos o porquê da provação não a invalida. Ela continua sendo genuína e tem propósito. Às vezes, eu não sei a razão, mas Deus sabe. Isso basta. Jó não tinha a menor ideia por que estava passando por tamanho sofrimento; por que ele estava sendo tão provado. Não obstante, Deus sabia. E Jó, no devido tempo, saberia também. A palavra de Deus, a nossa experiência com Ele e o futuro se encarregarão de nos confirmar que as provações na vida do cristão têm propósitos definidos. Nada acontece por acaso. Não estamos à mercê da História. Somos servos do Todo-Poderoso, Aquele que age em todas as coisas parao bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito (cf. Rm 8.28). As provações visam produzir dois resultados, como veremos a seguir.

a) Fé aprovada Abraão é considerado o pai dos que têm fé. Para que ele recebesse esse honroso título, sua fé foi provada até as últimas consequências. Quando chamado, obedeceu (Hb 11.8); quando posto à prova, ofereceu Isaque (Hb 11.17). Sua fé esteve sobre o altar da provação. Fé aprovada é aquela que produz perseverança. A fé genuína, resultado direto dos testes de que Deus faz uso para promovê-la, induz o crente a continuar caminhando mesmo quando as circunstâncias não lhe são favoráveis. Ela induz o crente a continuar crendo em Deus e em Sua Palavra mesmo quando a dor não passa, quando a doença prevalece sobre a saúde, quando o emprego não vem; embora haja perdas e danos, sua fé permanece inabalável.

b) Caráter aprovado A nossa experiência vai comprovar que a maioria das grandes mudanças que ocorreram em nosso caráter se deram em meio às provações. O sofrimento, muitas vezes, age como um verdadeiro instrumento da graça para reduzir a nada o orgulho do soberbo e a autosuficiência do arrogante. Quanta gente que se achava o dono da situação, supremo e intocável, só se aproximou da cruz devido ao rigor das provações a que foi submetido? As provações têm como objetivo, também, polir o caráter, ainda que seja a ferro e fogo. Evidentemente o poder transformador não está na dureza das tribulações, mas no Espírito Santo que age. Este, sabiamente, faz uso das circunstâncias e dos acontecimentos para nos instruir e nos moldar.

6. COMO PODEREMOS ALCANÇAR VITÓRIA?

a) Persistência “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono (Ap 3.21).”
Na Bíblia, perseverar é mais do que simplesmente suportar dificuldades. A perseverança envolve nossa mente e coração, ou seja, o modo como encaramos as dificuldades. Uma pessoa que persevera demonstra coragem, determinação e paciência. Segundo uma obra de referência, perseverança é “a qualidade que mantém o homem em pé com o rosto voltado contra o vento”. Ela “pode [transformar] a provação mais difícil em glória, porque enxerga o alvo além da dor”. Essa mesma obra diz que perseverar não é simplesmente se conformar com uma situação difícil, mas conseguir suportá-la com forte esperança.

b) Fé “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé” (1Jo 5.4 )

c) Conhecer e tomar posse da Palavra “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.37-39). “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.5557)

d) Santificação “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós. (Js 3.5)”

6.    AS EXTRATÉGIAS DO INIMIGO PARA TE DERROTAR
        Ø   Cega o entendimento (2Co 4.4)
        Ø  Apaga a palavra dos corações (Lc 8.12)
        Ø   Usa como instrumento (Ap 2.13)
        Ø  Tenta a mentir (At 5.3)  Acusa e difama o servo (Ap 12.10)
        Ø   Dificulta o trabalho (1Ts 2.18)
        Ø   Usa demônio para tentar derrotar o servo (Ef 6.11,12)
        Ø   Tenta à imoralidade (1Co 7.5)  Semeia o joio entre os Servos (Mt 13.38,39)  Levanta perseguições contra os Servos (Ap 2.10)

"Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pe 5.8)

7.    A CONSOLIDAÇÃO DA NOSSA VITÓRIA
        Ø   “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” (2 Co 10.4).
        Ø   “Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória” (Pv 21.31).  “Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos” (1Cr 29.11).  “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.57).

8.    CONCLUSÃO
Temos que ter a convicção que, se estivermos preparados para a Batalha, portando nossas armas espirituais, mantendo nossa fé e perseverança no Senhor Jesus, santificando nossas vidas e obedecermos as ordens do Espírito Santo, sempre estaremos preparados para qualquer prova ou investida do inimigo de nossas vidas. Temos que saber que temos uma grande vantagem sobre as adversidades, Aquele que nunca perdeu uma batalha.

QUE DEUS VOS ABENÇOE!

FONTE: ADVEC – ASSEMBLEIA DE DEUS VITÓRIA EM CRISTO | TAQUARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – CLASSE DOS PROFESSORES 

                        As guerras e vitórias do cristão 

06/09/2013

Quem não tem luta é soldado morto

Os israelitas foram escravos no Egito até que Deus os libertou por intermédio de Moisés. Israel venceu Faraó sem lutar. A vitória foi conquistada pelo sangue do cordeiro (Ex.12). Entretanto, quando chegaram a Canaã, encontraram os gigantes, contra os quais deveriam pelejar (Nm 13).

Era uma situação nova, diferente, e com aspectos surpreendentes. Imagino que eles podem ter dito:
“Nosso problema era com os egípcios. Agora, precisamos lutar contra os cananeus. Não esperávamos por isso”. Quando começamos a buscar o propósito de Deus, encontramos novos problemas, até maiores do que os antigos. São novos desafios. Algumas situações são resolvidas por Deus, mas outras são de nossa responsabilidade e ele nos ajudará. Isso acontece também no plano natural. Quando éramos recém-nascidos, nossos pais resolviam tudo para nós, mas, na medida em que fomos crescendo, precisamos aprender a resolver problemas, e eles são cada vez maiores. Isso faz parte do processo de desenvolvimento e amadurecimento.

Os hebreus ficaram decepcionados com Deus e com Moisés. Ao verem os cananeus, sentiram “saudade” dos egípcios.
“Então toda a congregação levantou a voz e gritou; e o povo chorou naquela noite. E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e Arão; e toda a congregação lhes disse: Antes tivéssemos morrido na terra do Egito, ou tivéssemos morrido neste deserto” (Nm 14.1-2).
Muitos cristãos também se decepcionam porque alimentaram uma expectativa errada em relação ao Cristianismo. Esperavam uma vida tranquila, mas encontraram muitos gigantes pela frente. Nesses momentos, nossa fé é desafiada. Precisamos continuar crendo que, se os inimigos são grandes, a vitória será ainda maior. Temos condições de enfrentá-los e vencê-los pelo poder de Deus, em nome de Jesus!

Somos soldados

O propósito do Senhor para Israel era transformar escravos em guerreiros. Eles não se tornariam turistas.

Após a conversão, podem surgir muitas lutas na vida do cristão. Isto é normal. Afinal de contas, somos soldados.
“Sofre comigo como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra” (2Tm 2.2-3).
Somos guerreiros, mas queremos viver em paz. É um paradoxo. Fazemos parte do exército de Deus e nenhum cristão está dispensado deste serviço militar. Podemos ter paz interior, paz com Deus, com o próximo etc, mas não com Satanás.

Estamos em constante guerra espiritual.

O escravo tem muitos problemas e dificuldades. O soldado tem outros tipos de problemas. Ninguém está livre deles.
Alguém pode perguntar qual é, afinal, a vantagem de ter se convertido. Você continuam na guerra, mas agora está do lado certo.
Em nossas orações, estamos pedindo vitória ou cancelamento da guerra? Devemos pedir armas e munição: conhecimento, sabedoria, prudência etc. Devemos usar as armas que Deus já nos deu. Entram nesse contexto as virtudes e valores reunidos na “armadura de Deus” citada por Paulo (Ef 6.10-18).

O livro de Josué narra as batalhas e conquistas de Israel. Depois da peregrinação no deserto, decidiram assumir seu papel de guerreiros, sabendo que a luta era inevitável.

O livro de Juízes mostra um período conturbado em que os inimigos oprimiram Israel e Deus levantou líderes para libertá-los repetidas vezes. Nesse tempo, os israelitas estavam divididos, chegando, inclusive a lutarem contra os próprios irmãos.

Erros de guerra

Em todos esses cenários, é importante observarmos os “erros de guerra”. Somos falíveis e erramos muitas vezes, mas errar na guerra pode ser fatal.
Alguns exemplos seriam: desertar; ir para a batalha desarmado; não saber usar as armas; enganar-se na identificação do inimigo ou usar estratégia ineficaz.
Entre as ocorrências bíblicas, podemos citar:

Js 7– Acã cobiçou os bens do inimigo, os quais Deus havia proibido. Isso foi causa de derrota para Israel.
Js 9– Josué foi enganado pelos gibeonitas, que fingiram ser amigos, e fez aliança com eles.
Jz 12 – Os gileaditas combateram os efraimitas, embora todos eles pertencessem à nação israelita.
Jz 13 – Sansão dormiu com a inimiga Dalila. Intimidade com o inimigo é algo inadmissível. Entram aqui os pecados sexuais.
Os erros de guerra acarretam muitas derrotas que poderiam ser evitadas.
Identifique seu inimigo
Em qualquer guerra, é fundamental que as partes combatentes sejam bem identificadas. Quando se diz que determinado país está em guerra, a pergunta imediata é: “contra quem”?
Nos casos de guerra civil, o inimigo é interno. Os cidadãos do mesmo país matam-se uns aos outros. Será que isso acontece entre irmãos?
Identifique seu inimigo! Está escrito que “não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade nas regiões celestiais.” (Ef 6.12).
Seu inimigo não é a sogra, marido, esposa, vizinho, colega de trabalho ou de escola.
Quando os inimigos do homem são seus próprios familiares, conforme está escrito (Mt 10.36), verifica-se uma distorção causada pelo pecado, pois este não é o propósito de Deus para a família.
Existe uma realidade espiritual por trás de muitos problemas e conflitos naturais.
Satanás e seus demônios estão agindo, embora não possamos generalizar e espiritualizar tudo. Quantas vezes deixamos de lutar contra os poderes das trevas e investimos contra os seres humanos a quem deveríamos amar?
Podemos denunciar heresias para que não avancem em nosso meio, mas não fomos chamados para lutar contra os irmãos nem para combater igrejas ou denominações cristãs.
Quando os gileaditas combatiam seus irmãos efraimitas, faziam um teste. Pediam que o suspeito falasse a palavra “sibolete” , palavra hebraica que significa “rio”. Se ele, por uma dificuldade de pronúncia, dissesse “chibolete”, ficaria provado que era um efraimita. Nesse caso, era imediatamente executado (Jz 12).
Pequenas diferenças entre os irmãos não devem ser suficientes para que nos tornemos adversários. Enquanto lutamos uns contra os outros, o verdadeiro inimigo, que é Satanás, prospera em muitos dos seus intentos.

Lutas desnecessárias
Algumas vezes, entramos em guerras que não são nossas. Isso pode ser correto, como fez Abraão para libertar seu sobrinho Ló (Gn 14). Entretanto, é preciso discernimento para não vivermos assumindo problemas alheios. Em outra ocasião, quando Ló precisou sair de Sodoma, Abraão não foi lá buscá-lo, mas apenas intercedeu de longe.
O pecado nos coloca em lutas que não faziam parte do propósito de Deus para nós.
São guerras desnecessárias. Por exemplo, o sexo fora do casamento, a prostituição e o adultério podem trazer doenças venéreas, gravidez indesejada, divórcio, pensão alimentícia e outras situações que poderiam ser evitadas. Algumas delas, depois de estabelecidas, não podem ser eliminadas.

Nossas armas
Em nossas pelejas, podemos estar utilizando armas erradas. Se alguém nos maldiz, maldizemos? Se alguém nos calunia, caluniamos? Não podemos usar as armas do inimigo (Satanás), pois ele as domina muito melhor do que nós.
Paulo disse:
“Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e o suportamos” (1Co 4.12b).
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21).
“As armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas” (2Co 10.4).
Uma das nossas armas é a Palavra de Deus. Foi com ela que Cristo venceu Satanás no mdeserto (Mt 
4). Precisamos conhecer a Bíblia para utilizá-la com êxito. Quem não sabe usar uma arma, pode ferir-se com ela, ou ferir outras pessoas indevidamente.
Outra arma que temos a oração. Diante de qualquer luta, nossa primeira providência deve ser orar.
Que Deus nos ajude a lutar corretamente, sabendo que, em Cristo, nós já somos mais do que vencedores.

Pr. Anísio Renato de Andrade –
 Colaborador do Portal Lagoinha.com






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