TEXTO BÍBLICO BÁSICO
Salmo 115.1-8
1 - Não a nós, SENHOR, não a
nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.
2 - Por que dirão as nações: Onde está o seu
Deus?
3 Mas o nosso Deus está nos
céus e faz tudo o que lhe apraz.
4 - Os ídolos deles são prata e ouro, obra das
mãos dos homens.
5 - Tem boca, mas não falam;
têm olhos, mas não veem;
6 - têm ouvidos, mas não
ouvem: nariz têm, mas não cheiram.
7 - Têm mãos, mas não
apalpam; têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
8- Tomem-se semelhantes a eles os que os fazem
e todos os que neles confiam.
1 Coríntios 10.18-21
18 - Vede a Israel segundo a
carne; os que comem os sacrifícios não são, porventura, participantes do altar?
19 - Mas que digo? Que o
ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa?
20 - Antes, digo que as
coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus. E
não quero que sejais participantes com os demônios.
21 • Não podeis beber o cálice
do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do
Senhor e da mesa dos demônios.
TEXTO ÁUREO
Portanto, meus
amados, fugi da
idolatria.
1 Coríntios 10.14
SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DIÁRIO
2ª
feira-João 4.19-24
Deus é espírito
3ª feira -
João 20.19-30
Bem-aventurados os que não
viram e creram
4ª feira
-Atos 17.15-32
Uma cidade entregue à
idolatria
5ª feira - 1
Tessalonicenses 1.8-10
Dos ídolos vos convertestes a
Deus
6ª feira
- Hebreus 11.1,2
Aquilo que se vê não foi
feito do que é aparente
Sábado - 1
João 5.14-21
Filhinhos, guardai-vos dos
ídolos
OBJETIVOS
• entender que Deus proíbe
todo tipo de idolatria;
• compreender que a idolatria é
uma disposição mental capaz de atribuir poderes divinos a objetos ou pessoas;
• perceber que a idolatria
desvia a atenção do homem de Deus e é a própria contradição da fé.
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Caro professor, para cativar os seus alunos, o
professor necessita entender a realidade das gerações mais modernas,
denominadas pelos sociólogos como gerações Y e Z. A geração Y é definida como a
geração dos nascidos em meados da década de 1970 até meados da década de 1990.
A geração Z compreende os nascidos entre 1993 e 1995, geração que corresponde à
idealização e ao nascimento da World Wide Web, uma época de grandes avanços
tecnológicos e prosperidade econômica.
Trata-se de uma geração que nunca concebeu a vida sem
computador e, por isso mesmo, é totalmente influenciada, desde o berço, por um
mundo repleto de informações que a fazem pensar, relacionar-se e viver de um
modo bastante diferente da geração que a antecedeu. Aqueles que não fazem parte
das gerações Y e Z são os chamados imigrantes digitais. Entender isso levará o
professor a estudar o mundo do aluno e a lançar mão dos métodos mais eficientes
para alcançá-lo (Revista Educação Cristã Hoje, ns 1. Central Gospel, 2012, p.
27).
Deus o abençoe!
COMENTÁRIO
Palavra introdutória
Constata-se, pelas Escrituras
Sagradas, que o Soberano não admite, em hipótese alguma, que Ele seja
substituído por deuses, sejam eles físicos ou imaginários, com ou sem vida. Afinal, como
vaticina o profeta: Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a
outrem não darei, nem o meu louvor, às imagens de escultura (Is 42.8).
Nesta lição, nos ateremos à questão da idolatria, conforme o nosso estudo,
baseados na ética dos Dez Mandamentos, tratando, particularmente, do segundo
mandamento que proíbe a construção e/ou a rendição diante de qualquer tipo de
ídolo (Êx 20.4,5).
Considerando as práticas idólatras do Egito — de onde
os hebreus saíram — e as de Canaã — para onde se dirigiram —, Deus tinha a
necessidade de criar uma Lei severa que condenasse a repetição de tais práticas
a fim de proteger o Seu povo daquele mal. O problema de se criar imagens não
consistia apenas em venerá-las, mas em desorientar totalmente o homem na sua
compreensão acerca do verdadeiro Deus.
1.
O QUE É IDOLATRIA
O ser humano, desde o início
da sua história, busca a representação de uma divindade com a qual possa
relacionar--se de forma visível e palpável, em busca de orientações e bênçãos. Nesse caso, não
basta falar com tal representação, é preciso enxergá-la e atribuir-lhe vida, a
fim de que, diante dela, seja possível prostrar-se em adoração; e, na
convivência com esse ídolo, estabelece-se uma relação de afetividade (SI
115.1-8).
A idolatria é a representação
imagética, por escultura ou figura, de um suposto deus, de alguma divindade, de
um santo, de um anjo, de um homem ou de um animal. Mas, pasmem: a idolatria
pode se dar até mesmo em relação ao Deus santo, quando — por ignorância ou
cobiça — efetiva-se a tentativa de confiná-lo a um objeto, tais como um copo
d'água ou outro símbolo qualquer.
1.1. A fabricação de
ídolos
Há magníficas obras de arte expostas em museus, praças
e pontes; além disso, há inúmeras obras de arquitetura espalhadas pelo mundo,
tais como estátuas e imagens de animais, homens e até de supostas divindades.
Deus não se opõe às artes, afinal foi Ele quem deu ao homem a capacidade de
criar. Bezalel e Aolia-be, por exemplo, construíram o tabernáculo, uma
verdadeira obra de arte, repleta de significado espiritual (Êx 31.1-11). O que
não se pode é transformar qualquer representação imagética em objetos de adoração.
No segundo mandamento, o
verbo fazer é empregado no imperativo negativo: não farás para ti (...). O
primeiro erro na prática da idolatria, portanto, está no fazer (Êx 20.4; 34.17;
SI 115.8).
O maior problema na fabricação de um ídolo, seja ele
qual for, é que o ídolo encarrega-se de negar a natureza divina: Deus é
Espírito (2 Co 3.17; Jo 4.24). Além disso, a necessidade humana de ver a
representação daquilo que seria o seu deus deve-se à sua incapacidade de crer
no Deus invisível. Jesus disse: Bem-aventurado os que não viram e creram (Jo
20.29).
1.2. Característica
dos ídolos
Um dos objetivos do segundo mandamento é acabar com a
falsa espiritualidade (idolatria) e conduzir Israel — e o ser humano de modo
geral — ao único Deus (1 Tm 1.17).
As características
peculiares atribuídas aos ídolos implicam os seguintes fatos:
• tomam-se semelhantes àqueles que os fazem, ou seja,
depois de fabricados, exercem algum poder sobre aqueles que os fabricaram (SI
115.8);
• podem ser deslocados de um local para outro, ou seja,
uma divindade permite-se ser criada e controlada pelo homem (Is 44.9-11).
2. A IDOLATRIA NO ANTIGO
TESTAMENTO
De quem menos se esperava veio uma demonstração de
ofensiva idolatria: dos hebreus, enquanto peregrinavam pelo deserto. Pelo fato
de Moisés ter-se ausentado do convívio com o povo por 40 dias, enquanto
permanecia na presença de Deus no monte Sinai, os hebreus, liderados por Arão,
fizeram um bezerro de ouro, receando que Moisés não retornasse para guiá-los
rumo à Terra Prometida, ou seja, eles fizeram um deus visível e o cultuaram à
moda dos cultos pagãos, com danças (Êx 32.19).
Embora a idolatria, nesta passagem, tenha se
manifestado na construção de um objeto concreto, ela se revela de várias formas,
isto é, não se limita à feitura de um ídolo de metal. Em termos teológicos, os
cristãos não têm qualquer ídolo; contudo, certas coisas e/ou pessoas podem
tornar-se mais importantes para eles do que o Criador.
2.1. Reis
idólatras
Os reis de Israel (Reino do Norte) e Judá (Reino do
Sul) aparecem no texto bíblico em simultaneidade; todos ficaram conhecidos
como, ou reis bons — os que fizeram o que era reto aos olhos do Senhor —, ou
reis maus — os que fizeram o que era mau aos olhos do Senhor (1 Rs 16.30; 2 Rs
18.3). O que mais pesava nessa avaliação era sua tolerância e/ou a intolerância
em relação aos ídolos.
Alguns reis de Israel e de
Judá foram idólatras, tais como Jeroboão, o precipitador da idolatria no Reino
do Norte (1 Rs 12.31,32; 13.33); Roboão (1 Rs 14.23); Zinri (1 Rs 16.19); Onri
(1 Rs 16.25,26); Acabe (1 Rs 16.30-33); Acazias (1 Rs 22.52), dentre outros.
Alguns reis não foram idólatras, porém toleraram a idolatria na nação, como Asa
(1 Rs 15.12-15); Jo-safá (1 Rs 22.43,44); Joás (2 Rs 12.3); Amazias, Azarias (2
Rs 14.1-4) e Jotão (2 Rs 15.32-35). Mas, houve também os que não foram
indulgentes com a idolatria, antes, destruíram as imagens e os seus altares e evocaram o
segundo mandamento da lei de Deus, como Ezequias (2 Rs 18.1-4) e Josias
(2 Rs 22.1,2; 2 Cr 34.4).
2.2. Relação com práticas
adivinhadoras
Na ansiedade pelo dia de amanhã e na inquietude pela
realização dos sonhos, o ser humano tende a aproximar-se do sobrenatural para
obter orientações e bênçãos; e é por isso que muitos veem na mística que
envolve os ídolos o caminho mais propício para chegar ao fim almejado. O
idólatra, no entanto, não raras vezes,
ultrapassa a sua relação com as imagens, deixando-se seduzir pelo engodo de
qualquer meio de prognosticação do futuro como, por exemplo, a astrologia (Is
47.13). Observe:
• a Babilônia era dada à astrologia, mas os astrólogos daquela
terra não puderam interpretar o sonho de Nabucodonosor (Dn 2.27);
• o Reino do Norte caiu nas mãos dos assírios porque enveredou pelo
caminho da idolatria, incluindo a astrologia (2 Rs 17.16);
• o perverso rei Manassés restaurou o culto aos exércitos dos céus (as
estrelas) em Judá (2 Rs 21.3).
Nos cultos idólatras do Antigo Testamento ainda se
praticavam:
• a hepatoscopia, conhecida
também como rabdomancia, ou haruspicação — estudo das entranhas do animal (Ez
21.21);
• a necromancia — consulta aos
mortos (Dt 18.11; Is 8.19), uma prática comum até hoje;
• a hidromancia — adivinhação por
meio de água e um copo de cristal (Gn 44.5,15).
3. A IDOLATRIA NO NOVO TESTAMENTO
A lei do segundo mandamento
fala sobre fazer ídolos e prostrar-se diante deles, o que significa adorá-los (adorar, no
hebraico, 'abad = servir, servir com trabalho).
A adoração, no entanto, é
devida única e exclusivamente a Deus. O diabo a quis para si (Is 14.13; Ez
28.17; Mt 4.9), mas, como não foi capaz de arrancá-la de Deus, criou uma forma
de desviá-la para si, por intermédio dos ídolos.
3.1. Os
primeiros missionários e a idolatria
Há inúmeros exemplos de idolatria no Antigo
Testamento, quer pela adoração aos deuses Baal, Astarote, Dagom, Neus-tã,
Asera, Adrameleque, Camos, Malcã, Meni, Merodaque, Mil-com, Moloque, Nebo,
Nergal, Nibaz, Niroque, Reftã, Rimon, Sátiro, Sicute, Tamuz e Tartaque. No Novo Testamento, a seu termo, encontramos vários
relatos de idolatria nos países e povoados visitados pelos primeiros missionários.
Quando Paulo chegou a Atenas,
a terra dos filósofos, ficou irritado ao ver a cidade entregue à idolatria (At
17.16). Em seu discurso, o apóstolo chamou os gregos de supersticiosos (At
17.22). Em Éfeso, ele promoveu uma limpeza de ídolos na cidade. Os novos
convertidos amontoaram na praça os livros de magia que compunham o seu acervo
idólatra, queimando--os publicamente (At 19.18,19).
Em Listra, Paulo e Barnabé oraram por um homem leso
dos pés e ele foi curado. Empolgada com o milagre, a multidão presente decidiu
prestar culto aos servos de Deus. Como era devota dos astros, entendeu que
Paulo era o deus Mercúrio, e Barnabé, o deus Júpiter. Assim, promoveram,
imediatamente, uma festa com touros para serem sacrificados em louvor deles e
grinaldas para decorar o ambiente religioso. Os apóstolos, no entanto, não
aceitaram aquele ato (At 14.6-20).
3.1.1. Outros tipos de
idolatria
A idolatria religiosa não se
manifesta exclusivamente por meio de imagens de deuses e de santos. A Bíblia
fala de outros tipos de idolatria. Paulo a situa no mesmo contexto da
sensualidade e da avareza (Ef 5.5; Cl 3.5). Isso inclui a admiração pessoal excessiva
(narcisismo); a devoção às propriedades e o culto à personalidade.
3.2. A Igreja e o combate
à idolatria
A lei divina proíbe não
apenas o fazer, mas o prostrar-se diante dos ídolos (Êx 20.5); contudo, vivemos
em um país diverso em crenças e religiões, fruto da miscigenação que deu origem
à população brasileira (africanos, europeus e ameríndios etc.). A despeito
da fé cristã, a pluralidade está presente no nosso cotidiano e é preciso
sabedoria para lidar com essa situação. A tolerância e o respeito são
importantes para o diálogo e para a convivência coletiva pacífica. Atentemos, pois, à
recomendação paulina: Andai com sabedoria para com os que estão de fora,
remindo o tempo. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para
que saibais como vos convém responder a cada um (Cl 4.5,6).
CONCLUSÃO
Quando Paulo disse, em sua primeira carta aos
coríntios, que o ídolo nada é (1 Co 8.4), ele estava querendo dizer que não
havia divindade alguma nele. Fabricar imagens de pau, pedra, barro ou metal — e
venerá-las — constitui-se em um ato de ofensa contra Deus, que não pode aceitar
ser comparado a um objeto manipulável por mãos humanas.
A idolatria constitui-se na vã tentativa de controlar
a divindade. A idolatria leva o homem
para o grosseiro caminho das crendices e superstições. A idolatria não traz
qualquer benefício às gentes, antes as amaldiçoa (Dt 27.15). Por fim, a
idolatria contraria o que mais agrada a Deus: a fé (Hb 11.6).
Como discípulos do Mestre,
portanto, precisamos revelar ao mundo, em amor e por meio de uma vida
verdadeira, sincera e honesta, que só há um caminho: Jesus (Jo 14.6).
ATIVIDADE PARA FIXAÇÃO
1. Quais são as duas
proibições do segundo mandamento quanto às imagens?
R.: Não fazer, não se prostrar diante delas.
Pr. Walter Brunelli
Editora: Central Gospel
- Lições Bíblicas nº 62
24.
A verdade sobre a idolatria
( 1 Coríntios
10: 14-22 )
Portanto, meus
amados, fugi da idolatria. Falo como a homens sábios; você julgar o que eu
digo. Não é o cálice de bênção que abençoamos uma participação no sangue de
Cristo?Não é o pão que partimos uma participação no corpo de Cristo? Uma vez
que há um único pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo; porque
todos participamos do mesmo pão. Olhe para a nação de Israel; não são aqueles
que comem os compartilhadores sacrifícios no altar? O que quero dizer, então?
Que uma coisa sacrificadas aos ídolos é alguma coisa, ou que o ídolo é alguma
coisa? Não, mas eu digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam
aos demônios, e não a Deus; e eu não quero que você se tornar partícipes
demônios. Você não pode beber o cálice do Senhor e do cálice dos demônios; você
não pode participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou vamos provocar
o Senhor? Nós não somos mais fortes do que ele, não é? ( 10: 14- 22 )
Como Paulo deixou claro em
10: 1-13 , a idolatria, a imoralidade, e reclamando contra Deus não são coisas
questionáveis; eles são pecados definitivas. Os cristãos não têm liberdade em
relação a essas coisas.Nos próximos nove versículos (14-22) , o apóstolo
explica por que o pecado da idolatria é especialmente abominável a Deus. Não é
uma questão moral para comer alguma coisa oferecida a um ídolo, mas é um pecado
grave de se envolver em qualquer forma de adoração de ídolos. Alguns dos
Coríntios estavam tomando sua liberdade nas coisas questionáveis longe demais,
e foram se envolver no mal da idolatria. Eles estavam livres para participar
funções pagãos, mas não eram livres para participar da falsa adoração. Com
palavras fortes Paulo aqui repreende aqueles que faria isso.
Portanto,
meus amados, fugi da idolatria. Falo como a homens sábios; você julgar o que eu
digo.
( 10: 14-15 )
Paulo primeiro garante a seus companheiros de
fé, seus irmãos e irmãs em Cristo, que ele está falando com eles como alguém
que ama e se importa com eles. Os cristãos de Corinto foram profundamente amado
por seu ex-pastor, que era o pai espiritual de muitos deles. Eles eram o seu
amado , apesar de seus muitos problemas. Muitos dos crentes de Corinto estavam
ainda espiritualmente imaturos ( 3: 1-3 ). Mas por causa de sua salvação, todos
eles tiveram orientação divina na compreensão, e assim são tratados aqui como
homens sábios . Paulo dá-lhes o benefício da dúvida e assume que, se ouvir com
atenção, eles vão pelo Espírito ser capaz de julgar corretamente o que ele diz.
Sua exortação é simples, escritural, e lógico. Antes que ele vai para a
definição dos males específicos de idolatria, ele diz-lhes para fugi da
idolatria . Mesmo antes de entender o seu perigo cheio eles devem ficar longe
de (cf. 1 João 5:21 ). Se eles tivessem escorregou de volta à idolatria ou
foram fortemente tentado a fazê-lo, primeiro eles devem ficar muito longe dele,
e depois estudar o argumento de Paulo.
"Em primeiro lugar,
obter fora de perigo imediato. Você não será capaz de prestar atenção ou
apreciar o que eu estou dizendo, desde que você está associado com a prática de
qualquer maneira." Porque a idolatria está adorando algo que não seja o
verdadeiro Deus no verdadeiro caminho, que é o mais grave e contaminação dos
pecados. Ele ataca o próprio caráter de Deus. Aqueles que adoram um ídolo
declaram que o Senhor não é o único Deus verdadeiro e que outros "chamados
deuses" ( 8: 5 ) são dignos de compartilhar a sua glória e honra. Elas dão
testemunho de que o Senhor é deficiente, que Ele não é onisciente, onipotente e
todo-suficiente. A caixa de Pandora é aberta para outras lealdades e outros
padrões morais e espirituais. Não é acidental ou incidental que os dois
primeiros dos Dez Mandamentos são proibições que têm a ver com a idolatria. Se
não temos a visão correta de Deus, nada mais pode ser feito na perspectiva
correta.
Uma vez que os homens caem quis fazer Deus
sobre em suas próprias imagens e ao seu próprio gosto. "Pois, embora tendo
conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças;. Mas eles
tornaram-se fúteis em suas especulações, eo seu coração insensato se
obscureceu-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus incorruptível
em uma imagem em forma de homem corruptível, e de aves e de quadrúpedes, e de
répteis "( Romanos 1: 21-23. ). Como AW Tozer observou: "Um deus
gerado nas sombras de um coração caído vai, naturalmente, haver verdadeira
semelhança do Deus verdadeiro."
Idolatria inclui muito mais do que se curvar
para baixo ou para queimar incenso a uma imagem física. A idolatria é ter
qualquer falso deus-qualquer objeto, idéia, filosofia, hábito, ocupação,
esporte, ou o que quer que tenha um do principal preocupação e lealdade ou que
a qualquer grau diminui a confiança de um no e lealdade para com o Senhor. Não
há outro Deus, mas o Deus da Bíblia, e que Ele é um Deus ciumento que não vai
tolerar a adoração de outro. Em Isaías 48:11 , Deus diz: "A minha glória
não a darei a outro." Êxodo 34:14 diz: "Você não deve adorar qualquer
outro deus, pois o Senhor, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso."
No entanto, o mundo adora falsos deuses.
Romanos 1:21 acusa toda a humanidade: "Mesmo que eles conheciam a
Deus", escreveu Paulo, falando da raça humana ", eles não o
glorificaram como Deus, nem lhe deram graças." Na verdade, quando se
recusaram a adorar a Deus, eles começaram a fazer imagens. Eles "mudaram a
glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem na forma de homem corruptível,
e de aves e de quadrúpedes, e de répteis" ( v. 23 ).
Eles se recusaram a adorar a
Deus, transformando em vez de deuses falsos, e isso é inaceitável. O versículo
24 diz que as consequências de adorar um deus falso ". Deus os entregou às
concupiscências de seus corações, à imundícia" O versículo 28 acrescenta:
"Deus deu os entregou a uma disposição mental reprovável ".
O resultado de sua adoração imprópria era que
Deus simplesmente os entregou a seu pecado e suas conseqüências. Você consegue
pensar em nada pior? Seu pecado tornouse cada vez mais o fator dominante em
suas vidas, e, finalmente, eles enfrentaram julgamento sem desculpas
( Rom. 1:
32-2: 1 ).
Todo mundo adora, mesmo um
ateu. Ele adora a si mesmo. Quando os homens rejeitam a Deus que eles adoram
falsos deuses. Isso, é claro, é o que Deus proíbe no primeiro mandamento.
Os deuses falsos podem ser ou
objetos materiais ou míticas, seres sobrenaturais. Deuses material pode ser
adorado, mesmo sem o pensamento consciente de que eles são divindades. Job
escreveu,
Se eu colocar minha confiança
em ouro,
E disse ao ouro fino minha
confiança,
Se eu tiver regozijou porque
grande a minha riqueza,
E porque a minha mão tinha
assegurado tanto;
Se eu olhei para o sol,
quando resplandecia,
Ou a lua vai em esplendor,
E o meu coração tornou-se
secretamente seduzido,
E a minha mão beijou a minha boca,
Isso também teria sido uma
iniqüidade chamando para o julgamento,
Porque eu teria negado a Deus
acima. ( Jó 31: 24-28 )
Que descreve um homem que se
recusa a inclinação para adorar a sua riqueza material. Se você adora o que
você possui, se você centralizar sua vida em si mesmo, suas posses, ou mesmo
suas necessidades, você negaram Deus.
Habacuque 1:16 descreve a
falsa adoração dos caldeus. "Os caldeus trazer todos eles [os justos] com
um gancho, arrastá-los longe de sua rede, e reuni-los em sua rede de pesca Por
isso, eles se alegrar e são contente. Portanto, eles oferecem um sacrifício
para a sua rede, e queima incenso à sua rede de pesca. " Sua
"net" foi o seu poderio militar, e do deus eles adoravam era poder de
um deus falso armado.
Alguns formular deuses sobrenaturais, supostas
divindades. Isso, também, é inaceitável. Coisas sacrificadas aos ídolos são
realmente sacrifícios aos demônios ( 1 Cor. 10:20 ). Portanto, se os homens
adoram os seres falsos, eles estão realmente adorando os demônios que
personificam esses falsos deuses.
Atos 17:29 contém uma
observação maravilhosa por Paulo: "Sendo pois, geração de Deus, não
devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, prata ou pedra, uma
imagem formada pela arte e do pensamento do homem." Nós somos feitos à
imagem de Deus, e não somos prata, pedra ou madeira. Como poderia alguém pensar
que o seu Criador seria essa?
A idolatria tem muitas
formas. difamar o caráter de Deus é idolatria. Este formulário inclui
acreditando que o verdadeiro Deus para ser algo diferente do que Ele é. Somos
culpados de idolatria, por exemplo, quando pensamos o Filho de Deus apenas como
Jesus e usar esse nome quase à exclusão de Seus outros nomes. Ele é, antes de
tudo que o Senhor Jesus Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. Ele é
nosso amigo e irmão, mas infinitamente mais importante do que o que Ele é o
nosso Senhor e Salvador, o nosso Deus.
Nós também somos culpados de
caluniar a Deus quando não confiar nele, quando temos dúvidas de que Ele é
capaz ou disposto a atender todas as necessidades que temos. Quando duvidar de
Deus, dizemos em nossos corações, "Eu questiono se a sua Palavra é
confiável, suas promessas são verdadeiras, seu poder é suficiente, ou seu amor
ilimitado."
Adorando o verdadeiro Deus no
caminho errado é idolatria. Sempre que os homens estabelecem formas e rituais
anti-bíblico e culto negligência do coração, eles montaram ídolos que vêm entre
fiéis e Deus, embora as formas e rituais têm a intenção de estar em seu nome e
por Sua honra e glória. Toda vez que eles adotam práticas mundanas em cultos da
igreja eles montaram ídolos que prejudicam a verdadeira adoração.
Adorar a Deus em forma errada
é adoração inaceitável. Por exemplo, os israelitas eram idólatras, quando eles
adoraram o bezerro de ouro no deserto, apesar do fato de que eles pretendiam a
imagem para representar o verdadeiro Deus ( Ex. 32: 1-4 ). Fazendo ídolos de
qualquer tipo, era estritamente proibido no segundo mandamento ( Ex. 20: 4 ), e
era uma prática que sabiam era pagão, mesmo antes de a lei foi dada.
Êxodo 32: 7-9 registra a
resposta de Deus quando os israelitas fizeram o bezerro de ouro para adorar:
Então o Senhor disse a Moisés: "Desce de uma vez, para o seu povo, que
fizeste subir da terra do Egito, já se corrompeu. Eles rapidamente se desviaram
do caminho que eu lhes ordenei. Eles fizeram para si um bezerro de fundição, e
adoraram-no, e se sacrificaram até ele, e disse: 'Este é o seu deus, ó Israel,
que te fez sair da terra do Egito!' "
Quando os israelitas construíram o bezerro de
metal fundido, eles adoraram-no em nome do Deus verdadeiro, mas eles tinham reduzido
a Ele para uma imagem.
Anos mais tarde, como
registrado em Deuteronômio 4: 14-19 , Moisés disse aos israelitas reunidos:
E o Senhor me ordenou ao mesmo tempo que vos
ensinasse estatutos e juízos, que você pode realizá-las na terra onde você está
indo para a possuirdes. Então assista-vos com cuidado, uma vez que você não viu
qualquer forma sobre o dia em que o Senhor falou no Horeb, do meio do fogo.
Para que você não agir de forma corrupta e fazer uma imagem de escultura para
si mesmos na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher, à
semelhança de qualquer animal que há na terra, à semelhança de qualquer ave que
voa no céu, à semelhança de tudo o que se arrasta sobre a terra, à semelhança
de qualquer peixe que está na água abaixo da terra. E cuidado, para que não
levante os olhos para o céu e ver o sol, a lua e as estrelas, todo o exército
dos céus, e ser levados a adorá-los e servi-los, aqueles que o Senhor vosso Deus
repartiu a todos os povos debaixo de todo o céu.
Em outras palavras, quando Deus se revelou aos
israelitas, ele não estava representado em qualquer forma visível. Não houve
representação física de Deus, e isso é verdade de Deus por toda a Escritura.
Por quê? Porque Deus não quer ser reduzida a qualquer imagem.
A idéia de que Deus é um homem velho com barba
sentado em uma cadeira é totalmente contrária às Escrituras e é inaceitável.
Idolatria não começa com o martelo de um escultor; que começa na mente.Quando
pensamos em Deus, devemos visualizar absolutamente nada. Nenhuma concepção
visual de Lo poderia representar adequadamente Sua natureza eterna e glória.
Adorando qualquer imagem é idolatria. Esse é o
tipo mais literal e óbvio da idolatria, o tipo tão freqüentemente denunciado no
Antigo Testamento. É o tipo em que uma pessoa faz uma imagem com as próprias
mãos e, em seguida, "cai diante dele e adora, ele também ora para ele e
diz:" Livra-me, pois tu és o meu Deus '"( Is 44:17. ). Mesmo estátuas
ou outras imagens de Cristo não estão a ser reverenciado ou adorado. Somente
Cristo é para ser adorado, não semelhanças de Deus. Eles não representam Jesus
Cristo, não importa o que as nossas reivindicações e intenções. "Deus é
espírito, e os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" ( João 4:24
).
Mesmo os cristãos
nonliturgical deve estar em guarda, seja na adoração pública ou devoções
particulares, sobre como associar qualquer lugar, uma imagem ou padrão de
adoração muito de perto com Deus. É fácil para uma coisa dessas para vir entre
nós e Ele, embora possamos pensar que ajuda a chamar-nos mais perto.
Adorar a anjos é idolatria. Paulo adverte: "Que ninguém manter fraudar você
de seu prêmio por deliciando-se com auto-humilhação e da adoração dos
anjos" ( Col. 2:18 ). Quando, superar com temor, João caiu aos pés do anjo
que estava falando com ele, o anjo disse: "Não faça isso, eu sou um
companheiro servo de vocês e vossos irmãos, que têm o testemunho de Jesus;
adora a Deus" ( Apocalipse 19:10 ).Anjos são seres criados e, se sagrado
ou caído, não estão a ser venerada ou adorado.
Adorando
demônios é idolatria, e está
intimamente associada com culto imagens, atrás dos quais muitas vezes são
demônios. Em Satanás cultos demônios são adorados diretamente. Falando da
Tribulação, João prediz que "o resto dos homens, que não foram mortos por
estas pragas, não se arrependeram das obras das suas mãos, para não adorarem os
demônios, e os ídolos de ouro e de prata e de bronze e de pedra e de madeira
"( Rev. 09:20 ).
Adorando homens mortos é idolatria. Referindo-se a idolatria que Israel aprendeu com
Moab, o salmista escreveu: ". Também se juntaram a Baal-Peor, e comeram
sacrifícios oferecidos aos mortos Assim o provocaram à ira com as suas ações,
ea praga rebentou entre eles" ( Salmo 106: 28-29. ). Nós não adoramos os
seres humanos, se eles estão vivos ou mortos, santo ou de outra forma. Mesmo os
grandes heróis da Escritura-tais como Abraão, Moisés, Davi, os profetas, Maria,
ou os apóstolos-se para nunca mais ser adorado. Isso é idolatria.
Lealdade
Supremo em nosso coração a qualquer coisa que não seja Deus é idolatria.
Cada pessoa é tentada com ambições, desejos, posses, reconhecimento, e uma
série de outras coisas que tais, que facilmente podem se tornar ídolos.
"Onde está o teu tesouro, aí estará o seu coração também", disse
Jesus ( Mat. 06:21 ). O maior ídolo do tesouro do coração, ou do coração, é
auto.
A cobiça é idolatria. Aqueles que cobiçam ou são gananciosos adoração no santuário de
materialismo, um dos ídolos mais populares e poderosos do nosso dia. Mas Paulo
diz: "Para isso, você sabe, com certeza, de que nenhuma pessoa ou avarento
homem imoral ou impuro, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de
Deus" ( Ef. 5: 5 ; cf. Cl 3 : 5 ).
Desejo
desordenado, ou luxúria, é idolatria.
Paulo fala de "inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição, cujo
deus é o seu apetite, e cuja glória é para confusão deles, que defina as suas
mentes nas coisas terrenas" ( Fp 3: 18-19. ). A pessoa cuja mente,
desejos, anseios e apetites são fixadas nas coisas carnais é idólatra.
Idolatria traz culpa em todo
mundo que está envolvido nela, bem como trazer a vingança de Deus sobre os
incrédulos e Seu castigo sobre os crentes. "Os levitas que se apartaram
para longe de mim, quando Israel andava errado, que se extraviaram de mim após
os seus ídolos, deve suportar o castigo pela sua iniqüidade" ( Ez. 44:10
). Para aqueles cuja idolatria é menos óbvio, o Senhor diz: "Estendi as
minhas mãos o dia todo a um povo rebelde, que anda no caminho que não é bom, após
os seus próprios pensamentos" ( Is. 65: 2 ). Idolatria é listado entre os
pecados mais vis da carne ( : Gal 5 19-21. , e o Senhor deixa claro que nenhum
idólatra herdarão Seu reino () Ap 21: 8 ; 22:15 ).
Idolatria não só é uma ofensa a Deus, mas é
prejudicial para os homens. Ela prejudica aqueles que a praticam e é
prejudicial para todos ao seu redor. Idolatria contamina uma pessoa, tornando-o
espiritualmente impuro. Se ele adora um deus esculpido em pedra ou um deus
sofisticado de sua mente e coração, que a adoração tem um efeito corruptor
sobre sua vida moral e espiritual. Ele tem esse efeito tanto sobre os crentes e
não crentes. Um incrédulo é empurrado para mais longe de Deus e Seu caminho, e
um crente viola a pureza de seu relacionamento com o Pai celestial. Deus
graciosamente mantém perdoar e purificar o crente, mas sua idolatria não é
menos profanação e pecaminoso. Idolatria prejudica as pessoas ao redor do
idólatra, dando-lhes um falso testemunho e exemplo. É uma influência degradante
em toda a sociedade em que ela é praticada.
Não só isso, mas o ídolo pode ajudar os
homens. A imagem esculpida não pode perdoar, salvar, dar paz de espírito, ou
resolver problemas; nem pode o dinheiro, a fama, educação, prestígio social, ou
qualquer outra coisa que os homens passam a confiar. Cada ídolo é feita pelo
homem, e todo ídolo é impotente para ajudar. Ídolos só contaminam. Eles nunca
glorificar a Deus, mas sempre desonrá-Lo.Desde nada de bom pode vir de
idolatria, a única resposta a ele deve ser o de fugir. Em versos 16-22 Paulo dá
três razões para fugir da idolatria: é inconsistente; é demoníaco; e é ofensivo
a Deus.
A idolatria é inconsistente
Não é o cálice
de bênção que abençoamos uma participação no sangue de Cristo? Não é o pão que
partimos uma participação no corpo de Cristo? Uma vez que há um único pão, nós,
embora sendo muitos, formamos um só corpo; porque todos participamos do mesmo
pão. Olhe para a nação de Israel; não são aqueles que comem os compartilhadores
sacrifícios no altar? ( 10: 16-18 )
O cálice de bênção pode ser a
última taça de vinho bebido no final de uma refeição, como um testemunho final
de agradecimento por tudo o que Deus havia fornecido. Foi também o bom nome
dado ao terceiro copo passou durante a festa da Páscoa. No Cenáculo, na noite
antes da Sua crucificação, Jesus pode ter usado a terceira taça como o símbolo
de Seu sangue derramado pelo pecado. Esse copo tornou-se então o instrumento
para instituir a Ceia do Senhor. Em qualquer caso, ele separou a taça como um
sinal de agradecimento especial antes que Ele passou para os discípulos ( Mat.
26:27 ), e sempre que os crentes participar da Comunhão eles participam do
cálice sagrado abençoado. Para os cristãos, é o supremo cálice de bênção , que
por sua vez nos abençoe e é grato por Sua morte cada vez que usá-lo em memória
de nosso Senhor.
As palavras de Paulo são
organizadas de forma a assumir que a participação na Ceia do Senhor é uma
prática regular de cristãos fiéis. É comandado por nosso Senhor ( Lucas 22:19 ;
1 Cor. 11: 24-25 ) para nos lembrar do Seu sacrifício por nós e da nossa
unidade com Ele e com os irmãos. Quando os crentes participam eles estão
compartilhando no sangue de Cristo e participação no corpo de Cristo . Ele está
em comunhão com o Senhor e com o seu povo. Comemorando nossa comum salvação e
vida eterna é a comunhão final dos fiéis, enquanto estamos na terra, e reflete
a perfeita comunhão teremos no céu.
Sharing ( Koinonia )
significa ter em comum, para participar com, ter parceria. A mesma palavra
grega é usada de nosso ser "chamado à comunhão com seu Filho, Jesus
Cristo, nosso Senhor "( 1 Cor. 1: 9 ), da " comunhão do Espírito
"( Fp 2:. 1 ), do " comunhão dos seus sofrimentos "( Phil 3:10.
, e de) participação " na assistência aos santos "( 2 Cor. 8: 4 )
Quando corretamente compartilhar na comunhão nos participar espiritualmente em
comunhão com Jesus Cristo e com os outros crentes . É muito mais do que um
símbolo; é uma profunda celebração da experiência espiritual comum.
A imagem de alguém que amamos
não é o mesmo que essa pessoa; ele só representa a pessoa. Mas os sentimentos
de amor, carinho, desejo de estar com eles, e lembrar-se de experiências que
tivemos com eles são totalmente real. Temos uma experiência de verdadeira
comunhão e de parentesco com essa pessoa sempre que vemos a imagem. Nossas
mentes são inundadas com a realidade. Enquanto estamos pensando deles, os
nossos entes queridos terrestre raramente são conscientes disso; mas nosso
Senhor é intensamente ciente disso quando pensamos dEle. Quando nos lembramos
de sua morte por nós, Seu pecado tornando-se para nós, Sua tendo o nosso grande
penalidade sobre si mesmo, seus nós, todos os quais são representados por
redimir Sua galpão sangue -nós participar na comunhão mais íntima e real com
Ele e com todos os outros Nele.
Nesta passagem, e em muitos
lugares no Novo Testamento, Jesus ' sangue e corpo são usados como metonímias.
A metonímia é uma figura de linguagem em que o nome de uma coisa é usada para
representar outra coisa da qual ela é uma parte ou com o qual ele está
associado. Quando dizemos: "Eu estava lendo Shakespeare noite passada",
queremos dizer que estávamos lendo uma peça escrita por ele. O nome do autor é
usado para representar as obras que ele escreveu. No Antigo Testamento, o
sangue é freqüentemente usado para representar a vida, "Porque a vida da
carne está no sangue" ( Lev. 17:11 ). Da mesma forma, o derramamento de
sangue é muitas vezes usado para representar a morte, que é a perda de vidas.
No Novo Testamento, portanto, o sangue é muitas vezes usado para representar a
morte sacrificial de Cristo, a morte em que o Seu sangue foi derramado física
em nome daqueles que confiam nEle. Não havia nada no sangue físico de Cristo,
que poderia remover o pecado. Foi Sua morte, representado por seu sangue
derramado, que pagou o preço pelos nossos pecados e nos redimiu. O pão que partimos
[é] uma participação no corpo de Cristo.
O pão simboliza o corpo de Cristo, assim como
o cálice simboliza Seu sangue. E como o sangue representa a Sua morte, para que
o corpo representa a Sua vida.
No Antigo Testamento, o corpo
humano foi associado com a totalidade da vida, com a natureza terrena do homem,
sua humanidade. O corpo de Adão foi formado "do pó da terra" (
Gênesis 2: 7 ), e seu nome é muito da mesma raiz hebraica como a terra, ou
terra ( 'adāmâ ). Quando partilhamos no corpo de Cristo nos lembramos e
celebramos sua natureza terrena, sua humanidade, sua encarnação, e também a sua
morte como um sacrifício humano para a salvação da humanidade.
O Novo Testamento deixa um
ponto especial do fato de que o corpo de Jesus não foi quebrada na cruz.
"Para essas coisas sucedeu que, para que a Escritura se cumprisse, 'Não é
um osso dele será quebrado" ( João 19:36 ). O pão representa o corpo de Cristo,
mas a fração do pão não representa a quebra de seu corpo, porque isso nunca
aconteceu.
Jesus partiu o pão, a fim de
distribuí-lo entre os discípulos, em representação de Sua compartilhando sua
vida com eles. Quando comemos o pão que me lembro de Cristo esvaziando-se, a
fim de viver entre nós como um homem ( Fp 2: 7. ), Seu sofrimento como nós
sofremos, e Sua sendo tentado como nós somos tentados, a fim de que "Ele
pode se tornar um misericordioso e fiel sumo sacerdote "( Heb. 2:17 ).
A Ceia do Senhor é uma experiência espiritual.
O pão eo vinho não são transubstanciados transformou-se no corpo e sangue de
Cristo, como católicos romanos acreditam, ou consubstanciada tendo o próprio
corpo e sangue existente ao lado deles, como muitos acreditam luteranos. Cristo
não pode ser sacrificado novamente, porque Ele foi oferecido apenas "uma
vez para tirar os pecados de muitos" ( Heb. 9:28 ).Nem pode Seu corpo e
sangue, na verdade, ser consumidos por nós, seja no lugar do pão e do vinho, ou
junto com eles (cf. João 6:52 ). Não só isso, mas na Ceia do primeiro Senhor,
na qual o próprio Cristo passou o cálice e o pão, Ele ainda não tinha sido
crucificado; Seu sangue físico ainda não havia sido derramado. Quando os
crentes participar da comunhão na fé, o Espírito Santo usa esses símbolos como
sensibilizadores para acender os nossos espíritos na conscientização e
valorização de grande ministério de nosso Senhor e sacrifício por nós.
Corpo de Cristo também
simboliza a nossa unidade em Jesus Cristo Desde há um só pão, nós, embora sendo
muitos, formamos um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão. Porque
nós somos um com Cristo somos um com o outro. Como entramos em comunhão com
Cristo através da Comunhão, entramos em comunhão uns com os outros de uma forma
única e profunda (cf. 1 Cor. 06:17 ).Todos os crentes ficam no mesmo terreno ao
pé da cruz, como pecadores perdoados que possuem o princípio da vida eterna
dentro deles.
Mais uma vez Paulo usa Israel para ilustrar
seu ponto. Não aqueles que comem os compartilhadores de sacrifícios no altar?
Estás Quando os israelitas sacrificado ao Senhor, parte da oferta era queimada
como o sacrifício próprio, uma parte dele foi comido pelos sacerdotes, e alguns
foi comido por quem ofereceu. Todo mundo estava envolvido com a oferta, com Deus
e uns com os outros.
Da mesma forma, a sacrificar
a um ídolo é identificar com ele, para participar com o ídolo e com todos os
outros que sacrificam a ele. As cerimônias religiosas, seja cristão ou pagão,
envolver a participação dos fiéis com o objeto de sua adoração e com o outro.
Assim, é completamente inconsistente para os crentes a participar de qualquer
expressão de adoração que é além de e ao contrário do seu Senhor.
A idolatria é Demônio
O que quero
dizer, então? Que uma coisa sacrificadas aos ídolos é alguma coisa, ou que o
ídolo é alguma coisa? Não, mas eu digo que as coisas que os gentios sacrificam,
as sacrificam aos demônios, e não a Deus; e eu não quero que você se tornar
partícipes demônios. Você não pode beber o cálice do Senhor e do cálice dos
demônios; você não pode participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. (
10: 19-21 )
Muito pior do que ser
inconsistente, idolatria também é demoníaca. A coisa sacrificada não tem poder
espiritual ou natureza (cf. 8: 8 ); nem a física idol a que é sacrificado (cf.
8: 4 ). Essas coisas não são nada em si mesmos. Mas, mais importante do que a
sua não sendo nada , ídolos representam aquilo que é demoníaca.
Os demônios são a força espiritual por trás de
toda idolatria. Aqueles que sacrificam aos ídolos sacrificar aos demônios .
Quando adoradores acreditam que um ídolo representa um deus real, Satanás envia
um de seus emissários do demônio para representar o papel desse deus
imaginário. Nunca há um deus por trás de um ídolo, mas há sempre uma força
espiritual; e que a força é sempre o mal, sempre demoníaca.
Demônios podem exibir um
poder considerável. Muitas reivindicações religiosas de culto e pagãos são
falsificados e exagerada; mas muitos são verdadeiras. Eles são maus, mas é
verdade. Muito do que passa sob o nome de astrologia, por exemplo, é
simplesmente exploração do crédulo. Mas muitas previsões se tornar realidade
através do trabalho de forças demoníacas. Demônios não são ilimitados no poder,
mas eles têm poder de realizar maravilhas suficientes e para fazer previsões
bastante tornado realidade para manter adoradores supersticiosos enganados e
leal (cf. 2 Ts 2: 9-11 ).
Satanás é o príncipe deste
sistema mundial, e ele governa este mundo com a ajuda de seus demônios. Para
participar nas coisas corruptas do mundo, especialmente em atos de culto
idólatra, é participar com Satanás e seus demônios. É para se tornar partícipes
demônios . Moisés escreveu de Jesurum, um nome carinhoso para Israel, como
tendo "sacrifícios aos demônios que não eram Deus" ( Deut. 32:17 ).
Os que adoravam não eram divina, mas eles eram reais. O salmista, também
falando de Israel, fala de suas seguintes práticas pagãs na medida mesmo de
sacrificar "seus filhos e suas filhas aos demônios" ( 106 Ps: 37. ).
Um cristão não pode beber o
cálice do Senhor e do cálice dos demônios . Ele não pode participar da mesa do
Senhor e da mesa dos demônios . Paulo não está dando conselhos, mas afirmando
um fato.Jesus deixou claro que não se pode "servir a dois senhores ( Mat.
06:24 ). Não é simplesmente que não deveríamos, mas que não podemos. É
impossível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Deve ser um ou outro . Vamos
"odiar a um e amar o outro," ou vamos "dedicará a um e
desprezará o outro." Quando a comunhão com o Senhor não podemos também
comunhão com os demônios , e vice versa. Alguns tentaram-lo em Corinto, mas
eles não foram verdadeiramente em comunhão com o Senhor. Sua adoração era hipocrisia.
Os cristãos não estão imunes à influência de
demônios. Quando nós voluntariamente ignoram o caminho do Senhor e flertar com
as coisas de Satanás através da criação de ídolos de qualquer espécie, nos
abrimos à influência demoníaca. Em repreendendo Ananias, Pedro disse: "por
que encheu Satanás o teu coração a mentir para o Espírito Santo?" ( Atos
5: 3 ). Através do ídolo de sua ganância, ele e sua esposa, Safira, deixou-se
aberto a ser corrompido pelo chefe dos demônios. Resulta da nossa luta com os
demônios ( Ef. 6:12 ) que existe algum contato íntimo entre os crentes e
aqueles anjos caídos vil.
João avisa: "Se alguém vem ter convosco e
não traz esta doutrina, não o recebais em casa, e não dar-lhe uma saudação,
para quem o saúda participa de suas más obras" ( 2 João 10 -11 ). Mesmo
mostrando hospitalidade para aqueles que promovem o falso ensino nos leva a
participar com a influência demoníaca por trás desses ensinamentos. Para fazer
isso de qualquer maneira e depois vêm para a mesa do Senhor em verdadeira
comunhão com o Salvador e Seu povo é impossível.
Idolatria é ofensivo para o Senhor
Ou vamos provocar o Senhor? Nós não somos mais
fortes do que ele, não é? ( 10:22 )
A idolatria é inconsistente,
demoníaco, e ofensivo para o Senhor. Ele irá provocar o Senhor ao ciúme . Deus
tem ciúme santo porque Ele não terá a concorrência. É por isso que Deus disse
que Israel "fez-me ciúmes com o que não é Deus, pois eles me provocaram à
ira com os seus ídolos" ( Dt 32:21. ). O Senhor lida fortemente com a
idolatria, porque nada é mais ofensivo para ele do que a idolatria, que é o
sinal mais detestável da incredulidade. Porque Judá tinha ido "após outros
deuses para servi-los e adorá-los, ..." eis que eu enviarei, e tomarei
todas as famílias do Norte, diz o Senhor ', e vou enviar a Nabucodonosor, rei
de Babilônia, meu servo e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus
moradores, e sobre todas estas nações em redor, e eu os destruirei totalmente,
e torná-los um horror, e um assobio, e uma desolação eterna "( Jer. 25: 6
, 9 ). João imagens de um julgamento ainda mais terrível. "Mas, para os assassinos
covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, e pessoas imorais e feiticeiros, aos
idólatras ea todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e
enxofre, que é a segunda morte" ( Ap 21: 8 ).
Pergunta de Paulo, Nós não somos mais fortes
do que ele, não é? obviamente é retórica. Será que o idólatra tolamente acho
que ele é mais poderoso do que Deus? Deus não vai permitir que a idolatria
fique impune, e ninguém pode escapar. Até mesmo seus próprios filhos não vai
escapar da punição severa se eles persistirem em adorar qualquer tipo de ídolo.
Algumas das Corinthians tinha feito isso e pagou com a sua saúde, ou mesmo suas
vidas ( 1 Cor. 11:30 )
John Macarthur
-Novo Testamento Completo

Os dez mandamentos
Esequias soares
41. NÃO FARÁS IMAGENS DE
ESCULTURA
Não
farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos
céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás
a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que
visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles
que me aborrecem e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os
meus mandamentos (ê x 20.4-6; Dt 5.8-10).
Os dois termos hebraicos pessel e temunâh dizem
respeito à falsa adoração. Da palavra pessel, "imagem", deriva o
verbo pãssal, "esculpir, entalhar, lavrar" pedra ou madeira para construir
(1 Rs 5.18 [32]), escrever (Êx 34.1, 4; Dt 10.1, 3) e esculpir imagem de
divindades (Hc 2.18).
A Septuaginta traduziu o
termo por eidõlon ,"ídolo". O termo temunãh, "forma, aparência,
figura, representação, semelhança", só aparece dez vezes no Antigo
Testamento (Êx20.4; Dt4.12,15,16,23,25; 5.8; Nm 12.8; Jó 4.16; Sl 17.15). Cinco
vezes aparece em conexão ou paralelamente a pessel e diz respeito à proibição
do uso de imagens (Êx 20.4; Dt 4.16, 23, 25; 5.8). Duas vezes é usada para
esclarecer que os israelitas ouviram a voz de Javé que falava do meio do fogo
no monte Sinai, mas eles só ouviram as palavras por ocasião da revelação do
Sinai (Dt 4.12, 15). Três vezes é empregada de maneira independente: Moisés era
o único que via a temunat YHWH,36a "semelhança de Javé" (Nm 12.8).
Deus falava com ele como alguém fala a um amigo, face a face (Êx 33.11); Elifaz
usa o termo para descrever uma revelação noturna (Jó 4.16) e, num paralelismo
poético, a palavra é empregada de forma metafórica numa visão de Davi (Sl
17.15).
O segundo mandamento diz que
não se deve fazer imagem ou figura de tudo o "que há em cima nos céus, nem
em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra” (Êx 20.4; Dt 5.8). Isso
envolve todas as espécies de animais, aves, répteis, peixes, aves, corpos
celestes, e inclui a imagem do próprio Deus (Dt 4.12-19). A menção das estátuas
de macho e fêmea, "alguma escultura, semelhança de imagem, figura de macho
ou de fêmea" (Dt 4.16), diz respeito às divindades masculinas e femininas.
Os cananeus chamavam à madeira de pai e à pedra de mãe (Jr2.27). A madeira era
o símbolo da fertilidade feminina; a deusa Aserá era a mãe dos deuses; e a
pedra simbolizava a fertilidade masculina na religião dos cananeus (Dt 4.28; Jr
3.9). 35EiôwÀov. ^rnrr njan.
As espécies de animais mencionadas
aqui (Dt 4.17-19) representavam os deuses na antiguidade (Ez 8.10). Dagom era o
deus dos filisteus (Jz 16.23; 1Sm 5.7), e sua imagem consistia em metade forma
de homem e metade forma de peixe. Rá era o deus- -sol, dos egípcios, e Sin, o
deus-sol dos babilônios. O touro, por exemplo, era um símbolo do Egito:
"Por que o deus Ápis fugiu? O seu touro não resistiu" (Jr 46.13,
NVI); "Por que foi derribado o teu Touro?" (ARA). Ápis era o boi
sagrado do Egito, representa ção de Ptah, deus da fertilidade de Mênfis. O
culto do bezerro no deserto mostra que essa forma de adoração dos egípcios
ainda estava no coração do povo (Êx 32.4-6; Sl 106.19, 20). As estátuas de Baal
eram colocadas sobre touros. Esse animal era ideal para esses deuses, pois
simbolizava força e fertilidade. O touro representava também outros deuses,
como Baal. E, durante muito tempo, o povo judeu também se deixou influenciar
pelo culto do bezerro (1 Rs 12.28-30; Os 8.5). Esses são alguns dos exemplos de
divinização pagã de animais e corpos celestes.
O segundo mandamento divide
opiniões ainda hoje, e as interpretações são diversificadas. Os templos
católicos romanos estão cheios de imagens de escultura, com fins cúlticos; por
outro lado, a comunidade Amish não permite o uso de fotografia nem se deixa
fotografar, pois seus membros a interpretam como produção de imagem, o que
violaria o segundo mandamento. Contudo, o mandamento aqui não se refere à arte
como tal. Essa proibição é específica; refere-se imagem de madeira, pedra ou
metal ou forma de algum deus ou deuses das nações: "Não te encurvarás a
elas nem as servirás" (Êx 20.5; Dt 5.9).
Essa maneira de entender o
segundo mandamento é con firmada ao longo do Antigo Testamento (2 Rs 21.7; Is
40.19, 20; Jr 10.14). Aqui, é uma referência à adoração (Êx 34.13, 17; Dt
27.15). O primeiro verbo tem o sentido de adorar tishthaheweh,
4 ou tishthahãweh, "prostrar-se,
encurvar, adorar". A Septuaginta traduz por proskyneo "adorar”, e o
termo aparece 60 vezes no Novo Testamento. O segundo verbo é ‘ãvad, "trabalhar,
servir". A Septuaginta traduziu por latreuõ, "prestar serviço sagrado, servir,
adorar", e é o termo que aparece em Mateus 4.10.
O contexto é religioso e
remete à proibição de fazer imagens de escultura ou quaisquer figuras e se
prostrar diante delas para as adorar. Este mandamento causou profundo impacto
em Israel, de modo que a escultura é uma arte que não se desenvolveu entre os
israelitas, mesmo para fins meramente culturais. Os grandes museus, como Louvre
em Paris, o museu Britânico em Londres, o Neues em Berlim o Metropolitan em Nova
Iorque; o museu do Cairo, entre outros, estão repletos de artes de escultura
artística e religiosa, bustos de artistas, pensadores e estadistas do Egito,
Mesopotâmia, Pérsia, Grécia, Fenícia e Roma, além de estátuas e estatuetas de
deuses. No entanto, não existe praticamente nada nos acervos judaicos dessa
natureza nesses museus.
As galerias de arte estão completamente
fora deste contexto. Trata-se de coleções de manifestações artísticas, e não é
a respeito disso que fala o segundo mandamento. Os expositores da Bíblia são
praticamente unânimes quanto a esta questão. Há no Antigo Testamento diversos indícios
que confirmam esta interpretação. Deus mesmo inspirou artistas entre os
israelitas no deserto (Êx 35.30-35) e mandou Moisés levantar uma serpente de
metal no deserto (Nm 21.8). O rei Salomão não encontrava artistas em Israel
para a decoração do templo e do seu palácio, de modo que contratou escultores e
pintores dentre os fenícios (2 Cr 2.13, 14). Ele mandou esculpir querubins na
parede e touros e leões para decorar o templo (1 Rs 6.29; 7.29) e o palácio
real (1 Rs 10.19, 20). E, quando a serpente de metal que Moisés levantou no
deserto veio a ser objeto de culto com o passar do tempo, o rei Ezequias mandou
destruí-la (2 Rs 18.4).
O DEUS ZELOSO
"Porque eu, o SENHOR,
teu Deus, sou Deus zeloso, que visi to a maldade dos pais nos filhos até à
terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia em
milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos" (Êx 20.5b-6; Dt
5.9b-10). O adjetivo hebraico qannã’,41"zeloso", aparece apenas cinco
vezes no Antigo Testamento (Êx 20.5; 34.14; Dt 4.24; 5.9; 6.15), associado ao
nome divino e/,42"Deus". As formulações nas cinco passagens diferem
em detalhes. Nos dois textos do Decálogo e em Êxodo 34.14, as palavras ’êl
qannã ’ são atributos de Javé. A menção dos deuses não acontece em Deuteronômio
4.24; 6.15.
O zelo de Javé consiste no
fato de ser ele o único para Israel e não compartilhar o amor e a adoração com
nenhuma divindade das nações. Esse direito de exclusividade era algo inusitado
na época e único na história das religiões, pois os cultos pagãos anti gos
eram tolerantes em relação a outros deuses. O termo "zeloso" contém
noções de paixão e intolerância; exprime a disposição de Javé abençoar Israel e
fazê-lo prosperar, não aceitando um coração dividido. Essa linguagem é
representada no relacionamento entre marido e esposa no casamento, na
fidelidade (Ct 8.6) e na infidelidade (Os 1.2).
As ameaças sobre as gerações daqueles que
aborrecem Javé são para os descendentes que continuam envolvidos no pecado dos
pais, as sucessivas gerações que aprenderam os pecados dos seus ancestrais e
vivem ainda neles. Este princípio aparece outras vezes no Antigo Testamento
além das duas passagens do Decálogo (ÊX34.7; Nm 14.18; Jr 32.18). Deus não permite
que filhos inocentes sejam responsabilizados pela maldade dos pais (Dt 24.16; 2
Rs 14.6; Ez 18.2, 3, 20). O verbo "visitar",pãqad,4i em hebraico,
indica uma visita, no sentido de cuidar e também de castigar. O profeta
Jeremias emprega esse verbo em ambos os sentidos (Jr 23.2).
A expressão "terceira e
quarta geração" indica qualquer nú mero ou plenitude e não se refere
necessariamente à numeração matemática, pois se trata de máxima comum na
literatura semítica (Am 1.3, 6, 11, 13; 2.1, 4, 6; Pv 30.15., 18, 21, 29). O
objetivo aqui é contrastar o castigo para a "terceira e quarta
geração" com o propósito de Deus de abençoar a milhares de gerações.
Outras máximas aparecem no Antigo Testamento com números diferentes: "dois
e três” (Jó 33.29); "seis e sete" (Jó 5.19; Pv 6.16); "sete e
oito" (Ec 11.2; Mq 6.5), para expressar que a medida da iniqüidade está
cheia e não há como suspender a ira divina ou a plenitude de algo positivo.
Os expositores da doutrina
conhecida como maldição hereditária costumam usar de maneira isolada uma parte
deste mandamento, "visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e
quarta geração daqueles que me aborrecem", para fundamentar a sua teoria.
Afirmam que, se alguém tem problemas com adultério, pornografia, divórcio, alcoolismo
ou tendências suicidas é porque alguém de sua família, no passado, não importa
se avós, bisavós ou tataravós, teve esse problema. Nesse caso, a pessoa afetada
pela maldição hereditária deve, em primeiro lugar, descobrir em que geração
seus ancestrais deram lugar ao diabo. Uma vez descoberta tal geração, pede-se
perdão por ela, e, dessa forma, a maldição de família é desfeita. Uma espécie
de perdão por procuração, muito parecido com o batismo pelos mortos, praticado
pelos mórmons.
Tal pensamento não se sustenta biblicamente; é
um erro crasso. A maldição está sobre quem continuar no pecado dos pais, sobre
"aqueles que me aborrecem", pontua com clareza o mandamento. Não é o
que acontece com o cristão que ama a Deus. Se fomos alvejados pela graça de
Deus ainda no tempo da nossa ignorância, quanto mais agora que somos
reconciliados com ele? (Rm 5.8-10). Quando alguém se converte a Cristo, torna-
-se nova criatura: "as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez
novo" (2 Co 5.17).
Para finalizar, convém ressaltar que, no
discurso de Moisés em Deuteronômio, na revelação do Sinai nenhuma imagem,
figura, forma ou representação foi vista pelos israelitas; eles ouviram a voz
da Javé vindo do meio do fogo, mas nenhuma representação de figura foi
manifestada, unicamente a Palavra (Dt 4.16,23,25). Os ídolos de madeira e de
pedra dos cananeus são divindades falsas cuja adoração é terminantemente
proibida (Êx 34.13; Dt 12.3; 16.21-22); Javé, entretanto, é real, mesmo que
invisível (Cl 1.15; 1 Tm 1.17). "Deus é espírito" (Jo 4.24).
Cultuá-lo com a mediação de imagens é colocá-lo no mesmo nível das falsas
divindades, uma afronta ao verdadeiro Deus.
OS DEZ MANDAMENTOS
- VALORES DIVINOS PARA UMA
SOCIEDADE EM CONSTANTE MUDANÇA
Não se meta com ídolos! A prática da idolatria é advertida por Deus: "Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra." Êxodo 20.4 Cuidado com esse nome! "Não tomarás em vão o nome do Senhor, o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão..." Êxodo 20:7 A finalidade do terceiro mandamento é, antes de tudo, afirmar a santidade do nome de Deus, conforme orienta a oração modelo: "Pai nosso, que estas nos céus, santificado seja o teu nome" Mateus 6.9
- Pastor Walter Brunelli FONTE : portalbereana.com.br



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