quinta-feira, 15 de junho de 2017

Lição 12 – Semeiem vida e paz




Lição 12 – Semeiem vida e paz

                             PALAVRA INTRODUTÓRIA

Somos o resultado daquilo que pensamos, daquilo que cremos, daquilo que falamos, ou seja, daquilo que semeamos, nossas vidas são como um campo, você é o semeador, qual tipo de semente você tem plantado? Como temos agido diante das situações de conflito a que todos somos expostos diariamente? Que atitudes têm pautado nossas relações familiares? Temos agido com mansidão ou temos nos deixado conduzir por comportamentos autoritários, intempestivos e arrogantes?

Lembra da Parábola do Semeador – Mt 13.3-8? O texto explícito, que explica a parábola está em Mt 13.19-23. Todavia, temos também o texto implícito (princípios morais, éticos, espirituais e práticos contidos no mesmo texto) – lei da dupla interpretação bíblica (profético e prático; contextual e relacional) – exemplificando-se: At 3.1-3. 

        
                                    Cuidados Fundamentais

·         Cuidado com a semente que você semeia – Você colherá muito mais que plantou!
Gl 6.7 - conselho paulino: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer, porque tudo que o homem (ser humano) semear, isso também colherá”.

·         Cuidado com o campo que você semeia – a semente pode ser desperdiçada, ou seja, ineficaz para os resultados:
-  Entenda o ambiente antes de falar alguma coisa Tg 1. 19,20 – “Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus”. (Deus não é glorificado neste diálogo – 1 Co 10.31 – quer comais, quer bebais, quer dialogais...)
          - Entenda o momento que o outro está passando, emocionalmente abalada com algo, pode haver ERRO DE INTERPRETAÇÃO do que foi dito.  Diferença entre ouvir (captou os sons, mas pode não interpretar o significado) e escutar (requer compreensão – auscultare – o médico ausculta o paciente). Hb 2.1 – “Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos dela”. Preste atenção no outro, não pense que entendeu, compreenda! Ouvir é diferente de escutar, entender (ter uma informação) é diferente de compreender (entender com completude, os detalhes, o funcionamento). 



O foco do comentarista são as SEMENTES (palavras), logo, pressupõe-se que, o campo foi trabalhado, foi escolhido, limpo, cuidado com todo o carinho e dedicação que merece aquilo que você ama. 

Você precisa trabalhar o campo, para que não seja uma terra endurecida pela passagem, como a beira do caminho (terra pisada); e as aves (pessoas que se intrometem no seu relacionamento) – muitos familiares querem dizer como deve ser seu casamento, e isto gera brigas entre os cônjuges. Você precisa ter cuidado na semeadura para que a sua semente não seja lançada entre as pedras e espinhos (intolerância, solicitude demasiada com a vida para não sufocar a boa semente = a boa palavra).

 
1.                         SEMEADURA:

 4 QUESTÕES FUNDAMENTAIS

Quem planta bem, colhe bem! Isto é, aquele que planeja o plantio e procura entender um pouco daquilo que está fazendo terá resultados excelentes. 1. Somos todos sementes 2. Nossos atos, palavras, pensamentos e sentimentos são sementes 3. Colhemos o que plantamos 4. Todos nós temos sementes para plantar

1.1. Nossas palavras são sementes - o que você tem semeado? O Sábio, no Livro de Provérbios, disse que a boca do justo é manancial de vida (Pv 10.11); por isso, o homem prudente fica calado, quando não tiver nada de bom a dizer (Pv 11.12)


2. REGRAS PARA SOLUÇÃO DE CONFLITOS  

2.1. Não tenham Medo de encarar os conflitos Os conflitos entre casais são bons ou maus?
 Conflitos lado positivo
 Conflitos lado negativo
  Ajustes de Expectativas:
o que eu quero? O que você quer? – O que decidimos querer?

2.2. Sejam justos Antes de ferir o outro (cônjuge) pergunte a si mesmo? É bom? (egoísmo) é correto? (segue princípios) e justo? (não tiro o direito do outro?)

2.3. Resolvam um assunto de cada vez e não abandonem o diálogo sem resolver a questão
 Resolver cada assunto por vez – priorize o diálogo.
 Não ataquem um ao outro. Ataquem o problema.

2.4. Deixem o passado para trás 
 O passado não pode ser mudado, mas pode mudar meu futuro
  O comentarista da lição pergunta: “O que eu ganho chafurdando lamas fétidas?

2.5. Mantendo a amabilidade o respeito Não fira aqueles a quem você ama, nem fisicamente, nem moralmente. Xingamentos e ofensas não cabem em relacionamentos que tem por base o amor.

2.6. Não abandonem a discussão, sem antes resolver o problema
  Não deixe o sol se pôr sobre sua ira. Ef. 4.26
 Não deixe pendências em seu coração

2.7. Não envolvam terceiros nos assuntos o casal.
Seja maduro. Cuidado com a exposição indevida do outro.
  Cuidado com a saúde emocional do casal pela exposição. Não exponha seu cônjuge ao julgamento alheio.
  Não jogue o outro contra a família dele ou dela.
  Procurem ajuda, se for necessário.




2.8. Façam as pazes Maturidade é reconhecer o conflito, lidar com ele, dialogar e fazer as pazes. Conflito não é GUERRA, ele é AJUSTE, então, após o diálogo, esteja aberto para melhorar pessoalmente, emocionalmente.

       📌📙 FONTE :

ADVEC – ASSEMBLEIA DE DEUS VITÓRIA EM CRISTO | TAQUARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – CLASSE DOS PROFESSORES LPD n.º 50 – Família Cristã: Proteção, Parceria e Amor 2.º Trimestre de 2017

 (Pr. Ronaldo de Jesus – ADVEC Sede)





                          A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO FAMILIAR

A comunicação é uma via de acesso para a felicidade familiar. Quando há comunicação entre todos os integrantes da família, o lar permanece em uma esfera de harmonia constante de paz e amor.

·         A comunicação entre nós e nossos familiares é de real importância, sendo fundamental para se criar um ambiente de paz e felicidade em nosso lar. Precisamos ser cuidadosos com o que falamos e como falamos com nossos pais, irmãos e irmãs, de modo a evitarmos mágoa, dor e frustração, tanto para eles como para nós. William Edward Norris, escritor inglês, disse: "Se quiseres evitar erros no falar, três coisas deves com cuidado observar: para quem falas; de quem falas; e como falas."
        É totalmente necessário que sejamos discretos. Precisamos deixar de lado o que é inútil em nosso modo de comunicação com aqueles que fazem parte de nossa vida. De modo bondoso e gentil, seremos bem interpretados e, consequentemente, iremos saber interpretar cada familiar.
       O que geralmente vemos é que muitos de nós têm mais facilidade para se comunicar com outras pessoas que não são nossos familiares do que com os próprios integrantes da família. O que acontece é que nos esquecemos de praticar algumas coisas significativas na comunicação, como por exemplo: usar nosso tempo, talentos, paciência e uma boa dose de amor e sacrifício para ouvir o outro. A eficiência em praticar essas coisas nos servirá até para desenvolver maior sentimento um pelo outro. Desse modo, a comunicação fluirá e abrirá as portas para que todos percebam que devem participar mais do lar, das atividades em conjunto. E ainda perceberem que as divergências, brigas, podem ser facilmente afastadas, porque o desejo pela união brotará timidamente no coração de ambas as pessoas.
         Todos que querem desfrutar de uma boa comunicação na família e conhecer o amor verdadeiro e genuíno precisarão fazer uso de alguns pontos que serão citados aqui neste artigo.
·         Ter coragem e desejo: para abrir a boca e falar ou ter coragem para deixar o que está fazendo para ouvir o que o outro tem a dizer. Imaginem se não tiverem essa coragem. Vocês, pais, já pensaram que podem ouvir a seguinte frase: "É uma pena que meus pais me deem tudo, celular, computador, tablet, alimento, roupas para vestir, mas eles se esquecem de dar um pouco deles mesmo para me ouvir. "Ou ainda, um dia o filho ouvir dos pais a seguinte frase: "Estou muito ocupado, não me perturbe mais por hoje, vá para seu quarto!"Frases como essa já foram ditas por alguns, elas têm um efeito devastador na alma daquele que está sufocado em busca de comunicação, de ser entendido e ouvido.
·         Sacrificar um momento: do seu valioso tempo também é necessário.
·         Disposição para escutar: devemos Lembrar que escutar é diferente de ficar apenas calado, permanecendo em silêncio. Exige-se de nós amor, interesse, nosso coração para nosso irmão, irmã, pais, avós, que precisam ser ouvidos. Lembro-me de uma situação em minha vida na qual estava angustiada e preocupada, precisava ser ouvida e morava a quilômetros de minha família. Peguei o telefone e liguei para minha avó materna. Ela me ouviu e em seguida me deu bons conselhos. Percebi que ela, realmente, tinha me ouvido, por causa de seus conselhos. Meu amor por ela aumentou e um sentimento de paz ficou em meu coração.
·         Um ambiente para a comunicação: sempre temos que criar um ambiente para a comunicação. Pode ser na cozinha, na hora das refeições, dentro do carro indo para a escola ou até mesmo de pé. Será um ótimo momento!
·         Expressar sentimentos: não devemos pensar que o outro já sabe que o amamos e que é importante em nossa vida. Nunca podemos presumir isso. "Quem não demonstra seu amor, não ama." (William Shakespeare)
         Aprender a nos comunicarmos, eficazmente, com nossos familiares é o remédio para não deixar o silêncio dominar. Assim, não correremos o risco de sermos mal interpretados nem de interpretarmos erradamente o outro.


                             Comunicação na família


“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa” (Sl 128.3).
      Muitos casais têm dificuldades em estabelecer e manter um canal de comunicação entre si e os filhos. Em alguns casos, até parece que pais e filhos falam idiomas diferentes ou usam códigos incomuns. Somado a esse problema, existe também o chamado “choque de geração”, onde a linguagem do filho conflita com a do pai.
     Há também outro problema que envolve a falta de comunicação na família. A vida moderna está vinculada à informação e à imagem. A cultura secular tornou-se mais visual do que dialógica, e a internet é uma das grandes representantes dessa nova cultura que une comunicação, tecnologia e representação gráfica. A tecnologia da informação, por exemplo, tomou conta de todas as áreas da vida moderna. Em certo sentido, trata-se do cumprimento da profecia de Daniel 12.4 que diz: “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará” (grifo nosso). Portanto, é um grande desafio para a família saber usar e controlar os meios de comunicação no lar.

         E o que é comunicação? Comunicação é o processo verbal ou não verbal de transmitir uma informação a uma pessoa de maneira que ela entenda o que está sendo dito. Os estudiosos do assunto classificam a comunicação em quatro níveis ou estágios, vamos numerá-los observando a comunicação, desde a sua forma mais básica à sua dimensão mais eficaz:
     Nível Um – Neste nível a comunicação é superficial, do tipo que dá a entender que está tudo bem. São usadas expressões, tais como: “Bom dia!” – “Olá! Tudo bem?” – “Será que hoje vai chover?” – Esse é o nível de comunicação no lar mais simples; isso indica que a comunicação é superficial.
     Nível Dois – Neste nível de comunicação, a família está contente por simplesmente relatar fatos, reportar opiniões de outros, sem fazer nenhum comentário substancial. Por exemplo, “Como foi o seu dia de trabalho hoje?” ou “Hoje fulano (a) ligou pra mim.” E só; eles não se expõem, não falam de seus sentimentos.
        Nível Três – Neste nível de comunicação a família começa a revelar suas ideias e pareceres. É o início de uma comunicação real entre o casal e os filhos. Por exemplo, “Hoje você está muito bonita.” – “Eu não gosto quando você grita com as crianças.” – “Vamos levar as crianças para passear.” – “O almoço estava realmente uma delícia”. É o nível em que a família se dispõe a correr o risco de colocar o que pensa e de propor soluções próprias.
       Nível Quatro – Este é o nível de comunicação mais eficaz. A família está aberta a partilhar seus sentimentos, opiniões e pensamentos. O diálogo está baseado em honestidade e abertura. Há um sentimento de confiança, cumplicidade e sinceridade. Para a família não é fácil atingir este nível, e quando o atinge torna-se difícil mantê-lo, mas não é impossível, pois isto é vital para todas as famílias; a comunicação plena.
        Talvez o conceito mais importante na comunicação seja o de reconhecer que ela é sempre uma estrada de duas vias, isto é, não é somente falar, mas também ouvir (Ec 5.1,2). O cônjuge que sabe ouvir está presenteando seu esposo (a), ou os pais aos filhos ou vice e versa. É uma atitude que revela amor e carinho. Há uma grande diferença entre ouvir e escutar. Escutar é fundamentalmente receber o conteúdo ou informação. Ouvir é preocupar-se com o que o outro está dizendo.
        Para serem bons ouvintes, as famílias devem superar alguns obstáculos, tais como:
1) Atitudes preconceituosas que cada membro da família tem um para com o outro.
2) Querer ocupar uma posição de defesa, sempre atacando o outro.
3) Interrupção – não tem paciência para ouvir todos os detalhes até o fim e a intensão de cada ato.
4) Chegar do trabalho ou da escola (universidade) e acessar imediatamente as redes sociais sem dar atenção ao cônjuge ou aos filhos. Há muitos adolescentes, jovens e adultos que se tornaram viciados e escravos da internet. Não oram, não leem a Bíblia, não frequentam a Escola Bíblica Dominical, pois se deixaram escravizar por cenas e imagens geradas por pessoas sem compromisso com Deus.
5) Falar no momento errado. A Bíblia diz: “O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, em seu tempo, quão boa é!” (Pv 15.23). O exemplo é discutir algum problema quando um ou ambos estiverem cansados ou na presença dos filhos, ou mesmo em público.
6) Muitas famílias já não comem à mesa, mas, em frente da televisão fazem suas refeições. A televisão tem sido um forte agente influenciador na família, através de sua programação muitos lares têm mudado seus conceitos e hábitos familiares em diversas áreas, como: pensar, falar, vestir, relacionamento entre pais e filhos e marido e mulher (Sl 101.3).
        Toda vivência familiar atravessa conflitos. Não existe um lar que não sofra um transtorno, ou um desentendimento (Jo 16.33). Mesmo que seu comprometimento para com o sua família seja plena, haverá momentos de irritação, impaciência, discussão e lágrimas. Se conseguirem superar a falta de comunicação e lutarem juntos, serão vitoriosos em Cristo Jesus (Rm 8.37).
        Deus responde nossa oração quando, humildemente, pedimos perdão, confessando nosso erro (I Jo 1.9). Perdoando-nos, Ele restaura a nossa amizade e o nosso relacionamento. Porém, diante de tudo o que vimos, as famílias cristãs devem observar duas coisas importantes:
       Faça o Culto doméstico diariamente para promover uma comunicação eficaz (Dt 11.18-21) – Esse é um poderoso recurso espiritual para unir a família em torno do Senhor, através da oração, adoração e meditação na Palavra. Com apenas 15 minutos diários, os pais podem estar com os filhos louvando a Deus, lendo sua Palavra e orando com e por toda a família.
       Dedique-se ao seu Lar e à sua família mantendo uma comunicação sadia (Sl 128.1-4) – Os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3), portanto, são preciosos (Jr 31.20). Há pais cristãos que não dispensam aos filhos o necessário cuidado e atenção. Por isso o Diabo, valendo-se da omissão paterna e materna, tem procurado preencher essa lacuna com falsas amizades que lhes ouvem e lhes aconselham erroneamente.
       Comunicar-se é uma arte! Gastamos a vida inteira para aprendermos como ser eficientes nela. Na nossa vida enfrentamos constantes provas, e a cada prova precisamos nos dedicar para sermos vencedores, porém a Palavra de Deus dá-nos as diretrizes pelas quais, conquistaremos a vitória: Estar em Cristo, pois em Cristo nós somos mais do que vencedores (Rm 8.37). Ter a Palavra de Deus em nossa vida (Sl 119.11) e não amar ao mundo com suas influências (I Jo 2.15-17).
Pb. Wellington Santos – IEADPE



PRINCÍPIO DA VIDA 6: O PRINCÍPIO DE SEMEADURA E COLHEITA

Você colhe o que você semeia, mais do que semeia, e depois que semeia.
06 DE JULHO DE 2014
                                       
                                           “Hoje é pai do amanhã”.
        O que hoje somos é o resultado do que pensamos e da maneira como vivemos no passado. Aqueles que agem sabiamente hoje terão sabedoria no futuro para tomar decisões sábias. O mesmo acontece quando chegamos ao assunto das finanças. Aqueles que economizem com sabedoria hoje terão abundância amanhã. Aqueles que gastam tudo o que têm hoje terão pouco ou nada no futuro. É uma pessoa míope que pensa apenas no agora, fazendo o menor possível, pois no dia do pagamento ele não terá como evitar a má qualidade e a pequena quantidade de suas recompensas. A nação de Israel teve que aprender isso de uma maneira muito pessoal. O seu desinteresse e o fracasso em fazer o que Deus os instruiu a fazê-los muitas vezes os colocaram em uma posição em que eles não teriam Suas bênçãos.
        O Senhor dá princípios na Escritura para servir de advertência e como encorajamento. Em Gálatas 6: 7, Sua Palavra declara: "Não se engane, Deus não se zombou, pois o que quer que o homem semeie, este também colherá".
       Todo fazendeiro entende o significado desse princípio: colhemos o que semeamos, mais do que nós semeamos e depois que nós semeamos. Vejamos cada parte do princípio para garantir que compreendamos suas implicações completas.
1. O princípio aplica-se a todos, tanto cristãos como não-cristãos.
       Este princípio é irrevogável; Não há escapatória, nem para o crente, nem para o incrédulo. É uma lei da vida.
      Você notou como Gálatas 6: 7 começa? Ele diz: "Não se engane, Deus não é ridicularizado". Aqui está a raiz do estilo de vida descuidado e indulgente de muitas pessoas. Eles são enganados. Eles não acreditam na verdade, ou eles pensam que de alguma forma serão as exceções às leis de Deus.
      Para zombar de Deus é levantar o nariz dele, para espioná-lo - um pensamento tolo, como 2 Coríntios 5:10 revela: "Todos devemos comparecer diante do tribunal de Cristo, para que cada um possa ser recompensado Suas ações no corpo, de acordo com o que ele fez, seja bom ou ruim ".
      Se você fosse obrigado a comparecer perante o tribunal de Cristo nos próximos cinco minutos, que tipo de culturas você teria que mostrar?
2. Nós colhemos o que nós semeamos.
        O fato de colher o que semeamos é uma boa notícia para aqueles que semeiam bons hábitos, mas um pensamento assustador para aqueles atualmente envolvidos em atividades impiedosas, como promiscuidade, abuso de drogas e álcool, negligência de família ou maltrato de outros para escalar A escada do sucesso. Não podemos semear o crabgrass  (capim colchão, relva selvagem , oriunda dos EUA) e esperar colher abacaxis. Não podemos semear a desobediência a Deus e esperamos colher Sua benção. O que semeamos, colhamos. Não nos enganemos: nós colheremos a colheita de nossas vidas.
3. Nós colhemos mais do que nós semeamos .
     Por que os agricultores plantam suas sementes? Porque esperam colher muito mais do que semeiam. Uma única semente que brota pode produzir dezenas, pontuações, mesmo centenas de sementes. É da mesma maneira com o pecado e a justiça - uma pequena decisão de fazer bom ou mal colhe uma colheita muito maior, tanto para a alegria como para a tristeza.
     Jesus usou a imagem de uma semente brotante para mostrar que quando permitimos que a Palavra de Deus produza coisas boas em nós, os resultados se multiplicam: "Aquele sobre quem a semente foi semeada no bom solo, este é o homem que ouve a palavra e entende isto; Que de fato dá frutos e produz, cem vezes mais, uns sessenta e uns trinta "(Mt 13:23). Do outro lado do livro, o profeta Oséias descreve o que aguarda aqueles que escolhem semear sementes de maldade: "Semeiam o vento e colhem o redemoinho" (Êxodo 8: 7).
4. Nós colheremos depois do que semeamos .
       Alguns são enganados porque a sua semente presente não parece produzir uma colheita imediata. Então eles continuam em seu curso, acreditando erroneamente que nunca haverá uma colheita. Mas, ao contrário das culturas do campo, que são colhidas aproximadamente na mesma época a cada ano, não há um cronograma regular para a colheita da vida. Algumas colheitas que colhemos rapidamente; Outros demoram muito tempo. Mas não se engane, sua temporada virá. E, indo na segunda milha agora e dando mais do que é necessário, obteremos dividendos ricos mais tarde.
       "Para o que quer que um homem semeia, isso ele também colherá". Que pensamento reconfortante e seguro para aqueles que trabalham fielmente em circunstâncias difíceis. A fidelidade em tais situações produzirá uma colheita rica no futuro, pois nosso Pai celestial sempre cumpre suas promessas.

TEXTO TRADUZIDO DO INGLÊS:
Disponível em https://www.intouch.org/read/life-principle-6-the-principle-of-sowing-and-reaping


         O IMPACTO DA TECNOLOGIA NAS FAMÍLIAS

      
          Tecnologia e Família, duelo de gigantes na sociedade contemporânea. Na sociedade dita como moderna, os relacionamentos estão sendo através de um click, raras são as conversas olho no olho, abraços, carinhos. Palavras são frases, palavras são abreviações, pontuação quase não existe, decadência na educação. As pessoas acham que esse click ajuda naquilo que hoje juram não ter: tempo, praticidade, agilidade e conformismo fazem parte dessa corrida. As crianças estão crescendo num mundo acelerado, onde tempo é ouro, e vivendo somente o agora.
          O diálogo entre pais e filhos está ficando para trás. A cena mais comum em um lar é: na sala a TV ligada, os pais no sofá cada um mexendo em seu celular e os filhos cada um em seu quarto também mexendo em seus aparelhos eletrônicos. E por muitas vezes esse diálogo que deveria ser presencial está sendo digital dentro do mesmo espaço.

                           tecnologia-pode-atrapalhar-o-relacionamento-familiar

       Quem diria que um aparelho tão pequeno, um objeto de valor mensurável, pudesse ser tão idolatrado. As mãos vivem ocupadas. Na hora da refeição uma mão está para o talher, assim como a outra mão está para o celular, como uma equação matemática, onde a ordem dos fatores alteram a soma, diferentemente da adição.
                  A tecnologia aproxima quem está longe e distancia quem está perto.
        Sabe-se que ela é uma excelente e importante ferramenta nos dias atuais, porém, não sendo bem utilizada, pode trazer danos irreparáveis no que diz respeito ao relacionamento familiar como um todo e também na educação escolar, sem tratar dos diversos campos que ela pode alcançar.
              A família com dependência da tecnologia sofre impactos no relacionamento
      A desorganização familiar pode ser atingida em diversos campos, sejam eles emocionais, sociais, financeiros, educacionais (escolar), bem como nas atividades rotineiras, impedindo o funcionamento saudável da família no dia a dia com risco de danos no futuro.
      Expressar emoções, fazer amizades, exercícios físicos, brincadeiras tradicionais como jogar bola, pega-pega, rouba bandeira, estão sendo substituídas por atividades no mundo digital.
       Notadamente a principal área atingida no relacionamento pais e filhos na era digital tem sido o diálogo. Hoje a maioria dos pais passa a maior parte do dia fora de casa; o trabalho os consome , chegam em casa estressados depois de um dia cheio de cobranças profissionais, e quando tem tempo durante o dia comunicam-se com seus filhos através de ligação pelo celular, ou o mais usado Whatsapp.
       Logo cedo as crianças são presenteadas com um aparelho tecnológico com a justificativa que através desse objeto os pais terão mais controle sob a criança por não poder estar perto dela.

“O diálogo está morrendo, muitos só sabem falar de si mesmo quando estão diante de um psiquiatra ou psicólogo. Pais e filhos não cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida A família moderna está se transformando em um grupo de estranhos, todos ilhados em seu próprio mundo.”
Augusto Cury – Necessidades do momento.
       Com as múltiplas tarefas, a internet permite e facilita a aceleração das informações, porém o ser humano possui limites, e isso está se tornando uma fonte de estresse.
                 A internet é uma das responsáveis pela mudança comportamental.
        Estudos já chegaram à conclusão de que os dependentes tecnológicos possuem alguns dos problemas abaixo:
        Redução da atenção, aumento de obesidade, perda de identidade e autoestima, diminuição da empatia, aumento de estresse e depressão.
                                       depressão-pelo-excesso-de-tecnologia
       Porém a culpa não é da tecnologia, e sim de quem a utiliza e como o faz. É necessário estabelecer limites, determinar a frequência de utilização, e ainda observar o que a criança está fazendo na internet. Ser adulto é “chato”, ser pai ou mãe e educar dá trabalho, mas é dever deles dizer “Não”, colocar limites, orientar, proibir, e fazer com que as crianças entendam que bons pais não são aqueles que permitem tudo.
      Frustrar também faz parte da educação; a frustração permite o entendimento de que a vida não é “um mar de rosas”, nem sempre tudo dará certo, nem sempre as coisas saem como desejamos, o exagero do sim omite a realidade que nos cerca. A mídia pode ser um mundo de fantasias, e depois que entrarmos nele pode ser difícil sair.
        Os humanos estão se tornando cada dia mais individualistas e egocêntricos, querem se satisfazer com menos esforço, têm menos capacidade de se colocar no lugar do outro, não conseguem perceber e ler as emoções do outro, e ainda temos a inversão de valores, onde o ter é mais importante do que o ser.
        Jovens tecnologicamente dependentes estão preocupados com a aprovação da sociedade, do grupo em que vivem, pois nesse mundo em que eles vivem, acham que não estão sós. Por ser um acontecimento recente ainda não sabemos como serão os futuros adultos, quais serão os efeitos da tecnologia sobre eles. Portanto não podemos esperar sentados, é preciso agir antes que essa futura sociedade seja invadida ainda mais por doenças emocionais.

(https://amenteemaravilhosa.com.br/impacto-da-tecnologia-nas-familias/)


📌📙 FONTE :

 ESCOLA BEREANA – ADVEC SEDE


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