Lição 12 – Semeiem vida e paz
PALAVRA
INTRODUTÓRIA
Somos o
resultado daquilo que pensamos, daquilo que cremos, daquilo que falamos, ou
seja, daquilo que semeamos, nossas vidas são como um campo, você é o semeador,
qual tipo de semente você tem plantado? Como temos agido diante das situações
de conflito a que todos somos expostos diariamente? Que atitudes têm pautado
nossas relações familiares? Temos agido com mansidão ou temos nos deixado
conduzir por comportamentos autoritários, intempestivos e arrogantes?
Lembra da Parábola do Semeador – Mt
13.3-8? O texto explícito, que explica a parábola está em Mt 13.19-23. Todavia,
temos também o texto implícito (princípios morais, éticos, espirituais e
práticos contidos no mesmo texto) – lei da dupla interpretação bíblica
(profético e prático; contextual e relacional) – exemplificando-se: At
3.1-3.
|
Cuidados Fundamentais
·
Cuidado com a semente que você semeia – Você colherá
muito mais que plantou!
Gl 6.7
- conselho paulino: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer, porque tudo
que o homem (ser humano) semear, isso também colherá”.
·
Cuidado com o campo que você semeia – a semente pode
ser desperdiçada, ou seja, ineficaz para os resultados:
- Entenda o ambiente antes de falar alguma
coisa Tg 1. 19,20 – “Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto
para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não
opera a justiça de Deus”. (Deus não é glorificado neste diálogo – 1 Co 10.31
– quer comais, quer bebais, quer dialogais...)
- Entenda o momento que o outro
está passando, emocionalmente abalada com algo, pode haver ERRO DE
INTERPRETAÇÃO do que foi dito.
Diferença entre ouvir (captou os sons, mas pode não interpretar o
significado) e escutar (requer compreensão – auscultare – o médico ausculta o
paciente). Hb 2.1 – “Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as
coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos dela”.
Preste atenção no outro, não pense que entendeu, compreenda! Ouvir é
diferente de escutar, entender (ter uma informação) é diferente de
compreender (entender com completude, os detalhes, o funcionamento).
|
O foco do comentarista são as
SEMENTES (palavras), logo, pressupõe-se que, o campo foi trabalhado, foi
escolhido, limpo, cuidado com todo o carinho e dedicação que merece aquilo que
você ama.
Você precisa trabalhar o campo, para
que não seja uma terra endurecida pela passagem, como a beira do caminho (terra
pisada); e as aves (pessoas que se intrometem no seu relacionamento) – muitos
familiares querem dizer como deve ser seu casamento, e isto gera brigas entre
os cônjuges. Você precisa ter cuidado na semeadura para que a sua semente não
seja lançada entre as pedras e espinhos (intolerância, solicitude demasiada com
a vida para não sufocar a boa semente = a boa palavra).
1. SEMEADURA:
4 QUESTÕES
FUNDAMENTAIS
Quem planta bem, colhe bem! Isto é,
aquele que planeja o plantio e procura entender um pouco daquilo que está
fazendo terá resultados excelentes. 1. Somos todos sementes 2. Nossos atos,
palavras, pensamentos e sentimentos são sementes 3. Colhemos o que plantamos 4.
Todos nós temos sementes para plantar
1.1. Nossas palavras são sementes - o
que você tem semeado? O Sábio, no Livro de Provérbios, disse que a boca do
justo é manancial de vida (Pv 10.11); por isso, o homem prudente fica calado,
quando não tiver nada de bom a dizer (Pv 11.12)
2.1. Não tenham Medo de encarar os
conflitos Os conflitos entre casais são bons ou maus?
Conflitos lado positivo
Conflitos lado negativo
Ajustes de Expectativas:
o que eu quero? O que você quer? – O
que decidimos querer?
2.2. Sejam justos Antes de ferir o
outro (cônjuge) pergunte a si mesmo? É bom? (egoísmo) é correto? (segue
princípios) e justo? (não tiro o direito do outro?)
2.3. Resolvam um assunto de cada vez
e não abandonem o diálogo sem resolver a questão
Resolver cada assunto por vez –
priorize o diálogo.
Não ataquem um ao outro. Ataquem o
problema.
2.4. Deixem o passado para trás
O passado não pode ser mudado, mas
pode mudar meu futuro
O comentarista da lição pergunta: “O que eu
ganho chafurdando lamas fétidas?
2.5. Mantendo a amabilidade o
respeito Não fira aqueles a quem você ama, nem fisicamente, nem moralmente.
Xingamentos e ofensas não cabem em relacionamentos que tem por base o amor.
2.6. Não abandonem a discussão, sem
antes resolver o problema
Não deixe o sol se pôr sobre sua ira. Ef.
4.26
Não deixe pendências em seu coração
2.7. Não envolvam terceiros nos
assuntos o casal.
Seja maduro. Cuidado com a exposição
indevida do outro.
Cuidado com a saúde emocional do casal pela
exposição. Não exponha seu cônjuge ao julgamento alheio.
Não jogue o outro contra a família dele ou
dela.
Procurem ajuda, se for necessário.
2.8. Façam as pazes Maturidade é
reconhecer o conflito, lidar com ele, dialogar e fazer as pazes. Conflito não é
GUERRA, ele é AJUSTE, então, após o diálogo, esteja aberto para melhorar
pessoalmente, emocionalmente.
ADVEC – ASSEMBLEIA DE DEUS VITÓRIA EM
CRISTO | TAQUARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – CLASSE DOS PROFESSORES LPD n.º 50 –
Família Cristã: Proteção, Parceria e Amor 2.º Trimestre de 2017
(Pr. Ronaldo de Jesus – ADVEC Sede)
📌📙 FONTE :
A IMPORTÂNCIA DA
COMUNICAÇÃO FAMILIAR
A comunicação é
uma via de acesso para a felicidade familiar. Quando há comunicação entre todos
os integrantes da família, o lar permanece em uma esfera de harmonia constante
de paz e amor.
( Francione
Sousa )
·
A comunicação
entre nós e nossos familiares é de real importância, sendo fundamental para se
criar um ambiente de paz e felicidade em nosso lar. Precisamos ser cuidadosos
com o que falamos e como falamos com nossos pais, irmãos e irmãs, de modo a
evitarmos mágoa, dor e frustração, tanto para eles como para nós. William
Edward Norris, escritor inglês, disse: "Se quiseres evitar erros no
falar, três coisas deves com cuidado observar: para quem falas; de quem falas;
e como falas."
É totalmente necessário
que sejamos discretos. Precisamos deixar de lado o que é inútil em nosso modo
de comunicação com aqueles que fazem parte de nossa vida. De modo bondoso e
gentil, seremos bem interpretados e, consequentemente, iremos saber interpretar
cada familiar.
O que geralmente vemos é que muitos de nós
têm mais facilidade para se comunicar com outras pessoas que não são nossos
familiares do que com os próprios integrantes da família. O que acontece é que
nos esquecemos de praticar algumas coisas significativas na comunicação, como
por exemplo: usar nosso tempo, talentos, paciência e uma boa dose de amor e
sacrifício para ouvir o outro. A eficiência em praticar essas coisas nos
servirá até para desenvolver maior sentimento um pelo outro. Desse modo, a
comunicação fluirá e abrirá as portas para que todos percebam que devem
participar mais do lar, das atividades em conjunto. E ainda perceberem que as
divergências, brigas, podem ser facilmente afastadas, porque o desejo pela
união brotará timidamente no coração de ambas as pessoas.
Todos que querem
desfrutar de uma boa comunicação na família e conhecer o amor verdadeiro e
genuíno precisarão fazer uso de alguns pontos que serão citados aqui neste
artigo.
·
Ter coragem e
desejo: para abrir a boca e falar ou ter coragem para
deixar o que está fazendo para ouvir o que o outro tem a dizer. Imaginem se não
tiverem essa coragem. Vocês, pais, já pensaram que podem ouvir a seguinte
frase: "É uma pena que meus pais me deem tudo, celular, computador,
tablet, alimento, roupas para vestir, mas eles se esquecem de dar um pouco
deles mesmo para me ouvir. "Ou ainda, um dia o filho ouvir dos
pais a seguinte frase: "Estou muito ocupado, não me perturbe
mais por hoje, vá para seu quarto!"Frases como essa já foram
ditas por alguns, elas têm um efeito devastador na alma daquele que está
sufocado em busca de comunicação, de ser entendido e ouvido.
·
Sacrificar um
momento: do seu valioso tempo também é necessário.
·
Disposição para
escutar: devemos Lembrar que escutar é diferente de ficar
apenas calado, permanecendo em silêncio. Exige-se de nós amor, interesse, nosso
coração para nosso irmão, irmã, pais, avós, que precisam ser ouvidos. Lembro-me
de uma situação em minha vida na qual estava angustiada e preocupada, precisava
ser ouvida e morava a quilômetros de minha família. Peguei o telefone e liguei
para minha avó materna. Ela me ouviu e em seguida me deu bons conselhos.
Percebi que ela, realmente, tinha me ouvido, por causa de seus conselhos. Meu amor
por ela aumentou e um sentimento de paz ficou em meu coração.
·
Um ambiente para a
comunicação: sempre temos que criar um ambiente para a
comunicação. Pode ser na cozinha, na hora das refeições, dentro do carro indo
para a escola ou até mesmo de pé. Será um ótimo momento!
·
Expressar
sentimentos: não devemos pensar que o outro já sabe que o amamos
e que é importante em nossa vida. Nunca podemos presumir isso. "Quem não
demonstra seu amor, não ama." (William Shakespeare)
Aprender a nos
comunicarmos, eficazmente, com nossos familiares é o remédio para não deixar o
silêncio dominar. Assim, não correremos o risco de sermos mal interpretados nem
de interpretarmos erradamente o outro.
Comunicação na família
“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados
da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa” (Sl
128.3).
Muitos casais têm dificuldades em
estabelecer e manter um canal de comunicação entre si e os filhos. Em alguns
casos, até parece que pais e filhos falam idiomas diferentes ou usam códigos
incomuns. Somado a esse problema, existe também o chamado “choque de geração”,
onde a linguagem do filho conflita com a do pai.
Há também outro problema que envolve a falta
de comunicação na família. A vida moderna está vinculada à informação e à
imagem. A cultura secular tornou-se mais visual do que dialógica, e a internet
é uma das grandes representantes dessa nova cultura que une comunicação,
tecnologia e representação gráfica. A tecnologia da informação, por exemplo,
tomou conta de todas as áreas da vida moderna. Em certo sentido, trata-se do
cumprimento da profecia de Daniel 12.4 que diz: “E tu, Daniel, fecha estas
palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte
para outra, e a ciência se multiplicará” (grifo nosso). Portanto, é um grande
desafio para a família saber usar e controlar os meios de comunicação no lar.
E o que é comunicação? Comunicação é o
processo verbal ou não verbal de transmitir uma informação a uma pessoa de
maneira que ela entenda o que está sendo dito. Os estudiosos do assunto
classificam a comunicação em quatro níveis ou estágios, vamos numerá-los
observando a comunicação, desde a sua forma mais básica à sua dimensão mais
eficaz:
Nível Um – Neste nível a comunicação é
superficial, do tipo que dá a entender que está tudo bem. São usadas
expressões, tais como: “Bom dia!” – “Olá! Tudo bem?” – “Será que hoje vai
chover?” – Esse é o nível de comunicação no lar mais simples; isso indica que a
comunicação é superficial.
Nível Dois – Neste nível de comunicação, a
família está contente por simplesmente relatar fatos, reportar opiniões de
outros, sem fazer nenhum comentário substancial. Por exemplo, “Como foi o seu
dia de trabalho hoje?” ou “Hoje fulano (a) ligou pra mim.” E só; eles não se
expõem, não falam de seus sentimentos.
Nível Três – Neste nível de comunicação
a família começa a revelar suas ideias e pareceres. É o início de uma
comunicação real entre o casal e os filhos. Por exemplo, “Hoje você está muito
bonita.” – “Eu não gosto quando você grita com as crianças.” – “Vamos levar as
crianças para passear.” – “O almoço estava realmente uma delícia”. É o nível em
que a família se dispõe a correr o risco de colocar o que pensa e de propor
soluções próprias.
Nível Quatro – Este é o nível de
comunicação mais eficaz. A família está aberta a partilhar seus sentimentos,
opiniões e pensamentos. O diálogo está baseado em honestidade e abertura. Há um
sentimento de confiança, cumplicidade e sinceridade. Para a família não é fácil
atingir este nível, e quando o atinge torna-se difícil mantê-lo, mas não é
impossível, pois isto é vital para todas as famílias; a comunicação plena.
Talvez o conceito mais importante na
comunicação seja o de reconhecer que ela é sempre uma estrada de duas vias,
isto é, não é somente falar, mas também ouvir (Ec 5.1,2). O cônjuge que sabe
ouvir está presenteando seu esposo (a), ou os pais aos filhos ou vice e versa.
É uma atitude que revela amor e carinho. Há uma grande diferença entre ouvir e
escutar. Escutar é fundamentalmente receber o conteúdo ou informação. Ouvir é
preocupar-se com o que o outro está dizendo.
Para serem bons ouvintes, as famílias
devem superar alguns obstáculos, tais como:
1) Atitudes
preconceituosas que cada membro da família tem um para com o outro.
2) Querer ocupar
uma posição de defesa, sempre atacando o outro.
3) Interrupção –
não tem paciência para ouvir todos os detalhes até o fim e a intensão de cada
ato.
4) Chegar do
trabalho ou da escola (universidade) e acessar imediatamente as redes sociais
sem dar atenção ao cônjuge ou aos filhos. Há muitos adolescentes, jovens e
adultos que se tornaram viciados e escravos da internet. Não oram, não leem a
Bíblia, não frequentam a Escola Bíblica Dominical, pois se deixaram escravizar
por cenas e imagens geradas por pessoas sem compromisso com Deus.
5) Falar no
momento errado. A Bíblia diz: “O homem se alegra na resposta da sua boca, e a
palavra, em seu tempo, quão boa é!” (Pv 15.23). O exemplo é discutir algum
problema quando um ou ambos estiverem cansados ou na presença dos filhos, ou
mesmo em público.
6) Muitas famílias
já não comem à mesa, mas, em frente da televisão fazem suas refeições. A
televisão tem sido um forte agente influenciador na família, através de sua
programação muitos lares têm mudado seus conceitos e hábitos familiares em
diversas áreas, como: pensar, falar, vestir, relacionamento entre pais e filhos
e marido e mulher (Sl 101.3).
Toda vivência familiar atravessa
conflitos. Não existe um lar que não sofra um transtorno, ou um desentendimento
(Jo 16.33). Mesmo que seu comprometimento para com o sua família seja plena,
haverá momentos de irritação, impaciência, discussão e lágrimas. Se conseguirem
superar a falta de comunicação e lutarem juntos, serão vitoriosos em Cristo
Jesus (Rm 8.37).
Deus responde nossa oração quando,
humildemente, pedimos perdão, confessando nosso erro (I Jo 1.9). Perdoando-nos,
Ele restaura a nossa amizade e o nosso relacionamento. Porém, diante de tudo o
que vimos, as famílias cristãs devem observar duas coisas importantes:
Faça o Culto doméstico diariamente para
promover uma comunicação eficaz (Dt 11.18-21) – Esse é um poderoso recurso
espiritual para unir a família em torno do Senhor, através da oração, adoração
e meditação na Palavra. Com apenas 15 minutos diários, os pais podem estar com
os filhos louvando a Deus, lendo sua Palavra e orando com e por toda a família.
Dedique-se ao seu Lar e à sua família
mantendo uma comunicação sadia (Sl 128.1-4) – Os filhos são herança do Senhor
(Sl 127.3), portanto, são preciosos (Jr 31.20). Há pais cristãos que não
dispensam aos filhos o necessário cuidado e atenção. Por isso o Diabo, valendo-se
da omissão paterna e materna, tem procurado preencher essa lacuna com falsas
amizades que lhes ouvem e lhes aconselham erroneamente.
Comunicar-se é uma arte! Gastamos a vida
inteira para aprendermos como ser eficientes nela. Na nossa vida enfrentamos
constantes provas, e a cada prova precisamos nos dedicar para sermos
vencedores, porém a Palavra de Deus dá-nos as diretrizes pelas quais,
conquistaremos a vitória: Estar em Cristo, pois em Cristo nós somos mais do que
vencedores (Rm 8.37). Ter a Palavra de Deus em nossa vida (Sl 119.11) e não
amar ao mundo com suas influências (I Jo 2.15-17).
Pb. Wellington
Santos – IEADPE
Disponível em https://www.ieadpe.org.br/index.php/departamentos/familia/871-como-vencer-a-falta-de-comunicacao-no-lar
PRINCÍPIO DA VIDA 6: O PRINCÍPIO DE SEMEADURA E COLHEITA
Você colhe o que você semeia, mais do que semeia, e
depois que semeia.
06 DE JULHO DE
2014
“Hoje é
pai do amanhã”.
O que hoje somos é o resultado do que
pensamos e da maneira como vivemos no passado. Aqueles que agem sabiamente
hoje terão sabedoria no futuro para tomar decisões sábias. O mesmo
acontece quando chegamos ao assunto das finanças. Aqueles que economizem com
sabedoria hoje terão abundância amanhã. Aqueles que gastam tudo o que têm
hoje terão pouco ou nada no futuro. É uma pessoa míope que pensa apenas no
agora, fazendo o menor possível, pois no dia do pagamento ele não terá como
evitar a má qualidade e a pequena quantidade de suas recompensas. A nação
de Israel teve que aprender isso de uma maneira muito pessoal. O seu
desinteresse e o fracasso em fazer o que Deus os instruiu a fazê-los muitas
vezes os colocaram em uma posição em que eles não teriam Suas bênçãos.
O Senhor dá princípios na Escritura
para servir de advertência e como encorajamento. Em Gálatas 6: 7, Sua
Palavra declara: "Não se engane, Deus não se zombou, pois o que quer que o
homem semeie, este também colherá".
Todo fazendeiro entende o significado
desse princípio: colhemos o que semeamos, mais do que nós semeamos e depois que
nós semeamos. Vejamos cada parte do princípio para garantir que
compreendamos suas implicações completas.
1. O princípio aplica-se a todos, tanto
cristãos como não-cristãos.
Este princípio é irrevogável; Não
há escapatória, nem para o crente, nem para o incrédulo. É uma lei da
vida.
Você notou como Gálatas 6: 7
começa? Ele diz: "Não se engane, Deus não é ridicularizado".
Aqui está a raiz do estilo de vida descuidado e indulgente de muitas
pessoas. Eles são enganados. Eles não acreditam na
verdade, ou eles pensam que de alguma forma serão as exceções às leis de Deus.
Para
zombar de Deus é levantar o nariz dele, para espioná-lo - um pensamento tolo,
como 2 Coríntios 5:10 revela: "Todos devemos comparecer diante do tribunal
de Cristo, para que cada um possa ser recompensado Suas ações no corpo, de
acordo com o que ele fez, seja bom ou ruim ".
Se você fosse obrigado a comparecer
perante o tribunal de Cristo nos próximos cinco minutos, que tipo de culturas
você teria que mostrar?
2. Nós colhemos o que nós semeamos.
O fato de colher o que semeamos é uma
boa notícia para aqueles que semeiam bons hábitos, mas um pensamento assustador
para aqueles atualmente envolvidos em atividades impiedosas, como
promiscuidade, abuso de drogas e álcool, negligência de família ou maltrato de
outros para escalar A escada do sucesso. Não podemos semear o
crabgrass (capim colchão, relva selvagem
, oriunda dos EUA) e esperar colher abacaxis. Não podemos semear a
desobediência a Deus e esperamos colher Sua benção. O que semeamos,
colhamos. Não nos enganemos: nós colheremos a colheita de nossas vidas.
3. Nós colhemos mais do que nós semeamos .
Por que os agricultores plantam suas
sementes? Porque esperam colher muito mais do que semeiam. Uma única
semente que brota pode produzir dezenas, pontuações, mesmo centenas de
sementes. É da mesma maneira com o pecado e a justiça - uma pequena
decisão de fazer bom ou mal colhe uma colheita muito maior, tanto para a
alegria como para a tristeza.
Jesus usou a imagem de uma semente
brotante para mostrar que quando permitimos que a Palavra de Deus produza
coisas boas em nós, os resultados se multiplicam: "Aquele sobre quem a semente
foi semeada no bom solo, este é o homem que ouve a palavra e entende
isto; Que de fato dá frutos e produz, cem vezes mais, uns sessenta e uns
trinta "(Mt 13:23). Do outro lado do livro, o profeta Oséias descreve
o que aguarda aqueles que escolhem semear sementes de maldade: "Semeiam o
vento e colhem o redemoinho" (Êxodo 8: 7).
4. Nós colheremos depois do que semeamos .
Alguns são enganados porque a sua
semente presente não parece produzir uma colheita imediata. Então eles
continuam em seu curso, acreditando erroneamente que nunca haverá uma
colheita. Mas, ao contrário das culturas do campo, que são colhidas
aproximadamente na mesma época a cada ano, não há um cronograma regular para a
colheita da vida. Algumas colheitas que colhemos rapidamente; Outros
demoram muito tempo. Mas não se engane, sua temporada virá. E, indo
na segunda milha agora e dando mais do que é necessário, obteremos dividendos
ricos mais tarde.
"Para o que quer que um homem
semeia, isso ele também colherá". Que pensamento reconfortante e seguro
para aqueles que trabalham fielmente em circunstâncias difíceis. A
fidelidade em tais situações produzirá uma colheita rica no futuro, pois nosso
Pai celestial sempre cumpre suas promessas.
TEXTO TRADUZIDO DO
INGLÊS:
Disponível em
https://www.intouch.org/read/life-principle-6-the-principle-of-sowing-and-reaping
O IMPACTO DA TECNOLOGIA NAS FAMÍLIAS
Tecnologia e Família, duelo de
gigantes na sociedade contemporânea. Na sociedade dita como moderna, os
relacionamentos estão sendo através de um click, raras são as conversas olho no
olho, abraços, carinhos. Palavras são frases, palavras são abreviações, pontuação
quase não existe, decadência na educação. As pessoas acham que esse click ajuda
naquilo que hoje juram não ter: tempo, praticidade, agilidade e conformismo
fazem parte dessa corrida. As crianças estão crescendo num mundo acelerado,
onde tempo é ouro, e vivendo somente o agora.
O diálogo entre pais e filhos está
ficando para trás. A cena mais comum em um lar é: na sala a TV ligada, os pais
no sofá cada um mexendo em seu celular e os filhos cada um em seu quarto também
mexendo em seus aparelhos eletrônicos. E por muitas vezes esse diálogo que
deveria ser presencial está sendo digital dentro do mesmo espaço.
tecnologia-pode-atrapalhar-o-relacionamento-familiar
Quem diria que um aparelho tão pequeno,
um objeto de valor mensurável, pudesse ser tão idolatrado. As mãos vivem
ocupadas. Na hora da refeição uma mão está para o talher, assim como a outra
mão está para o celular, como uma equação matemática, onde a ordem dos fatores
alteram a soma, diferentemente da adição.
A tecnologia aproxima quem
está longe e distancia quem está perto.
Sabe-se que ela é uma excelente e
importante ferramenta nos dias atuais, porém, não sendo bem utilizada, pode
trazer danos irreparáveis no que diz respeito ao relacionamento familiar como
um todo e também na educação escolar, sem tratar dos diversos campos que ela
pode alcançar.
A família com dependência da
tecnologia sofre impactos no relacionamento
A desorganização familiar pode ser atingida
em diversos campos, sejam eles emocionais, sociais, financeiros, educacionais
(escolar), bem como nas atividades rotineiras, impedindo o funcionamento
saudável da família no dia a dia com risco de danos no futuro.
Expressar emoções, fazer amizades,
exercícios físicos, brincadeiras tradicionais como jogar bola, pega-pega, rouba
bandeira, estão sendo substituídas por atividades no mundo digital.
Notadamente a principal área atingida no
relacionamento pais e filhos na era digital tem sido o diálogo. Hoje a maioria
dos pais passa a maior parte do dia fora de casa; o trabalho os consome ,
chegam em casa estressados depois de um dia cheio de cobranças profissionais, e
quando tem tempo durante o dia comunicam-se com seus filhos através de ligação pelo
celular, ou o mais usado Whatsapp.
Logo cedo as crianças são presenteadas
com um aparelho tecnológico com a justificativa que através desse objeto os
pais terão mais controle sob a criança por não poder estar perto dela.
“O diálogo está morrendo, muitos só sabem falar de si
mesmo quando estão diante de um psiquiatra ou psicólogo. Pais e filhos não
cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida A família moderna
está se transformando em um grupo de estranhos, todos ilhados em seu próprio
mundo.”
Augusto Cury – Necessidades do momento.
Com as múltiplas tarefas, a internet
permite e facilita a aceleração das informações, porém o ser humano possui
limites, e isso está se tornando uma fonte de estresse.
A internet é uma das
responsáveis pela mudança comportamental.
Estudos já chegaram à conclusão de que
os dependentes tecnológicos possuem alguns dos problemas abaixo:
Redução da atenção, aumento de
obesidade, perda de identidade e autoestima, diminuição da empatia, aumento de
estresse e depressão.
depressão-pelo-excesso-de-tecnologia
Porém a culpa não é da tecnologia, e sim
de quem a utiliza e como o faz. É necessário estabelecer limites, determinar a frequência
de utilização, e ainda observar o que a criança está fazendo na internet. Ser
adulto é “chato”, ser pai ou mãe e educar dá trabalho, mas é dever deles dizer
“Não”, colocar limites, orientar, proibir, e fazer com que as crianças entendam
que bons pais não são aqueles que permitem tudo.
Frustrar também faz parte da educação; a
frustração permite o entendimento de que a vida não é “um mar de rosas”, nem
sempre tudo dará certo, nem sempre as coisas saem como desejamos, o exagero do
sim omite a realidade que nos cerca. A mídia pode ser um mundo de fantasias, e
depois que entrarmos nele pode ser difícil sair.
Os humanos estão se tornando cada dia
mais individualistas e egocêntricos, querem se satisfazer com menos esforço,
têm menos capacidade de se colocar no lugar do outro, não conseguem perceber e
ler as emoções do outro, e ainda temos a inversão de valores, onde o ter é mais
importante do que o ser.
Jovens tecnologicamente dependentes
estão preocupados com a aprovação da sociedade, do grupo em que vivem, pois
nesse mundo em que eles vivem, acham que não estão sós. Por ser um
acontecimento recente ainda não sabemos como serão os futuros adultos, quais
serão os efeitos da tecnologia sobre eles. Portanto não podemos esperar sentados,
é preciso agir antes que essa futura sociedade seja invadida ainda mais por
doenças emocionais.
(https://amenteemaravilhosa.com.br/impacto-da-tecnologia-nas-familias/)
📌📙 FONTE :







Nenhum comentário:
Postar um comentário