CAPÍTULO 2
A SALVAÇÃO
NA PÁSCOA JUDAICA
A
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s grandes
festas anuais do povo de Israel eram a Festa dos Pães Ázimos, a Festa das
Semanas, dos Tabernáculos (ou Cabanas) e a Festa da Páscoa. A Páscoa era
celebrada todos os anos na primavera em 14 de Nisã (originariamente Abib).
Nela, os israelitas relembram o modo milagroso pelo qual Deus operou a salvação
do seu povo, livrando-os da opressão, do sofrimento, da angústia e da
escravidão promovida pelos egípcios. Era a lembrança da fidelidade de Deus à
sua promessa, do seu amor libertador e do seu cuidado em favor do seu povo.
Neste capítulo, estudaremos os aspectos chaves e simbólicos da páscoa judaica e
o novo significado que ela assumiu com a morte e ressurreição de nosso Senhor
Jesus Cristo.
A escravidão do povo de Deus no Egito
começou depois da morte de José, filho de Jacó, e da morte do Faraó que
conhecia os motivos de o povo ter ido morar em Gósen. O novo Faraó, com medo de
que os israelitas tornassem-se uma grande nação e tentassem subjugar os
egípcios, obrigou-os a fazerem trabalhos forçados. Não se sabe ao certo quando
isso começou, mas, ao todo, os israelitas permaneceram 430 anos morando no
Egito até que finalmente tiveram permissão para peregrinar para a Terra
Prometida.
1. A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
Diante do clamor
do povo escravizado, a reação de Deus foi libertar seu povo e conduzi-lo a uma
nova terra, dando independência política, identidade nacional e liberdade para
servirem ao verdadeiro e único Deus. Em seu grandioso poder, o Senhor ouviu “o
gemido dos filhos de Israel, aos quais os egípcios escravizavam” (Êx 6.5) e
lembrou-se da sua aliança com eles. O clamor do povo diante do sofrimento da escravidão
chegou até Deus, e Ele enviou livramento a Israel. O Senhor libertou seu povo
dos dois sentidos da escravidão: (1) a escravidão humana diante de outro povo e
(2) a escravidão espiritual, que faz o ser humano adorar falsos deuses que
dominam e cegam o entendimento das pessoas. O povo israelita experimentou a
dominação, escravidão e humilhação por um período aproximado de 430 anos (Êx
12.40). Ser escravo no Antigo Oriente era ser dependente política, econômica e
socialmente de outro povo. A religião que o povo escravo professava era a
religião dos seus senhores; portanto, não existia uma dignidade nacional para o
povo que era escravo. Em Cristo Jesus, somos igualmente livres da escravidão de
servirmos falsos deuses e de associarmo-nos a ídolos e espíritos opressores das
trevas (1 Co 10.20).
O nome hebraico
para referir-se à Páscoa é Pesah, que pode significar pular, passar por cima,
saltar por cima ou também passar de largo, no sentido de poupar a vida, pois o
anjo destruidor passou de largo e poupou os primogênitos das casas onde fora
aplicado o sangue nas ombreiras e na verga das portas (Êx 12.7). Essa
determinação havia sido dada por Deus diante da teimosia de Faraó, para que o
povo de Israel não fosse atingido pela última praga lançada sobre o Egito, que
era a praga da morte dos primogênitos de homens e animais. Portanto, a
mortandade não sobreviria à casa dos israelitas onde um cordeiro fosse
sacrificado e seu sangue fosse aspergido nos locais indicados. Assim sendo,
trata-se do misericordioso cuidado de Deus em preservar os filhos de Israel
quando um poder destruidor “passou por cima” deles sem causar-lhes dano.
A morte dos
primogênitos e a Páscoa representam a vitória do Deus verdadeiro sobre todas as
divindades egípcias, algumas delas representadas nas pragas anteriores, pois
tinham semelhanças na sua feição com esses animais e agora estavam
religiosamente em desvantagem diante da soberania de Deus. Como os primogênitos
de todos os animais morreram, também morreram os primogênitos dos touros (o
deus touro egípcio chamava-se Ápis), que eram sagrados, e a morte dos
primogênitos dos touros também foi um duro golpe no deus Osíris (representado
pelo sol), o principal deus do panteão egípcio. O próprio Faraó era venerado
como filho de Rá (outro nome para o sol). Assim, a morte do primogênito do
próprio Faraó mostraria a impotência dos deuses egípcios, bem como a impotência
de Faraó.
Na véspera da
última praga sobre os egípcios, Deus mandou o povo preparar um cordeiro para
ser sacrificado em cada família (Êx 12.3-6). Quando o Senhor passasse para
ferir os primogênitos dos egípcios, o sangue sobre as portas seria o sinal de
que lá estaria algum israelita e ninguém morreria naquela casa (Êx 12.13). Essa
orientação protegeu os primogênitos israelitas da morte. Foi dessa forma que o
sangue do cordeiro pascal tornouse símbolo de proteção diante da morte.
Igualmente, o sangue de Jesus como o verdadeiro cordeiro protege-nos da morte
eterna, da maldição originada pelo pecado e da escravidão que o pecado gera na
vida humana (1 Jo 1.7).
Além de os
primogênitos dos israelitas não morrerem na noite deste sacrifício, a Páscoa
também significa o livramento da escravidão do Egito, pois, diante da mortandade,
o Faraó ordenou que o povo saísse do Egito, temendo maiores consequências. A
Páscoa tornou-se o primeiro dia do ano religioso dos hebreus e também o começo
de sua vida nacional. Ela ocorreu dia 14 do mês de Abibe (chamado de Nisã na
história posterior de Israel), que pode corresponder aos nossos meses de março
e abril.
A salvação dos
primogênitos de Israel através do sangue de um animal e a morte dos
primogênitos do Egito demonstra um paralelo do alcance da expiação de Cristo,
que “é ilimitada, mas é limitada àqueles que creem verdadeiramente”; que “Ele é
o salvador em potencial de todos os homens, mas efetivamente só dos crentes”.19
Além do cordeiro
da Páscoa de um ano, os elementos centrais dessa festa também eram o pão sem
fermento, chamado de pão asmo — que representava a saída rápida, pois não havia
tempo de deixar a massa crescer — e as ervas amargas que simbolizavam o tempo
de amargura, sofrimento, opressão e dor da escravidão durante os 430 anos. Essa
refeição deveria ser feita apressadamente, com as pessoas em pé, com
vestimentas e sandálias nos pés, prontas para saírem e com um bordão (cajado)
na mão, simbolizando a pressa com que saíram do Egito. Essa festa deveria ser
celebrada continuamente para relembrar que Deus os havia libertado do Egito.20
Mais tarde, a
festa passou a ser celebrada de maneira mais alegre e, na primeira noite do
Seder (ordem ou liturgia), a família israelita festejava a liberdade que Deus
dera ao povo. Trata-se de uma festa parecida com o Natal, com a diferença de
que o Seder tem uma longa e antiga liturgia acompanhada por vários rituais
simbólicos importantes.21
No final,
entoavam-se cânticos de alegria. O cântico final era alegre (Sl 136), uma
alegria que expressava gratidão a Deus pelos seus feitos. Assim, somos desafiados
a celebrar a nossa salvação em Cristo Jesus todos os dias com muita alegria,
com cânticos de louvor e gratidão, tal como os judeus celebravam durante a sua
páscoa. Jesus, na última Ceia com os discípulos, repartiu o pão e o vinho, o
cálice da nova aliança e, depois de ter realizado a Ceia, cantou um hino (Mt
26.30).
Com a Páscoa,
Deus dava início ao cumprimento da promessa da terra e da constituição de uma
nação feita a Abraão (Gn 12.3). Israel estava sendo liberto do domínio de um
povo e estava sendo levado em direção à sua própria terra para construir sua
identidade.
A Páscoa era o símbolo de que, agora, os
israelitas não eram mais escravos condenados a viverem sem uma terra. Dessa
vez, eles estavam sendo convocados por Deus a seguirem seu próprio caminho,
serem uma verdadeira nação e servirem seu Deus e não mais correrem riscos de
adorarem os deuses egípcios. De igual forma, a salvação em Cristo Jesus
conduziu o ser humano a uma nova identidade e conduz a Igreja em direção a uma
nova terra (a nova Jerusalém) onde veremos a plena glória de Deus. O Novo
Testamento afirma que, mediante a salvação de Jesus, ganhamos uma nova
identidade — a de sermos filhos de Deus (Gl 3.26; 1 Jo 3.2); temos uma nova
vida — pois não somos nós que vivemos, mas é Cristo que vive em nós (Gl 2.20),
e, igualmente, ganhamos a liberdade de servirmos ao verdadeiro Deus e
anunciarmos as suas virtudes ao mundo (1 Pe 2.9-10).
A Páscoa representa a verdadeira libertação
que uma nação pode experimentar: a liberdade espiritual para servir ao Criador
(Êx 12.1—13.16). O último juízo sobre o Egito e a provisão do sacrifício pascal
possibilitaram o livramento da escravidão e a peregrinação do povo para a Terra
Prometida. Os israelitas passavam oito dias comendo pães sem fermento
semelhantes ao matzá, isto é, fatias achatadas e crocantes de pães asmos
insossos. Tudo em memória da grande fuga do Egito, tão rápida que não houve
tempo para deixar o pão caseiro crescer (Êx 12.39-40). A Páscoa judaica aponta
e encontra seu propósito principal e seu fim (de finalidade e término) na vida,
na morte e na ressurreição de Cristo. Assim, tanto a Páscoa quanto a Ceia do
Senhor apontam para o mesmo simbolismo: o sacrifício de Cristo. Ambos apontam o
antes e o depois do maior evento da história: a obra de Cristo.
2. O CORDEIRO DA PÁSCOA
O cordeiro oferecido como sacrifício era
exigido em quatro circunstâncias no judaísmo: na comemoração da Páscoa (Êx
12.5; Lv 23.12); na oferta pelo pecado (Lv 4.32); em algumas cerimônias de
purificação (Lv 12.6; 14.10; Nm 6.12) e nos sacrifícios matutinos e
vespertinos. No judaísmo, o cordeiro era amplamente usado como sacrifício para
perdão de pecados; essa, porém, não era a única finalidade. A Bíblia
apresenta-nos ainda outras passagens em que o cordeiro era usado para outros fins,
como é o caso de Abel (Gn 4.3-5), que tirou das primícias do seu rebanho e
ofereceu ao Senhor como expressão de gratidão; Abraão (Gn 22.13), que ofereceu
o cordeiro como prova da sua fidelidade e obediência a Deus; e das mulheres
que, após o parto, deveriam levar ao sacerdote um cordeiro de um ano para sua
purificação (Lv 12.6). Na travessia dos israelitas no deserto em direção à
Canaã, o cordeiro passou a ser oferecido como símbolo de santificação e
purificação do povo duas vezes por dia (ao amanhecer e ao anoitecer). Esse
sacrifício era feito na entrada do Tabernáculo, onde Deus encontrava-se com o
povo (Êx 29.38-46). Era o meio de consagração do povo e do lugar onde eles
estavam para que a presença de Deus fosse manifesta no meio deles.
O
cordeiro Pascal não tinha muita relação com pecados em si. Sua relação era com
o livramento da escravidão, como visto acima. Mas é lógico que,
fundamentalmente, o anjo da morte passou de largo na casa dos israelitas porque
um sacrifício havia sido feito ali, e sacrifícios sempre apontavam para a
expiação pelo pecado. Portanto, subjetivamente, o cordeiro havia sido morto
porque havia pecado removido pela morte do animal naquela casa. Esse animal,
além de ter apenas um ano, não poderia ter qualquer defeito ou mancha e não
poderia ter tido nenhum osso quebrado.
O cordeiro da Páscoa deveria ser morto e
comido à noite em família. Se uma família fosse muito pequena, poderia
juntar-se à outra e, assim, estabelecer uma comunhão mais ampla. Portanto, essa
Páscoa é a que serve de base para a Páscoa cristã. Jesus é o Cordeiro que tira
o pecado da humanidade, o nosso meio de consagração a Deus e o meio pelo qual
Deus manifestou-se a nós. Por isso, Ele é o verdadeiro Cordeiro, o verdadeiro
Salvador, e é nEle que está a verdadeira remissão de pecados (Jo 1.29-30).
Jesus deu um novo significado à Páscoa,
demonstrando que agora o simbolismo recai sobre Ele e, secundariamente, sobre a
libertação dos israelitas do Egito.22 No lugar do cordeiro morto, Ele está vivo
e presente na celebração, simbolicamente demonstrado pelo pão que representa
seu corpo e pelo vinho que representa seu sangue. Esses elementos tem sentido
duplo: a morte de Cristo em seu corpo (1 Co 11.24) partido (ferido) e seu
sangue que verteu; mas também tem o simbolismo de sua presença atualizada
simbolicamente no pão e no vinho em união espiritual com Ele.
Apesar de sua tamanha grandeza, Deus
esvaziou-se e, na pessoa do seu filho, assumiu a forma humana; como cordeiro
imaculado, foi até à morte e morte de cruz (Fp 2.5-8). O verdadeiro cordeiro
ofereceu-se como sacrifício definitivo e perfeito para expiação dos pecados da
humanidade (Hb 9.12,26,28; 10.12). Na sua morte, a lei do sacrifício de
animais, sacrifício imperfeito, tornou-se obsoleta, pois o verdadeiro cordeiro
purificou e purifica a todos oferecendo perdão dos pecados mediante o
reconhecimento da natureza pecaminosa e das falhas humanas através da confissão
de pecados (Rm 10.9).
Comparativamente a Cristo, havia
algumas exigências que deveriam ser observadas quando se oferecia um cordeiro:
o cordeiro deveria ser completamente limpo, sem manchas e sem defeitos;
exigia-se um cordeiro imaculado, plenamente saudável (Lv 4.32; Nm 6.14); esse
simbolismo aponta para Jesus, o verdadeiro e perfeito Cordeiro pascal e o
sacrifício completo. Após a morte de Jesus, a Igreja Primitiva entendeu, a
partir de uma das ordenanças dEle (1 Co 11.23), que a Ceia do Senhor poderia
substituir a Páscoa. Isso não significa que abolimos a comemoração da Páscoa;
significa apenas que a morte de Cristo é rememorada também na Ceia do Senhor (1
Co 10.16-17).
O principal sentido da Ceia do Senhor é
alimentar e sustentar a comunhão com Cristo, sendo Ele o anfitrião,23
salientando que a comunhão com o corpo de Cristo dá-se na relação comunitária
com os irmãos que compõe esse corpo. Além disso, a Ceia aponta para a tensão
escatológica entre o “já agora” e o “ainda não”; portanto, aponta para trás,
para aquilo que Cristo fez; para o presente, naquilo que Ele nos torna; e para
frente, para aquilo que está por vir, o outro lado da vida para respirar o ar
do nosso lar eterno e ver a face daquEle que nos resgatou (1 Co 11.26). Dessa
forma, na Ceia do Senhor, está poderosamente compactado o evangelho e sua
proclamação (“anunciais”) e oferece, “até que Ele venha”, sustento na caminhada
entre o “já agora” e o “ainda não”.24
A
Páscoa cristã é o memorial de como Deus substituiu os sacrifícios temporários
pelo sacrifício definitivo. O cordeiro do Antigo Testamento era sombra do
verdadeiro cordeiro. Ao comemorarmos a Páscoa e a Ceia do Senhor, devemos
entender que Cristo é o fundamento e a essência da nossa salvação da condenação
da morte. Se não atentarmos para Cristo, nossa Páscoa torna-se vazia do
verdadeiro sentido. Somos chamados a celebrar com alegria e gratidão porque o
verdadeiro Cordeiro anulou nossa culpa de forma definitiva e purificou-nos,
tornando-nos dignos de achegarmo-nos à presença de Deus. Agora, somos
santificados, justificados e continuamente perdoados em Cristo (Rm 5.1-2).
Os paralelos bíblicos entre a Páscoa
judaica e a morte de Jesus são muitos; dentre eles, destacamos: Cristo foi o
Cordeiro pascal; sem a morte do animal sacrificado, não haveria remissão de
pecados; o tempo da morte de Jesus coincidiu com a morte dos cordeiros da festa
judaica; o sangue, como elemento central, era oferecido no altar da mesma forma
que Jesus ofereceu seu sangue no altar celestial; as famílias judaicas comiam o
cordeiro em volta da mesa na noite da Páscoa; assim, também, participamos da
comunhão da Ceia à mesa do Senhor com os elementos que representam o corpo e o
sangue do Cordeiro (1 Co 11.24-25) na comunhão dos santos. Mas há diferenças
básicas também: o sacrifício de Cristo foi eterno e perfeito, enquanto o
pascoal judaico era efêmero e temporal; e, gloriosamente, Cristo ressuscitou!
Além dessas semelhanças acima expostas,
vários outros eventos da Páscoa prefiguram o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo:25
a. Deus manifestou sua graça ao tirar os
israelitas do Egito por causa da aliança que fizera com Abraão. Assim também,
nossa salvação é uma obra da graça de Deus que nos vem através de Cristo (Ef
2.8-10).
b. O sangue aplicado à verga da porta
salvaria da morte o filho primogênito das famílias, apontando para a morte de
Cristo, o primogênito de Deus, que nos salva da sua ira contra o pecado. Assim,
o substituto primogênito de Deus ocupou o nosso lugar (1 Co 5.7).
c. O cordeiro tinha que ser perfeito
apontando para a perfeição de Cristo (Jo 8.46; Hb 4.15).
d. Criava-se uma identidade com o
cordeiro ao comer de sua carne, pois ele salvou-os da morte física. Assim, os
salvos são identificados com Cristo na comunhão à mesa da Ceia do Senhor (1 Co
11.24).
e. A fé foi um elemento fundamental
porque levou a obediência em sacrificar e comer o cordeiro (Hb 11.28); da mesma
forma, a salvação é obtida através da fé em obediência a Cristo (Rm 1.5;
16.26).
f.
Devia-se comer o cordeiro com os pães asmos, sem fermento. Na Bíblia, o
fermento muitas vezes simboliza o pecado e a corrupção; da mesma forma como
devemos manter-nos afastados dessas realidades. Semelhantemente, o povo de Deus
deve separar-se do mundo pecaminoso e dedicar-se exclusivamente a Deus.
O grande valor e abrangência da morte de
Cristo como Cordeiro de Deus foi celebrado por Pedro nesta magnífica passagem:
“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes
resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos
vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado
e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes
da fundação do mundo, mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de vós;
e por ele credes em Deus, que o ressuscitou dos mortos e lhe deu glória, para
que a vossa fé e esperança estivessem em Deus” (1 Pe 1.18-21).
Apontando para o futuro, o apóstolo
João profetizou quanto ao nosso estado eterno com Cristo: “E a cidade não
necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de
Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Ap 21.23).
3. O SANGUE DO CORDEIRO
A
primeira vez que a Bíblia fala de sacrifícios é no livro de Gênesis após a
Queda de Adão e Eva (Gn 3.21; 4.1-7). O sacrifício era uma forma de lidar com
os problemas criados pelo pecado, que destrói a paz que deveria existir entre
Deus e a humanidade. Os sacrifícios eram oferecidos para fazer expiação, ou
seja, os pecados eram perdoados e, mediante esse perdão, sua relação com Deus
era restabelecida. Um dos símbolos principais do sacrifício é o sangue do
animal que é sacrificado. O sangue era o principal elemento da expiação, pois
representava a vida. Era a vida do animal, “derramada” na morte, que
restabelecia a paz entre Deus e as pessoas (Lv 17.11).
O sangue cerimonial no Antigo
Testamento representava o oferecimento da vida entregue como rendição e
dedicação a Deus. Por isso, oferecer o sangue de um animal é elemento central
para o perdão de pecados. Quem pecasse deveria saber que seu destino seria a
morte, mas o animal ocuparia o seu lugar, e o sangue desse animal aspergido
seria o sinal visível de que seu pecado foi perdoado. Portanto, o substituto
seria um inocente animal, cuja figura aponta para Cristo como o sacrifício
inocente pela humanidade. A cruz oferece-nos um sinal do perdão dos pecados
quando olhamos para ela e lembramos de que, ali, o sangue de um inocente foi
vertido — o que nos serve de alento e libertação da culpa diante dos pecados
cometidos. Assim, somos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, e a sua
vida ressurreta é a garantia de que somos salvos e que, um dia, também
experimentaremos a ressurreição.
O cordeiro imolado e o seu sangue aspergido
ocupavam o lugar do ofertante pecador. A lógica era que a vida do animal
substituía simbolicamente a vida do pecador. Essa substituição era simbolizada
pela apresentação do sangue do animal no altar como resgate pela vida do
pecador. Outras vezes, era visto como o pagamento de uma dívida ou a oferta
pela culpa (cf. Lv 7.2). Assim, o sangue era visto como uma forma de purificar
tanto as pessoas quanto os lugares e objetos, possibilitando que o Deus
totalmente puro e santo se fizesse presente entre o povo. No Novo Testamento,
Jesus Cristo derramou seu sangue para purificar a raça humana e tornar nosso
corpo um lugar santo e legítimo de receber a presença de seu Espírito Santo (1
Co 3.16-18).
O sangue de Cristo expiou nossa culpa. No
hebraico, “expiação” significa, literalmente, “cobrir”. Inclui a ideia de
cobrir o pecado, como também o pecador (Lv 4.20; 5.18). Dessa forma, o pecado é
ocultado da vista de Deus, de modo que o pecador já não provoca a ira de
Deus.26 Sendo assim, como bem observa Pearlman, a necessidade da expiação é
consequência de dois fatos: a santidade de Deus e o pecado do ser humano. A
reação da santidade de Deus contra o pecado é conhecida como sua ira, que pode ser
evitada mediante a expiação.27 Ora, mas foi exatamente isso que Jesus realizou
na cruz! Os evangelhos ensinam que o Jesus inocente assumiu para si a culpa de
toda a humanidade e sofreu a punição que caberia ao ser humano. Ele padeceu e
morreu no lugar do pecador (sofrimento vicário). Por meio dEle, Deus
reconcilia-se com a humanidade, e a comunhão do ser humano com Deus é
restabelecida.28
A vida abundante de Deus (Jo 10.10) nos
é comunicada mediante o sangue de Cristo vertido na cruz. O sangue do verdadeiro
Cordeiro, Jesus, não nos livra apenas da morte eterna; Ele também nos dá acesso
à verdadeira vida. O sangue de Cristo restaurou a aliança com o Pai e, agora,
mediante esse sangue, já não somos pecadores distantes, quer gentios, ou
europeus, ou asiáticos, ou africanos, ou latino-americanos; já não somos
pobres, ou ricos, ou indígenas, ou brancos, ou negros; somos, antes de tudo,
chamados Filhos de Deus (1 Jo 3.1).
O livro de Hebreus afirma que Jesus
tornou-se o Sacerdote da sublime aliança, pois Ele recebeu um ministério ainda
mais excelente que o dos sacerdotes, assim como também a aliança da qual Ele é
o mediador; aliança muito superior à antiga, pois é fundamentada em promessas
excelsas (Hb 8.68).
No Novo Testamento, Jesus, ao celebrar a
Páscoa na última ceia, afirmou que seu sangue era o símbolo da nova aliança (Lc
22.14-20). Assim, Ele tornava-se o verdadeiro Cordeiro e, ao mesmo tempo, o
verdadeiro Sacerdote. Ele foi o sacrifício e o oficiante do sacrifício. Por
essa razão, o livro de Hebreus afirma que Ele é o mediador da nova aliança
mediante o seu sangue, que redime a humanidade efetiva e definitivamente (Hb
12.24). O sangue da nova aliança deu acesso direto ao trono da graça (Hb 4.16)
e também autoridade exclusiva a Jesus como o único e verdadeiro mediador entre
Deus e os homens (1 Tm 2.5), fazendo da Igreja um povo de verdadeiros
sacerdotes (1 Pe 2.9), com autoridade e legitimidade para partilhar da
intimidade com o Deus de toda a criação e anunciar as BoasNovas dessa aliança.
A Páscoa não celebra um rito judaico —
isso ficou para trás como sombra que apontava para Cristo (Cl 2.17) — mas
anuncia, sim, um dos maiores eventos da história humana, que é a ressurreição
de Cristo, a qual também atesta para o fato de que todos nós seremos
ressuscitados com Ele.
A Obra da Salvação 📗
📌SUBSÍDIO TEOLÓGICO
"O cordeiro da Páscoa no
Êxodo 12 deveria ser morto e comido na noite da Páscoa, e o seu sangue deveria
ser espargido nos umbrais das portas. O Senhor Jesus Cristo associou a Santa
Ceia à festa da Páscoa judaica (Mt 26.17-19). Dessa forma, a Páscoa está
tipificando que Cristo é a nossa Páscoa (1 Co 5.7).
O cordeiro a ser oferecido não
deveria ter manchas ou defeitos (Êx 12.5) e nenhum osso deveria estar quebrado
(Êx 12.45), o que nos mostra que nenhum osso de Cristo seria quebrado em sua
morte na cruz.
O conceito do Cordeiro de Deus
foi tão completamente desenvolvido em Isaías 53 que estava claro para os santos
do Antigo Testamento que Ele não era outro senão o Servo do Senhor. Parece que
Isaías 53 é o capítulo que contém mais referências cruzadas com o Novo
Testamento em toda a Bíblia Sagrada.
O Cordeiro de Deus no Novo
Testamento
No primeiro capítulo de seu
Evangelho, João registra como João Batista aponta para Jesus como o 'Cordeiro
de Deus que tira o pecado do mundo' (Jo 1.29,36). Pedro, em sua primeira
epístola, diz que Cristo foi o cordeiro conhecido antes da fundação do mundo (1
Pe 1.19, 20). Portanto, o conceito do Antigo Testamento do cordeiro sacrificial
revela tipicamente e profeticamente o plano de Deus para oferecer Cristo como o
sacrifício propiciatório pelos pecados do homem" (Dicionário Bíblico Wycliffe.
1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 454).
A PÁSCOA
|
SEU SIGNIFICADO
|
Para os
egípcios.
|
Significava
o juízo divino sobre o Egito.
|
Para os
israelitas.
|
A saída
do Egito, a passagem para a liberdade.
|
Para os
cristãos.
|
É a passagem
da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo.
|
📌SUBSÍDIO
TEOLÓGICO
O sangue
"O sangue também desempenhou
um papel significativo nas práticas religiosas do Antigo Testamento. Vale a
pena observar que o sangue não representava nenhum elemento básico nos
sacrifícios, nem tinha alguma função especial ou significado nos rituais de
quaisquer outros povos do antigo Oriente Próximo ou do Mediterrâneo. O sistema
de sacrifícios da lei, baseado nos primitivos sacrifícios de animais do período
patriarcal, exigia a morte da vítima em nome do pecador e consistia na aspersão
do sangue ainda morno pelo sacerdote como prova de sua morte pela expiação dos
pecados (Lv 17.11,12). Nos sacrifícios, era exigida a morte da vítima para que
sua vida fosse oferecida a Deus como substituto da vida do pecador arrependido.
Dessa maneira, o pecador era limpo e a culpa era removida (Hb 9.22).
Esse cenário forma a base para a
presença do sangue de Cristo no Novo Testamento. O derramamento do sangue de
Jesus, na cruz, encerrou sua vida terrena, pois Ele, voluntariamente,
ofereceu-se para morrer em nosso lugar, como o Cordeiro de Deus que foi
assassinado para nos redimir (1 Pe 1.18-20); e a aspersão desse sangue trouxe o
perdão de todos os pecados dos homens
(Rm 3.25). Seguindo o padrão do Dia da Expiação dos judeus (Lv 16), Cristo
é o nosso sacrifício expiatório (Hb 9.11-14) e também a nossa oferta pelo
pecado (1 Pe 1.18,19). Assim como Moisés selou o pacto entre Deus e a antiga
nação de Israel, no Sinai, com a aspersão do sangue (Êx 24.8), também o novo
pacto de Jeremias (31.31-34) foi selado pelo sangue de Cristo (Hb 9.14). Ao
instituir a Ceia do Senhor, Jesus falou do cálice como 'o Novo Testamento [ou
aliança]' no seu próprio sangue (1 Co 11.25) (Dicionário Bíblico Wycliffe.
1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1758).
PÁSCOA - Comentário do Velho Testamento de Adam Clarke
ÊXODO
Capítulo
12
O mês Abibe é para ser considerado
como o início do ano, 1,2 A Páscoa instituída, o carneiro ou cabrito para ser
usado na ocasião de ser retirado do rebanho do décimo dia do mês, e de cada
família para fornecer um, 3,4. O cordeiro ou cabrito para ser um macho de um
ano, sem defeito, 5. Para ser morto no décimo quarto dia, 6, e do sangue para
ser aspergido sobre os umbrais e vergas das portas, 7 . A carne a ser preparado
pela torrefação, e não para ser comido ou cozida ou crua, 8,9; e nenhuma parte
dele ficar até pela manhã, 10 as pessoas a comer com seus lombos cingidos,
preparado para uma jornada 11. Porque chamado de Páscoa, 12. O sangue aspergido
nos umbrais, os de preservação do anjo destruidor, 13. O décimo quarto dia do
mês Abibe ser uma festa para sempre, 14. Pão ázimo para ser comido sete dias,
15.Este também deve ser observado em todas as suas gerações, para sempre,
17-20. Moisés instrui os anciãos de Israel como eles são para oferecer o
cordeiro e polvilhe o seu sangue, e para que finalidade, 21-23. Ele se liga a
instruir os filhos na natureza de este rito, 24-27. Os filhos de Israel agem
como ordenou, 28. Todos os primogênitos do Egito morto, 29,30. Faraó e os
egípcios dão vontade a Moisés, Arão, e os israelitas para partir, 31-33. Eles
se preparam para a partida, e obter ouro, prata e vestes dos egípcios, 34-36.
Eles viagem de Ramsés para Sucote, em número de 600 mil homens, além de
mulheres e crianças, e uma multidão mista, 37,38 Eles levam bolos ázimos da
massa trouxeram com eles para fora do Egito, 39. O tempo em que eles
permaneceram no Egito, 40-42. Ordenanças diferentes a respeito da PÁSCOA,
43-49; que são todos pontualmente observado pelo povo, que são trazidos para
fora do Egito no mesmo dia, 50,51.
Notas sobre o Capítulo 12
Versículo 2. Este mês será para vós o princípio dos meses------------
Supõe-se que DEUS agora
mudou do início do ano judaico. Do mês a que se refere este versículo, o mês
Abib, respostas a uma parte da nossa março e abril e que supõe-se que anteriormente
a este o ano começou com Tisri, que responde a uma parte do nosso setembro,
pois neste mês o judeus acha que DEUS criou o mundo, quando a terra apareceu de
uma vez com todos os seus frutos na perfeição. A partir desta circunstância os
judeus formaram uma dupla início do ano, o que deu origem a uma denominação
dupla do ano em si, a que mais tarde participou em todas as suas considerações:
o que começou com Tisri ou setembro foi chamado a sua ano civil; que começou
com Abib ou Março foi chamado de sagrado ou eclesiástico ano.
Como o Êxodo dos
israelitas formaram uma determinada época, o que é referido na computação dos
judeus até a construção do templo, eu ter marcado como tal na cronologia na
margem, e deve levá-lo até o tempo em que deixou de ser reconhecido.
Alguns homens muito
eminentementes aprendidas disputar esta, e especialmente Houbigant, que
contende com grande plausibilidade do argumento de que nenhum novo início do
ano é anotado neste lugar, para que o ano sempre começou neste mês, e que as
palavras de vem ser, que são inseridos por versões diferentes, não tem nada de
responder a eles em hebraico, que ele torna literalmente assim, mensis Hic est
vobis caput mensium; hic vobis primus est anni mensis. "Este mês é para
você o cabeça ou chefe dos meses, é para você o primeiro mês do ano." E
ele observa mais que DEUS só marca-o assim, como é evidente a partir do
contexto, para mostrar às pessoas que neste mês, que foi o início de seu ano,
deve ser assim designado como apontar a sua posteridade em que mês e em que dia
do mês estavam para celebrar a páscoa e o jejum de pão sem fermento. As
palavras são estas: "Superest Ergo, et Hebr ipso ex contextualizar
efficitur, não hic novi ano ordinis constitui, sed eum anni mensem, qui esset
primus, ideo commemorari, ut posteris constaret, quo Mense, et quo die mensis
paseha et azyma celebranda essenc".
Versículo 3 . No dia dez deste
mês-------------------------------------------
Em tempos depois eles
começaram a sua preparação no décimo terceiro dia ou dias antes da Páscoa, o
que não foi celebrada até o décimo quarto dia, ver Êxodo 12:6, mas nesta
ocasião, como este foi a sua primeira páscoa, eles provavelmente necessário
mais tempo para ficar pronto, como um estado de confusão muito grande deve ter
prevalecido neste momento. Observações Ainsworth que neste dia os israelitas
fizeram depois passar por Jordão para a terra de Canaã, Josué 4:19. E CRISTO, o
nosso Cordeiro Pascal, neste dia entrou em Jerusalém, montado em um jumento, as
pessoas que carregam ramos de palmeira, e chorando, Hosana, João 12:1,12, 13
cumprida.
Um cordeiro
A palavra originalשה seh significa o jovem de ovelhas e de cabras,
e pode ser traduzido indiferentemente ou cordeiro ou cabrito. Ver Êxodo 12:5.
Um cordeiro para uma casa
---------------------------------------------------
toda O anfitrião de
Israel foi dividido em doze tribos, essas tribos em famílias, as famílias em
casas, e as casas para pessoas particulares; Nm 1, Josué 7:14. -Ainsworth.
Versículo 4 . Se a família for pequena demais
----------------------------
Isto é, se há pessoas
suficientes nem em uma família para comer um cordeiro inteiro, em seguida, duas
famílias devem se unir. Os rabinos permitem que deve haver pelo menos 10
pessoas para um cordeiro pascal, e não mais de 20.
Tome-lo, de acordo com o
número das almas---------------------------
das pessoas que estavam a
comer do que eram para ser o primeiro apurado, e então o cordeiro deveria ser
morto e notório para esse número.
Versículo 5 . sem defeito
--------------------------------------------------------
Tendo nenhuma imperfeição
natural, sem doença, sem deficiência ou redundância de peças. Sobre este ponto
os rabinos têm brincado mais notoriamente, contando 50 defeitos que tornam um
cordeiro ou cabrito, ou qualquer outro animal, impróprios para ser sacrificado:
cinco na orelha, três na pálpebra, oito no olho, três no nariz, seis na boca,
Um macho de um ano,
Isto é, qualquer idade,
no primeiro ano, entre oito dias e 12 meses.
Das ovelhas ou das
cabras-----------------------------------------------------
O שה seh significa tanto,
e tanto foi igualmente adequado, se sem mácula. Os hebreus no entanto, em
geral, preferia o cordeiro ainda o jovem.
Versículo 6 . Vós guardareis até ao décimo quarto dia =---------------
o cordeiro ou cabrito era
para ser retirado do rebanho no décimo dia, e manteve-se e alimentado por si só
até o décimo quarto dia, quando estava para ser sacrificado. Isso nunca foi
ordenado, nem praticado depois. O rabinos marcar quatro coisas que foram
exigidos no primeiro páscoa que nunca foram necessários depois: 1. A ingestão
do cordeiro em suas casas dispersas através de Gosen. 2.A tomar o cordeiro no
décimo dia. 3. O impressionante de seu sangue nos umbrais e vergas de suas
casas. E, 4. Sua comer com pressa. Estas coisas não eram necessárias das
gerações seguintes.
A toda montagem deve
matá-lo ---------------------------------------------
Qualquer pessoa pode
matá-lo, não o ato de sacrifício, neste caso, ser confinado para os sacerdotes.
À noite
-------------------------------------------------------------------------------
בין הערבים Beyn
haarbayim, "entre as duas noites." Os judeus dividiram o dia em manhã
e noite: até o sol passou o meridiano tudo era manhã ou antes do meio-dia,
depois disso, tudo era tarde ou noite. Sua primeira noite começou logo após
doze horas, e continuou até pôr do sol, a sua segunda noite começou com sol e
continuou até noite, ou seja, durante todo o tempo do crepúsculo, entre doze
horas, portanto, e rescisão do crepúsculo, A Páscoa era para ser oferecido.
"O dia entre os
judeus tiveram 12 horas, João 11:9. Sua primeira hora foi de cerca de seis
horas da manhã com a gente. Seu sexta hora era o nosso meio-dia. Sua nona hora
respondeu à nossa horas três da tarde . Com isso, podemos entender que o tempo
em que CRISTO foi crucificado começou na terceira hora, isto é, às nove horas
da manhã, o tempo comum para a diária sacrifício da manhã, e terminou na nona
hora, que é , três horas da tarde, a hora do sacrifício da tarde,Marcos
15:25,33, 34,37. Portanto sua nona hora era a hora da oração, quando eles
usaram para entrar no templo, o sacrifício diário noite, Atos 3:1, e este foi o
tempo comum para a Páscoa É digno de nota que DEUS não define em particular.
Horas para a matança da Páscoa: a qualquer momento entre as duas noites, ou
seja, entre doze horas no dia e ao término do crepúsculo, era lícito o
sacrifício diário (ver. Êxodo 29:38,39) foi morto na última meia oitava hora,
ou seja, meia hora antes três no da tarde, e foi oferecido ao meia passado da
hora nona, ou seja, meia hora APÓS três Na noite da Páscoa, foi morto em, meia
hora sétima, e oferecido a meia oitava, ou seja, meia hora antes três: e se o
noite da Páscoa caiu na noite do sábado, foi morto no último meio a SEXTA
horas, e oferecido ameia após o sétimo, isto é, meia hora antes duas da tarde.
A razão disso foi, eles foram primeiro foi obrigado a matar o sacrifício
diário, e depois de matar e assar o cordeiro pascal, e também para descansar à noite,
antes da páscoa. agradavelmente a este Maimônides diz que "o assassinato
da páscoa é depois de meio-dia, e se eles matá-lo antes que não é lícito, e
eles não matá-lo até depois do sacrifício da tarde diariamente, e queima de
incenso e depois de terem cortado as lâmpadas começam a matar os cordeiros
pascais até o final do dia ". Por esta altura do dia em que DEUS já dantes
os sofrimentos de CRISTO na noite de vezes ou nos últimos dias, Hebreus
1:2; 1 Pedro 1:19,20, e quase ao mesmo
tempo do dia, quando o cordeiro pascal ordinariamente morreu, ele morreu
também, a saber, no. nona hora; Mateus 27:46-50 ". Veja Ainsworth.
Versículo 7 . Tire do sangue, e pô-lo em ambas as ombreiras
Este era para ser feito
por meio de imersão um molho de hissopo no sangue e, assim, polvilhando-a sobre
os batente, ver Êxodo 12:22. Que este aspersão do sangue do cordeiro pascal era
um emblema do sacrifício e expiação pela morte de JESUS CRISTO, é mais
claramente a entender nos escritos sagrados, 1 Pedro 1:2; Hebreus 9:13,14; 8:10.
É notável que o sangue não era para ser aspergido sobre o limite, para ensinar,
como o Sr. Ainsworth observa corretamente, um respeito reverente para o sangue
de CRISTO, que os homens não devem pisar aos pés o Filho de DEUS, nem contar o
sangue de o pacto com que foram santificados uma coisa profana; Hebreus 10:29.
Versículo 8 . Eles comerão a carne assada no fogo----------------------
Como era costume comum
dos judeus a ferver a carne, alguns pensam que o comando dado aqui foi em
oposição ao costume dos egípcios, que comiam cru carne em honra de Osíris. Os
Etiopes são a este dia marcante para comer carne crua, como é o caso da maioria
das nações selvagens.
Pão
ázimo---------------------------------------------------------------------------
מצות matstsoth, deמצה
matsah, para apertar ou comprimir, porque o pão preparado sem fermento ou
levedura foi geralmente comprimido, triste ou pesado, como termo-lo. A palavra
aqui significa propriamente ázimos bolos, a palavra de fermento em hebraico éחמץ
chamets, que simplesmente significa para fermentar. Supõe-se que o fermento era
proibido em ocasiões esta e outras que o pão é menos agradável ao paladar, pode
ser emblemática de seu cativeiro e amarga servidão, como este parece ter sido
um desenho das amargas ervas que foram ordenados a ser usado nesta ocasião, mas
isso certamente não foi o único projeto da proibição: o fermento em si é uma
espécie de corrupção, sendo produzido por fermentação, que em tais casos, tende
a putrefação . Neste muito leve São Paulo considera o assunto neste lugar,
portanto, em alusão à Páscoa, como um tipo de CRISTO, ele diz: Lançai fora,
portanto, do velho fermento para CRISTO , nossa páscoa, foi sacrificado por
nós: portanto, vamos manter o festa, não com fermento velho, nem com o fermento
da malícia e perversidade, mas com o fermento de pão da sinceridade e da
verdade; 1 Coríntios 5:6-8.
Ervas
amargas---------------------------------------------------------------------
Que tipo de ervas ou
salada se destina, pela palavra מררים merorim, que literalmente significa
amargo, não é bem conhecido. Os judeus pensar chicória, alface brava, marroio,
e semelhantes são destinados. O que quer que pode ser implícito sob o termo, se
ervas amargas ou ingredientes amargos em geral, ele foi projetado para
colocá-los em mente de sua servidão amarga e severa na terra do Egito, de que
DEUS estava prestes a entregá-los.
Versículo 9 . Com a
fressura---------------------------------------------------
Todos os intestinos, pois
estes foram abusados pelos pagãos para fins de adivinhação, e quando assado
na forma aqui dirigido eles não poderiam ser usados dessa forma. O comando
também implica que o cordeiro devia ser assado inteiro, nem a cabeça ou as pernas
estavam a ser separados, nem o intestino removido. Suponho que estes últimos
apenas incluiu o coração, pulmões, fígado, rins.
O versículo 10 . Vós não
deixe que nada do que permanecer até a
manhã-------------------------------------------------------------------------------
apenas para evitar a
putrefação, pois não foi conhecer que uma coisa oferecida a DEUS deve ser
submetido a corrupção, que em tais países quentes deve rapidamente se submeter.
Assim, o corpo de nosso bendito Senhor não viu a corrupção , Salmos 16:10; Atos 2:27, porque, como o cordeiro pascal,
foi um sacrifício oferecido a DEUS.
Parece que a partir da
páscoa judaica os pagãos emprestado seu sacrifício denominado Propter vitam
(considerado vida). Era seu costume anteriormente à sua realização de uma
viagem, para oferecer um sacrifício a seus deuses, e de comer a todo se
possível, mas se alguma parte foi deixado eles queimaram a fogo, e este foi
chamado propter vitiam, porque foi feito para adquirir uma viagem próspera. Foi
em referência a isso que Cato disse ter se reuniram uma pessoa chamada Q.
Albidius, que, depois de ter comido todos os seus bens, atearam fogo em sua
casa, sua única propriedade remanescente. "Ele ofereceu seu sacrifício
proptevitiam", diz Cato," porque ele queimou o que não podia comer.
" Esta conta é dada por Macróbio, Saturn, lib. ii., 2, edição. Bipont.,
Vol. 1., P. 333, e é um exemplo notável de perto como algumas das práticas
religiosas do povo de DEUS tem sido copiado por nações pagãs.
Versículo 11 . E, assim, pois o comereis; com vossos lombos
cingidos----------------------------------------------------------------------------
Como nos países de Leste
que vestir longo soltas, sempre que eles viajam eles arregaçar as partes
dianteiras das suas vestes na cintura que eles usam em volta de suas entranhas.
Os vossos sapatos nos
pés------------------------------------------------------
Esta parece
particularmente mencionado porque não habitual. "Os orientais jogar fora
seus sapatos quando comem, porque seria problemático", diz Sir J. Chardin,
"para manter seus sapatos em seus pés, eles sentado de pernas cruzadas no
chão, e não tendo dificultar trimestres para seus sapatos, que são feitas como
chinelos, e como eles não usam mesas e cadeiras, como fazemos na Europa, mas
têm seus pisos cobertos com tapetes, eles jogam fora de seus sapatos quando
entrar em seus apartamentos, para que não o solo dessas belas peças de
mobiliário. " Pelo contrário os israelitas estavam a ter seus sapatos ,
porque agora prestes a começar sua jornada. Era costume entre os romanos a
deixar de lado seus sapatos quando eles foram para um banquete. Os servos a
tirá-las quando eles entraram na casa, e voltou-os quando eles partiram para as
suas habitações próprias.
Seu bordão na
mão--------------------------------------------------------------
O mesmo escritor observa
que o povo oriental universalmente fazer uso de uma equipe quando viajam a pé.
Comereis
apressadamente-----------------------------------------------------
Porque eram de repente a
tomar a sua partida: o anjo da destruição estava à mão, seus inimigos estavam
vindo contra eles, e eles não tiveram um momento a perder.
Ele é a páscoa do Senhor.
------------------------------------------------------
Isto é, Jeová está agora
prestes a passar sobre a terra, e as casas apenas quando o sangue é aspergido
deve ser seguro desde o golpe de morte. A palavra hebraicaפסח pesach, que muito apropriadamente traduzir
Páscoa, e que deve sempre ser pronunciado como duas palavras, tem o seu nome do
anjo de DEUS, passando por ou sobre as casas dos israelitas, nos postes e
vergas de que o sangue de o cordeiro foi aspergido, enquanto ele parou nas
casas dos egípcios para matar seu primogênito.
Versículo 12 . contra todos os deuses do Egito,--------------------------
como animais de
diferentes foram sagrado entre os egípcios, a morte do primogênito de todos os
animais pode ser chamado de execução de julgamento sobre os deuses do Egito.
Como isso, porém, não parece muito clara e satisfatória, alguns imaginar que a
palavraאלהי elohey deve ser traduzido príncipes, que é a prestação em nossa
margem , pois, como estes príncipes, que eram os governantes do reino sob
Faraó, foram igualmente hostil à Hebreus com o próprio Faraó, pois esses
julgamentos caiu igualmente pesado sobre eles também. Mas podemos perguntar:
Será que esses julgamentos não são suportados equitativamente por todas as
famílias do Egito, embora multidões deles não teve parte em particular, quer no
conselho mal contra os israelitas ou em sua opressão?Por que, então, distinguir
aqueles em calamidades em que todos igualmente compartilhados? Nenhuma destas
interpretações, portanto, parecem satisfatórias. Houbigant, por uma emenda
muito simples e natural, tem, ele pensa, restaurada toda a passagem para o sentido
e a razão. Ele supõe que elohey, deuses, é um erro paraאהלי ahley, barracas ou
habitações, o que ה he e o ל lamed ser apenas trocados. Isso certamente dá uma
sensação muito consistente, e aponta a universalidade da desolação em que todo
o contexto se refere continuamente. Ele, portanto, que o texto deve ser lido
assim: E em todas as tendas (ou habitações) do Egito farei juízos; pelo qual as
palavras do Senhor que não significava uma habitação em toda a terra do Egito
deve ser isentos do julgamento aqui ameaçada. É, mas a justiça de dizer que no
entanto provável essa crítica pode parecer, ela não é suportada por nenhuma das
versões antigas, nem por qualquer dos MSS, coligidos por Kennicott e De Rossi.
O lugar paralelo também, Números 33:4, é bastante contra a interpretação do
Houbigant: Para os egípcios enterrado todos os seus primogênitos, que o Senhor
havia ferido entre eles: os seus deuses também {ובאלהיהם ubeloheyhem } o Senhor
executado juízos. Mas Houbigant altera a palavra neste lugar, da mesma forma
como ele faz isso em Êxodo. Não parece também ser uma alusão a este julgamento
anterior em Isaías 19:1: Eis que o Senhor, virão ao Egito, e os ídolos { אלילי
eliley } do Egito será movido em sua presença. E em Jeremias 43:13: As casas
dos deuses { בתי אלהי bottey elohey } do Egito queimará com fogo. Os rabinos
dizem que "quando Israel saiu do Egito, o santo DEUS abençoou jogou todas
as imagens de suas abominações, e eles foram quebrados em pedaços."Quando
uma nação foi conquistada, foi sempre suposto que seus deuses ou tinham
abandonado ou foram superadas. Assim, o Egito estava em ruínas, e os seus
deuses confundidos e destruídos por Jeová. Veja Clarke em Êxodo 11:7.
O versículo 13 . O sangue vos será por sinal ------------------------------
Será o sinal para o anjo
destruidor, que a casa em que ele vê o sangue aspergido está sob a proteção de
DEUS e que nenhuma pessoa em que é de ser ferido. Veja Clarke em Êxodo 12:11.
Versículo14 . Um
memorial´´-------------------------------------------------------------´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´
Para manter-se uma
recordação da gravidade e de bondade, de justiça e de misericórdia, de DEUS Vós
manterá uma festa será anualmente observadas e deve ser comemorado com alegria
religiosa solene, nas vossas gerações - Enquanto vocês continuam a ser um povo
distinto, um decreto, um compromisso divino, uma instituição do próprio DEUS,
não ser alterada nem postas de lado por qualquer autoridade humana.
Para
sempre------------------------------------------------------------------------
חקת עולם chukkath olam,
por estatuto perpétuo ou sem fim, porque representante do Cordeiro de DEUS que
tira o pecado do mundo, cuja mediação, em conseqüência de seu sacrifício,
durará enquanto o próprio tempo dura, e para cujos méritos e eficácia do
salvação da alma deve ser imputável ao longo eternidade. Este, portanto, é um
estatuto de direito que não pode ter fim, nem neste mundo nem no mundo
vindouro. É notável que, apesar de os judeus deixaram de todo o seu sistema de
sacrifícios, de modo que os sacrifícios já não são oferecidos por eles em
qualquer parte do mundo, ainda que todos eles, em todas as suas gerações, e em
todos os países, manter a lembrança da páscoa, e observar a festa dos pães
ázimos. Mas nenhum cordeiro é sacrificado. Seus sacrifícios foram todos
totalmente cessaram, desde a destruição de Jerusalém pelos romanos. Mesmo a
carne que é usado nesta ocasião é parcialmente torrado e parcialmente cozidos,
que não pode sequer lembram o sacrifício primitivo, por considerarem ilegal a
sacrificar fora de Jerusalém. A verdade é que o verdadeiro Cordeiro de DEUS que
tira o pecado do mundo foi oferecido, e eles não têm poder de restaurar o tipo
antigo. Veja Clarke em Êxodo 12:27.
O versículo 15 . Sete dias comereis pães ázimos-------------------------
Esta tem sido considerada
como uma lei distinta, e não essencialmente ligada com a páscoa. A Páscoa era
para ser observado no décimo quarto dia do primeiro mês, a festa dos pães
ázimos começou no décimo quinto e durou sete dias, o de primeiro e último que
eram santas convocações.
Essa alma será
extirpada-------------------------------------------------------
Há 36 lugares em que esta
excisão ou corte é ameaçada contra os judeus para a negligência de algum dever
particular, e que está implícito na própria coisa não é bem conhecida. Alguns
pensam que significa uma morte violenta, uma morte prematura, e alguns a morte
de um eterno. É muito provável que ele não significa mais do que uma separação
dos direitos e privilégios de um israelita, de modo que após este excisão a
pessoa era considerada como uma mera estranho, que não tinha nem muito, nem
parte de Israel, nem qualquer direito às bênçãos da aliança. Este é
provavelmente o que São Paulo quer dizer, Romanos 9:3 . Mas, naturalmente,
supor que essa punição não foi imposta, mas sobre aqueles que mostraram uma
acentuada e obstinado desprezo pela autoridade divina. Este castigo parece ter
sido quase o mesmo com a excomunhão entre os cristãos, e desde essa noção geral
do corte fora, a excomunhão cristã parece ter sido emprestado.
Versículo 16 . No primeiro dia e no sétimo dia haverá uma santa
convocação--------------------------------------------------------------------------
Este é o primeiro lugar
onde nos encontramos com a conta de um conjunto coletados para o mero propósito
de culto religioso. Tais assembléias são chamadas santas convocações, que é uma
denominação muito apropriado para uma assembléia religiosa, eles foram chamados
em conjunto pela ordem expressa de DEUS, e estavam a ser empregada em uma obra
de santidade. מקרא mikra, convocação, é uma palavra de significado semelhante
com o grego εκκλησια, que comumente traduzir Igreja, e que significa
propriamente uma assembléia convocada pela chamada pública.
Versículo 17 . no mesmo
dia---------------------------------------------------
בעצם beetsem, no corpo
deste dia, ou na força deste dia, provavelmente eles começaram a sua marcha
sobre a madrugada, chamado aqui o corpo ou a força do dia, e em Deuteronômio
16:1, de noite, pouco antes de o sol nascer.
Versículo 19 . nenhum fermento nas vossas casas----------------------
Para atender a letra
deste preceito o mais completa possível, os judeus, na véspera do festival, o
instituto de pesquisa mais rigorosa através de cada parte de suas casas, não
apenas remover todo o pão levedado, mas varrendo toda a parte limpa, que não
migalha de pão deve ser deixado que tinha qualquer fermento nele.E assim eles
foram estrito no cumprimento da carta de esta lei, que se mesmo um rato foi
visto a correr pelo chão com uma migalha de pão em sua boca, que é considerado
a casa inteira como poluído, e começou de novo a sua purificação.Nós já vimos
que o fermento era um símbolo do pecado, porque procedemos da corrupção e do
despojamento deste implicou a se voltar para DEUS com simplicidade e
sinceridade de coração. Veja em Êxodo 12:8, e veja Clarke em Êxodo 12:27.
Versículo 21 . Mate a
páscoa.-------------------------------------------------
Isto é, o cordeiro, que
foi chamado de pascal ou páscoa cordeiro. O animal, que estava para ser
sacrificado, nesta ocasião, tem o nome da instituição em si: assim, a palavra
aliança é frequentemente colocada para o sacrifício oferecido em fazer a
aliança, a rocha era CRISTO, 1 Coríntios 10:4; pão e vinho o corpo e sangue de
CRISTO, Marcos 14:22,24. São Paulo copia a expressão; 1 Coríntios 5:7: CRISTO,
nossa páscoa (isto é, o nosso cordeiro pascal), foi sacrificado por nós.
Versículo 22 . Um grupo de hissopo
-----------------------------------------
A palavra originalאזוב ezob foi várias traduzido almíscar, alecrim,
polipódia da parede,hortelã, origanum, manjerona, e hissopo: a última parece
ser a mais adequada. Parkhurst diz que tem o nome de seu detergente e
qualidades de limpeza, de onde ela foi usada em aspersão do sangue do cordeiro
pascal, na limpeza da lepra, Levítico 14:4,6, 51,52; em compor a água da
purificação, Números 19:6, e aspergindo-o, Números 19:18. Era um tipo de
purificação virtude dos sofrimentos amargos de CRISTO. E é claro, a partir de
Salmos 51:7, que o salmista entendido seu significado. Entre botânicos hissopo
é descrito como "um gênero do gymnospermia (nu-semeado) ordem, pertencente
ao didynamia classe de plantas. Ele tem sub-arbustivas, baixo, talos espessas,
o crescimento de um pé e meio de altura, pequeno, lança forma, estar fechado,
folhas opostas, com vários pequenos crescentes da mesma articulação; e todos os
talos e ramos terminados por erguer espigões espiral de flores de cores
diferentes, nas variedades da planta as folhas têm um cheiro aromático, e um
gosto quente picante. As folhas desta planta são particularmente recomendada em
asmas humorais e outros distúrbios da mama e pulmões, e extremamente promover a
expectoração. " Suas qualidades medicinais foram, provavelmente, a razão
pela qual esta planta foi tão particularmente recomendado nas Escrituras.
O versículo 26 . Que vos significam este serviço? ------------------------
A criação deste serviço
anualmente era uma disposição muito sábio para manter-se na lembrança este
livramento maravilhoso. Desde a mais remota antiguidade a instituição de festas,
jogos, manter a memória dos últimos grandes eventos. Por isso, DEUS instituiu o
sábado, para acompanhar a lembrança da criação, e a páscoa para manter a
lembrança da libertação do Egito. Todas as outras festas foram instituídas em
razões semelhantes. Os judeus nunca levou os filhos para o tabernáculo ou
templo, até que foram 12 anos de idade, nem sofreu os a comer a carne de uma
vítima até que tinha-se oferecido um sacrifício no templo, que eles não foram
autorizados a fazer antes que o décimo segundo ano de sua idade. Foi nessa
época que José e Maria levaram nosso Senhor abençoou o templo, provavelmente
pela primeira vez, para oferecer seu sacrifício. Veja Calmet.
O versículo 27 . Ele é o sacrifício da páscoa do Senhor-----------------
Nós já insinuou que o
cordeiro pascal era um tipo ilustre de CRISTO, e veremos que cada coisa nessa
conta é típico ou representativo. A escravidão e a aflição do povo de Israel
pode ser considerado como emblemas da dura escravidão e miséria na sequência de
um estado de pecaminosidade. Satanás reina sobre o corpo e a alma, trazendo
toda em sujeição à lei do pecado e da morte, enquanto vários temperamentos
maus, paixões, luxúria, e apetites irregulares, agem como algozes subordinados,
tornando a vida dos vassalos do pecado amargo, porque do rigor com que são
obrigados a servir. Leitor, é neste caso a tua? A misericórdia de DEUS projeta
a redenção do homem dessa escravidão e opressão cruel, e um sacrifício é
nomeado para a ocasião pelo próprio DEUS, a ser oferecido com ritos particulares
e significativas cerimônias, os quais representam a paixão e morte de nosso
abençoado Senhor, e a grande final para o qual ele se tornou um sacrifício,
viz, o resgate de um mundo perdido do poder, a culpa e poluição do pecado, o
aniversário ou comemoração anual da Páscoa foi rigorosa e religiosamente
guardados pelo Judeus no dia e hora do dia, em que a transação original teve
lugar, em todas as suas gerações. 2. Que em um desses aniversários, e, como
muitos supõem, no mesmo dia e hora em que o cordeiro pascal foi originalmente
oferecido, nosso abençoado Senhor expirou na cruz para a salvação do mundo.
3.Que, após a destruição de Jerusalém o cordeiro pascal deixado de ser
oferecidos pelos judeus em todo o mundo, embora continue a manter o aniversário
da páscoa, mas sem qualquer sacrifício, não obstante a sua arraigada antipatia,
inveterado contra o autor e graça de o Evangelho. 4. Que o sacramento da Ceia
do Senhor foi instituída para manter este verdadeiro sacrifício pascal, em
comemoração, e que esta foi religiosamente observado por todo o mundo Cristão
(uma classe muito pequeno de cristãos exceção), desde a fundação do
cristianismo até os dias atuais! 5. Que os judeus foram ordenados a comer o
cordeiro pascal, e nosso Senhor, em comemoração a páscoa, ordenou aos seus
discípulos, dizendo: Tomai e comei, este é o meu corpo, que é dado por vós ;
fazer isso em minha memória. No serviço de comunhão da Igreja da Inglaterra, o
espírito e projeto, tanto do tipo e antítipo são mais expressamente condensada
em um ponto de vista, o endereço para o comungante: "Tomai e comei isto em
memória de que CRISTO morreu por ti; e alimentar-nos dEle, em teu coração, pela
fé com gratidão Assim, DEUS continua o memorial de que a transação grande que
ele disse deve ser uma ordenança para sempre; evidentemente significando assim,
que o cordeiro pascal deve ser o significador até a paixão e morte de CRISTO, e
que depois pão e vinho tomado sacramentalmente, em comemoração de sua
crucificação, devem ser os representantes contínuas. desse sacrifício até o fim
do mundo Assim, a Páscoa em si, e em sua referência, é uma ordenança para
sempre, e assim as palavras do Senhor são literalmente cumprida leitor,
aprender com isso, uma que se não és resgatados da escravidão do pecado, tu deve
perecer para sempre 2 que nada menos do que o poder e a misericórdia de
DEUS.... pode definir-te livre. 3. Que DEUS te salve de outra maneira do que
por trazer-te da tua estado pecaminoso, e de tuas práticas perversas e
companheiros. 4. Que para a tua redenção era absolutamente necessário que o
Filho do DEUS deve ter a tua natureza sobre ele, e morrer em teu lugar. 5. que
a menos que o sangue deste sacrifício ser aspergido, em sua eficácia expiatório
e mérito, no teu coração e consciência, a culpa e do poder do teu pecado não
pode ser tirado. 6. que, assim como o sangue do cordeiro pascal deve ser
aspergido sobre cada casa, para a preservação de seus habitantes, por isso não
deve ser um pessoal aplicação do sangue da cruz para sua consciência, para tirar
os teus pecados. 7. Como não foi o suficiente para que a Páscoa foi instituída,
mas o sangue deve ser aspergido sobre as vergas e postos porta de cada casa
para fazer o rito eficaz para a salvação de cada indivíduo, por isso não é o
suficiente para que CRISTO deveria ter tomado natureza humana sobre ele, e
morreu para o pecado do mundo; pois nenhum homem que tem a oportunidade de
ouvir o Evangelho é salvo por que a morte, que não, pela fé, obter uma
aplicação pessoal dele para seu próprio coração 8. que aqueles que desejam para
uma aplicação do sangue expiatório, deve receber esta páscoa espiritual com uma
perfeita disponibilidade para se afastar da terra do seu cativeiro, e viajar
para o descanso que resta para o povo de DEUS; sendo impossível, não só a um bruto
pecador, continuando tal, para ser finalmente salvo, (no entanto, ele pode
presumir sobre a misericórdia de DEUS), mas também a um mundano homem para
chegar ao Reino de DEUS, pois CRISTO morreu para nos salvar do presente mundo
mau, segundo a vontade de DEUS . 9. Que a fim de comemorar corretamente, no
sacramento da Ceia do Senhor, a expiação grande feito para o pecado do mundo,
tudo o fermento da malícia, amargura e falta de sinceridade, deve ser
repudiada, como DEUS não terá nenhum homem para participar deste mistério que
não entrar plenamente em seu espírito e significado Veja. 1 Coríntios 5:7,8.
Versículo 29 . feriu todos os primogênitos---------------------------------
Se tomarmos o termo
primeiro-nascido em seu sentido literal só, seremos levados a concluir que, em
um grande número de casas dos egípcios não poderia ter havido nenhuma morte, já
que não é de todo provável que cada primeiro filho de cada família egípcia
ainda estava vivo, e que todo o primeiro-nascido de seu gado ainda permanecia.
E ainda se diz, Êxodo 12:30, que não havia uma casa onde não havia nem um
morto. A palavra, portanto, não deve ser tomado em seu sentido literal só. De
seu uso em uma grande variedade de lugares nas Escrituras, é evidente que isso
significa que o chefe, mais excelente, mais amada, mais distinto , o
primogênito de toda a criatura, Colossenses 1:15 , e do primogênito entre
muitos irmãos, Romanos 8:29, ou seja, ele é mais excelente do que todas as
criaturas, e maior do que todos os filhos dos homens. No mesmo sentido podemos
entender Apocalipse 1:5, onde CRISTO é chamado o primogênito dentre os mortos,
ou seja, o chefe de todos os que já visitaram o império da morte, e sobre os
quais a morte tenha tido qualquer poder, e do apenas um, que por sua própria
pode acelerou-se. No mesmo sentido, a sabedoria é representado como sendo
trazido antes de todas as criaturas , e sendo possuído pelo Senhor no início de
seus caminhos , Provérbios 8:22-30, isto é, a sabedoria de DEUS é
particularmente visível na produção, arranjo, governo e de cada parte da
criação. Efraim é chamado primogênito do Senhor, Jeremias 31:9. E o povo de
Israel muitas vezes são chamados pelo mesmo nome, veja Êxodo 4:22: Israel é meu
filho, meu primogênito, isto é, as pessoas em quem eu particularmente agrado, e
quem eu vou apoiar e defender especialmente. E porque o primeiro-nascido são,
em geral, particularmente querido para os seus pais, e porque entre os judeus
tinham privilégios especiais e peculiar, o que era mais caro, mais valioso e
mais precioso, era assim denominado. Miquéias 6:7: Devo dar o meu primogênito
pela minha transgressão, o fruto do meu corpo pelo pecado da minha alma ? Devo
dar o mais amado filho que eu tenho, o que é mais caro e mais necessário para
mim, a fim de fazer expiação por meus pecados! Nos mesmos moldes do profeta
Zacarias, falando da conversão dos judeus ao Evangelho de CRISTO, representa-os
como olhar para ele quem eles perfurado, e sendo como aquele que é amargamente
pelo primogênito, ou seja, eles devem sinto aflição e angústia como aqueles que
tinham perdido o seu mais amado filho. Assim, a Igreja triunfante no reino de
DEUS são chamados, Hebreus 12:23, a assembléia geral e igreja do primogênito,
ou seja, o mais nobre e excelente de todos os humanos não se criou os seres.
Então Homero, Il. iv., ver. 102: Αρνων πρωτογονων ρεξειν κλειτην ἑκατομβην·
"A hecatombe dos cordeiros todos os primogênitos do rebanho. " Isto
é, a mais excelente do seu tipo.
Em um contra senso,
quando a palavra primogênito se junta a outro, que significa qualquer tipo de
miséria ou desgraça, então significa a profundidade da miséria, a maior
desgraça. Assim, o primogênito dos pobres, Isaías 14:30, significa a mais
abjeta, desamparado, e empobrecida. O primogênito da morte, Jó 18:13, significa
o mais horrível. Espécie de morte Assim, no ameaçador contra o Faraó, Êxodo
11:5, onde ele informa que ele irá matar todos os primogênitos, desde o
primogênito de Faraó, que se assenta no trono, para o primeiro nascido da serva
que é atrás do moinho, ele leva nas condições mais altos e mais baixos da vida.
Como não havia estado no Egito superior ao trono, então não havia nada inferior
à da escrava que terreno da usina. O profeta Habacuque parece corrigir isso
como o sentido em que a palavra é usada aqui, para falar das pragas do Egito,
em geral, e da salvação que DEUS deu ao seu povo, diz ele, Habacuque 3:13:
foste para a frente salvação do teu povo, tua cabeça ferida (ראש rosh , o
chefe, o mais excelente) da casa do ímpio Faraó e os egípcios. E o autor do
livro de Sabedoria entendeu da mesma forma: O mestre e o servo foram punidos
após uma maneira, e , como que o rei, e sofreu o comum para as pessoas em um
momento a mais nobre descendência deles foi destruído, Sabedoria 18:11,12. E em
nenhum outro sentido que podemos entender a palavra em Salmos 89:27, onde,
entre as promessas de DEUS a Davi, encontramos o seguinte: Também eu o farei
meu primogênito, mais elevado do que os reis da terra, em que a passagem da
última cláusula explica o Davi, como rei, deve ser o primeiro nascido, de DEUS,
ou seja, ele deve ser maior do que os reis da terra potentado-o mais eminente
no universo. Neste sentido, portanto, devemos entender a passagem em questão, a
pessoa mais eminente, em cada família, no Egito, bem como aqueles que foram, literalmente,
o primeiro-nascido, sendo mortos nesta peste. Calmet e alguns outros críticos
afirmam especialmente para este sentido.
O versículo 30 . Houve um grande clamor ---------------------------------
Nenhum pessoas no
universo eram mais notável para os seus lutos que os egípcios, especialmente em
matéria de religião, eles chicoteado, batida, rasgou-se, e gritou em todo o
excesso de tristeza. Quando um parente morreu, as pessoas deixaram a casa,
correu para as ruas, e uivou da forma mais lamentável e frenético. Veja Diod.
Sicul, Lib. i., e Herodes., lib. ii., c. 85,86. E este último autor passando a
ser no Egito, em uma de suas solenidades, vi milhares de pessoas chicotadas e
batendo-se desta forma, lib. ii., c. 60, e ver o Sr. Bryant sobre as pragas do
Egito, onde muitos exemplos são dados, p. 162, angústia e aparecem quando não
havia uma casa ou família, no Egito, onde não havia um morto, e de acordo com
seu costume, toda a família correndo para as ruas lamentando essa calamidade!
Versículo 31 . chamar Moisés e Arão
----------------------------------------
Isto é, ele enviou a
mensagem aqui mencionado a eles, pois não parece que ele tinha qualquer
entrevista mais longe com Moisés e Arão, depois o que é mencionado Êxodo
10:28,29, e; 11:8. Veja Clarke em Êxodo 10:28; "Ex 10:29"; "Ex
11:08".
Versículo 33 . os
egípcios apertavam ao povo----------------------------
eles se sentiram muito,
eles temiam mais, e por isso queria começar imediatamente livrar de um povo em
cuja conta eles descobriram que foram feridos de tantas e tão terríveis pragas.
Versículo 34 . o povo tomou a massa, antes que fermentado, ------
Não havia tempo agora
para fazer qualquer preparação normal para a partida, tal era a pressa
universal e confusão. Os israelitas podiam carregar, mas pouco de utensílios da
sua casa com eles, mas alguns, como eles o pão amassado e manteve sua refeição,
eles foram obrigados a levar com eles. Os amassar calhas dos árabes são
comparativamente pequenas tigelas de madeira, que, depois de amassar o pão
dentro, servem como pratos a partir dos quais eles comem seus alimentos. E
quanto a estes atadas em suas roupas, não mais podem ser destinados a sua
envolvendo-os em suas longas vestes soltas, ou em que ainda é usado entre os
árabes, e chamou Hykes, que é uma espécie de cobertor longo, algo parecido com
uma manta altiplano, em que muitas vezes carregam a sua disposição, envolvem-se
durante o dia e dormir à noite. Dr. Shaw foi especial em sua descrição desse
guarda-roupa quase inteiro de um árabe. Ele diz que eles são de tamanhos
diferentes e de qualidades diferentes, mas em geral cerca de seis metros de
comprimento, e cinco ou seis metros de largura. Ele supõe que o que chamamos de
véu de Rute, Rute 3:15, foi um hyke, e que o mesmo deve ser entendida das
roupas dos israelitas mencionados neste verso. Veja suas viagens, p. 224,
edição 4to.
Versículo 35 . Eles emprestado dos egípcios
------------------------------
Ver Clarke em Êxodo 3:22.
onde o termo muito censurável emprestado é em grande parte explicado.
Versículo 37 . a Ramessés
a Sucote-----------------------------------------
Ramsés parece ter sido
outro nome para Gosen, porém é provável que pode ter sido uma cidade ou vila
chefe naquela terra, onde os filhos de Israel encontraram-se anteriormente a
sua saída, chamado Ramsés. Como o Sucote termo significa estandes ou barracas,
é provável que este lugar foi assim chamado por ser a lugar do primeiro
acampamento dos israelitas.
Seiscentos mil
---------------------------------------------------------------------
Isto é, houve esse número
de homens eficazes, vinte anos para cima, que eram capazes de ir para a guerra.
Mas este não foi o número inteiro e, portanto, o escritor sagrado diz que eles
eram cerca de 600 mil, pois quando os números foram levados cerca de 13 meses
após isso, eles foram encontrados para ser 603.550, sem contar aqueles sob 20
anos de idade, ou qualquer um da tribo de Levi, ver Números 1:45,46. Mas além
daqueles a pé, ou lacaios, não havia dúvida de muitos velhos e comparativamente
pessoas enfermas, que, montados em camelos, cavalos, jumentos ou, além do
imenso número de mulheres e crianças, que deve ter sido pelo 3 da outros; e a
multidão mista, Êxodo 12:38, provavelmente de refugiados no Egito, que veio
para peregrinar lá, por causa da carência que os obrigou a emigrar de seus
próprios países, e que agora, vendo que a mão do Senhor estava contra os
egípcios e com os israelitas, recorreram à consternação geral, e se despediram
do Egito, a escolha de DEUS de Israel para a sua porção, e seu povo por seus
companheiros. Essa empresa se movendo de uma vez, e emigrando de seu próprio
país, o mundo nunca antes nem depois testemunhou, sem dúvida para cima de dois
milhões de almas, além de seus rebanhos e manadas, mesmo muitíssimo gado, e
aquilo, mas a providência de DEUS mera poderia apoiar tal multidão, e no
deserto, também, onde até hoje as necessidades da vida não são para ser
encontrada? Suponha-se que levá-los a um cálculo aproximado deste modo, dois
milhões será encontrado um número muito pequeno.
Homens efetivos, 20 anos
de idade e para cima. 600, 000.
Dois terços dos quais
podemos supor que se casaram, caso em que suas esposas seria equivalente a 400
mil.
Estes, em média, pode ter
cinco crianças com menos de 20 anos de idade, de uma estimativa, que está
consideravelmente aquém do número de crianças de cada família deve ter em
média, a fim de produzir a partir de 75 pessoas, em AM 2298, acima de 600.000
homens eficazes em AM 2494, um período de apenas 196 anos, 2.000.000 Os
levitas, que, provavelmente, não foram incluídos entre os homens eficazes
45.000, 33.000 suas esposas os seus filhos.165.000 A multidão misturada
provavelmente não menos de 20.000 .
total 3.263.000
Além de uma multidão de
velhos e enfermos pessoas que seriam obrigados a andar em camelos e jumentos,
proporção que dão tal a quantidade jovem e saudável, a muitos milhares mais!
Excluir mesmo os levitas e suas famílias, e para cima de três milhões serão
deixados.
"Em Números 3:39, os
levitas do sexo masculino, com idades entre um mês e para cima, são contados
22.000, talvez as fêmeas não muito superior a esse número, digamos 23.000, e
500 crianças, de menos de um mês, vai fazer 45.500. "-Anon.
Moisés não tinha a mais
completa prova de sua missão divina, ele nunca poderia ter se colocou na cabeça
de tal multidão imensa de pessoas, que, sem mais especial e eficaz providência,
todos devem ter morrido por falta de alimento. Esta circunstância única, desvinculado
de todos os outros, é uma demonstração ampla da missão divina de Moisés, e da
autenticidade e inspiração divina do Pentateuco. Supor que um impostor, ou um
fingindo apenas a um chamado divino, poderia se aventuraram a colocar-se à
frente de um órgão imenso de pessoas, para levá-los através de um deserto sem
caminhos, totalmente desprovido de tal viagem, para uma terra ainda na posse de
várias nações poderosas que eles têm de expelir antes que eles poderiam possuir
o país, teria implicado a tal extremo de loucura e insensatez como nunca foi
testemunhado em um indivíduo, e tal credulidade um cego na multidão como é
incomparável nos anais da humanidade! Os eventos seguintes estupendas provou
que Moisés tinha a autoridade de DEUS para fazer o que ele fez, e as pessoas
tinham pelo menos um tal geral convicção de que ele tinha essa autoridade, que
implicitamente seguido suas instruções, e recebeu a sua lei da sua boca.
Versículo 40 . Ora, o tempo dos filhos de Israel, -------------------------
A declaração neste
versículo é permitido em todas as mãos para ser extremamente difícil e,
portanto, a passagem fica em especial precisa de ilustração. "Que os
descendentes de Israel não habitará 430 anos no Egito, "diz o Dr.
Kennicott", pode ser facilmente provado, e tem sido muitas vezes
demonstrado. Alguns, portanto, imaginar que pelo Egito aqui tanto ele e Canaã
são para ser entendida. Mas isso maior latitude do lugar não vai resolver a
dificuldade, uma vez que os israelitas, incluindo Israel, seu pai, não permanência
430 anos em ambos os países anteriores à sua saída do Egito. Outras, sensível
da deficiência ainda remanescente, não só teria o Egito, no texto para
significar que e Canaã, mas por um número mais abrangente teria os filhos de
Israel para significar filhos de Israel, e Israel seu pai, e Isaque, pai de
Israel, e parte da vida de Abraão, pai de Isaque.
"Assim, de
fato," diz o Dr. Kennicott, "chegamos a soma exata, e por esse método
de cálculo que poderíamos chegar a qualquer coisa, mas a verdade , o que
podemos presumir, portanto, nunca foi transmitida por um escritor inspirado.
" Mas a dificuldade pode ser removido sem recorrer a tais mudanças
absurdas?Certamente que pode. O samaritano Pentateuco, em todos os seus
manuscritos e cópias impressas, lê o local assim: -
{} Samaritano
Umoshab Beney Yishrael
veabotham asher yashebu baarets Cenaan, ubaarets mitsraim sheloshim shanah
vearba meoth shanah.
"Ora, o tempo dos
filhos de Israel, e de seus pais, que peregrinou na terra de Canaã e na terra
do Egito, era 430 anos". Esta mesma soma é dada por São Paulo, Gálatas
3:17, que calcula a partir da promessa feita a Abraão, quando DEUS ordenou que
ele fosse para Canaã, para a entrega da lei, que logo em seguida a saída do
Egito, e este cronologia do apóstolo é concordante com o Pentateuco Samaritano,
que, preservando as duas passagens, eles e seus pais, e na terra de Canaã, que
são perdidas para fora dos exemplares atuais do texto hebraico, resgatou esta
passagem de todos obscuridade e contradição. Pode ser necessário observar que a
cópia Alexandrina da Septuaginta tem a leitura mesmo que o Samaritano. O
Pentateuco Samaritano é permitido por muitos homens aprenderam a apresentar a
cópia mais correta dos cinco livros de Moisés, e a cópia Alexandrina da
Septuaginta também deve ser autorizado a ser um dos mais autênticos, bem como
cópias mais antigas de que esta versão possuímos. Quanto ao São Paulo, nenhum
homem vai disputar a autenticidade de sua declaração, e, portanto, na boca
daqueles três testemunhas mais respeitáveis toda a conta é indubitavelmente
estabelecida. Que essas três testemunhas têm a verdade, a cronologia própria
prova: para entrada de Abraão em Canaã, para o nascimento de Isaque tinha 25
anos, Gênesis 12:4; 17:1-21; Isaque
tinha 60 anos no nascimento de Jacó, Gênesis 25:26, e Jacó foi de 130 em sua
ida ao Egito, Gênesis 47:9; que três somas fazer 215 anos. E então Jacó e seus
filhos ter continuado no Egito 215 anos mais, toda a soma de 430 anos é
regularmente concluído. Veja Kennicott de Dissertação sobre o texto hebraico.
Versículo 42 . Uma noite que se deve guardar ---------------------------
Uma noite a ser realizada
em memória eterna, por causa da exibição peculiar do poder e da bondade de
DEUS, a observância do que anualmente era para ser considerado um preceito
religioso, enquanto a nação judaica deve continuar.
Versículo 43 . Esta é a ordenança da páscoa
------------------------------
Desde o último versículo
do capítulo parece bastante evidente que isso, inclusive para o versículo 50,
constituía uma parte das instruções dadas a Moisés relativos a devida
observância da páscoa primeiro, e deve ser lido conjuntamente com o início
conta anterior em Êxodo 12:21. Pode-se supor que essas últimas partes contêm
tais direções particulares como DEUS deu a Moisés, depois que ele tinha dado
aquelas gerais mencionados nos versículos anteriores, mas eles parecem todos os
que pertencem a esta primeira Páscoa.
Há nenhum estranho comerá
seu --------------------------------------------
בן נכר ben nechar, o
filho de um estranho ou estrangeiro, ou seja, alguém que não era do estoque
hebraica genuína, ou um que não tinham recebido a circuncisão, por qualquer
circuncidado pessoa pode comer a Páscoa, como a exclusão total se apenas ao
incircuncisos, ver Êxodo 12:48. Como existem dois tipos de estranhos
mencionados nos escritos sagrados, aquele que foi admitido a todas as
ordenanças judaicas, e outro que, embora ele habitou entre os judeus, não lhe
foi permitido comer a Páscoa ou participar de qualquer de suas festas solenes;
pode ser necessário para demonstrar que era o ponto essencial de distinção por
meio do qual um foi admitido e o outro excluídos.
Em tratados sobre os
costumes religiosos dos judeus que frequentemente se reúnem com o termo
prosélito, do grego προσηλυτος, um estranho ou estrangeiro, aquele que está
vindo de seu próprio povo e país, para peregrinar com outro. Todos os que não
eram descendentes de algum dos doze filhos de Jacó, ou de Efraim e Manassés, os
dois filhos de José, eram reputados estranhos ou prosélitos entre os judeus.
Mas desses estranhos ou prosélitos, houve dois tipos, chamados de entre eles
prosélitos do portão, e prosélitos de injustiça ou de aliança. O ex- foram como
desejava habitar entre os judeus, mas que não se submete a ser circuncidados,
eles, no entanto, reconheceu o DEUS verdadeiro, evitou toda idolatria, e
observados os sete preceitos de Noé, mas não foram obrigados a observar
qualquer um das instituições do mosaico. O último apresentado para ser
circuncidado, obrigou-se a observar todos os ritos e cerimônias da lei, e eram
em nada diferentes dos judeus, mas apenas na sua, uma vez tendo sido pagãos. Os
antigos, ou prosélitos do portão, não podem comer a Páscoa ou participar de
qualquer um dos festivais sagrados, mas este último, os prosélitos da aliança,
tinham os mesmos direitos, espirituais e seculares, como os próprios judeus.
Ver Êxodo 12:48.
Versículo 45 . Um
estrangeiro-------------------------------------------------
תושב toshab, de ישב yashab, para sentar-se ou morar, aquele que é
um mero peregrino, com a finalidade de tráfego, mercadoria, prosélito da porta
nem da aliança.
E um
jornaleiro--------------------------------------------------------------------
que, apesar de ele ser
comprado com dinheiro, ou que tenha recuado-se para um determinado termo para
servir a um judeu, ainda não se tornou tanto um adepto do portão ou da aliança.
Nenhum destes comereis dele, porque não circuncidados- não trouxe sob o vínculo
do pacto, e não tendo a obrigação de observar a lei de Moisés, não tinha
direito a seus privilégios e bênçãos. Mesmo sob o Evangelho de nosso Senhor
JESUS CRISTO, ele é o autor da salvação eterna apenas para os que OBEDECER ele,
Hebreus 5:9, e aqueles que se tornam cristãos são escolhidos para a salvação
através de SANTIFICAÇÃO do ESPÍRITO, e fé da verdade, 2 Tessalonicenses 2:13;
pela graça de DEUS, que traz salvação a todos os homens, tem aparecido,
ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, devemos viver
sóbria, justa e piedosa, neste presente mundo; Tito 2:11, 12. Tais pessoas só
andar de maneira digna da vocação a que são chamados.
Versículo 46 . Numa casa se comerá
----------------------------------------
Em uma família, que se
ser grande o suficiente, se não, uma família vizinha pode ser convidado, Êxodo
12:4.
Tu não levar adiante
alguma coisa da carne------------------------------
Cada família deve
respeitar dentro de portas por causa do anjo destruidor, nenhuma sendo
permitido ir de sua casa até o dia seguinte, Êxodo 12:22.
Nem lhe quebrareis osso
algum.---------------------------------------------
Como era de se comer com
pressa, 12:11, não houve tempo nem para separar os ossos, ou quebrá-los, a fim
de extrair a medula, e que eles não devem ser tentados a consumir tempo, desta
forma, portanto, esta portaria foi determinado.É muito provável que, quando o
cordeiro inteira foi levada para a mesa, eles cortam a carne, mesmo sem separar
qualquer das grandes articulações, deixando o esqueleto, com o que a carne não
podiam comer, a serem consumidas pelo fogo, Êxodo 12: 10. Este preceito também
foi dado a apontar uma circunstância mais notável, que 1500 anos depois foi
tomar lugar na crucificação do Salvador da humanidade, que era o verdadeiro
Cordeiro pascal, o Cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo, que , embora
ele foi crucificado como um malfeitor comum, e era um costume universal para
quebrar as pernas de tal na cruz, ainda assim fez a providência de DEUS
encomendá-lo de que um dos seus ossos foi quebrado. Ver o cumprimento deste
tipo maravilhosamente expressivo, João 19:33,36 .
Versículo 48 . E quando um estranho, vai celebrar a páscoa, --------
Que todos os que
peregrinam entre vós, e que desejam participar dessa ordenança sagrada, não só
ser circuncidado em si, mas todos os homens de suas famílias da mesma forma,
que todos têm um direito igual para as bênçãos da aliança.
Versículo 49 . Uma lei deve ser para aquele que é nascido em casa,
--------------------------------------------------------------------------------
Como este é o primeiro
lugar que o termoתורה Torá ou lei ocorre, um termo da maior importância na
revelação divina, e sobre a compreensão adequada da qual muito depende, eu
julgar que é melhor para dar a sua explicação genuína uma vez por todas.
A palavraתורה torah vem da raizירה yarah, o que significa que visam, ensinar,
apontar, direta, chumbo, guia, faz em linha reta, ou até mesmo, e a partir
destes significados da palavra (e em todos esses sentidos que é utilizado na
Bíblia), podemos ver uma vez a natureza, propriedades e projeto da lei de DEUS.
É um sistema de instrução em justiça, que ensina a diferença entre o bem eo mal
moral; verifica o que é certo e encaixar a ser feito e o que deve ser deixado
por fazer, porque imprópria para ser realizada. Ele continuamente procura a
glória de DEUS, e a felicidade de suas criaturas; ensina o verdadeiro conhecimento do
verdadeiro DEUS, e a natureza destrutiva do pecado; pontos para a necessidade
absoluta de uma expiação, como o único meio pelo qual DEUS pode ser conciliadas
aos transgressores, e em seus ritos e cerimônias muito importantes pontos fora,
o Filho de DEUS, até que ele venha para arrumar a iniquidade pelo sacrifício de
si mesmo. É uma revelação da sabedoria e bondade de DEUS, maravilhosamente bem
calculado para dirigir os corações dos homens para a verdade, para guiar seus
passos no caminho da vida, e para fazer em linha reta, mesmo, e claro que
caminho que leva a DEUS, e em que a alma deve caminhar para chegar a vida
eterna. É a fonte de onde cada noção correta em relação a DEUS, suas
perfeições, providência, graça, justiça, santidade, onisciência e onipotência,
foi derivado. E tem sido a origem de onde todos os verdadeiros princípios da
lei e da justiça foram deduzidas. O estudo piedoso de que era o grande meio de
produzir os maiores reis, os estadistas mais esclarecidos, os poetas mais
talentosos, e os homens mais santos e úteis, que já adornavam o mundo. Ele é
superado apenas pelo Evangelho de JESUS CRISTO, que é ao mesmo tempo a
realização de seus ritos e previsões, e pela realização de seu grande plano e
contorno. Como um sistema de ensino ou de instrução, que é o mais soberano e
mais eficaz, como por ela é o conhecimento do pecado, e só ele é o
mestre-escola, παι δαγωγος, que leva os homens a CRISTO, para que possam ser
justificados pela fé. Gálatas 3:24 . Quem pode absolutamente verificar o
quantum exato de viés em uma linha torta, sem a aplicação de uma reta de um? E
poderia pecar, em todas as suas torções, enrolamentos e involuções variados, já
foi realmente determinado, não tinha dado por DEUS ao homem esta regra perfeito
a julgar pelos? As nações que reconhecem esta revelação de DEUS que, na medida
em que alcançou a seus ditames, as leis mais sábio mais pura, mais iguais e
mais benéfico. As nações que não o recebem têm leis menos uma vez
extravagantemente grave e extravagantemente indulgente. As distinções adequadas
entre bem eo mal moral, em tais estados, não são conhecidas: por isso as
sanções penais não são fundadas nos princípios de justiça, pesando a proporção
exata de torpeza moral, mas sobre os caprichos mais arbitrárias, que em muitos
casos mostram a indulgência máximo para crimes de primeira classe, enquanto
eles punir delitos menores com rigor e crueldade. Qual é a conseqüência? Apenas
o que pode ser razoavelmente esperado: a vontade e capricho de um homem que
está sendo colocado no lugar da sabedoria de DEUS, o governo é opressivo, e as
pessoas, muitas vezes incitado à distração, levantar-se em uma massa e
derrubá-lo, de modo que o monarca, por mais poderoso por um tempo, raramente
vive metade de seus dias. Este foi o caso da Grécia, em Roma, na maior parte
dos asiáticos governos, e é o caso em todas as nações do mundo para os dias de
hoje, onde o governador é despótico , e as leis não formados de acordo com a
revelação de DEUS.
A palavra lex, a lei,
entre os romanos, foi derivado de lego, eu li, porque quando uma lei ou
estatuto foi feita, ela foi pendurada nos lugares mais públicos, que pode ser
visto, lido e conhecido por todos homens, para que aqueles que estavam a
obedecer as leis não pode quebrá-las por ignorância, e, assim, incorrer na
pena.Isto foi chamado promulgatio legis, q. provulgatio, a promulgação da lei,
ou seja, a colocação que antes as pessoas comuns. Ou de ligo, eu ligar, porque
a lei obriga os homens para a rigorosa observância de seus preceitos. Os gregos
chamam uma lei νομος, nomos, a partir de νεμω, para dividir, distribuir,
ministro para, ou servir, porque a lei divide a todos os seus justos direitos,
nomeia ou distribui a cada um o seu dever adequada, e, portanto, serve ou
ministros para o bem-estar do indivíduo e com o apoio da sociedade. Por isso,
onde há ou não há leis, ou aqueles desiguais e injustas, tudo é distração,
violência, rapina, de opressão, de anarquia e ruína.
Versículo 51 . Pelos seus
exércitos-------------------------------------------
צבאתם tsibotham, de צבאtsaba,
para montar, reunir-se, em uma ordem ou regulada forma e, portanto, a guerra,
para atuar em conjunto, como as tropas no campo de batalha, de onde צבאות
tsebaoth, as tropas, os exércitos, os anfitriões . É a partir disso que o Ser
Divino se chamaיהוה צבאות Jeová tsebaoth, o Senhor dos anfitriões ou exércitos,
porque os israelitas foram levados para fora do Egito sob sua direção,
comandada e ordenada por si mesmo, guiado por sua sabedoria, apoiado por sua
providência, e protegido por seu poder. Esta é a razão verdadeira e simples
porque DEUS é tão frequentemente denominado nas Escrituras o Senhor dos
Exércitos, porque o Senhor tirou os filhos de Israel da terra do Egito por seus
exércitos.
Neste capítulo as notas
foram tão completo e tão explícito, que pouco pode ser adicionado para definir
o assunto antes de o leitor em uma luz mais clara. Na ordenança da páscoa, o
leitor é convidado a consultar as notas sobre os versículos 7,14 e 27. Veja
Clarke em Êxodo 12:7; "Ex 12:14"; "Ex 12:27". Para a
exibição do poder de DEUS e da providência de apoio tão grande multidão que,
humanamente falando, não estava prevista, e a prova de que o êxodo dos
israelitas dá da verdade da história de Moisés, ele é referido Êxodo 12:37. E
para o significado do termo lei, a Êxodo 12:49.
Sobre as dez pragas que
pode ser, mas apenas necessário, depois o que foi dito nas notas, para fazer
algumas reflexões gerais. Quando a natureza da idolatria egípcia é considerado,
e as pragas que foram enviados a eles, podemos ver de uma só vez a
peculiaridade do julgamento, e da grande propriedade de seu infligidos na forma
relacionados por Moisés. As pragas ou foram infligidos aos objetos de sua
idolatria, ou pelos seus meios.
1. Que o rio Nilo era um
objeto de sua adoração e um de seus maiores deuses, nós já vimos. Como a
primeira praga, suas águas foram, portanto, se transformou em sangue, e os
peixes, muitos dos quais eram objetos também de sua adoração, morreu. Sangue
foi particularmente ofensivo para eles, eo toque de qualquer animal morto
tornava impuro. Quando então a sua grande deus, o rio, foi transformado em
sangue, e as suas águas se tornou podre, de modo que todos os peixes, os
objetos menores de sua devoção, morreu, vemos um julgamento de uma só vez
calculada para punir, corrigir e reformá-los. Eles poderiam confiança cada vez
mais em deuses que não podiam salvar-se nem seus fiéis iludidos?
2. Bryant tem se
esforçado para provar que sapos, a segunda praga, eram animais sagrados no
Egito, e dedicada a Osiris: eles certamente parecem em muitos antigos monumentos
egípcios, e em tais circunstâncias e conexões como para mostrar que eles foram
mantidos em veneração religiosa. Estes, portanto, tornou-se um flagelo
terrível, primeiro, pelos seus números, e sua intrusão em todos os lugares e,
por outro, por sua morte, e que a infecção da atmosfera que ocorreu em
conseqüência.
3. Vimos também que os
egípcios, especialmente os sacerdotes, afetou grande limpeza, e não vestir
roupas de lã para que nenhum tipo de vermes deve porto sobre eles. A terceira
praga, por meio de piolhos ou tais como vermes, foi sabiamente calculada tanto
para humilhar e confundir-los. Neste imediatamente viu um poder superior a
qualquer que poderia ser exercida por seus deuses ou seus mágicos, e os últimos
foram obrigados a confessar, Isto é o dedo de DEUS!
4. Que as moscas eram
consideradas sagradas entre os egípcios e entre várias outras nações, admite a
prova mais forte. É muito provável que Baal-Zebube próprio foi adorado sob a
forma de uma mosca ou grande livramento. Estes, portanto, ou algum tipo de
alados insetos nocivos, tornaram-se os principais agentes na quarta praga, e se
o cynomyia destinar, já vimos nas notas com o decoro e efeito que este juízo
foi infligido.
5. A pestilência ou
mortalidade entre o gado foi a quinta praga, e a marca mais decisivo do poder e
da indignação do SENHOR. Que cães, gatos, macacos, carneiros, novilhas e
touros, foram todos os objetos de sua veneração mais religioso, todo o mundo
sabe. Estes foram derrotados de forma mais singular, pela mão de DEUS, e os
egípcios viram-se privadas de uma só vez de todos os seus ajudantes
imaginários. Mesmo Apis, o boi-deus, em quem confiava particularmente, agora
sofre, geme, e morre sob a mão de Jeová. Assim que ele executar o julgamento
contra todos os deuses do Egito. Ver Êxodo 12:12.
6. A sexta praga. viz, de
furúnculos e blains, foi tão apropriada quanto qualquer do anterior; e a
aspersão das cinzas, os meios pelos quais ele foi produzido, particularmente
significativa. Farmácia, Bryant tem observado, estava em alta reputação entre
os egípcios, e Ísis, a deusa mais célebre, foi considerado como o preventivo ou
curador de todas as doenças. "Para esta deusa", diz Diodoro, Hist.,
Lib. i.", usado para revelar-se a pessoas em seu sono, quando trabalhou
sob qualquer desordem, e proporcionar-lhes alívio. Muitos dos que depositaram
sua confiança em sua influência παραδοξως ὑγιαινεσθαι, foram milagrosamente
restaurado. Muitos mesmo modo que havia sido perdido a esperança de e entregues
pelos médicos em conta a obstinação da cinomose, foram salvos por esta deusa.
números que tinham sido privados de sua olhos, e de outras partes de seus
corpos, foram todas restauradas na sua aplicação a Isis. " Por esta
desordem, portanto, que nenhuma aplicação para os seus deuses podiam curar, e que
estava sobre as mágicos também, que não devem possuir mais poder e influência,
DEUS confundiu-lhes o orgulho, mostrou a tolice de sua adoração, e a vaidade de
sua dependência. Os meios pelos quais esses furúnculos e blains foram
infligidas, viz., a pitada de cinzas do forno, era peculiarmente apropriado.
Plutarco nos assegura, De Iside et Osiride, que em várias cidades do Egito,
eles estavam acostumados a sacrificar seres humanos para Typhon, que queimaram
vivo em cima de um altar-mor, e no fim do sacrifício, os sacerdotes se reuniram
as cinzas dessas vítimas, e espalhou-os no ar: "Eu presumo, diz
Bryant," com este ponto de vista, que, quando um átomo de seu pó foi
flutuava, uma bênção pode ser implicava. O como foi feito por Moisés com as
cinzas do forno, que onde quer que exista, a menor porção, pousou, poderá
revelar-se uma praga e uma maldição para este povo cruel, ingrato, e
apaixonado.Assim, houve um contraste projetado nessas obras da Providência, uma
aparente oposição à superstição dos tempos".
7. O granizo grave, a
sétima praga, que contou com a chuva, trovões, e relâmpagos, em um país onde
estes raramente ocorrem, e de acordo com expressa previsão de Moisés, deve, no
ponto mais sinal de forma a poder e justiça de DEUS. Fogo e água foram alguns
dos principais objetos de idolatria egípcia, e fogo, como Porfírio diz, μεγαν
ειναι θεον, para ser um grande deus. Para encontrar, portanto, que esses
próprios elementos, os objetos de sua adoração, foram, no comando de um servo
do Senhor, trouxe como uma maldição e flagelo em toda a terra, e sobre os
homens também e gado, deve ter abalado sua crença nessas divindades
imaginárias, enquanto ele provou aos israelitas que não havia ninguém como o
DEUS de Jesurum.
8. Na oitava praga que
vemos por que criaturas insignificantes DEUS pode trazer uma destruição geral.
A lagarta está além de todos os animais o mais desprezível, e, tomados
isoladamente, o mínimo a ser temido em todo o império da natureza, mas na mão
da justiça divina, torna-se um dos inimigos mais formidáveis da raça humana.
A partir dos exemplos nas notas vemos quão pouco poder humano, indústria, ou a
arte, pode aproveitar contra este flagelo mais terrível. Nem mesmo o animal
mais desprezível deve ser considerada com desrespeito, como a mão de DEUS pode
tornar-se o instrumento mais terrível para a punição de um indivíduo ou de um
criminoso terra culpada.
9. A nona praga, o total
e horrível escuridão que durou três dias, proporcionou tanto israelitas e
egípcios a prova mais ilustre do poder e domínio universal de DEUS, e foi
particularmente a este último uma lição mais terrível ainda instrutivo contra
uma espécie de idolatria que tinha sido muito prevalente em países e outros
que, viz, a adoração dos celestes luminares. O dom e a lua foram ambos adorado
como divindades supremas, como os distribuidores exclusivos de luz e vida, eo
sol foi invocado como o doador da imortalidade e bem-aventurança eterna.
Porfírio, De Abstin, l.. 4, preserva a própria forma usada pelos sacerdotes
egípcios para enfrentar o sol em nome de uma pessoa falecida, para que pudesse
ser admitido na sociedade dos deuses: Ω δεσποτα Ἡλιε, και Θεοι παντες, οἱ την
ζωην τοις ανθρωποις δοντες, προσδεξασθε με, και παραδοτε τοις αΐδιοις Θεοις
συνοικον"O soberano senhor, o sol, e todas as divindades vós outros que
dar vida à humanidade! Receber mim, e que me conceda ser admitido como um
companheiro com os deuses imortais!" Estes objetos de sua supersticiosa
adoração Jeová mostrou por este flagelo a ser suas criaturas, dispensando ou
retendo sua luz apenas à sua vontade e prazer, e que as pessoas possam ser
convencidos de que tudo isso veio por sua nomeação sozinho, ele previu essa
escuridão terrível; e que seus astrônomos pode ter a mais completa prova de que
isso não era ocorrência natural, e não poderia ser o efeito de qualquer tipo de
eclipse, que mesmo quando totais podia suportar apenas cerca de quatro minutos,
(e neste caso, só poderia acontecer uma vez em mil anos), ele fez esta
escuridão palpável para continuar por três dias!
10. A décima e última
praga, a morte do primeiro-nascido ou chefe pessoa em cada família, podem ser
considerados à luz de uma divina retribuição: para depois que sua nação tinha
sido preservada por um da família israelita", que eles tinham, diz
Bryant," ao contrário do bem, e no desafio de estipulação original,
escravizado o povo a quem eles haviam sido muito endividados, e não contente
com isso, eles passaram a assassinar sua prole, e para tornar as pessoas.
Intolerável servidão por um esforço gratuita de poder que tinha sido dito a
eles que a família dos israelitas foram estimados como DEUS primeiro nascido,
Êxodo 4:22, por isso DEUS disse: Deixe meu filho ir, para que me sirva, e se tu
não eis que eu matarei a teu filho, o teu primogênito, Êxodo 4:23 Mas eles não
atenderem a esta admoestação, e, portanto, esses julgamentos veio sobre eles
que terminou na morte do primogênito em cada família; uma só retaliação por sua
desobediência e crueldade. " Veja alguns comentários curiosos e
importantes sobre este tema em um trabalho intitulado Observações sobre as
pragas infligidas sobre os egípcios, por Jacob Bryant, 8vo., 1810.
Em geral, podemos dizer:
Eis a bondade e a severidade de DEUS! Gravidade misturado com bondade até mesmo
para as mesmas pessoas. Ele castigado e corrigido los, ao mesmo tempo, pois não
havia um desses julgamentos que não tiveram, por sua natureza peculiar e
circunstâncias, alguma influência obrigatória. Nem poderia um modo mais eficaz
ser adotada para demonstrar ao povo que o absurdo de sua idolatria, e a ineficácia
da sua dependência, do que fez uso de nesta ocasião pelo sábio, justo e
misericordioso de DEUS. Ao mesmo tempo, os próprios israelitas devem ter
recebido uma lição da instrução mais impressionante sobre a vaidade e maldade
de idolatria, a que foram em todos os momentos mais deploráveis de bruços, e
de que sem dúvida teria dado muitos mais exemplos, teve eles não tinham as
pragas do Egito sempre diante de seus olhos. Foi, provavelmente, esses displays
de sinal de remador e a justiça de DEUS, e só estes , que o levou a deixar o
Egito em seu comando por Moisés e Arão, caso contrário, com o deserto terrível
diante deles, totalmente desprovido de uma viagem, em que humanamente era
impossível para eles e suas famílias para subsistir, eles teriam preferido vez
os males que então sofreram, de ter corrido o risco de maior por uma tentativa
de escapar de seu cativeiro presente. Isto está provado pelas suas murmurações,
Êxodo 16:2,3 , a partir do qual é evidente que eles preferiram o Egito com
todas as suas maldições para a sua situação no deserto, e nunca poderia ter
sido induzido a deixá-lo se não tivesse tido a mais completa evidência que era
a vontade de DEUS, o que será que eles foram obrigados, sob pena de destruição,
a obedecer.
Adam Clarke
📌NOTA : PÁSCOA JUDAICA - A VERDADEIRA DATA BÍBLICA
Muitos cristãos têm-se
interrogado sobre a discrepância de datas entre a celebração da Páscoa judaica
e a Páscoa cristã. Enquanto que a Páscoa cristã relacionada com a ressurreição
do Messias Jesus foi celebrada no passado Domingo, 27 de Março, a Páscoa
judaica iniciar-se-à apenas quase um mês depois, ou seja, na noite do dia 22 de
Abril.
Afinal, quem terá a data
certa?
Desde a celebração da
primeira Páscoa no Egipto até aos dias de hoje, os judeus sempre respeitaram o
dia 14 do mês de Nissan, o primeiro mês do calendário lunar hebraico. O mês de
Nissan também pode ser chamado de Aviv (Primavera).
Segundo o relato do Novo
Testamento, esse foi o dia exacto em que o Messias Jesus foi crucificado em
Jerusalém, confirmando a Sua identidade como o verdadeiro "Cordeiro de
Deus" - Lucas 22:7; João 1:29; 19:14. Três dias depois, Jesus ressuscitou
dos mortos no dia da festa bíblica dos Primeiro Frutos, tornando-se nas
"primícias dentre os mortos" - Levítico 23:10-14; 1 Coríntios 15:20.
Desde o tempo da morte e
ressurreição do Messias Jesus até ao terceiro século d.C., os crentes em Jesus
sempre ligaram a ressurreição do Senhor à celebração da Páscoa (judaica).
Contudo, à medida que vários bispos foram ocupando os lugares deixados pelos
apóstolos originais, foram tomadas decisões para tentar separar a fé cristã das
suas raízes judaicas. Foi essa série de eventos que levou à posterior separação
das datas da celebração da Páscoa.
CONCÍLIO DE NICEIA SEPARA
DEFINITIVAMENTE AS DATAS
Foi no Concílio de
Nicéia, realizado no ano 325 d.C. que foi feito o decreto final para que a
Páscoa cristã passasse a ser celebrada no primeiro Domingo após a primeira lua
cheia da Primavera, não mais em conjunção com a Páscoa judaica. Depois deste
Concílio, o imperador Constantino enviou uma carta a todos quantos não tinham
estado presentes, informando-os das decisões tomadas, incluindo a decisão de
rejeitar a Páscoa judaica e passar a celebrar a Páscoa cristã segundo a data
agora estabelecida:
"Foi declarado ser
particularmente indigno para este, o mais sagrado de todos os festivais, seguir
o costume (os cálculos) dos judeus, que mancharam as suas mãos com o mais
temível dos crimes, e cujas mentes foram cegas. Ao rejeitarmos os seus
costumes, podemos transmitir aos nossos descendentes o modo legítimo da
celebração da Páscoa.
...não devemos, pois, ter
alguma coisa em comum com os judeus, pois o Salvador mostrou-nos uma outra
forma...nós desejamos, queridos irmãos, separar-nos da detestável companhia dos
judeus." - da Carta do Imperador a todos não presentes no Concílio:
historiador Eusébio.
Festas de Israel -
Geografia das Terras Santas e Bíblicas - Enéas Tognini
No passado, como no
presente, os filhos de Israel comemoravam suas festas. Eram prescritas pela Lei
de Moisés. Algumas mais importantes, outras mais simples, mas todas com um
objetivo: o de glorificar a DEUS. Levítico, o terceiro livro de Moisés, guarda
o registro de todas elas. O comentário do dr. Antonio Mesquita a Levítico
descreve as festas de Israel de modo interessante.12
O Israel de hoje
comemora suas festas com este calendário:13
2. Yom
Kipur (Dia do Perdão) — 10 de Tisri (outubro).
3. Sucot (Festa
dos Tabernáculos) — 15 a 21 de Tisri (outubro). O último dia dessa festa é
chamado Simjat-Tora (alegria pela existência da Lei).
4. Hanuca ou Chanucá (Das
Candeias) — 25 de Chislev (dezembro) a 2 de Telbet (janeiro).
5. Tu-Beshvat (também
chamada de Rosh Hashana Leilanot = Dia da Árvore) — 15 de Shebat
(fevereiro).
6. Purim (Da
sorte). Comemorava a libertação dos judeus do poder de Hamã, ao tempo da rainha
Ester. 14 de Adar (março).
7. Pessach (Páscoa)
— 15 a 21 de Nisã (abril). A Páscoa era de um dia apenas, associada, porém, à
Festa dos Pães Asmos, de duração de uma semana.
8. Lag
Baômer (o 33º dia de Omer, isto é, as primeiras espigas oferecidas no
templo), 18 de Ivar (maio).
9. Shavuot (De
Pentecostes; também chamada Hag Habikurim = Primícias) — 6 de Sivã
(junho).
10. Kaf
Tamuz (Aniversário da morte de Teodoro Herzl, fundador do sionismo e
profeta do novo Estado de Israel) — 20 de Tamuz (julho).
11. Tisha
Beav (Aniversário da destruição do templo de Jerusalém pelos romanos em 70
d.C.) — 9 de Ab (agosto).
12. Yom
Hatzmaut (Dia da Independência e proclamação do Novo Estado de Israel) — 5
de Ivar (14 de maio de 1948).
Calamidades que se abateram sobre os judeus de Jerusalém no dia da
Páscoa (História Eclesiástica)
[Calamidades que se abateram
sobre os judeus de Jerusalém no dia da Páscoa]
1- Cláudio ainda
regia o império quando ocorreu que, na festa da Páscoa, produziu-se em
Jerusalém uma insurreição e uma confusão tamanhas que apenas dentre os judeus,
que se apertavam com toda a força nas saídas do templo, morreram trinta mil,
esmagados uns contra os outros, transformando-se a festa em dor para toda a
nação e em pranto para cada família. Também isto é expressamente referido por
Josefo.
2- Cláudio
estabeleceu como rei dos judeus Agripa, filho de Agripa, e enviou Félix como
procurador de toda a região da Samaria, da Galiléia e da chamada Peréia. Depois
de ter exercido o comando durante treze anos e oito meses, morreu, deixando
Nero como sucessor no império.
FONTE : Apazdosenhor.org





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