terça-feira, 15 de agosto de 2017

Lição 08 – A Igreja atravessa fronteiras






Lição 08 – A Igreja atravessa fronteiras

                            📚          A Conversão de Saulo de Tarso


        Nenhum evento no progresso da história da igreja a afeta tão profundamente, ou tão felizmente, quanto a conversão de Saulo de Tarso. De principal dos pecadores ele se tornou o principal dos santos - do mais violento opositor de Cristo ele se tornou o mais zeloso defensor da fé - como inimigo e perseguidor do nome de Jesus na Terra, ele era o "principal"; todos os outros, em comparação a ele, eram subordinados (Atos 9; 1 Timóteo 1).
É bastante evidente, a partir do que ele fala sobre si mesmo, que ele acreditava que o judaísmo era não só divino, mas a perpétua e imutável religião de Deus para o homem. Seria difícil explicar a força de seus preconceitos judaicos sobre qualquer outro princípio. Portanto, todas as tentativas de pôr de lado a religião dos judeus, e de introduzir outra, ele considerava como sendo algo do inimigo, devendo ser arduamente combatidas. Ele tinha ouvido o nobre discurso de Estêvão - ele tinha testemunhado sua morte triunfante - mas sua subsequente perseguição aos cristãos mostrou que a glória moral daquela cena não o havia impressionado de maneira séria em sua mente. Ele foi cegado pelo zelo; mas o zelo pelo judaísmo agora era um zelo contra o Senhor. Neste exato momento ele estava "respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor" (Atos 9:1).
Ouvindo que alguns dos santos perseguidos haviam encontrado um abrigo em Damasco, uma antiga cidade da Síria, ele se convenceu a ir até lá e trazê-los de volta a Jerusalém como criminosos. Para este fim, ele recebeu cartas do sumo sacerdote e do conselho de anciãos, de que ele poderia trazê-los presos a Jerusalém para serem punidos (Atos 22, 26). Ele, então, se torna o próprio apóstolo da malícia judaica contra os discípulos de Jesus - ignorantemente, sem dúvida, mas ele se fez o missionário voluntário deles.
Com sua mente forjada até o tom mais violento do zelo perseguidor, ele segue em sua memorável jornada. Inabalável em seu apego fervoroso pela religião de Moisés, e determinado a punir os convertidos ao cristianismo como apóstatas da fé de seus ancestrais, ele se aproxima de Damasco. Mas lá, na plena energia de sua louca carreira, o Senhor Jesus o detém. Uma luz dos céus, mais forte que a luz do sol, brilha em torno dele, e o subjuga com seu brilho ofuscante. Ele cai por terra - com a vontade quebrada, a mente subjugada, o espírito humilhado, e completamente mudado. Seu coração é agora sujeito à voz que fala com ele. Raciocínio, extenuação e auto-justificação não têm lugar na presença do Senhor.
Uma voz da magnífica glória disse-lhe: "Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues." (Atos 9:4-5). Então o Senhor Jesus, mesmo estando no Céu, declara que Ele próprio é ainda identificado com Seus discípulos na TerraA unidade da igreja com Cristo, sua Cabeça nos céus, a semente da bendita verdade do "um só corpo", é resumida nessas poucas palavras: "Saulo, Saulo, por que me persegues? ... Eu sou Jesus, a quem tu persegues." Estar em guerra contra os santos é o mesmo que estar em guerra contra o próprio Senhor. Que bendita verdade para o crente, mas quão solene para o perseguidor!

A visão que Saulo tinha visto e a terrível descoberta que ele tinha feito o absorveram completamente. Ele fica cego por três dias, e não pode comer nem beber. Então ele entra em Damasco, cego, quebrantado e humilhado pelo solene juízo do Senhor! Quão diferente daquilo que ele pretendia! Ele agora se une à companhia daqueles que ele tinha resolvido exterminar. No entanto, ele entra pela porta, e humildemente toma seu lugar entre os discípulos do Senhor. Ananias, um discípulo fiel, é enviado para confortá-lo. Ele recebe sua vista de volta, é cheio do Espírito Santo, é batizado, e então é alimentado e fortalecido.
Alguns pensam que o Senhor dá, na conversão de Paulo, não somente uma amostra de Sua longanimidade, como em todo o pecador que é salvo, mas também um sinal da futura restauração de Israel. Paulo nos conta, ele próprio, ter obtido misericórdia porque ele fez tudo aquilo em ignorante incredulidade - e tal será a mesma situação de Israel nos últimos dias quando receber misericórdia. Como nosso próprio Senhor orou por eles: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34). Pedro também diz: "E agora, irmãos, eu sei que o fizestes por ignorância, como também os vossos príncipes" (Atos 3:17)
     📌Fonte: A historia da igreja - livro


📚"Apartai-me a Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado" 
Atos 13.2b

          Cornélio é considerado o primeiro gentio ou também chamado pagão (A palavra gentio designa um não israelita e é, muitas vezes, usada no plural.) já a palavra pagão também tem uma origem interessante, os estudiosos dizem que a explicação para a utilização da palavra é que a população cristã era geralmente concentrada nas cidades de Roma e Constantinopla, enquanto as pessoas das áreas rurais – os pagani – geralmente eram adeptos da “velha religião” adorando Júpiter e Apolo em vez de Cristo, voltando ao Cornélio, ele através de sua conversão ao senhor Jesus foi salvo, e o relato bíblico é que tenha sido o primeiro não judeu a fazê-lo.
No livro escrito por Lucas Os Atos dos Apóstolos At.10,1-6 encontramos a história se sua conversão:
1 Havia em Cesaréia um homem chamado Cornélio, centurião do regimento conhecido como Italiano.
2 Ele e toda a sua família eram piedosos e tementes a Deus; dava muitas esmolas ao povo e orava continuamente a Deus.
3 Certo dia, por volta das três horas da tarde, ele teve uma visão. Viu claramente um anjo de Deus que se aproximava dele e dizia: Cornélio!
4 Atemorizado, Cornélio olhou para ele e perguntou: “Que é, Senhor? ” O anjo respondeu: “Suas orações e esmolas subiram como oferta memorial diante de Deus.
5 Agora, mande alguns homens a Jope para trazerem um certo Simão, também conhecido como Pedro,
6 que está hospedado na casa de Simão, o curtidor de couro, que fica perto do mar”.
Esta é a história da primeira conversão de um pagão (aquele que não é judeu) narrada na Bíblia. A narrativa mostra como Deus dispensou a sua Graça na salvação a Cornélio. Esta história mostra que salvação e dada por Deus a todos, não importa quem seja, basta procurar de coração sincero.
Cornélio um centurião Romano na Palestina.
Cornélio era um centurião romano oriundo da nobreza romana, a serviço do Império Romano na Palestina, que se estabeleceu em Cesárea. Era um comandante de cem soldados daquela divisão do exército romano, assim organizavam os Romanos, os seus contingentes militares. Apesar de estar a serviço do Imperador era conhecido como homem temente a Deus, o Deus de Israel o atraia. Cornélio se tornara um prosélito, (Pessoa que abdicava de suas crenças para adotar a religião judaica) se aproximava do Judaísmo passava olhar com bons olhos os judeus. Cornélio era considerado um pagão convertido ao judaísmo. O texto nos indica aspectos de sua personalidade. Passa a ser conhecido por suas esmolas e por suas orações, duas qualidades vividas na religião judaica.
As características espirituais de Cornélio eram:
Um homem extremamente piedoso. Seguia o que a lei judaica pedia. Era um homem temente a Deus. Toda a sua casa o acompanhava ele e honravam a Deus. O texto dos Atos dos Apóstolos aponta como um homem generoso. Socorria com esmolas os pobres. Considerado por todos como um homem justo. Vejam o versículo 22
“22-Os homens responderam: “Viemos da parte do centurião Cornélio. Ele é um homem justo e temente a Deus, respeitado por todo o povo judeu. Um santo anjo lhe disse que o chamasse à sua casa, para que ele ouça o que você tem para dizer”. Atos 10:22
homem justo e temente a Deus a quem e toda a nação judaica, presta bom testemunho – versão da Bíblia de Jerusalém.
Cesaréia fazia fronteira com a terra judaica e com o mundo pagão. São dois mundos e de mentalidades diferentes. Os judeus vivem limitados por dois grandes tabus: A lei que proibia de comer determinados alimentos e também de misturar-se com pagãos. Isso teve que ser quebrado pelo próprio Deus, porque seria pedra de tropeço para o crescimento do evangelho. Isso explica a visão de Pedro quando foi visitar Cornélio, a convite dele mesmo, sob as ordens de Deus. Cornélio foi o primeiro a se converter entre os gentios e sua conversão foi marco de uma mudança na cultura judaica.
Quantos Cornélios tem no mundo da religiosidade, que agradam a Deus? Nós mortais não sabemos, mas o Senhor sabe. O ponto de partida é o evangelismo para formar o povo de Deus. De tudo que podemos aprender da vida de Cornélio podemos dizer que temos uma grande lição: Fazer o bem, amar mesmo que seja difícil e quase impossível. ”Em outras palavras despertar as relações justas entre os homens a fim de que eles vençam a alienação e construam uma sociedade voltada para a vida. Vamos ver a analisar algumas dessas lições que este estudo trazem para nossas vidas.
1ª lição – Humildade:
Cornélio era humilde, mesmo sendo Centurião da Corte da Itália. Cornélio pouco se importava com o título que possuía e nem mesmo com a importância social que desfrutava.
2ª. Lição – era bondoso
Seu currículo de vida dizia que ele pertencia ao grupo dos que agradava a Deus, pois era temente, e sua bondade extrapolava pois dava muitas esmolas e cultivava o costume de orar.
3ª. Liçãoà Homem de vida exemplar
Por causa do testemunho de Cornélio a sua família e seus amigos receberam a salvação e a presença de Deus em suas vidas. Cornélio creu no Evangelho e todos os que ouviam a palavra foram salvos. Ele foi batizado. passou a ser uma nova criatura em Cristo Jesus. Seu passado foi sepultado. Ele procurava ser correto em todas as suas atitudes a serem tomadas como centurião Romano. Cornélio não se descuidava da oração. Rejeitava os deuses pagãos e era obediente ao Deus verdadeiro.
Deus desejava explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. Então, por que não o fazia ele mesmo? Por que o anjo do Senhor não anunciou as boas-novas a Cornélio? Em vez disso, o anjo explicou uma série de passos que Cornélio poderia dar para descobrir a verdade. Parece haver dois motivos por que Deus não lhe disse diretamente. Um é que ele escolheu pessoas para levar a sua Palavra. Somos, basicamente, as mãos, os pés e a voz de Deus neste mundo (Mt 28:19). O segundo motivo para proceder dessa ma­neira é conservar seus seguidores em unidade (Jo 17). Definitivamente, Deus não queria uma igreja judaica e uma igreja gentia. Era importante que se tornassem uma desde o princípio.
📌FONTES DE PESQUISA

http://www.infoescola.com/biblia/a-conversao-de-saulo/
https://www.gotquestions.org/Portugues/viagens-missionarias-Paulo.html
http://galeriabiblica.blogspot.com.br/2012/06/as-tres-viagens-missionarias-de-paulo.html
Por: EBD BELAS ARTES


               📚 AS TRÊS GRANDES VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO 

Paulo teve três viagens missionárias para proclamar a mensagem de Cristo na Ásia Menor e na Europa. O Apóstolo Paulo era originalmente um líder judeu bastante educado chamado Saulo. Por ter vivido logo após a morte e ressurreição de Cristo, ele fez o seu melhor para acabar com a igreja Cristã. Ele até participou na execução do primeiro mártir cristão, Estêvão (Veja Atos 7:58; 8:1).

A caminho de Damasco para localizar e prender mais cristãos, Paulo encontrou-se com o Senhor. Ele se arrependeu e voltou sua fé para Jesus Cristo. Após esta experiência na estrada de Damasco, ele tentou convencer os judeus e cristãos sobre essa conversão que tanto mudou sua vida. Muitos duvidaram e se afastarem dele. No entanto, Cristãos como Barnabé se aproximaram de Paulo e conversaram com ele sobre sua experiência. Paulo e Barnabé começaram a trabalhar juntos.

Em três viagens missionárias, cada uma com vários anos de duração, Paulo compartilhou as boas novas de Jesus em muitas cidades costeiras e cidades na rota comercial. Aqui está uma breve crônica destas viagens missionárias:

1a Jornada Missionária (Atos 13-14): Ao atender o chamado de Deus para proclamar a Cristo, Paulo e Barnabé deixaram a igreja em Antioquia. De primeira, o seu método de evangelismo era pregar nas sinagogas de cada cidade. Mas quando muitos judeus rejeitaram a Cristo, os missionários reconheceram o chamado de Deus para testemunhar aos gentios.

Por causa de seu testemunho tão destemido de Jesus, Saulo o perseguidor se tornou Paulo o perseguido. Aqueles que rejeitaram a sua mensagem de salvação através de Jesus Cristo tentaram pará-lo e machucá-lo. Em uma cidade ele foi apedrejado e quase morto. Mas Deus o poupou. Através de testes, espancamentos e prisões, ele continuou pregando sobre Cristo crucificado.

O ministério de Paulo aos gentios trouxe controvérsia sobre quem poderia ser salvo e sobre como ser salvo. Entre sua primeira e segunda viagens missionárias, ele participou de uma conferência em Jerusalém para discutir o caminho da salvação. O consenso final foi que os gentios poderiam receber Jesus sem se submeterem à tradição judaica.

A primeira viagem missionária de Paulo (46-48 dC) foi a mais curta, no tempo e distância, mas foi, no entanto, um avanço muito significativo na história da nova igreja cristã. Estabeleceu Paulo como líder na divulgação da Palavra de Deus. Ele passou a escrever uma grande parte do Novo Testamento que temos hoje. A jornada começou de Seleucia, o porto de Antioquia (Atos 13:1-4). (Note-se que havia 2 cidades com o nome de Antioquia - Antioquia da Síria, o seu ponto de partida, e uma na Turquia). Paulo (então ainda chamado de Saulo), Barnabé e Marcos navegaram para Chipre, cerca de 80 milhas (130 quilOmetros) ao sul-oeste. Neste momento, Barnabé era ainda o membro sénior sobre Paul, que era um amigo íntimo depois da sua conversão a caminho de Damasco. Isto mudaria em breve. Após o desembarque em Salamina, e proclamar a Palavra de Deus nas sinagogas (Atos 13:5), eles viajaram ao longo de toda a costa sul da ilha de Chipre, até que chegaram a Pafos (Atos 13:6). Lá, Sérgio Paulo, o procônsul romano, foi convertido depois que Paulo repreendeu o malvado feiticeiro Elimas (At 13:6-12). Foi por esta altura que Paul se tornou efetivamente o líder. Foi a partir de então chamado Paul, em vez do seu antigo nome, Saulo.


2a Jornada Missionária (Atos 15:36-18:22): Depois de outra estadia em Antioquia, devido à construção da igreja de lá, Paulo estava pronto para participar de uma outra viagem missionária. Ele pediu a Barnabé que se juntasse a ele para visitar as igrejas de sua primeira viagem missionária. Um desacordo, no entanto, causou sua separação. Deus transformou esta disputa em algo positivo, pois agora havia duas equipes missionárias. Barnabé foi para Chipre e Paulo foi com Silas para a Ásia Menor.

Deus providencialmente redirigiu Paulo e Silas para a Grécia, levando o Evangelho à Europa. Em Filipos, a equipe missionária foi espancada e presa. Alegrando-se com a oportunidade de sofrer por Cristo, eles cantaram na prisão. De repente, Deus fez com que um terremoto abrisse as portas da cela para libertá-los de suas correntes. O carcereiro tão impressionado e sua família acreditaram em Cristo, mas os funcionários do governo imploraram que fossem embora. Ao chegar em Atenas, Paulo pregou para um público curioso em Areópago. Ele proclamou o único Deus verdadeiro que podia ser conhecido e adorado sem ídolos feitos por mãos humanas. Novamente, alguns desprezaram, enquanto alguns acreditaram. Paulo ensinou aos fiéis em Cristo e estabeleceu igrejas. Durante esta segunda viagem missionária, Paulo fez muitos discípulos de todas as origens: um homem jovem chamado Timóteo, uma empresária chamada Lídia e o casal Áquila e Priscila.


 A segunda jornada começou em circunstâncias muito infelizes: "Barnabé queria levar João, também chamado Marcos, com eles, mas Paulo não achava prudente levá-lo, porque ele os havia abandonado na Panfília e não continuou com eles na palavra. Eles tiveram um tal diferendo que eles se separaram. Barnabé, levando consigo Marcos, navegou para Chipre, mas Paulo escolheu Silas e partiu. " (Atos 15:37-40) O motivo da discussão foi que, durante a Primeira viagem missionária de Paulo, uma marca negativa deixada pelo jovem João Marcos abandonou-os no inicio da viagem e voltou para casa. Apesar de Paulo e Barnabé aparentemente nunca viajarem juntos de novo, não havia nenhuma animosidade duradoura entre eles - Paulo mais tarde falou muito bem de Barnabé. Paulo também o fez de Marcos, que mais tarde foi com ele durante a prisão de Paulo em Roma (Colossenses 4:10, 2 Timóteo 4:11). A Segunda viagem missionária de Paulo começou por volta do ano 49 dC, e como a primeira viagem, não era uma "excursão de 10 dias." Ele só voltaria cerca de 3 anos mais tarde, ou seja, por volta do ano 52 dC. A jornada anterior começou navegando para Chipre, mas desta vez, ele partiu por terra através da Síria e Cilícia, a revisitar as igrejas que haviam anteriormente sido estabelecidas na Ásia, incluindo aquelas em Derbe, Listra e, de onde levou com ele a Timóteo (Atos 16:01 -5). De lá, eles continuaram em direção ao norte através da Frígia e Galácia (Atos 16:6). Paulo permaneceu na Galácia durante algum tempo devido a uma doença não especificada (Gálatas 4:13-14). De Galácia, Paulo tinha a intenção de viajar para nordeste através de Bitínia, uma região na costa do Mar Negro, no entanto "eles tentaram entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lhes permitiria. Então, eles passaram pela Mísia e desceram para Troade. " (Atos 16:7-8). Troade fica na costa do Mar Egeu. O próprio Jesus Cristo estava dirigindo Paulo para o oeste da Ásia, onde Paulo tinha a intenção de permanecer, para chegar até à Grécia. Paulo levou o Evangelho por toda a Europa.



3a Jornada Missionária (Atos 18:23-20:38): Durante a última viagem de Paulo, ele fervorosamente pregou na Ásia Menor. Deus confirmou a sua mensagem com milagres. Atos 20:7-12 fala de Paulo em Trôade pregando um sermão excepcionalmente longo. Um jovem sentado em cima de uma janela adormeceu e caiu da janela. Pensaram que ele estava morto, mas Paulo o reviveu. Por terem sido envolvidos com o oculto, os novos crentes em Éfeso queimaram seus livros mágicos. Os fabricantes de ídolos, por outro lado, não estavam satisfeitos com a queda em suas vendas por causa desse Deus verdadeiro e de Seu Filho. Um artesão que trabalhava com prata, chamado Demétrio, iniciou um tumulto por toda a cidade em nome da sua deusa Diana. Testes e dificuldades sempre seguiram Paulo. A perseguição e oposição, na verdade, fortificaram os cristãos verdadeiros e a propagação do Evangelho.

No final da última viagem missionária de Paulo, ele sabia que ia ser preso em breve e provavelmente morto. Suas palavras finais para a Igreja em Éfeso exibem sua devoção a Cristo: "E, tendo eles chegado, disse-lhes: Vós bem sabeis de que modo me tenho portado entre vós sempre, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade, e com lágrimas e provações que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram; como não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa, testificando, tanto a judeus como a gregos, o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus. Agora, eis que eu, constrangido no meu espírito, vou a Jerusalém, não sabendo o que ali acontecerá, senão o que o Espírito Santo me testifica, de cidade em cidade, dizendo que me esperam prisões e tribulações, mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (Atos 20:18-24).

"Depois de passar algum tempo em Antioquia, Paulo partiu de lá e viajou de lugar para lugar em toda a região da Galácia e da Frígia, fortalecendo todos os discípulos." (Atos 18:23) E assim, Paul começou a terceira das suas viagens missionárias. Veja também Primeira viagem missionária de Paulo, Segunda viagem missionária de Paulo, e Paulo em Atenas e na estrada de Damasco. A primeira etapa da viagem foi por terra na Ásia Menor, passando pelas cidades das regiões da Galácia e Frígia, incluindo Tarso e Icónio. Ele finalmente chegou a Éfeso, onde permaneceu por quase três anos (At 19:1-41). O apóstolo João, mais tarde, incluem Éfeso como uma das sete cidades na profecia das Sete Igrejas da Ásia - Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. (Apocalipse capítulos 2 e 3). Paulo fez um excelente trabalho em Éfeso; pregar e ensinar o evangelho de Jesus Cristo. Deus permitiu que muitos milagres fossem feitos por ele, inclusive a cura de doentes e a expulsão de demónios (Atos 19:11-12). Paulo no poder de Deus enfrentou práticas exorcistas e malignas, alguns deste se arrependiam e grande era o testemunho do poder de Deus (Atos 19:17-20). Como era tão frequentemente o caso, Paulo finalmente encontrou-se em grave perigo de adoradores de ídolos, que neste caso do deus pagão Artemis (ver imagem) (também conhecido como "Diana dos efésios"), e aqueles que estavam em o negócio de fornecimento de eles (Atos 19.24-27). Ele expôs a sua fraude, e em troca eles quase o mataram (Atos 19:28-41). Paulo, então, partiu para a Macedónia, e depois de viajar pela região, chegou à Grécia, onde permaneceu por três meses (Atos 20:1-3). Muito pouco antes de sua partida de Éfeso, Paulo escreveu a sua primeira epístola aos Coríntios (ver By The Book). Enquanto navegava para a Síria, Paulo descobriu outra trama contra ele, então ele em vez voltar pela Macedónia (Atos 20:3). Ao chegar Filipos, e depois de observar a Festa dos Pães Ázimos lá, atravessaram a Trôade (Atos 20:6). De Trôade, Paulo fez o seu caminho através de Assos, Mitilene, Quios, Samos e Mileto (Atos 20:13-16). Foi em Mileto que os anciãos da igreja de Éfeso vieram ao encontro dele pela última vez (Atos 20:17-38). Paulo, então, fez o estágio final da viagem, por meio de Cos, Rhodes, Patara, Chipre, e depois para a Síria, onde ele desembarcou em Tiro. De lá, ele fez o seu caminho através de Ptolemaida, Cesareia e, finalmente, a Jerusalém.


Essa foi a finalidade das viagens missionárias de Paulo: proclamar que a graça de Deus perdoa os pecados através de Cristo. Deus utilizou o ministério de Paulo para levar o Evangelho aos gentios e estabelecer a Igreja. Suas cartas para as igrejas, registradas no Novo Testamento, ainda sustentam a vida e doutrina da igreja. Embora ele tenha sacrificado tudo, as viagens missionárias de Paulo valeram a pena (Filipenses 3:7-11).


        📚  O que Paulo representa para o cristianismo?

         Cerca de um ano após a morte de Estêvão, acontece a conversão de Saulo de Tarso. Chama-nos a atenção o grande poder de JESUS e a sua imensa graça. O nosso general precisava de um capitão em seu exército, e foi buscá-lo nas fileiras do Inimigo, transformando-o pelo poder sobrenatural do ESPÍRITO SANTO, lapidando-o e preparando-o para ser o apóstolo dos gentios. .
 
QUEM ERA SAULO DE TARSO?
 
         Antes de sua conversão. Tudo que sabemos dele encontramos em Atos, nas suas epístolas e em 2 Pedro 3.15. No entanto, possuímos mais dados sobre a vida de Paulo do que acerca de qualquer um dos outros apóstolos. Seu nome hebraico é Shaul, o mesmo nome do primeiro rei de Israel, que significa "pedido". Seu nome romano é Paulus, que significa "pequeno". Nasceu em Tarso, grande centro cultural da Cilícia, mas foi criado em Jerusalém, aos pés de Gamaliel (At 22.3; 26.4) e herdou de seu pai a cidadania romana (At 16.37; 21.39; 22.25). Talvez fosse membro do Sinédrio, ou pelo menos da polícia do Sinédrio.
 
          Sua aparência física. Muito se tem discutido sobre a sua aparência física, mas a Bíblia nada fala a respeito. O que se costuma dizer em nosso meio é proveniente da tradição que, seguindo a obra apócrifa - Atos de Paulo, escrita na segunda metade do segundo século, diz: "E viu Paulo se aproximando, um homem pequeno de estatura, com cabelos ralos na cabeça, torto de pernas, o corpo em bom estado, com sobrancelhas ligadas, e nariz um tanto convexo, cheio de graça, pois algumas vezes ele se assemelha a um homem e algumas vezes tem o rosto de um anjo". Saulo, no tempo de sua conversão, contava talvez, trinta anos de idade.

2 Coríntios 10:10 Porque as suas cartas, dizem, são graves e fortes, mas a presença do corpo é fraca, e a palavra, desprezível.

         O inimigo implacável do Cristianismo (v. 1). Como membro do Sinédrio, tinha direito a   voto (At 26.10). Por isso, votou a favor da morte de Estêvão. Antes de sua conversão, é mencionado três vezes (At 7.58; 8.1,3) como inimigo implacável da Igreja. A sua perseguição era tão feroz que procurava os discípulos até em suas casas, arrastando impiedosamente até as mulheres, encerrando-os no cárcere. Diz o versículo 1: "E Saulo, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor". Isso o revela como um animal devastador, feroz e indomável. Ele mesmo declarou: E, havendo recebido autorização dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles. ... (At 26.10).
 
A CONVERSÃO DE SAULO DE TARSO
       "Cartas para Damasco" (v.2). Roma havia concedido aos judeus o direito de extradição dos criminosos fugitivos de Jerusalém. Até onde podemos ver em Atos, ser cristão naqueles dias era não só um crime religioso, mas também civil. Saulo considerava os seguidores de CRISTO subversivos. Por isso, conseguiu cartas dos "principais dos sacerdotes" (26.10) e do "sumo sacerdote" (22.5), as quais o investiu de autoridade para prender os discípulos do Senhor JESUS.
 
       Na Estrada de Damasco (v. 3). Damasco, a 240 km de Jerusalém, levava cerca de uma semana de viagem. Paulo ia com uma comitiva, na tentativa de esmagar o Cristianismo, que, até então, já havia ultrapassado os limites da Judéia, Samaria e Galiléia.
Perto de Damasco, ele foi subitamente envolvido por uma luz que o derrubou por terra, e a voz de JESUS o chamou nominalmente. Ele reconheceu, imediatamente, que se tratava de algo divino, pois disse: "Quem és Senhor?" (v. 5).
 
       Experiência com o CRISTO vivo. Esta mudança súbita. de Saulo de Tarso tem deixado os judeus estarrecidos, até a atualidade. Muitos ficam sem entender como um homem, o qual agia ferozmente contra os cristãos, de repente passa a ser um deles, defendendo e anunciando com fervor o Cristianismo. Isso é a graça de DEUS. JESUS disse: "O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do ESPÍRITO" (Jo 3.8).
 

      O apostolado entre os gentios. A visão de Paulo, no ministério entre os gentios, compartilhada com Barnabé, o tornava "progressista" para a sua época, no mundo judaico, e da, mesma forma, as suas doutrinas para os padrões sociais do mundo greco-romano. Ele se tornara o principal representante da nova religião revelada. O seu conceito da divindade contrariava frontalmente as religiões politeístas de seus dias. A nova compreensão sobre o Messias mudou radicalmente sua vida e contrariava, não o Antigo Testamento, mas o que o Judaísmo pensava a respeito do Libertador.
Paulo considerava os judeus e gentios na mesma situação. Em Romanos, capítulo primeiro, ele descreve a depravação dos gentios. No segundo, a incredulidade e desobediência dos judeus. No terceiro, põe os dois povos no mesmo bojo: "Todos pecaram" (Rm 3.23). Diante disso, levou avante a ordem de JESUS: "Por que hei de enviar-te aos gentios de longe" (At 22.21).

      As missões. Como resultado das quatro viagens missionárias de Paulo, surgiram as igrejas da Ásia e Europa. A ele deve-se a expansão do Cristianismo. Suas estratégias missionárias são ainda hoje o modelo para nós. Nenhum homem fez pelo Evangelho o que ele realizou, exceto o próprio Salvador JESUS CRISTO.

       As epístolas. São o maior tesouro que Paulo deixou para a Igreja. São frutos de suas experiências e trabalhos, na direção do ESPÍRITO SANTO. Seus escritos ocupam um terço do Novo Testamento. Sem as suas cartas, o Cristianismo poderia ser uma mera seita do Judaísmo.

           
                             📚 MACEDÔNIA
Gr. Makedonia.

        Um país no norte da Grécia e que atualmente se encontra totalmente incluído na Grécia. Os macedônios, que eram aparentados com os gregos, já se encontravam consideravelmente helenizados no tempo de Filipe II (conhecido por Filipe da Macedônia). Antes do reinado de Filipe (359-336 AC), pouco se sabe da história da Macedônia. Filipe uniu as várias tribos dessa área, conquistou a maior parte da Grécia e tornou a Macedônia num Estado forte. O seu filho Alexandre, o Grande (336-323 AC) usou a Macedônia meramente como um ponto de partida para as suas conquistas no oriente. Com o seu altamente eficiente exército de macedônios e gregos, ele conquistou um império que se estendeu desde o Mar Adriático até ao Rio Indo. Tanto os macedônios como os gregos migraram para Este, na esteira dos seus exércitos e tornaram-se na classe dominante e privilegiada, levando com eles a língua e a cultura gregas através dos territórios conquistados por Alexandre. Foi este império greco-macedônio-oriental, conhecido como “o Mundo Helenístico”, que sucedeu ao império persa e a sua cultura helenística permaneceu mesmo depois que os seus territórios terem sido conquistados por Roma. 
        A Macedônia, que se distingue do império macedônio, não foi um local importante e após a morte de Alexandre entrou em declínio por causa da rivalidade entre os seus sucessores. Foi primeiro governada por um ou outro dos regentes do meio irmão de Alexandre, um doente mental, e do filho póstumo do imperador. Quando se instalou, em 301 AC, a luta entre os que pretendiam manter o império unido e os que desejavam dividi-lo, o grosso do império foi dividido em quatro reinos (mais tarde, três). A Macedônia tornou-se num reino menor, mantendo um controlo flutuante sobre a Grécia. Pouco depois, caiu nas mãos da casa dos Antigonides, que a governou até ao tempo de Perseus, o último rei desta linhagem. Foi, então, conquistada pelo general romano Emílio Paulo, de Pidna, em 168 AC. A Macedônia foi dividida em quatro repúblicas colocadas sob o protectorado de Roma, sendo a Grécia administrada separadamente. Depois em 146 AC, foi transformada numa província romana e governada por um procônsul, tendo Tessalônica como capital.
         A secção oriental do país possuía planícies férteis à volta dos vários rios que corriam para os Golfos Termaico e Estrimoniano. Esta zona do país era habitada predominantemente por gregos e aí se situavam as mais importantes cidades da província, tais como Tessalónica, Filipos e Apolónia, localizando-se todas na famosa estrada militar conhecida por Via Egnatia, que foi construída pelos romanos através da Macedônia, desde Dyrrhachium, a oeste, até Neapolis, a este e depois até Bizâncio. A zona ocidental interior da Macedónia, que era montanhosa e não muito fértil, encontrava-se dispersamente povoada por uma população mista. 
          Existiam algumas comunidades judaicas nas mais importantes cidades e foi nestas cidades que o apóstolo Paulo levou a cabo as suas actividades missionárias, fundando igrejas cristãs, nomeadamente em Filipos, Tessalónica e Bereia durante a sua segunda viagem missionária (At 16:9 a 17:14). Visitou depois esta área repetidamente durante vários anos (At 19:21, 22; At 20:1-2; 2Co 2:13; 2Co 7:5; 1Tm 1:3). Alguns dos companheiros de Paulo que o acompanharam nas viagens - Gaio, Aristarco, Secundo e Sopater - eram macedônios (At 19:29; At 20:4). As igrejas da Macedônia enviaram ajuda financeira aos seus irmãos pobres de Jerusalém (Rm 15:26), auxiliando também Paulo nas suas necessidades (2Co 8:1-5; Fp 4:15).


      📌FONTE : EBD : ESCOLA BEREANA ADVEC-SEDE



                 Lição 08 – A Igreja atravessa fronteiras (Prof. José Haroldo)
                           INTRODUÇÃO
Vamos estudar sumariamente sobre as viagens
missionárias de Paulo e seus companheiros!

1. SAULO: PRIMEIRAS IMPRESSÕES

1.1. A conversão do perseguidor
- Era de uma região bélica;
- Saulo não era alguém que se esperava conversão;
- Saulo teve mudança interior, não de nome;
- Conversão é a transformação que só pode haver pelo
Espírito Santo;

1.2. Os propósitos de Deus para Paulo
- Propósitos devem envolver grupos;
- Propósitos envolvem o Reino;

2. A CONVERSÃO DOS PRIMEIROS GENTIOS
2.1. A conversão de Cornélio, o centurião
- Temia a Deus (At 10.2);
- Era um cristão, prosélito do judaísmo;
- Sua entrada na comunidade cristã acarretou muitos
problemas;
- Pedro foi criticado por andar com incircuncisos (At 11.2,3);
- Legalistas não aprovavam sua conversão;
- Dava esmolas. Algo piedoso para os judeus;
- Era um homem de oração;
- Outro centurião é destacado na Bíblia (Lc 7.1-5);
- Jesus salientou as esmolas, a oração e o jejum (Mt 6.1- 18);

2.2. Antioquia da Síria
- Foi o berço das missões cristãs;
- Havia um porto (At 13.4);
- Fundada em cerca de 300 a.C. por Seleuco Nicanor;
- Numerosa população nos tempos de Paulo;
- A maioria era Síria, porém, havia grande colônia de judeus;
- Tinha em torno de 800 mil habitantes em 300 d.C.;
- Na época de Paulo, era a terceira maior cidade do império romano, perdendo em importância numérica apenas para Roma e Alexandria.
- Perto de Dafné, quartel general do culto a Apolo e Artemisa;

2.3. Alargamento das fronteiras entre judaísmo e cristianismo
- Herodes e judeus estavam alinhavados (At 12.1-3);
- A igreja orava por Pedro (At 12.5);
- O Evangelho se espalhava (At 12.24)

3. AS TRÊS GRANDES VIAGENS MISSIONÁRIAS
3.1. A primeira viagem missionária
- Antioquia da Síria (At 13.1): Paulo e Barnabé são separados pelo Espírito Santo;
- Selêucia (At 13.4): Cidade portuária onde pegaram um barco para a Ilha de Chipre;
- Salamina (At 13.5): Cidade portuária a leste da Ilha de
Chipre; Paulo e Barnabé anunciaram a palavra de Deus nas sinagogas;
- Pafos (At 13.6): Capital da Ilha de Chipre; Paulo
confronta Elimas, o mágico, e o pro cônsul Sérgio se converte;
- Perge (At 13.13): João Marcos retorna para Jerusalém;
- Antioquia da Pisídia (At 13.14): Paulo prega duas vezes na sinagoga, é rejeitado e se dispõe a pregar aos gentios;
- Icônio (At 14.1): Tentam apedrejar Paulo e Barnabé;
- Listra (At 14.8): Paulo e Barnabé são confundidos com
deuses; Paulo é apedrejado;
- Derbe (At 14.20): Paulo e Barnabé fazem muitos discípulos;

RETORNO
- Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia (At 14.21): Paulo e
Barnabé fortalecem a fé dos irmãos e elegem presbíteros;
- Perge (At 14.25): Paulo e Barnabé anunciam a Palavra;
- Atália (At 14.25): Paulo e Barnabé tomam um barco para voltar à cidade inicial;
- Antioquia da Síria (At 14.26): Paulo e Barnabé relatam os acontecimentos e permanecem muito tempo com os irmãos.
- Barnabé era natural do Chipre;
- Barnabé significa filho de profeta;
- João Marcos foi o escritor do Evangelho;
- João Marcos era primo de Barnabé;
- Paulo pode ter contraído malária em Panfídia (Perge);
- Paulo deveria ter uma doença ocular desfiguradora (Gl 4.13-15);
- Antioquia da Pisídia foi a primeira cidade gálata que
Paulo visitou. Dentre outros, ele teve problemas com os cristãos judaizantes;
- A carta aos Gálatas combate o cristianismo judaizado;
- Gálatas é um termo grego que significa branco

3.2. A segunda viagem missionária
- Antioquia da Síria (At 15.35): Paulo e Barnabé se
separam; Barnabé segue com João Marcos para Chipre e Paulo segue com Silas pela Síria e Cilícia;
- Derbe, Listra e Icônio (At 16.1.2): Timóteo se junta a Paulo e Silas;
- Trôade (At 16.8): Paulo tem a visão para ir à Macedônia;
- Neápolis (At 16.11): Cidade portuária pela qual Paulo chega à Macedônia e segue;
- Filipos (At 13.13): Paulo e Silas são açoitados e presos; conversão do carcereiro;
- Anfípolis e Apolônia (At 17.1): Cidades de passagem para Tessalônica;
- Tessalônica (At 17.1): Jasom é preso por hospedar Paulo;
- Bereia (At 17.10): Os cristãos examinavam as Escrituras;
- Atenas (At 17.15): Paulo prega no Areopágo;
- Corinto (At 18.1): Paulo conhece Áquila e Priscila;
- Cencreia (At 18.18): Paulo raspa a cabeça ao tomar voto;
- Éfeso (At 18.19): Paulo deixa Priscila e Áquila na cidade;
- Cesareia (At 18.22): Paulo desembarca e segue para Jerusalém;
- Jerusalém (At 18.22): Paulo saúda a igreja;
- Antioquia da Síria (At 18.22): Paulo permanece ali algum tempo, antes de partir para sua terceira viagem missionária.
- Paulo e Silas foram às igrejas da Galácia;
- Timóteo foi convidado por Paulo em Listra;
- Eles levaram o veredito do Concílio de Jerusalém (Atos 15 trata deste concilio que ocorreu em 48 ou 49 d.C., com o objetivo de saber o que se guardaria da Lei);
- O Espírito Santo os impediu de viajar rumo ao
Sudoeste, rumo a Éfeso, ou rumo ao norte, pela Bitínia.
A saída foi ir rumo ao noroeste, a Trôade, na costa do mar Egeu;
- Paulo circuncidou Timóteo;
- O Evangelho chegou à Europa por intermédio de Paulo ir à Macedônia (Filipos, Tessalônica, Bereia);
- A mudança de rota fez com que mais pessoas fossem alcançadas;
- Paulo levou as Boas Novas para o Ocidente.

3.3. A terceira viagem missionária
- Antioquia da Síria, Tarso e Icônio;
- Éfeso (At 19.1): Paulo ensina na escola de Tirano por dois anos;
- Tessalônica e Filipos;
- Trôade (At 20.5): Paulo se reagrupa com seus companheiros. Paulo é usado por Deus para ressuscitar um jovem;
- Assôs (At 20.14): Paulo embarca rumo à Mitilene;
- Mitilene (At 20.14): Seguem viagem para Mileto, passando por Quios e Samos;
- Mileto (At 20.16): Paulo se encontra com os presbíteros de Éfeso;
- Cós e Rodes;
- Pátara (At 21.1): Paulo embarca para a Fenícia;
- Tiro (At 21.3): Paulo permanece sete dias com os discípulos antes de ir a Jerusalém;
- Ptolemaida (At 21.7): Paulo permanece alguns dias com os discípulos;
- Cesareia (At 21.8): Paulo fica hospedado na casa de
Filipe, o evangelista; o profeta Ágabo revela a Paulo o seu destino em Jerusalém;
- Jerusalém (At 21.17): Paulo se encontra com Tiago;
Paulo é preso no templo.
- Assôs e Mitilene foram duas cidades onde passou
Aristóteles;
- Mitilene é a capital da ilha grega de Lesbos;
- Lesbos é onde nasceu a poetisa Safo;
- O termo lésbica é derivado da interpretação dos poemas de Safo, os quais tinham grande conteúdo emocional dirigido a outras mulheres.
CONCLUSÃO
- Precisamos falar de Jesus;
- É indispensável assistir os novos convertidos;
- Não fazemos a obra sozinhos;
- Estratégia é bom mas precisa vir de Deus;
- O Evangelho precisa expandir e alcançar todas as áreas.
A DEUS SEJA A GLÓRIA!


ADVEC – ASSEMBLEIA DE DEUS VITÓRIA EM CRISTO | TAQUARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – CLASSE DOS PROFESSORES LPD n.º 51 – A Gênese Triunfal da Igreja 3.º Trimestre de 2017 


06. Continue fazendo a vontade de Deus mesmo se os outros não quiserem ouvir a verdade. Às vezes, uma antipatia pode não ser contigo, mas em alguns casos, por a luz do Senhor brilhar em você. {Leia: Atos 6:8-15}


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