Os
Estudos e a Busca do Conhecimento
TEXTO BÍBLICO BÁSICO
Provérbios
3.13-20
13 -
Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire
conhecimento.
14 - Porque melhor é a sua mercadoria do que a mercadoria de prata, e a sua renda do que o ouro mais fi no.
15 - Mais preciosa é do que os rubins ; e tudo o que podes desejar não se pode comparar a ela.
16 - Aumento de dias há na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra.
17 - Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas, paz.
18 - É árvore da vida para os que a seguram, e bem-aventurados são todos os que a retêm.
19 - O SENHOR, com sabedoria, fundou a terra; preparou os céus com inteligência.
20 - Pelo seu conhecimento, se fenderam os abismos, e as nuvens destilam o orvalho.
14 - Porque melhor é a sua mercadoria do que a mercadoria de prata, e a sua renda do que o ouro mais fi no.
15 - Mais preciosa é do que os rubins ; e tudo o que podes desejar não se pode comparar a ela.
16 - Aumento de dias há na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra.
17 - Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas, paz.
18 - É árvore da vida para os que a seguram, e bem-aventurados são todos os que a retêm.
19 - O SENHOR, com sabedoria, fundou a terra; preparou os céus com inteligência.
20 - Pelo seu conhecimento, se fenderam os abismos, e as nuvens destilam o orvalho.
TEXTO
ÁUREO
"Persiste
em ler, exortar e ensinar, até que eu vá." 1 Tm 4.13ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Prezado professor,
A busca pelo conhecimento é um dos aspectos mais importantes na vida. É preciso ressaltar que adquirir o conhecimento, em várias esferas do saber, é algo valiosíssimo, inclusive para o cristão.
Conscientize o aluno de que ele pode fazer muito pelo Reino de Deus colocando o seu conhecimento, através dos estudos, na perspectiva de promover o Evangelho, com inteligência e sabedoria.
Esta lição oferece orientações sobre como agir, pessoalmente e como Igreja, nas mais diversas questões da sociedade. Além disso, mostra como é importante estar preparado para enfrentar as demandas da vida e que a ação de cada um é muito importante na promoção do Reino de Deus e na transformação de vidas.
Ótima aula!
Palavra
introdutória
O professor José de Souza Marques, fundador do Colégio Souza Marques em Cascadura, RJ, declarou: “No começo do mundo venciam os mais fortes, depois, os mais audazes, hoje vencem os mais preparados”.
O preparo para a vida por meio da educação formal é um assunto de extrema importância para o cristão. O caminho da escolarização pode ser árduo; no entanto, é um meio muito eficaz para o autoconhecimento e a capacitação para servir ao Senhor e ao próximo.
Vale lembrar o conselho de Paulo a Timóteo sobre o estudo:
Persiste em ler, exortar e
ensinar, até que eu vá
(1 Tm 4.13).
1. A IMPORTÂNCIA DA VIDA ACADÊMICA
O ingresso na universidade é uma das decisões mais importantes da vida. É um tempo de crescimento e de profundas transformações, que deixam um legado extraordinário para o cristão, assim como para todo o seu ambiente de convivências.
1.1. Cristão e universidade — Definindo os termos
O termo cristão tem uma relação íntima com a pessoa e obra de Jesus Cristo. A palavra grega christianos significa seguidores de Cristo. Foi em Antioquia da Síria que os adeptos de Jesus foram, pela primeira vez, chamados de cristãos (At 11.26). Portanto, cristãos são os que observam — e praticam — os ensinamentos de Cristo (1 Co 11.1).
O vocábulo universidade tem origem no latim, universitas, que, no sentido original, diz respeito a seres ou objetos que constituem um todo. As primeiras instituições universitárias foram fundadas na Europa, no século 13, adotando o nome de universitas, com o conceito de conjunto de mestres e estudantes congregados na mesma escola e ligados pelos mesmos interesses culturais.
1.2. Fé e vida acadêmica
O professor José de Souza Marques, fundador do Colégio Souza Marques em Cascadura, RJ, declarou: “No começo do mundo venciam os mais fortes, depois, os mais audazes, hoje vencem os mais preparados”.
O preparo para a vida por meio da educação formal é um assunto de extrema importância para o cristão. O caminho da escolarização pode ser árduo; no entanto, é um meio muito eficaz para o autoconhecimento e a capacitação para servir ao Senhor e ao próximo.
Vale lembrar o conselho de Paulo a Timóteo sobre o estudo:
Persiste em ler, exortar e
ensinar, até que eu vá
(1 Tm 4.13).
1. A IMPORTÂNCIA DA VIDA ACADÊMICA
O ingresso na universidade é uma das decisões mais importantes da vida. É um tempo de crescimento e de profundas transformações, que deixam um legado extraordinário para o cristão, assim como para todo o seu ambiente de convivências.
1.1. Cristão e universidade — Definindo os termos
O termo cristão tem uma relação íntima com a pessoa e obra de Jesus Cristo. A palavra grega christianos significa seguidores de Cristo. Foi em Antioquia da Síria que os adeptos de Jesus foram, pela primeira vez, chamados de cristãos (At 11.26). Portanto, cristãos são os que observam — e praticam — os ensinamentos de Cristo (1 Co 11.1).
O vocábulo universidade tem origem no latim, universitas, que, no sentido original, diz respeito a seres ou objetos que constituem um todo. As primeiras instituições universitárias foram fundadas na Europa, no século 13, adotando o nome de universitas, com o conceito de conjunto de mestres e estudantes congregados na mesma escola e ligados pelos mesmos interesses culturais.
1.2. Fé e vida acadêmica
Nem sempre
os cristãos que se matriculam na universidade estão aptos a encarar as dúvidas
que surgem nesse ambiente. Alguns, com o avanço nos estudos, colocam em dúvida
a sua fé. Esse detalhe, porém, não deve tornar-se em impedimento para o
ingresso na vida acadêmica ou justificativa para que a universidade seja
evitada.
O caminho da universidade precisa ser visto como algo promissor, um tempo de grandes bênçãos, preparação para a vida, crescimento pessoal, capacitação e aperfeiçoamento dos talentos e dons que o Senhor concedeu aos Seus servos para servi-lo.
Ninguém precisa perder a sua fé por estar num lugar onde há maneiras diferentes de conceber as realidades humanas e espirituais. A fé pode crescer nos lugares mais áridos e a maturidade espiritual pode vicejar nos terrenos mais improváveis (Fl 4.13).
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O caminho da universidade precisa ser visto como algo promissor, um tempo de grandes bênçãos, preparação para a vida, crescimento pessoal, capacitação e aperfeiçoamento dos talentos e dons que o Senhor concedeu aos Seus servos para servi-lo.
Ninguém precisa perder a sua fé por estar num lugar onde há maneiras diferentes de conceber as realidades humanas e espirituais. A fé pode crescer nos lugares mais áridos e a maturidade espiritual pode vicejar nos terrenos mais improváveis (Fl 4.13).
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O cristão sem uma fé bem fundamentada emCristo poderá abalar-se em suas convicções nos
enfrentamentos intelectuais do cotidiano universitário.
Neste caso, é fundamental que ele invista em seu
conhecimento das Escrituras e alimente a sua comunhão
com Deus, para não ser derrotado.
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1.3. A Bíblia valoriza a busca do conhecimento e da sabedoria
A Bíblia estimula a procura da instrução, como diz Provérbios 11.9.
O autor declara que feliz é o homem que encontra a sabedoria e o conhecimento (Pv 3.13).
Certos homens de Deus dos tempos bíblicos — mesmo sem universidades como hoje — alcançaram elevado grau de instrução. Na época, qualquer educação recebida colocava a pessoa numa situação privilegiada, uma vez que a maior parte do povo era constituída de iletrados e analfabetos.
Há um número enorme de personagens bíblicos de destacado saber. Seguem dois exemplos:
1.3.1. Moisés
Moisés foi
um hebreu criado no palácio de faraó (Êx 2.1-10). Segundo Lucas, Moisés foi
instruído em toda a ciência dos egípcios (At 7.22).
Segundo a tradição judaica, Moisés foi treinado para ser o sucessor ao trono. Para isto, Moisés precisava receber educação em toda a ciência e conhecimento dos egípcios. Porém, mais tarde, faraó teve um filho que se tornou seu sucessor e o projeto de Moisés suceder a faraó foi descartado.
Como Moisés havia sido preparado para assumir o trono, Deus o usoucomo instrumento para conduzir o povo de Israel do Egito para a Terra Prometida (Hb 11.27-29).
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Segundo a tradição judaica, Moisés foi treinado para ser o sucessor ao trono. Para isto, Moisés precisava receber educação em toda a ciência e conhecimento dos egípcios. Porém, mais tarde, faraó teve um filho que se tornou seu sucessor e o projeto de Moisés suceder a faraó foi descartado.
Como Moisés havia sido preparado para assumir o trono, Deus o usoucomo instrumento para conduzir o povo de Israel do Egito para a Terra Prometida (Hb 11.27-29).
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No judaísmo do NT, os rabinos mestres criaram
escolas de discípulos. Dentre muitos mestres,
três se sobressaíram: Hillel; Shammai (da
geração anterior a Jesus) e Gamaliel, mentor do apóstolo Paulo (At 22.3).
__________________
1.3.2. Paulo
Paulo teve uma esmerada educação na Lei de Moisés, a mais completa daquele tempo, algo comparável às instituições atuais de ensino superior. O apóstolo, além de teólogo e filósofo, era fluente em grego, latim e hebraico.
escolas de discípulos. Dentre muitos mestres,
três se sobressaíram: Hillel; Shammai (da
geração anterior a Jesus) e Gamaliel, mentor do apóstolo Paulo (At 22.3).
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1.3.2. Paulo
Paulo teve uma esmerada educação na Lei de Moisés, a mais completa daquele tempo, algo comparável às instituições atuais de ensino superior. O apóstolo, além de teólogo e filósofo, era fluente em grego, latim e hebraico.
Após sua
conversão na estrada de Damasco, tudo isso foi colocado a serviço da pregação
do Evangelho (At 9.1-20).
2. O
PAPEL HISTÓRICO DO PROTESTANTISMO EM APERFEIÇOAR O ENSINO E A ACADEMIA
“A educação é a arma mais poderosa
que você pode usar para mudar o mundo”. (Nelson Mandela) Desde o início, o
protestantismo mostrou que era defensor dos estudos e da evolução intelectual.
Percebe-se isto nos diversos países onde ele chegou e tem sido de inestimável
apoio na procura do conhecimento. Nos dias atuais, diversas nações usufruem
dessa colaboração dada pelos protestantes
no âmbito educacional.
no âmbito educacional.
2.1.
Martinho Lutero
Na Alemanha,
o monge Martinho Lutero encorajou a busca do conhecimento e o crescimento
intelectual. Ele colaborou para lançar os alicerces da educação pública. Ele
mesmo sugeriu aos príncipes alemães que agissem como educadores.
Lutero escreveu dois textos sobre educação. Em 1524:
“Aos Conselhos de Todas as Cidades da Alemanha para que criem e mantenham escolas cristãs”. Com este, Lutero pôde impactar políticos de diversas cidades para edificarem escolas. Em 1530, publicou: “Lugar de criança é na Escola: Prédica para que se mandem os filhos à escola”. Neste texto, Lutero conclamava pastores e pregadores para que se esforçassem em persuadir os pais a conduzirem seus filhos à escola.
Lutero escreveu dois textos sobre educação. Em 1524:
“Aos Conselhos de Todas as Cidades da Alemanha para que criem e mantenham escolas cristãs”. Com este, Lutero pôde impactar políticos de diversas cidades para edificarem escolas. Em 1530, publicou: “Lugar de criança é na Escola: Prédica para que se mandem os filhos à escola”. Neste texto, Lutero conclamava pastores e pregadores para que se esforçassem em persuadir os pais a conduzirem seus filhos à escola.
2.2. João Calvino
Assim como
Lutero exerceu grande influência na educação da Alemanha, o reformador francês
João Calvino a exerceu em Genebra, na Suíça.
Calvino foi para Genebra, em 1536, e expôs um projeto educacional gratuito perante o conselho municipal, dirigido às crianças, com expressivo apoio. Essa proposta deu origem à primeira escola primária, gratuita e obrigatória da Europa.
Em Genebra, havia um colégio que preparava jovens para o clero. Em 1559, Calvino e Teodoro de Beza, teólogo e discípulo de Calvino, mais tarde, seu sucessor, reformaram o colégio e o tornaram disponível ao público. O colégio passou a ser chamado de Academia, tornando-se amplamente conceituada em toda a Europa. A academia deu origem à universidade de Genebra, uma das melhores no mundo atual.
Calvino foi para Genebra, em 1536, e expôs um projeto educacional gratuito perante o conselho municipal, dirigido às crianças, com expressivo apoio. Essa proposta deu origem à primeira escola primária, gratuita e obrigatória da Europa.
Em Genebra, havia um colégio que preparava jovens para o clero. Em 1559, Calvino e Teodoro de Beza, teólogo e discípulo de Calvino, mais tarde, seu sucessor, reformaram o colégio e o tornaram disponível ao público. O colégio passou a ser chamado de Academia, tornando-se amplamente conceituada em toda a Europa. A academia deu origem à universidade de Genebra, uma das melhores no mundo atual.
2.3. John
Knox
O reformador
escocês do século 16, John Knox, ao estudar em Genebra, travou conhecimento com
Calvino e recebeu influência de suas ideias. Knox retornou à Escócia e elaborou
um projeto de educação que seria decisivo para o desenvolvimento do país, tanto
no âmbito espiritual quanto material, tendo a Palavra de Deus como assunto
principal de estudo.
Tendo esse plano educacional como ponto de partida, o Parlamento da Escócia autorizou, em 1646, a criação de uma unidade escolar em cada região, ficando a coordenação das escolas e docentes com a Igreja. Knox ajudou a elaborar a obra que regulamentou a educação na Escócia — o First Book of Discipline.
Tendo esse plano educacional como ponto de partida, o Parlamento da Escócia autorizou, em 1646, a criação de uma unidade escolar em cada região, ficando a coordenação das escolas e docentes com a Igreja. Knox ajudou a elaborar a obra que regulamentou a educação na Escócia — o First Book of Discipline.
3.O
COMPROMISSO DA IGREJA DE ESTIMULAR O ESTUDO E A CULTURA
“Todas as
artes procedem de Deus e devem ser consideradas criações divinas”. (João
Calvino)
Estudar é direito de todos. Para os cristãos e para a Igreja, é um direito e um dever. De acordo com o teólogo holandês Abraham Kuyper, “as ciências humanas não podem ser entregues ao diabo e seus agentes, elas precisam ser usadas para demonstrar a glória de Deus ao mundo, bem como para gerar
melhorias à nação”.
O cristão deve inserir-se em todos os níveis da sociedade,
para que o mundo veja, por meio dele, a luz de Cristo, e Deus seja honrado.
Paulo declarou: fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).
Estudar é direito de todos. Para os cristãos e para a Igreja, é um direito e um dever. De acordo com o teólogo holandês Abraham Kuyper, “as ciências humanas não podem ser entregues ao diabo e seus agentes, elas precisam ser usadas para demonstrar a glória de Deus ao mundo, bem como para gerar
melhorias à nação”.
O cristão deve inserir-se em todos os níveis da sociedade,
para que o mundo veja, por meio dele, a luz de Cristo, e Deus seja honrado.
Paulo declarou: fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).
3.1.
Promoção da cultura
Por muito
tempo, houve resistência de um determinado segmento da Igreja brasileira em
relação à educação. Isto acontecia, pois se acreditava que o desenvolvimento
intelectual não era compatível com a fé em Cristo. Os seminários teológicos
sofriam grande oposição, e as consequências não poderiam ser diferentes:
ausência de incentivo aos estudos, inúmeros analfabetos, empobrecimento
cultural, superficialidade da fé, limitação da igreja na evangelização etc.
Assim, durante bastante tempo, os cristãos eram considerados pessoas ignorantes, sem cultura. Atualmente, não existe mais espaço para esse tipo de concepção. A Bíblia e a história do protestantismo exaltam a importância da educação e da busca de conhecimento (Os 4.6).
Inúmeras igrejas estão envolvidas em projetos de promoção da cultura. Suas lideranças incentivam o povo a estudar.
Há diversos seminários teológicos, institutos bíblicos, faculdades e universidades evangélicas em várias partes do Brasil.
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Assim, durante bastante tempo, os cristãos eram considerados pessoas ignorantes, sem cultura. Atualmente, não existe mais espaço para esse tipo de concepção. A Bíblia e a história do protestantismo exaltam a importância da educação e da busca de conhecimento (Os 4.6).
Inúmeras igrejas estão envolvidas em projetos de promoção da cultura. Suas lideranças incentivam o povo a estudar.
Há diversos seminários teológicos, institutos bíblicos, faculdades e universidades evangélicas em várias partes do Brasil.
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Os cristãos
podem apresentar, no meio
acadêmico, a cultura do Reino em oposição
à do mundo. É possível transformar os diversos
meios de expressão artística com um conteúdo sadio,
levando junto a mensagem do evangelho.
acadêmico, a cultura do Reino em oposição
à do mundo. É possível transformar os diversos
meios de expressão artística com um conteúdo sadio,
levando junto a mensagem do evangelho.
________________
3.2. O
cristão e as artes
Os cristãos
também precisam ocupar as universidades, por conta da luta que precisa ser
travada e vencida contra a influência de filosofias anticristãs nas artes. No
mundo, as artes têm sido dominadas
por conceitos contrários à Bíblia, e isso tem causado problemas. O isolamento e a falta de participação dos cristãos pavimentam o caminho para as influências malignas nas mais variadas formas de manifestações artísticas. Para isso, o cristão deve estudar e preparar-se. Atualmente, existe no Brasil uma grande variedade de cursos universitários envolvendo diversas expressões artísticas, tais como: pintura, escultura, dança, teatro, televisão, música, cinema, literatura etc.
Daniel e seus amigos são exemplos de pessoas que tinham profunda intimidade com Deus, mas, também, eram de grande capacidade intelectual. A instrução humana andava junto ao profundo discernimento espiritual na vida desses jovens (Dn 1.17-20).
por conceitos contrários à Bíblia, e isso tem causado problemas. O isolamento e a falta de participação dos cristãos pavimentam o caminho para as influências malignas nas mais variadas formas de manifestações artísticas. Para isso, o cristão deve estudar e preparar-se. Atualmente, existe no Brasil uma grande variedade de cursos universitários envolvendo diversas expressões artísticas, tais como: pintura, escultura, dança, teatro, televisão, música, cinema, literatura etc.
Daniel e seus amigos são exemplos de pessoas que tinham profunda intimidade com Deus, mas, também, eram de grande capacidade intelectual. A instrução humana andava junto ao profundo discernimento espiritual na vida desses jovens (Dn 1.17-20).
Os cristãos
precisam tirar proveito da universidade, como fonte de conhecimentos, e
associar esses conhecimentos com a sabedoria vinda da Palavra de Deus!
3.3.
Promoção do progresso e do desenvolvimento
O
desenvolvimento de uma nação, igreja ou de uma pessoa — no sentido mais estrito
— só é possível mediante a educação. A pessoa é transformada, e transforma o
meio onde vive, quando adquire os saberes que são valiosos tanto do ponto de
vista individual como coletivo. O apóstolo aos gentios deixa uma
orientação muito clara nesse sentido em Romanos 12.2a.
CONCLUSÃO
A falta de
conhecimento leva à estagnação e ao retrocesso.
O profeta Oseias declarou: O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento (Os 4.6a). Theodore Schultz adverte: “A civilização é uma corrida de vida ou morte entre a educação e a catástrofe”. O que escolheremos?
O profeta Oseias declarou: O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento (Os 4.6a). Theodore Schultz adverte: “A civilização é uma corrida de vida ou morte entre a educação e a catástrofe”. O que escolheremos?
ATIVIDADE
PARA FIXAÇÃO
1. O que
Calvino disse a respeito das produções artísticas?
R. Todas as artes procedem de Deus e devem ser consideradas criações divinas.
R. Todas as artes procedem de Deus e devem ser consideradas criações divinas.
Fonte:
Revista Lições da Palavra de Deus n° 56
A Reforma Protestante e sua contribuição para a educação moderna
O pastor luterano Walter Altmann comenta a referência de Lutero para o desenvolvimento da educação. “Rompeu com o ensino repressivo, introduzindo o lúdico na aprendizagem. Amarrou o estudo das disciplinas a um aprendizado prático. Também lutou por boas bibliotecas, dentro de sua ótica cristocêntrica”, revela Altmann no livro Lutero e a Libertação.
“Pela graça de Deus, está tudo preparado para que as crianças possam estudar línguas, outras disciplinas e história, com prazer e brincando. As escolas já não são mais o inferno e o purgatório de nosso tempo, quando éramos torturados com declinações e conjugações. Não aprendemos simplesmente nada por causa de tantas palmadas, medo, pavor e sofrimento”, escreveu Martinho Lutero.
A aprendizagem construiria cidadãos capacitados, honestos e responsáveis. Era exatamente esta a necessidade do novo modelo de sociedade que surgia na época. De acordo com o pesquisador Evaldo Luis Pauly a rápida divulgação de ideias e concepções por meio da imprensa descoberta por Gutemberg, também contribuiu para que as iniciativas de estímulo educacional crescessem.
Universidades - As mudanças e ênfases da Reforma estimularam o surgimento das instituições de ensino. “A história das universidades nos estados alemães durante os séculos 16 e 17 foi determinada pelo progresso da religião e é quase idêntica a do desenvolvimento da teologia protestante”, declara Paul Monroe no livro História da Educação.
Nestor Beck diz que a Universidade de Wittenberg atraiu um número crescente de novos alunos, pela fama que passou a ter, entre os anos de 1517 a 1520. A Reforma Protestante deixou a concepção de que a ignorância é o grande mal para a verdadeira religião, por isso, superá-la é uma responsabilidade de todos. “O melhor e mais rico progresso para uma cidade é quando possui muitos homens bem instruídos, muitos cidadãos ajuizados”, dizia Martinho Lutero.
Expansão - O pensamento e o movimento protestante logo expandiram. A América do Norte, por exemplo, contou com a colonização de vários grupos protestantes, na chamada segunda reforma. O antropólogo e escritor Darcy Ribeiro afirma, no livro Universidade Necessária, que nos Estados Unidos o ensino superior “cresceu mais livre, democrático e fecundo”.
As igrejas cristãs prevalecem no cenário educacional norte-americano no século 17 e início do 18. O professor Almiro Schulz explica que após a independência dos Estados Unidos em 1776 e a separação entre igreja e estado, houve uma ênfase ao ensino superior público, secularizado e sob controle do estado.
A Reforma Protestante e sua contribuição para a educação moderna
fonte: Marcelo Ramiro - Expositor Cristão Out/2012
No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero fixou nas portas da Igreja de Wittenberg, na Alemanha, as 95 teses contra a venda de indulgências. A data marca o início da Reforma Protestante e de um novo momento na história da humanidade.
“Nenhum aspecto da vida humana ficou intacto, pois abrangeu transformações políticas, econômicas, religiosas, morais, filosóficas, literárias e nas instituições. Foi, de fato, uma revolta e uma reconstrução do norte”, afirma o escritor Eby Frederick.
Na educação, os impactos foram determinantes. Na Idade Média, a igreja era a única responsável pela organização e manutenção da educação escolar. A partir do século 16, surgiram as nações-estados, que se opuseram ao poderio universal do papa e formou-se a classe média.
O historiador e professor da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, Rev. José Carlos de Souza, explica que o comércio, a atividade pública e as próprias igrejas, entre muitos outros setores, possuíam demandas que requeriam cuidadoso preparo. Toda mudança social traz novos desafios.
“Certamente, por essa razão, Lutero sentiu-se impelido para falar e se pronunciou de modo enfático sobre a necessidade das autoridades civis investirem na educação”, avalia o professor.
Neste contexto, os movimentos da Renascença e da Reforma são precursores de profundas mudanças na concepção de ensino. “A educação começa a visar de modo claro e definido à formação integral do homem, o seu desenvolvimento intelectual, moral e físico”, conta o professor Ruy Afonso da Costa Nunes.
Cidadania - Martinho Lutero também estimula a criação de escolas para toda a população. Houve forte ênfase ao ensino para suprir as demandas da recém chegada sociedade moderna, com dimensões geográficas, políticas, econômicas, intelectuais e religiosas em transformação.
A contribuição da Reforma no contexto educacional é tamanha que, de acordo com o educador espanhol Lorenzo Luzuriaga, a educação pública teve origem nesta época. O movimento já estimulava a educação pública, universal e gratuita, para quem não poderia custeá-la.
“A educação pública, isto é, a educação criada, organizada e mantida pelas autoridades oficiais – municípios, províncias, estados – começa com o movimento da Reforma religiosa”, afirma Luzuriaga.
Em Aos conselhos de todas as cidades da Alemanha, para que criem e mantenham escolas cristãs, publicado em 1524, Martinho Lutero desafia a sociedade a promover uma educação integral. “Lutero queria todos os cidadãos bem preparados, para todas as tarefas na sociedade. Propôs uma escola cristã que visasse não uma abstração intelectual, mas a uma educação voltada para o dia-a-dia da vida”, explica o professor Alvori Ahlert.
“Nenhum aspecto da vida humana ficou intacto, pois abrangeu transformações políticas, econômicas, religiosas, morais, filosóficas, literárias e nas instituições. Foi, de fato, uma revolta e uma reconstrução do norte”, afirma o escritor Eby Frederick.
Na educação, os impactos foram determinantes. Na Idade Média, a igreja era a única responsável pela organização e manutenção da educação escolar. A partir do século 16, surgiram as nações-estados, que se opuseram ao poderio universal do papa e formou-se a classe média.
O historiador e professor da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, Rev. José Carlos de Souza, explica que o comércio, a atividade pública e as próprias igrejas, entre muitos outros setores, possuíam demandas que requeriam cuidadoso preparo. Toda mudança social traz novos desafios.
“Certamente, por essa razão, Lutero sentiu-se impelido para falar e se pronunciou de modo enfático sobre a necessidade das autoridades civis investirem na educação”, avalia o professor.
Neste contexto, os movimentos da Renascença e da Reforma são precursores de profundas mudanças na concepção de ensino. “A educação começa a visar de modo claro e definido à formação integral do homem, o seu desenvolvimento intelectual, moral e físico”, conta o professor Ruy Afonso da Costa Nunes.
Cidadania - Martinho Lutero também estimula a criação de escolas para toda a população. Houve forte ênfase ao ensino para suprir as demandas da recém chegada sociedade moderna, com dimensões geográficas, políticas, econômicas, intelectuais e religiosas em transformação.
A contribuição da Reforma no contexto educacional é tamanha que, de acordo com o educador espanhol Lorenzo Luzuriaga, a educação pública teve origem nesta época. O movimento já estimulava a educação pública, universal e gratuita, para quem não poderia custeá-la.
“A educação pública, isto é, a educação criada, organizada e mantida pelas autoridades oficiais – municípios, províncias, estados – começa com o movimento da Reforma religiosa”, afirma Luzuriaga.
Em Aos conselhos de todas as cidades da Alemanha, para que criem e mantenham escolas cristãs, publicado em 1524, Martinho Lutero desafia a sociedade a promover uma educação integral. “Lutero queria todos os cidadãos bem preparados, para todas as tarefas na sociedade. Propôs uma escola cristã que visasse não uma abstração intelectual, mas a uma educação voltada para o dia-a-dia da vida”, explica o professor Alvori Ahlert.
O pastor luterano Walter Altmann comenta a referência de Lutero para o desenvolvimento da educação. “Rompeu com o ensino repressivo, introduzindo o lúdico na aprendizagem. Amarrou o estudo das disciplinas a um aprendizado prático. Também lutou por boas bibliotecas, dentro de sua ótica cristocêntrica”, revela Altmann no livro Lutero e a Libertação.
“Pela graça de Deus, está tudo preparado para que as crianças possam estudar línguas, outras disciplinas e história, com prazer e brincando. As escolas já não são mais o inferno e o purgatório de nosso tempo, quando éramos torturados com declinações e conjugações. Não aprendemos simplesmente nada por causa de tantas palmadas, medo, pavor e sofrimento”, escreveu Martinho Lutero.
A aprendizagem construiria cidadãos capacitados, honestos e responsáveis. Era exatamente esta a necessidade do novo modelo de sociedade que surgia na época. De acordo com o pesquisador Evaldo Luis Pauly a rápida divulgação de ideias e concepções por meio da imprensa descoberta por Gutemberg, também contribuiu para que as iniciativas de estímulo educacional crescessem.
Universidades - As mudanças e ênfases da Reforma estimularam o surgimento das instituições de ensino. “A história das universidades nos estados alemães durante os séculos 16 e 17 foi determinada pelo progresso da religião e é quase idêntica a do desenvolvimento da teologia protestante”, declara Paul Monroe no livro História da Educação.
Nestor Beck diz que a Universidade de Wittenberg atraiu um número crescente de novos alunos, pela fama que passou a ter, entre os anos de 1517 a 1520. A Reforma Protestante deixou a concepção de que a ignorância é o grande mal para a verdadeira religião, por isso, superá-la é uma responsabilidade de todos. “O melhor e mais rico progresso para uma cidade é quando possui muitos homens bem instruídos, muitos cidadãos ajuizados”, dizia Martinho Lutero.
Expansão - O pensamento e o movimento protestante logo expandiram. A América do Norte, por exemplo, contou com a colonização de vários grupos protestantes, na chamada segunda reforma. O antropólogo e escritor Darcy Ribeiro afirma, no livro Universidade Necessária, que nos Estados Unidos o ensino superior “cresceu mais livre, democrático e fecundo”.
As igrejas cristãs prevalecem no cenário educacional norte-americano no século 17 e início do 18. O professor Almiro Schulz explica que após a independência dos Estados Unidos em 1776 e a separação entre igreja e estado, houve uma ênfase ao ensino superior público, secularizado e sob controle do estado.
“A igreja reagiu por meio da educação. As confissões, principalmente presbiteriana, batista, congregacional, metodista se lançaram no ensino superior”, conta o professor Almiro Schulz.
De acordo com o pastor e professor metodista José do Nascimento a participação metodista na educação se deu, de maneira consciente, a partir de 1820, devido a alteração da legislação da Conferência Geral, que permitiu aos bispos nomear clérigos metodistas para a direção de instituições de ensino. No início, a ênfase do ensino metodista era rural, mas se voltou mais tarde para o ensino superior.
Educação Metodista no Brasil - O professor metodista Elias Boaventura deixou informações importantes sobre a historiografia da educação da Igreja Metodista no Brasil. Em publicações ele declara que os missionários metodistas norte-americanos, que chegaram ao país a partir do final do século 19, foram portadores de um arrojado projeto de expansão religiosa, que incluía, de um lado, o trabalho de catequese e implantação da nova denominação, e do outro, a ênfase na educação.
Em 1871, foi organizada a primeira Igreja Metodista do Brasil, em São Paulo, e, em 1881, foi fundado o primeiro colégio, em Piracicaba-SP, o Piracicabano, representando, de acordo com Boaventura, o marco inicial das atividades educacionais da Igreja Metodista no Brasil.
De acordo com o pastor e professor metodista José do Nascimento a participação metodista na educação se deu, de maneira consciente, a partir de 1820, devido a alteração da legislação da Conferência Geral, que permitiu aos bispos nomear clérigos metodistas para a direção de instituições de ensino. No início, a ênfase do ensino metodista era rural, mas se voltou mais tarde para o ensino superior.
Educação Metodista no Brasil - O professor metodista Elias Boaventura deixou informações importantes sobre a historiografia da educação da Igreja Metodista no Brasil. Em publicações ele declara que os missionários metodistas norte-americanos, que chegaram ao país a partir do final do século 19, foram portadores de um arrojado projeto de expansão religiosa, que incluía, de um lado, o trabalho de catequese e implantação da nova denominação, e do outro, a ênfase na educação.
Em 1871, foi organizada a primeira Igreja Metodista do Brasil, em São Paulo, e, em 1881, foi fundado o primeiro colégio, em Piracicaba-SP, o Piracicabano, representando, de acordo com Boaventura, o marco inicial das atividades educacionais da Igreja Metodista no Brasil.
“A iniciativa educacional logrou imediato apoio dos governantes, das elites políticas de tendência republicana, e de todos que viam no novo modelo, de inspiração liberal e iluminista, uma alternativa capaz de contribuir para o avanço do projeto educacional brasileiro”, afirmou Elias Boaventura.
O projeto metodista de educação foi implantado e destacou-se pela qualidade oferecida. Um dos primeiros historiadores metodistas, James Kennedy, revela que em Piracicaba-SP, logo começaram a afluir as crianças para o colégio que em pouco tempo foi reconhecido como o melhor na cidade, sendo frequentado pelos filhos das melhores famílias.
Além do Piracicabano, outras escolas como o Granbery, em Juiz de Fora-MG, o Bennet, no Rio de Janeiro-RJ, o Americano, de Lins-SP foram constituindo as marcas da educação metodista na região sudeste do país. No sul, instituições como o Colégio Americano, fundado em 1885 também propagaram o ensino identificado com pedagógico liberal.
A professora do Centro Universitário Metodista em Porto Alegre-RS, Denise Grosso da Fonseca, explica que na década de 80, a Igreja Metodista do Brasil, autônoma desde 1930, passou por momentos de profunda reflexão, redefinindo muitos aspectos de sua vida e trabalho. “A educação, preocupação fundamental dos metodistas desde sua origem, teve suas diretrizes repensadas à luz da palavra de Deus, do Credo Social e do Plano para Vida e Missão da Igreja Metodista”, declara.
A reflexão gerou o documento Diretrizes para a Educação, que foi aprovado pelo 13º Concílio Geral da Igreja Metodista, em 1982. O texto aponta que as práticas educativas devem ser norteadas por princípios que: desenvolvam consciência crítica da realidade; compreendam que o interesse social é mais importante que o individual; exercitem o senso e a prática de justiça e solidariedade; alcancem a realização como fruto do esforço comum; tomem consciência de que todos têm direito de participar de modo justo dos frutos do trabalho e reconheçam que, dentro de uma perspectiva cristã, útil é aquilo que tem valor social.
FONTE :
Por que gastar tempo
aprendendo é o melhor investimento
https://www.napratica.org.
Com a
tecnologia automatizando muitos serviços e produtos, dedicar-se ao aprendizado
é o melhor investimento que cada um pode fazer. Entenda como grandes líderes
utilizam seu tempo para buscar conhecimento.
O que o
ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o fundador da Microsoft, Bill
Gates, e o investidor Warren Buffet têm em comum? Os três dedicam tempo diário
para estudar. Seja lendo trinta minutos por dia, seis horas por dia, ou um
livro por semana: eles reconhecem a importância de buscar conhecimento. E,
mesmo tendo das rotinas mais ocupadas, encontram tempo para aprender.
Não são só
eles, muitos líderes declaram ler com consistência – e até dedicam pelo menos
parte do seu sucesso a este hábito. De fato, pesquisas de várias partes do
mundo comprovam que a leitura melhora as habilidades sociais e os resultados
dos processos de aprendizado.
No entanto,
para o empreendedor Michael Simmons, ler e estudar é ainda mais valioso do que
parece, principalmente na era da tecnologia em que vivemos. Criador da Empact,
companhia que procura disseminar a cultura de empreendedorismo em comunidades
no mundo todo, ele considera que, atualmente, o conhecimento é o melhor
investimento que qualquer um pode fazer.
Leia mais:
Profissional do futuro: como estudar para ter sucesso na carreira
O
aprendizado sempre foi importante, mas, segundo ele, o capital intelectual –
soma da inteligência, habilidade e conhecimentos humanos – hoje, vale mais do
que o capital financeiro. Isso porque a tecnologia desvaloriza rapidamente bens
e serviços. Um exemplo claro é o dos smartphones, que englobam funcionalidades
que totalizariam cerca de $900 mil dólares nos anos 80.
Uma pesquisa
da consultoria estratégica McKinsey & Company mostrou que, até 2030, cerca
de 14% dos trabalhadores globais podem ter que trocar de ocupação em função da
automação. Outro estudo, da PricewaterhouseCoopers, é ainda menos otimista e
aponta que 30% das funções correm risco de serem automatizadas, até o mesmo
ano.
De acordo
com Michael, a falta de pessoas com as habilidades e conhecimentos necessários
está se tornando o principal problema do mercado. “Assim como o dinheiro, o
conhecimento serve, frequentemente, como meio de troca e armazenamento de
valor”, diz ele.
“Mas, ao
contrário do dinheiro, quando você usa o conhecimento ou o cede, você não o
perde. A transferência de conhecimento em qualquer lugar do mundo é gratuita e
instantânea.”
Ritual de
aprendizado
Se as
pessoas mais ocupadas do mundo conseguem manter hábitos de estudo diários, é
possível para todos. Michael sugere três etapas indispensáveis para criar um
ritual de aprendizado eficiente:
#1 Encontrar
tempo para ler, independentemente das circunstâncias diárias
#2 Criar
consistência na utilização do tempo para estudo, sem procrastinar ou se
distrair
#3 Aumentar
os resultados do processo de aprendizado utilizando técnicas que o facilitam e
aplicando o que entender
Leia mais:
Prática deliberada: como atingir a excelência em sua carreira
Como buscar
conhecimento efetivamente
Ler não é a
única forma de buscar conhecimento. Estudando a rotina de grandes líderes,
Michael percebeu que seus hábitos de aprendizado se dividiam em duas categorias
principais, além da leitura.
A reflexão é
uma delas. Michael conta que o CEO da AOL, Tim Armstrong, insistia que sua
equipe sênior utilizasse quatro horas da semana para reflexão e que o CEO do
LinkedIn, Jeff Weiner, programa duas
horas por dia para este fim. Os empresários bilionários Ray Dalio e Sara
Blakely também dedicam tempo para refletir sobre os acontecimentos.
Experimentar
é o terceiro modo eficaz de buscar conhecimento, para Michael. Ele exemplifica
esta prática contando que o Google permitia aos funcionários que 20% do tempo
de trabalho fosse utilizado para experimentação. O Facebook também encoraja e
até dedica uma maratona para testes – a hackathon.
“Assim como
temos doses recomendadas de vitaminas, passos por dia e minutos de exercícios
aeróbicos para manter a saúde física, precisamos ser rigorosos quanto à dose
mínima de aprendizado deliberado.”
Mesmo
pequenos passos dão resultado: 15 minutos de dedicação por dia, por exemplo,
somam mais de 100 horas em um ano. Por isso, para Michael, tempo e energia não
deveriam ser considerados empecilhos, mas, sim, desafios completamente superáveis.
Conhecimento
http://www.acts17-11.com/
A Bíblia não
diz que o conhecimento será "destruído"? Não está ele incompleto? Não
faz "inchar" ? E há também a tal Árvore do Conhecimento! Mas, não é
verdade que nos é dito para "olhar/buscar/pedir por ele e andar
nele"?
Primeiro,
vamos olhar para Conhecimento, Sabedoria e Entendimento como um único assunto.
POR QUANTO
TEMPO O CONHECIMENTO SERÁ ÚTIL?
1 Cor 13:8b-12 (Phi) Pois se há profecias, elas
serão cumpridas e aniquiladas, se há línguas, a necessidade para elas
desaparecerá, se há conhecimento será englobado pela verdade. Pois nosso
conhecimento é sempre incompleto e nossa profecia é sempre incompleta, e quando
a compleição vier, será o fim do incompleto. Quando eu era criança, eu falava e
sentia como uma criança. Agora que sou homem, acabei com as coisas de menino. Agora,
somos homens olhando para reflexos sem sentido em um espelho. Chegará a hora em
que veremos a realidade por inteiro e face a face! Agora, tudo o que sei é uma
pequena fração da verdade, mas chegará o tempo em que conhecerei tão
completamente como Deus me conhece!
ENQUANTO
ISSO...
O
conhecimento é necessário porque há problemas como resultado direto da Queda. O
conhecimento que é verdadeiro permite que os problemas sejam resolvidos e
evitados. Se um carro quebra, conhecimento mecânico é útil, de outra forma,
seria desnecessário. É a mesma coisa com todos os outros problemas da vida.
Deus nos dá conhecimento para nos ajudar a "consertar" pessoas com
problemas, proteger-nos das dificuldades da vida e permitir que o amor se
expresse através de boas obras.
O QUÊ
EXATAMENTE O CONHECIMENTO PERMITE QUE O AMOR FAÇA?
Prov.
3:19-20a (NIV) Através da sabedoria o Senhor deitou os fundamentos da terra,
através do entendimento, estabeleceu os céus no lugar; através de seu
conhecimento as profundezas foram divididas.
Prov. 24:3-4
(NIV) Através da sabedoria uma casa é construída, e pelo entendimento é
estabelecida; através do conhecimento, seus cômodos cheios com tesouros raros e
bonitos.
AMOR SEM
CONHECIMENTO?
A estória
contada por Sandy Gregory da mãe ignorante, mas amorosa: Ela alimenta seus
filhos com uma dieta baseada em carne, porque ela acredita que carne é o melhor
tipo de alimento. Um dia ela recebe conhecimentos importantes, depois de ler um
guia de nutrição, ela começa a comprar uma mistura de todos os tipos de comida
para seus filhos. Como resultado, seus filhos se tornam mais saudáveis.
Pergunta: Esta mãe amava mais seus filhos antes ou depois que ela recebeu esse
conhecimento? Hummm.... Da mesma forma! Contudo, até o conhecimento, seu amor
era infrutífero, até mesmo contra produtivo. Conhecimento que é verdadeiro
permite que o amor desabroche em bons frutos.
Rom 10:2
(NIV) Pois posso testificar que eles são zelosos por Deus, mas seu zelo não é
baseado no conhecimento.
Prov. 19:2
(NIV) Não é bom ter zelo sem conhecimento, nem ser apressado e perder o
caminho.
Oséas 4:6
(NIV) Meu povo é destruído por falta de conhecimento.
O
"TOLO" (Aqueles que são deliberadamente ignorantes e ativamente
evitam a verdade)
Prov.
1:28-33 (NIV) "Eles me chamarão, mas eu não os responderei; procurarão por
mim, mas não me acharão. Uma vez que odiaram o conhecimento e não escolheram o
temor do Senhor, uma vez que eles não aceitaram o meu conselho e ignoraram a
minha repreensão, comerão do fruto de seus caminho e serão cheios com o fruto
de seus esquemas. Pois o capricho dos tolos irá matá-los, e a complacência dos
loucos destrui-los; mas quem quer que me escutar viverá em segurança e estará
em paz, sem medo de dano."
Ef. 5:17
(NIV) Por isso, não sejais tolos, mas entendas qual é a vontade do Senhor.
Prov. 23:23
(NIV) Compre a verdade e não a venda; adquira sabedoria, disciplina, e
entendimento.
Prov. 9:6
(NIV) Deixe seus caminhos tolos e viverá; ande no caminho do entendimento.
Tiago 1:5 (NIV)
Se qualquer de vocês tiver falta de sabedoria, peça a Deus que dá generosamente
a todos sem achar falta, e será dado ao que pedir.
Prov. 8:11
(NIV) Pois a sabedoria é mais preciosa do que os rubis, e nada do que você
deseja pode se comparar a ela.
Prov. 19:8
(NIV) Aquele que adquire sabedoria ama a sua alma; aquele que abraça o
entendimento prospera.
Prov. 13:20
(NIV) Aquele que caminha com o sábio, se torna sábio, mas um companheiro de
tolos sofre dano.
Prov. 24:5-6
(NIV) Um homem sábio tem grande poder, e um homem de conhecimento aumenta a
força. Para travar guerra você precisa de guia, e para vitória de muitos
conselheiros.
CONHECIMENTO
A SER EVITADO
Gên. 2:17
(NIV) Mas vocês não devem comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois
quando comerdes, certamente morrereis.
1 Cor 14:20
(NIV) Irmãos, parem de pensar como crianças. Em relação ao mal sejam como
crianças, mas em seu pensar sejam como adultos.
Rom 16:19b
(NIV) Mas eu quero que sejam sábios sobre o que é bom e inocente sobre o que é
mal.
Rom 16:19b
(Phi) Eu quero vê-los como experts no bem e nem mesmo iniciantes do mal.
Mat. 10:16
(NIV) Estou enviando-os como ovelhas aos lobos. Por isso sejam espertos como as
serpentes e inocentes como as pombas.
NOSSO
PRÓPRIO ENTENDIMENTO
Fil. 4:7
(NEB) Então, a paz de Deus, que excede o nosso entendimento, guardará o nosso
coração e pensamentos, em Cristo Jesus.
Jó 36:26
(NIV) Quão grande é Deus, além de nosso entendimento! Prov. 3:5,7a (NIV) Confie
em Deus com todo o seu coração e não se estribe no seu próprio entendimento....
Não seja sábio a seus próprios olhos.
OS DOIS
TIPOS DE SABEDORIA: A DE CIMA E A DEBAIXO
Tiago
3:13-17 (Phi) Há alguém sábio e com entendimento entre vocês? Então deixem que
sua vida seja um exemplo brilhante da humildade que é nascida da sabedoria verdadeira.
Mas se seu coração for cheio de ciúme amargo e rivalidade, então não se gabe e
não negue a verdade. Você pode adquirir uma certa sabedoria, mas não vem de
cima - vem deste mundo, de sua própria natureza mais baixa, até mesmo do diabo.
Pois onde quer que você encontre ciúmes e rivalidades, você encontrará
desarmonia e todos os tipos de mal. A sabedoria que vem do alto é em primeiro
lugar, pura, amante da paz, gentil, fácil de se aproximar, cheia de pensamentos
misericordiosos e ações amáveis, direta, sem nenhum traço de hipocrisia.
1 Cor
1:18-31 (Phi) A mensagem da cruz é, eu sei, tolice para os que estão envolvidos
com este mundo que perece, mas para nós que estamos sendo salvos da morte, nada
menos do que o poder de Deus. Está escrito: "Eu destruirei a sabedoria do
sábio e a prudência do pudente rejeitarei. " Pois considere, o que tem o
filósofo, o escritor e o crítico deste mundo para mostrar por toda sua
sabedoria? Não fez Deus a sabedoria desse mundo parecer tolice? Pois foi depois
que este mundo em sua sabedoria falhou em conhecer a Deus, que sua sabedoria
escolheu salvar todos que acreditassem na mensagem simples do evangelho. Pois
os judeus pedem por sinais miraculosos e os gregos, uma panacéia intelectual,
mas tudo o que pregamos é o Cristo crucificado - uma pedra de tropeço para os
judeus e pura loucura para os gentios, porque a loucura de Deus é mais sábia do
que o homem. Mas, Deus escolheu o que o mundo chama de tolice para envergonhar
o sábio... para que nenhum homem se gabe na presença de Deus.... E isto nos faz
ver a verdade das escrituras: "Aquele que se gloria, que se glorie no
Senhor".
1 Cor
3:19-21 (Phi) Que ninguém fique sob a ilusão disto. Se qualquer homem entre
vocês pensar de si mesmo ser um dos mais espertos do mundo, que ele descarte
sua esperteza para que ele possa aprender a ser verdadeiramente sábio. Pois a
esperteza deste mundo é estupidez para Deus. Está escrito: (ele é) "Aquele
que pega o sábio em sua sabedoria", e novamente, "O Senhor conhece o
raciocínio do sábio, que eles são vãos." Que ninguém se gabe do homem.
CONHECIMENTO
SEM AMOR?
1 Cor 8:1b-2
(Phi) É fácil pensarmos que "conhecemos" problemas assim, mas devemos
lembrar que enquanto este "conhecimento" pode fazer um homem parecer
grande, é somente o amor que pode fazer com que ele cresça a sua estatura
completa. Pois se um homem acha que "sabe", ele pode muito bem ainda
ser bem ignorante sobre o que ele realmente deve saber.
1 Cor 8:1b
(NIV) O conhecimento incha, mas o amor constrói.
1 Cor 13:2
(NIV) Se eu tiver o dom de profecia e poder entender todos os mistérios e todo
o conhecimento... mas sem amor , eu não tenho nada.
A FONTE DO
CONHECIMENTO VERDADEIRO
Prov.
2:6,9-11 (NIV) Pois o Senhor dá sabedoria, e de sua boca vem conhecimento e
entendimento.... Então você entenderá o que é certo, e justo e correto - todo
bom caminho. Pois a sabedoria entrará em seu coração, e o conhecimento será
agradável a sua alma. A discrição protegerá você, e o entendimento lhe
guardará.
Mat. 11:25
(NIV) Naquele tempo Jesus disse, "Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da
terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e dos cultos, e as revelou
para as criancinhas."
Tiago 1:17 (NAS)
Toda boa coisa dada e cada dom perfeito vem de cima, descendo do Pai das luzes,
com quem não há variação ou sombra que passe.
O SEGREDO DE
DEUS, REVELADO PELO ESPÍRITO
1 Cor
2:6-10a (Phi) Nós, é claro, falamos sabedoria entre aqueles que são espiritualmente
maduros, mas não é o que é chamado de sabedoria neste mundo, nem por poderes,
que breve serão o que foram. A sabedoria da qual falamos é aquela sabedoria
misteriosa secreta de Deus, a qual ele planejou antes da criação para nossa
glória hoje.... Mas, como está escrito: "Nenhum olho viu, nenhum ouvido
escutou, nenhuma mente concebeu o que Deus preparou para aqueles que o amam.
" Por isso, Deus, através do Espírito, deixou-nos compartilhar o seu
segredo.
1 Cor 2:10a
(NIV) Mas Deus a revelou [sabedoria] a nós pelo seu Espírito.
Fil. 1:9-10
(Jer) Minha oração é que seu amor por cada um, possa aumentar mais e mais e
nunca deixar de melhorar seu conhecimento e aprofundar sua percepção para que
vocês possam sempre reconhecer o que é melhor. Isto os ajudará a se tornarem
puros e sem culpa e a prepará-los para o Dia de Cristo.
Col. 1:9,10
(NIV) Por esta razão, desde o dia em que ouvimos sobre vocês, nós não paramos
de orar por vocês e pedir a Deus para os encher com o conhecimento de sua
vontade através de toda a sabedoria e entendimento espiritual. E oramos isto
para que vocês possam viver uma vida valorosa para o Senhor e possam agradá-lo
de todas as formas: dando frutos em todas as boas obras, crescendo no
conhecimento de Deus.
SERÁ QUE
PODEREMOS SABER MAIS DO QUE O NECESSÁRIO?
2 Ped. 1:2-3
(Phi) Que você possa saber mais e mais da graça e paz, conforme seu
conhecimento de Deus e Jesus nosso Senhor se torne mais aprofundado. Ele, por
sua própria ação, nos deu tudo o que é necessário para viver verdadeiramente
uma boa vida, permitindo-nos conhecer aquele que nos chamou para ele, por sua
bondade gloriosa.
Romanos
15:14 (NIV) Eu mesmo estou convencido, meus irmãos, que vocês estão cheios de
bondade, completos de sabedoria e são competentes para instruir um ao outro.
Col. 1:28
(Phi) Então naturalmente, nós proclamamos Cristo! Nós avisamos a todos que
encontramos e ensinamos a todos que podemos, tudo o que sabemos sobre ele, para
que possamos trazer cada homem a sua maturidade completa em Cristo.
Fil. 3:16
(Phi) É importante que nos aprofundemos à luz da verdade, como já aprendemos.
Tiago 4:17b
(Phi) Se um homem sabe o que é certo e falha em fazer tal coisa, seu fracasso é
um grande pecado.
Conhecimento,
Entendimento, e Sabedoria
1 Cor 12:8
(NIV) Para um é dado pelo Espírito a mensagem de sabedoria, para outro, a
mensagem de conhecimento através do mesmo Espírito.
As
escrituras geralmente usam as palavras conhecimento, entendimento, e sabedoria
sem diferença de significado, mas, ocasionalmente, elas são mencionadas de
forma separada e distinta. Por isso, pode ser útil tentar definir as diferenças
de significado.
Conhecimento
está relacionado com os fatos. Entendimento com a habilidade de entender o
significado baseado nos fatos, e sabedoria com o que fazer depois. Uma vez que
Deus raramente dá os três dons para uma mesma pessoa, nós precisamos cooperar e
ajudar uns aos outros com nosso dom - nisto com em todas as áreas.
Aqueles que
têm conhecimento são capazes de lembrar, trazer a memória e ter acesso a
informação. Eles "sabem" as Escrituras. A palavra de Deus está
literalmente "neles". Eles são estudiosos. Contudo, é possível ter
conhecimento e faltar entendimento e sabedoria; ter os fatos, mas não ter a
menor idéia do significado e do que fazer depois.
Aqueles que
têm entendimento são capazes de tirar o significado da informação. Eles
"vêem através" dos fatos as dinâmicas do quê, como e porquê. Eles são
professores. Entendimento é uma lente que traz os fatos a um foco claro. O
entendimento produz as regras e os princípios.
Aqueles com
sabedoria sabem que princípios aplicar no momento certo. Entendimento sem
sabedoria pode parecer contraditório.
(Leia Prov.
26:4-5). Por exemplo: "A pressa é inimiga da perfeição " é um
princípio tão válido quanto "Aquele que consegue o trabalho, é o que
levanta mais cedo". Nós podemos ver a verdade de ambos. Mas qual deve ser
aplicado? Aqueles com sabedoria sabem qual o próximo passo. Eles fazem a coisa
certa. Em contraste, há muitos que têm um grande conhecimento e entendimento,
mas constantemente fazem a coisa errada. Sabedoria, neste caso, é o objetivo, e
o conhecimento e o entendimento só têm valor eterno conforme resultam em
sabedoria ou naquilo que acabamos fazendo.
Tiago 1:5
(NIV) Se qualquer de vocês têm falta de sabedoria, deve pedir a Deus, que dá a
todos generosamente, sem exceção, e será dada ao que pedir
Deus promete
sabedoria para aqueles que pedem. Conhecimento e entendimento podem estar além
de nós. Muito freqüentemente, quando oramos por sabedoria, Deus nos chama para
relacionamentos com cristãos que podem prover-nos com uma resposta, mas de quem
podemos não gostar. Deus nos dá generosamente, mas temos que nos submeter ao
Corpo de Cristo para recebê-la!
As
definições acima dão as palavras um "significado especial". Muito
freqüentemente, as palavras são usadas em português como sinônimos, e também
assim ocorre com as escrituras. Ao anexarmos um "significado
especial" às palavras, é esperado que as diferenças reais na função possam
ser esclarecidas. Se estas definições aumentam seu apetite pelas escrituras,
trazem todas as coisas a um foco melhor, ou lhe ajudam a fazer a coisa certa,
então estamos felizes. Se não, esqueça-as.
Em que escola Moisés estudou, já que
muitos dizem que ele era um arquiteto... Como eram as escolas na época de
Jesus?
http://www.abiblia.org
Moisés viveu
há 2 mil anos antes de Jesus. Algumas enciclopédias dizem que foi nesse período
que nasceram, naquela região, as escolas. Todavia o seu objetivo era preparar
os jovens para a administração pública e devia ser privilégio de poucos. É
claro que Moisés, como conta a história do seu nascimento, embora filho de
escravos judeus, cresceu na casa do faraó, depois que a filha do Faraó o
encontrou no rio (veja Êxodo 2,10). Por isso é muito provável que tenha tido
uma formação privilegiada , mas podemos ter certeza que não frequentou uma
escola, como a concebemos hoje. E se tivesse sido um arquiteto, coisa que a
Bíblia não confirma, não fez nenhum curso específico para isso, mas
simplesmente teria aprendido com a prática.
No antigo
Egito a escola que formava os escribas devia ser aquela mais importante. Os
sistemas de escritura eram muito mais complicados do que hoje e eram
necessárias pessoas muito espertas. Mas isso vale para todo o Oriente Antigo e
não só para o Egito. Pode ser que Moisés tenha frequentado uma dessas escolas,
mas não temos certeza.
Em Israel,
no início, a educação dependia completamente dos pais. Há exemplos
bibliográficos que deixam transparecer que possa ter existido escolas ligadas
aos templos. Samuel, por exemplo, é deixado pela mãe no templo. Existiam também
as escolas proféticas, formadas por discípulos que se reuniam a profetas
famosos, como Elias e Eliseu (veja 2Reis 2,1.3.5.15; 4,38). A existência de
discípulos é evidente em Isaías 8,16. Esses grupos foram os responsáveis em
transmitir os ditos proféticos, colocando-os, em muitos casos, em forma poética.
A prática
didática consistia sobretudo em repetir e aprender de cor regras de
comportamento e, em casos religiosos, leis da religião.
No tempo de
Cristo, sabemos da existência de algumas tentativas de instituir o estudo como uma
obrigação para as crianças (proposta do escriba fariseu Simão Ben Shetach, em
75 antes de Cristo). Devagarinho as sinagogas se transformaram em verdadeiras
escolas. Nelas era ensinada a Lei, a Torah. Outras matérias de estudo entravam
no programa somente se tinham relação direta com a observância da Lei, das
palavras da Bíblia. Os rótulos da Lei ficavam à disposição de todos, não só
para as funções de culto da Sinagoga, mas também para que as pessoas pudessem
se preparar para um estudo ulterior, principalmente para preparar-se para a
leitura e a explicação do texto (veja Atos dos Apóstolos 17,11). As escolas
daquela época se refletem ainda hoje nas academias ortodoxas que estudam o
Talmud (Yeshivot).
Jesus viveu
nesse contexto e frequentava esses locais onde se aprendia as Sagradas
Escrituras. Ele mesmo é chamado de Rabi, agindo como um mestre judeu. Reuniu a
sua volta um grupo de discípulos, que tinham a tarefa de aprender os seus ditos
e praticar os seus ensinamentos.



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