Lição 08 – A
Igreja atravessa fronteiras
📚 A
Conversão de Saulo de Tarso
Nenhum evento no progresso da história
da igreja a afeta tão profundamente, ou tão felizmente, quanto a conversão de
Saulo de Tarso. De principal dos pecadores ele se tornou o
principal dos santos - do mais violento opositor de Cristo ele se tornou o mais
zeloso defensor da fé - como inimigo e perseguidor do nome de Jesus na Terra,
ele era o "principal"; todos os outros, em comparação a ele, eram
subordinados (Atos 9; 1 Timóteo 1).
É bastante evidente, a partir
do que ele fala sobre si mesmo, que ele acreditava que o judaísmo era não só
divino, mas a perpétua e imutável religião de Deus para o homem. Seria difícil
explicar a força de seus preconceitos judaicos sobre qualquer outro princípio.
Portanto, todas as tentativas de pôr de lado a religião dos judeus, e de
introduzir outra, ele considerava como sendo algo do inimigo, devendo ser
arduamente combatidas. Ele tinha ouvido o nobre discurso de Estêvão - ele tinha
testemunhado sua morte triunfante - mas sua subsequente perseguição aos
cristãos mostrou que a glória moral daquela cena não o havia impressionado de
maneira séria em sua mente. Ele foi cegado pelo zelo; mas o zelo
pelo judaísmo agora era um zelo contra o Senhor. Neste exato momento ele
estava "respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos
do Senhor" (Atos 9:1).
Ouvindo que alguns dos santos
perseguidos haviam encontrado um abrigo em Damasco, uma antiga cidade da Síria,
ele se convenceu a ir até lá e trazê-los de volta a Jerusalém como criminosos.
Para este fim, ele recebeu cartas do sumo sacerdote e do conselho de anciãos,
de que ele poderia trazê-los presos a Jerusalém para serem punidos (Atos 22, 26).
Ele, então, se torna o próprio apóstolo da malícia judaica contra os discípulos
de Jesus - ignorantemente, sem dúvida, mas ele se fez o missionário voluntário
deles.
Com sua mente forjada até o tom
mais violento do zelo perseguidor, ele segue em sua memorável jornada. Inabalável
em seu apego fervoroso pela religião de Moisés, e determinado a punir
os convertidos ao cristianismo como apóstatas da fé de seus ancestrais, ele se
aproxima de Damasco. Mas lá, na plena energia de sua louca carreira, o Senhor
Jesus o detém. Uma luz dos céus, mais forte que a luz do sol, brilha em torno
dele, e o subjuga com seu brilho ofuscante. Ele cai por terra - com a vontade
quebrada, a mente subjugada, o espírito humilhado, e completamente mudado. Seu
coração é agora sujeito à voz que fala com ele. Raciocínio, extenuação
e auto-justificação não têm lugar na presença do Senhor.
Uma voz da magnífica glória
disse-lhe: "Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse:
Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues." (Atos
9:4-5). Então o Senhor Jesus, mesmo estando no Céu, declara que Ele próprio
é ainda identificado com Seus discípulos na Terra. A unidade da
igreja com Cristo, sua Cabeça nos céus, a semente da bendita verdade do
"um só corpo", é resumida nessas poucas palavras: "Saulo,
Saulo, por que me persegues? ... Eu sou Jesus, a quem tu persegues." Estar
em guerra contra os santos é o mesmo que estar em guerra contra o próprio
Senhor. Que bendita verdade para o crente, mas quão solene para o perseguidor!
A visão que Saulo tinha visto e
a terrível descoberta que ele tinha feito o absorveram completamente. Ele fica
cego por três dias, e não pode comer nem beber. Então ele entra em Damasco,
cego, quebrantado e humilhado pelo solene juízo do Senhor! Quão diferente
daquilo que ele pretendia! Ele agora se une à companhia daqueles que ele tinha
resolvido exterminar. No entanto, ele entra pela porta, e humildemente
toma seu lugar entre os discípulos do Senhor. Ananias, um discípulo fiel, é
enviado para confortá-lo. Ele recebe sua vista de volta, é cheio do Espírito
Santo, é batizado, e então é alimentado e fortalecido.
Alguns pensam que o Senhor dá,
na conversão de Paulo, não somente uma amostra de Sua longanimidade, como em
todo o pecador que é salvo, mas também um sinal da futura restauração
de Israel. Paulo nos conta, ele próprio, ter obtido misericórdia porque ele
fez tudo aquilo em ignorante incredulidade - e tal será a mesma situação de
Israel nos últimos dias quando receber misericórdia. Como nosso próprio Senhor
orou por eles: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que
fazem" (Lucas 23:34). Pedro também diz: "E
agora, irmãos, eu sei que o fizestes por ignorância, como também os vossos
príncipes" (Atos 3:17)
📚"Apartai-me
a Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado"
Atos
13.2b
Cornélio é considerado o primeiro
gentio ou também chamado pagão (A palavra gentio designa um não israelita e é,
muitas vezes, usada no plural.) já a palavra pagão também tem uma origem
interessante, os estudiosos dizem que a explicação para a utilização da palavra
é que a população cristã era geralmente concentrada nas cidades de Roma e
Constantinopla, enquanto as pessoas das áreas rurais – os pagani –
geralmente eram adeptos da “velha religião” adorando Júpiter e Apolo em vez de
Cristo, voltando ao Cornélio, ele através de sua conversão ao senhor Jesus foi
salvo, e o relato bíblico é que tenha sido o primeiro não judeu a fazê-lo.
No livro escrito por Lucas Os
Atos dos Apóstolos At.10,1-6 encontramos a história se sua conversão:
1 Havia em
Cesaréia um homem chamado Cornélio, centurião do regimento conhecido como
Italiano.
2 Ele e toda a sua
família eram piedosos e tementes a Deus; dava muitas esmolas ao povo e orava
continuamente a Deus.
3 Certo dia, por
volta das três horas da tarde, ele teve uma visão. Viu claramente um anjo de
Deus que se aproximava dele e dizia: Cornélio!
4 Atemorizado,
Cornélio olhou para ele e perguntou: “Que é, Senhor? ” O anjo respondeu: “Suas
orações e esmolas subiram como oferta memorial diante de Deus.
5 Agora, mande
alguns homens a Jope para trazerem um certo Simão, também conhecido como Pedro,
6 que está
hospedado na casa de Simão, o curtidor de couro, que fica perto do mar”.
Esta é a história da primeira
conversão de um pagão (aquele que não é judeu) narrada na Bíblia. A narrativa
mostra como Deus dispensou a sua Graça na salvação a Cornélio. Esta história
mostra que salvação e dada por Deus a todos, não importa quem seja, basta
procurar de coração sincero.
Cornélio um
centurião Romano na Palestina.
Cornélio era um centurião
romano oriundo da nobreza romana, a serviço do Império Romano na Palestina, que
se estabeleceu em Cesárea. Era um comandante de cem soldados daquela divisão do
exército romano, assim organizavam os Romanos, os seus contingentes militares.
Apesar de estar a serviço do Imperador era conhecido como homem temente a Deus,
o Deus de Israel o atraia. Cornélio se tornara um prosélito, (Pessoa que
abdicava de suas crenças para adotar a religião judaica) se aproximava do
Judaísmo passava olhar com bons olhos os judeus. Cornélio era considerado um
pagão convertido ao judaísmo. O texto nos indica aspectos de sua personalidade.
Passa a ser conhecido por suas esmolas e por suas orações, duas qualidades vividas
na religião judaica.
As características
espirituais de Cornélio eram:
Um homem extremamente piedoso.
Seguia o que a lei judaica pedia. Era um homem temente a Deus. Toda a sua casa
o acompanhava ele e honravam a Deus. O texto dos Atos dos Apóstolos aponta como
um homem generoso. Socorria com esmolas os pobres. Considerado por todos como
um homem justo. Vejam o versículo 22
“22-Os homens
responderam: “Viemos da parte do centurião Cornélio. Ele é um homem justo e
temente a Deus, respeitado por todo o povo judeu. Um santo anjo lhe disse que o
chamasse à sua casa, para que ele ouça o que você tem para dizer”. Atos
10:22
homem justo e
temente a Deus a quem e toda a nação judaica, presta bom testemunho – versão da
Bíblia de Jerusalém.
Cesaréia fazia fronteira com a
terra judaica e com o mundo pagão. São dois mundos e de mentalidades
diferentes. Os judeus vivem limitados por dois grandes tabus: A lei que proibia
de comer determinados alimentos e também de misturar-se com pagãos. Isso teve
que ser quebrado pelo próprio Deus, porque seria pedra de tropeço para o
crescimento do evangelho. Isso explica a visão de Pedro quando foi visitar
Cornélio, a convite dele mesmo, sob as ordens de Deus. Cornélio foi o primeiro
a se converter entre os gentios e sua conversão foi marco de uma mudança na
cultura judaica.
Quantos Cornélios tem no mundo
da religiosidade, que agradam a Deus? Nós mortais não sabemos, mas o Senhor
sabe. O ponto de partida é o evangelismo para formar o povo de Deus. De tudo
que podemos aprender da vida de Cornélio podemos dizer que temos uma grande
lição: Fazer o bem, amar mesmo que seja difícil e quase impossível. ”Em outras
palavras despertar as relações justas entre os homens a fim de que eles vençam
a alienação e construam uma sociedade voltada para a vida. Vamos ver a analisar
algumas dessas lições que este estudo trazem para nossas vidas.
1ª lição – Humildade:
Cornélio era humilde, mesmo
sendo Centurião da Corte da Itália. Cornélio pouco se importava com o título
que possuía e nem mesmo com a importância social que desfrutava.
2ª. Lição – era
bondoso
Seu currículo de vida dizia que
ele pertencia ao grupo dos que agradava a Deus, pois era temente, e sua bondade
extrapolava pois dava muitas esmolas e cultivava o costume de orar.
3ª. Liçãoà Homem de vida
exemplar
Por causa do testemunho de
Cornélio a sua família e seus amigos receberam a salvação e a presença de Deus
em suas vidas. Cornélio creu no Evangelho e todos os que ouviam a palavra foram
salvos. Ele foi batizado. passou a ser uma nova criatura em Cristo Jesus. Seu
passado foi sepultado. Ele procurava ser correto em todas as suas atitudes a
serem tomadas como centurião Romano. Cornélio não se descuidava da oração.
Rejeitava os deuses pagãos e era obediente ao Deus verdadeiro.
Deus desejava
explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. Então, por que não o
fazia ele mesmo? Por que o anjo do Senhor não anunciou as boas-novas a
Cornélio? Em vez disso, o anjo explicou uma série de passos que Cornélio
poderia dar para descobrir a verdade. Parece haver dois motivos por que
Deus não lhe disse diretamente. Um é que ele escolheu pessoas para levar a sua
Palavra. Somos, basicamente, as mãos, os pés e a voz de Deus neste mundo (Mt 28:19).
O segundo motivo para proceder dessa maneira é conservar seus seguidores em
unidade (Jo 17). Definitivamente, Deus não queria uma igreja judaica e uma
igreja gentia. Era importante que se tornassem uma desde o princípio.
📌FONTES DE PESQUISA
http://www.infoescola.com/biblia/a-conversao-de-saulo/
https://www.gotquestions.org/Portugues/viagens-missionarias-Paulo.html
http://galeriabiblica.blogspot.com.br/2012/06/as-tres-viagens-missionarias-de-paulo.html
📚 AS TRÊS GRANDES VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO https://www.gotquestions.org/Portugues/viagens-missionarias-Paulo.html
http://galeriabiblica.blogspot.com.br/2012/06/as-tres-viagens-missionarias-de-paulo.html
Paulo teve três viagens missionárias para proclamar a mensagem de Cristo na Ásia Menor e na Europa. O Apóstolo Paulo era originalmente um líder judeu bastante educado chamado Saulo. Por ter vivido logo após a morte e ressurreição de Cristo, ele fez o seu melhor para acabar com a igreja Cristã. Ele até participou na execução do primeiro mártir cristão, Estêvão (Veja Atos 7:58; 8:1).
A caminho de Damasco para localizar e prender mais cristãos, Paulo encontrou-se com o Senhor. Ele se arrependeu e voltou sua fé para Jesus Cristo. Após esta experiência na estrada de Damasco, ele tentou convencer os judeus e cristãos sobre essa conversão que tanto mudou sua vida. Muitos duvidaram e se afastarem dele. No entanto, Cristãos como Barnabé se aproximaram de Paulo e conversaram com ele sobre sua experiência. Paulo e Barnabé começaram a trabalhar juntos.
Em três viagens missionárias, cada uma com vários anos de duração, Paulo compartilhou as boas novas de Jesus em muitas cidades costeiras e cidades na rota comercial. Aqui está uma breve crônica destas viagens missionárias:
1a Jornada Missionária (Atos 13-14): Ao atender o chamado de Deus para proclamar a Cristo, Paulo e Barnabé deixaram a igreja em Antioquia. De primeira, o seu método de evangelismo era pregar nas sinagogas de cada cidade. Mas quando muitos judeus rejeitaram a Cristo, os missionários reconheceram o chamado de Deus para testemunhar aos gentios.
Por causa de seu testemunho tão destemido de Jesus, Saulo o perseguidor se tornou Paulo o perseguido. Aqueles que rejeitaram a sua mensagem de salvação através de Jesus Cristo tentaram pará-lo e machucá-lo. Em uma cidade ele foi apedrejado e quase morto. Mas Deus o poupou. Através de testes, espancamentos e prisões, ele continuou pregando sobre Cristo crucificado.
O ministério de Paulo aos gentios trouxe controvérsia sobre quem poderia ser salvo e sobre como ser salvo. Entre sua primeira e segunda viagens missionárias, ele participou de uma conferência em Jerusalém para discutir o caminho da salvação. O consenso final foi que os gentios poderiam receber Jesus sem se submeterem à tradição judaica.
A primeira viagem missionária de Paulo (46-48 dC) foi a mais curta, no tempo e distância, mas foi, no entanto, um avanço muito significativo na história da nova igreja cristã. Estabeleceu Paulo como líder na divulgação da Palavra de Deus. Ele passou a escrever uma grande parte do Novo Testamento que temos hoje. A jornada começou de Seleucia, o porto de Antioquia (Atos 13:1-4). (Note-se que havia 2 cidades com o nome de Antioquia - Antioquia da Síria, o seu ponto de partida, e uma na Turquia). Paulo (então ainda chamado de Saulo), Barnabé e Marcos navegaram para Chipre, cerca de 80 milhas (130 quilOmetros) ao sul-oeste. Neste momento, Barnabé era ainda o membro sénior sobre Paul, que era um amigo íntimo depois da sua conversão a caminho de Damasco. Isto mudaria em breve. Após o desembarque em Salamina, e proclamar a Palavra de Deus nas sinagogas (Atos 13:5), eles viajaram ao longo de toda a costa sul da ilha de Chipre, até que chegaram a Pafos (Atos 13:6). Lá, Sérgio Paulo, o procônsul romano, foi convertido depois que Paulo repreendeu o malvado feiticeiro Elimas (At 13:6-12). Foi por esta altura que Paul se tornou efetivamente o líder. Foi a partir de então chamado Paul, em vez do seu antigo nome, Saulo.
2a Jornada Missionária (Atos 15:36-18:22): Depois de outra estadia em Antioquia, devido à construção da igreja de lá, Paulo estava pronto para participar de uma outra viagem missionária. Ele pediu a Barnabé que se juntasse a ele para visitar as igrejas de sua primeira viagem missionária. Um desacordo, no entanto, causou sua separação. Deus transformou esta disputa em algo positivo, pois agora havia duas equipes missionárias. Barnabé foi para Chipre e Paulo foi com Silas para a Ásia Menor.
Deus providencialmente redirigiu Paulo e Silas para a Grécia, levando o Evangelho à Europa. Em Filipos, a equipe missionária foi espancada e presa. Alegrando-se com a oportunidade de sofrer por Cristo, eles cantaram na prisão. De repente, Deus fez com que um terremoto abrisse as portas da cela para libertá-los de suas correntes. O carcereiro tão impressionado e sua família acreditaram em Cristo, mas os funcionários do governo imploraram que fossem embora. Ao chegar em Atenas, Paulo pregou para um público curioso em Areópago. Ele proclamou o único Deus verdadeiro que podia ser conhecido e adorado sem ídolos feitos por mãos humanas. Novamente, alguns desprezaram, enquanto alguns acreditaram. Paulo ensinou aos fiéis em Cristo e estabeleceu igrejas. Durante esta segunda viagem missionária, Paulo fez muitos discípulos de todas as origens: um homem jovem chamado Timóteo, uma empresária chamada Lídia e o casal Áquila e Priscila.
A segunda jornada começou
em circunstâncias muito infelizes: "Barnabé queria levar João, também
chamado Marcos, com eles, mas Paulo não achava prudente levá-lo, porque ele os
havia abandonado na Panfília e não continuou com eles na palavra. Eles tiveram
um tal diferendo que eles se separaram. Barnabé, levando consigo Marcos,
navegou para Chipre, mas Paulo escolheu Silas e partiu. " (Atos 15:37-40)
O motivo da discussão foi que, durante a Primeira viagem missionária de Paulo,
uma marca negativa deixada pelo jovem João Marcos abandonou-os no inicio da
viagem e voltou para casa. Apesar de Paulo e Barnabé aparentemente nunca
viajarem juntos de novo, não havia nenhuma animosidade duradoura entre eles -
Paulo mais tarde falou muito bem de Barnabé. Paulo também o fez de Marcos, que
mais tarde foi com ele durante a prisão de Paulo em Roma (Colossenses 4:10, 2
Timóteo 4:11). A Segunda viagem missionária de Paulo começou por volta do ano
49 dC, e como a primeira viagem, não era uma "excursão de 10 dias."
Ele só voltaria cerca de 3 anos mais tarde, ou seja, por volta do ano 52 dC. A
jornada anterior começou navegando para Chipre, mas desta vez, ele partiu por
terra através da Síria e Cilícia, a revisitar as igrejas que haviam
anteriormente sido estabelecidas na Ásia, incluindo aquelas em Derbe, Listra e,
de onde levou com ele a Timóteo (Atos 16:01 -5). De lá, eles continuaram em
direção ao norte através da Frígia e Galácia (Atos 16:6). Paulo permaneceu na
Galácia durante algum tempo devido a uma doença não especificada (Gálatas
4:13-14). De Galácia, Paulo tinha a intenção de viajar para nordeste através de
Bitínia, uma região na costa do Mar Negro, no entanto "eles tentaram
entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lhes permitiria. Então, eles
passaram pela Mísia e desceram para Troade. " (Atos 16:7-8). Troade fica
na costa do Mar Egeu. O próprio Jesus Cristo estava dirigindo Paulo para o
oeste da Ásia, onde Paulo tinha a intenção de permanecer, para chegar até à
Grécia. Paulo levou o Evangelho por toda a Europa.
3a Jornada Missionária (Atos 18:23-20:38): Durante a última viagem de Paulo, ele fervorosamente pregou na Ásia Menor. Deus confirmou a sua mensagem com milagres. Atos 20:7-12 fala de Paulo em Trôade pregando um sermão excepcionalmente longo. Um jovem sentado em cima de uma janela adormeceu e caiu da janela. Pensaram que ele estava morto, mas Paulo o reviveu. Por terem sido envolvidos com o oculto, os novos crentes em Éfeso queimaram seus livros mágicos. Os fabricantes de ídolos, por outro lado, não estavam satisfeitos com a queda em suas vendas por causa desse Deus verdadeiro e de Seu Filho. Um artesão que trabalhava com prata, chamado Demétrio, iniciou um tumulto por toda a cidade em nome da sua deusa Diana. Testes e dificuldades sempre seguiram Paulo. A perseguição e oposição, na verdade, fortificaram os cristãos verdadeiros e a propagação do Evangelho.
No final da última viagem missionária de Paulo, ele sabia que ia ser preso em breve e provavelmente morto. Suas palavras finais para a Igreja em Éfeso exibem sua devoção a Cristo: "E, tendo eles chegado, disse-lhes: Vós bem sabeis de que modo me tenho portado entre vós sempre, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade, e com lágrimas e provações que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram; como não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa, testificando, tanto a judeus como a gregos, o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus. Agora, eis que eu, constrangido no meu espírito, vou a Jerusalém, não sabendo o que ali acontecerá, senão o que o Espírito Santo me testifica, de cidade em cidade, dizendo que me esperam prisões e tribulações, mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (Atos 20:18-24).
"Depois de passar algum tempo em Antioquia, Paulo partiu de lá e viajou de lugar para lugar em toda a região da Galácia e da Frígia, fortalecendo todos os discípulos." (Atos 18:23) E assim, Paul começou a terceira das suas viagens missionárias. Veja também Primeira viagem missionária de Paulo, Segunda viagem missionária de Paulo, e Paulo em Atenas e na estrada de Damasco. A primeira etapa da viagem foi por terra na Ásia Menor, passando pelas cidades das regiões da Galácia e Frígia, incluindo Tarso e Icónio. Ele finalmente chegou a Éfeso, onde permaneceu por quase três anos (At 19:1-41). O apóstolo João, mais tarde, incluem Éfeso como uma das sete cidades na profecia das Sete Igrejas da Ásia - Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. (Apocalipse capítulos 2 e 3). Paulo fez um excelente trabalho em Éfeso; pregar e ensinar o evangelho de Jesus Cristo. Deus permitiu que muitos milagres fossem feitos por ele, inclusive a cura de doentes e a expulsão de demónios (Atos 19:11-12). Paulo no poder de Deus enfrentou práticas exorcistas e malignas, alguns deste se arrependiam e grande era o testemunho do poder de Deus (Atos 19:17-20). Como era tão frequentemente o caso, Paulo finalmente encontrou-se em grave perigo de adoradores de ídolos, que neste caso do deus pagão Artemis (ver imagem) (também conhecido como "Diana dos efésios"), e aqueles que estavam em o negócio de fornecimento de eles (Atos 19.24-27). Ele expôs a sua fraude, e em troca eles quase o mataram (Atos 19:28-41). Paulo, então, partiu para a Macedónia, e depois de viajar pela região, chegou à Grécia, onde permaneceu por três meses (Atos 20:1-3). Muito pouco antes de sua partida de Éfeso, Paulo escreveu a sua primeira epístola aos Coríntios (ver By The Book). Enquanto navegava para a Síria, Paulo descobriu outra trama contra ele, então ele em vez voltar pela Macedónia (Atos 20:3). Ao chegar Filipos, e depois de observar a Festa dos Pães Ázimos lá, atravessaram a Trôade (Atos 20:6). De Trôade, Paulo fez o seu caminho através de Assos, Mitilene, Quios, Samos e Mileto (Atos 20:13-16). Foi em Mileto que os anciãos da igreja de Éfeso vieram ao encontro dele pela última vez (Atos 20:17-38). Paulo, então, fez o estágio final da viagem, por meio de Cos, Rhodes, Patara, Chipre, e depois para a Síria, onde ele desembarcou em Tiro. De lá, ele fez o seu caminho através de Ptolemaida, Cesareia e, finalmente, a Jerusalém.
Essa foi a finalidade das viagens missionárias de Paulo: proclamar que a graça de Deus perdoa os pecados através de Cristo. Deus utilizou o ministério de Paulo para levar o Evangelho aos gentios e estabelecer a Igreja. Suas cartas para as igrejas, registradas no Novo Testamento, ainda sustentam a vida e doutrina da igreja. Embora ele tenha sacrificado tudo, as viagens missionárias de Paulo valeram a pena (Filipenses 3:7-11).
📚 O que Paulo representa para o cristianismo?
O
apostolado entre os gentios. A visão de Paulo, no ministério entre os gentios, compartilhada
com Barnabé, o tornava "progressista" para a sua época, no mundo
judaico, e da, mesma forma, as suas doutrinas para os padrões sociais do mundo
greco-romano. Ele se tornara o principal representante da nova religião revelada.
O seu conceito da divindade contrariava frontalmente as religiões politeístas
de seus dias. A nova compreensão sobre o Messias mudou radicalmente sua vida e
contrariava, não o Antigo Testamento, mas o que o Judaísmo pensava a respeito
do Libertador.
Paulo considerava os judeus e gentios na
mesma situação. Em Romanos, capítulo primeiro, ele descreve a depravação dos
gentios. No segundo, a incredulidade e desobediência dos judeus. No terceiro,
põe os dois povos no mesmo bojo: "Todos pecaram" (Rm 3.23). Diante
disso, levou avante a ordem de JESUS: "Por que hei de enviar-te aos
gentios de longe" (At 22.21).
As
missões. Como
resultado das quatro viagens missionárias de Paulo, surgiram as igrejas da Ásia
e Europa. A ele deve-se a expansão do Cristianismo. Suas estratégias
missionárias são ainda hoje o modelo para nós. Nenhum homem fez pelo Evangelho
o que ele realizou, exceto o próprio Salvador JESUS CRISTO.
As
epístolas. São o
maior tesouro que Paulo deixou para a Igreja. São frutos de suas experiências e
trabalhos, na direção do ESPÍRITO SANTO. Seus escritos ocupam um terço do Novo
Testamento. Sem as suas cartas, o Cristianismo poderia ser uma mera seita do
Judaísmo.
📚 MACEDÔNIA
Gr. Makedonia.
Um país no norte da Grécia e que atualmente se encontra totalmente
incluído na Grécia. Os macedônios, que eram aparentados com os gregos, já se
encontravam consideravelmente helenizados no tempo de Filipe II (conhecido por
Filipe da Macedônia). Antes do reinado de Filipe (359-336 AC), pouco se sabe da
história da Macedônia. Filipe uniu as várias tribos dessa área, conquistou a
maior parte da Grécia e tornou a Macedônia num Estado forte. O seu filho
Alexandre, o Grande (336-323 AC) usou a Macedônia meramente como um ponto de
partida para as suas conquistas no oriente. Com o seu altamente eficiente
exército de macedônios e gregos, ele conquistou um império que se estendeu
desde o Mar Adriático até ao Rio Indo. Tanto os macedônios como os gregos
migraram para Este, na esteira dos seus exércitos e tornaram-se na classe
dominante e privilegiada, levando com eles a língua e a cultura gregas através
dos territórios conquistados por Alexandre. Foi este império
greco-macedônio-oriental, conhecido como “o Mundo Helenístico”, que sucedeu ao
império persa e a sua cultura helenística permaneceu mesmo depois que os seus
territórios terem sido conquistados por Roma.
A Macedônia, que se distingue do
império macedônio, não foi um local importante e após a morte de Alexandre
entrou em declínio por causa da rivalidade entre os seus sucessores. Foi
primeiro governada por um ou outro dos regentes do meio irmão de Alexandre, um
doente mental, e do filho póstumo do imperador. Quando se instalou, em 301 AC,
a luta entre os que pretendiam manter o império unido e os que desejavam
dividi-lo, o grosso do império foi dividido em quatro reinos (mais tarde,
três). A Macedônia tornou-se num reino menor, mantendo um controlo flutuante
sobre a Grécia. Pouco depois, caiu nas mãos da casa dos Antigonides, que a
governou até ao tempo de Perseus, o último rei desta linhagem. Foi, então,
conquistada pelo general romano Emílio Paulo, de Pidna, em 168 AC. A Macedônia foi dividida em quatro repúblicas colocadas sob o protectorado de Roma, sendo a
Grécia administrada separadamente. Depois em 146 AC, foi transformada numa
província romana e governada por um procônsul, tendo Tessalônica como capital.
A secção oriental
do país possuía planícies férteis à volta dos vários rios que corriam para os
Golfos Termaico e Estrimoniano. Esta zona do país era habitada
predominantemente por gregos e aí se situavam as mais importantes cidades da
província, tais como Tessalónica, Filipos e Apolónia, localizando-se todas na
famosa estrada militar conhecida por Via Egnatia, que foi construída pelos
romanos através da Macedônia, desde Dyrrhachium, a oeste, até Neapolis, a este
e depois até Bizâncio. A zona ocidental interior da Macedónia, que era
montanhosa e não muito fértil, encontrava-se dispersamente povoada por uma
população mista.
Existiam algumas comunidades judaicas nas mais importantes
cidades e foi nestas cidades que o apóstolo Paulo levou a cabo as suas
actividades missionárias, fundando igrejas cristãs, nomeadamente em Filipos,
Tessalónica e Bereia durante a sua segunda viagem missionária (At 16:9 a 17:14).
Visitou depois esta área repetidamente durante vários anos (At 19:21, 22; At
20:1-2; 2Co 2:13; 2Co 7:5; 1Tm 1:3). Alguns dos companheiros de Paulo que o
acompanharam nas viagens - Gaio, Aristarco, Secundo e Sopater - eram macedônios (At 19:29; At 20:4). As igrejas da Macedônia enviaram ajuda financeira aos seus
irmãos pobres de Jerusalém (Rm 15:26), auxiliando também Paulo nas suas
necessidades (2Co 8:1-5; Fp 4:15).
📌FONTE : EBD : ESCOLA BEREANA ADVEC-SEDE
Lição 08 – A Igreja atravessa
fronteiras (Prof. José Haroldo)
INTRODUÇÃO
Vamos estudar sumariamente
sobre as viagens
missionárias de Paulo e seus
companheiros!
1. SAULO: PRIMEIRAS IMPRESSÕES
1.1. A conversão do perseguidor
- Era de uma região bélica;
- Saulo não era alguém que se
esperava conversão;
- Saulo teve mudança interior,
não de nome;
- Conversão é a transformação
que só pode haver pelo
Espírito Santo;
1.2. Os propósitos de Deus para
Paulo
- Propósitos devem envolver
grupos;
- Propósitos envolvem o Reino;
2. A CONVERSÃO DOS PRIMEIROS GENTIOS
2.1. A conversão de Cornélio, o
centurião
- Temia a Deus (At 10.2);
- Era um cristão, prosélito do
judaísmo;
- Sua entrada na comunidade
cristã acarretou muitos
problemas;
- Pedro foi criticado por andar
com incircuncisos (At 11.2,3);
- Legalistas não aprovavam sua
conversão;
- Dava esmolas. Algo piedoso
para os judeus;
- Era um homem de oração;
- Outro centurião é destacado
na Bíblia (Lc 7.1-5);
- Jesus salientou as esmolas, a
oração e o jejum (Mt 6.1- 18);
2.2. Antioquia da Síria
- Foi o berço das missões
cristãs;
- Havia um porto (At 13.4);
- Fundada em cerca de 300 a.C.
por Seleuco Nicanor;
- Numerosa população nos tempos
de Paulo;
- A maioria era Síria, porém,
havia grande colônia de judeus;
- Tinha em torno de 800 mil
habitantes em 300 d.C.;
- Na época de Paulo, era a
terceira maior cidade do império romano, perdendo em importância numérica apenas
para Roma e Alexandria.
- Perto de Dafné, quartel
general do culto a Apolo e Artemisa;
2.3. Alargamento das fronteiras
entre judaísmo e cristianismo
- Herodes e judeus estavam
alinhavados (At 12.1-3);
- A igreja orava por Pedro (At
12.5);
- O Evangelho se espalhava (At
12.24)
3. AS TRÊS GRANDES VIAGENS MISSIONÁRIAS
3.1. A primeira viagem missionária
- Antioquia da Síria (At 13.1):
Paulo e Barnabé são separados pelo Espírito Santo;
- Selêucia (At 13.4): Cidade
portuária onde pegaram um barco para a Ilha de Chipre;
- Salamina (At 13.5): Cidade
portuária a leste da Ilha de
Chipre; Paulo e Barnabé
anunciaram a palavra de Deus nas sinagogas;
- Pafos (At 13.6): Capital da
Ilha de Chipre; Paulo
confronta Elimas, o mágico, e o
pro cônsul Sérgio se converte;
- Perge (At 13.13): João Marcos
retorna para Jerusalém;
- Antioquia da Pisídia (At
13.14): Paulo prega duas vezes na sinagoga, é rejeitado e se dispõe a pregar
aos gentios;
- Icônio (At 14.1): Tentam
apedrejar Paulo e Barnabé;
- Listra (At 14.8): Paulo e
Barnabé são confundidos com
deuses; Paulo é apedrejado;
- Derbe (At 14.20): Paulo e
Barnabé fazem muitos discípulos;
RETORNO
- Listra, Icônio e Antioquia da
Pisídia (At 14.21): Paulo e
Barnabé fortalecem a fé dos
irmãos e elegem presbíteros;
- Perge (At 14.25): Paulo e
Barnabé anunciam a Palavra;
- Atália (At 14.25): Paulo e
Barnabé tomam um barco para voltar à cidade inicial;
- Antioquia da Síria (At
14.26): Paulo e Barnabé relatam os acontecimentos e permanecem muito tempo com os
irmãos.
- Barnabé era natural do
Chipre;
- Barnabé significa filho de
profeta;
- João Marcos foi o escritor do
Evangelho;
- João Marcos era primo de
Barnabé;
- Paulo pode ter contraído
malária em Panfídia (Perge);
- Paulo deveria ter uma doença
ocular desfiguradora (Gl 4.13-15);
- Antioquia da Pisídia foi a
primeira cidade gálata que
Paulo visitou. Dentre outros,
ele teve problemas com os cristãos judaizantes;
- A carta aos Gálatas combate o
cristianismo judaizado;
- Gálatas é um termo grego que
significa branco
3.2. A segunda viagem
missionária
- Antioquia da Síria (At
15.35): Paulo e Barnabé se
separam; Barnabé segue com João
Marcos para Chipre e Paulo segue com Silas pela Síria e Cilícia;
- Derbe, Listra e Icônio (At
16.1.2): Timóteo se junta a Paulo e Silas;
- Trôade (At 16.8): Paulo tem a
visão para ir à Macedônia;
- Neápolis (At 16.11): Cidade
portuária pela qual Paulo chega à Macedônia e segue;
- Filipos (At 13.13): Paulo e
Silas são açoitados e presos; conversão do carcereiro;
- Anfípolis e Apolônia (At
17.1): Cidades de passagem para Tessalônica;
- Tessalônica (At 17.1): Jasom
é preso por hospedar Paulo;
- Bereia (At 17.10): Os
cristãos examinavam as Escrituras;
- Atenas (At 17.15): Paulo
prega no Areopágo;
- Corinto (At 18.1): Paulo
conhece Áquila e Priscila;
- Cencreia (At 18.18): Paulo
raspa a cabeça ao tomar voto;
- Éfeso (At 18.19): Paulo deixa
Priscila e Áquila na cidade;
- Cesareia (At 18.22): Paulo
desembarca e segue para Jerusalém;
- Jerusalém (At 18.22): Paulo
saúda a igreja;
- Antioquia da Síria (At
18.22): Paulo permanece ali algum tempo, antes de partir para sua terceira
viagem missionária.
- Paulo e Silas foram às
igrejas da Galácia;
- Timóteo foi convidado por
Paulo em Listra;
- Eles levaram o veredito do
Concílio de Jerusalém (Atos 15 trata deste concilio que ocorreu em 48 ou 49 d.C.,
com o objetivo de saber o que se guardaria da Lei);
- O Espírito Santo os impediu
de viajar rumo ao
Sudoeste, rumo a Éfeso, ou rumo
ao norte, pela Bitínia.
A saída foi ir rumo ao noroeste,
a Trôade, na costa do mar Egeu;
- Paulo circuncidou Timóteo;
- O Evangelho chegou à Europa
por intermédio de Paulo ir à Macedônia (Filipos, Tessalônica, Bereia);
- A mudança de rota fez com que
mais pessoas fossem alcançadas;
- Paulo levou as Boas Novas
para o Ocidente.
3.3. A terceira viagem
missionária
- Antioquia da Síria, Tarso e
Icônio;
- Éfeso (At 19.1): Paulo ensina
na escola de Tirano por dois anos;
- Tessalônica e Filipos;
- Trôade (At 20.5): Paulo se
reagrupa com seus companheiros. Paulo é usado por Deus para ressuscitar um
jovem;
- Assôs (At 20.14): Paulo
embarca rumo à Mitilene;
- Mitilene (At 20.14): Seguem
viagem para Mileto, passando por Quios e Samos;
- Mileto (At 20.16): Paulo se
encontra com os presbíteros de Éfeso;
- Cós e Rodes;
- Pátara (At 21.1): Paulo
embarca para a Fenícia;
- Tiro (At 21.3): Paulo
permanece sete dias com os discípulos antes de ir a Jerusalém;
- Ptolemaida (At 21.7): Paulo
permanece alguns dias com os discípulos;
- Cesareia (At 21.8): Paulo
fica hospedado na casa de
Filipe, o evangelista; o
profeta Ágabo revela a Paulo o seu destino em Jerusalém;
- Jerusalém (At 21.17): Paulo
se encontra com Tiago;
Paulo é preso no templo.
- Assôs e Mitilene foram duas
cidades onde passou
Aristóteles;
- Mitilene é a capital da ilha
grega de Lesbos;
- Lesbos é onde nasceu a
poetisa Safo;
- O termo lésbica é derivado da
interpretação dos poemas de Safo, os quais tinham grande conteúdo emocional
dirigido a outras mulheres.
CONCLUSÃO
- Precisamos falar de Jesus;
- É indispensável assistir os
novos convertidos;
- Não fazemos a obra sozinhos;
- Estratégia é bom mas precisa
vir de Deus;
- O Evangelho precisa expandir
e alcançar todas as áreas.
A DEUS SEJA A GLÓRIA!



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