📚O que é santificação? Qual é a definição da
santificação cristã?
Pergunta: "O que é santificação? Qual é a definição da santificação
cristã?"
Resposta: Jesus tinha muito a dizer sobre santificação em João 17. No versículo 16, o Senhor diz: "Eles não são do mundo, como eu também não sou", e isso é antes de seu pedido: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." Santificação é um estado de separação para Deus; todos os crentes entram neste estado quando são nascidos de Deus: "É, porém, por iniciativa dele que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção" (1 Coríntios 1:30). Esta é uma separação que acontece de uma vez por todas, eternamente a Deus. É uma parte intrincada da nossa salvação, a nossa ligação com Cristo (Hebreus 10:10).
A santificação também se refere à experiência prática dessa separação para Deus, sendo o efeito da obediência à Palavra de Deus na vida de alguém e deve ser ardentemente buscada pelo crente (1 Pedro 1:15, Hebreus 12:14). Assim como o Senhor orou em João 17, a santificação tem em vista a separação dos crentes para a finalidade pela qual foram enviados ao mundo: "Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade" (v. 18, 19). Que Ele se separou para o propósito pelo qual foi enviado é tanto a base quanto a condição do nós mesmos sermos separados para o motivo pelo qual fomos enviados (João 10:36). A santificação de Cristo é o padrão e o poder para a nossa. O envio e a santificação são inseparáveis. Por causa disso os crentes são chamados de santos, hagioi, no grego: "os santificados". Enquanto anteriormente o seu comportamento dava testemunho da sua posição no mundo em separação de Deus, agora o seu comportamento deve ser testemunho da sua posição diante de Deus em separação do mundo.
De acordo com as Escrituras, a palavra "santificação" tem mais um sentido. Paulo ora em 1 Tessalonicenses 5:23: "Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de vocês seja conservado irrepreensível na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." Paulo também escreve em Colossenses da "esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho" (Colossenses 1:5). Logo depois, ele fala do próprio Cristo como "a esperança da glória" (Colossenses 1:27) e então menciona o fato dessa esperança quando diz: "Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória" (Colossenses 3:4). Este estado glorificado será a nossa separação definitiva do pecado, ou seja, alcançaremos a santificação total em todos os aspectos. "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é" (1 João 3:2).
Para resumir, a santificação é sinônimo de santidade, a palavra grega para ambas significa "uma separação", de primeira uma separação posicional de uma vez por todas a Cristo em nossa salvação; em segundo lugar, uma santidade prática progressiva na vida de um crente enquanto aguarda o retorno de Cristo e, finalmente, uma separação permanente do pecado quando chegarmos ao céu.
Resposta: Jesus tinha muito a dizer sobre santificação em João 17. No versículo 16, o Senhor diz: "Eles não são do mundo, como eu também não sou", e isso é antes de seu pedido: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." Santificação é um estado de separação para Deus; todos os crentes entram neste estado quando são nascidos de Deus: "É, porém, por iniciativa dele que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção" (1 Coríntios 1:30). Esta é uma separação que acontece de uma vez por todas, eternamente a Deus. É uma parte intrincada da nossa salvação, a nossa ligação com Cristo (Hebreus 10:10).
A santificação também se refere à experiência prática dessa separação para Deus, sendo o efeito da obediência à Palavra de Deus na vida de alguém e deve ser ardentemente buscada pelo crente (1 Pedro 1:15, Hebreus 12:14). Assim como o Senhor orou em João 17, a santificação tem em vista a separação dos crentes para a finalidade pela qual foram enviados ao mundo: "Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade" (v. 18, 19). Que Ele se separou para o propósito pelo qual foi enviado é tanto a base quanto a condição do nós mesmos sermos separados para o motivo pelo qual fomos enviados (João 10:36). A santificação de Cristo é o padrão e o poder para a nossa. O envio e a santificação são inseparáveis. Por causa disso os crentes são chamados de santos, hagioi, no grego: "os santificados". Enquanto anteriormente o seu comportamento dava testemunho da sua posição no mundo em separação de Deus, agora o seu comportamento deve ser testemunho da sua posição diante de Deus em separação do mundo.
De acordo com as Escrituras, a palavra "santificação" tem mais um sentido. Paulo ora em 1 Tessalonicenses 5:23: "Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de vocês seja conservado irrepreensível na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." Paulo também escreve em Colossenses da "esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho" (Colossenses 1:5). Logo depois, ele fala do próprio Cristo como "a esperança da glória" (Colossenses 1:27) e então menciona o fato dessa esperança quando diz: "Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória" (Colossenses 3:4). Este estado glorificado será a nossa separação definitiva do pecado, ou seja, alcançaremos a santificação total em todos os aspectos. "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é" (1 João 3:2).
Para resumir, a santificação é sinônimo de santidade, a palavra grega para ambas significa "uma separação", de primeira uma separação posicional de uma vez por todas a Cristo em nossa salvação; em segundo lugar, uma santidade prática progressiva na vida de um crente enquanto aguarda o retorno de Cristo e, finalmente, uma separação permanente do pecado quando chegarmos ao céu.
📚Santificação de
acordo com a bíblia
David W. Cloud
O presente estudo é um artigo da Way of Life Encyclopedia of the Bible & Christianity, copyright 1994.
SANTIFICAÇÃO. As palavras "santificar", "sagrado" e "santo" são traduções da mesma palavra grega. Elas significam estar separado para um serviço especial. Na Bíblia muitas coisas além de pessoas são apresentadas como santificadas –- os móveis do Tabernáculo (Ex. 40:10, 11,13); uma montanha (Ex. 19:23); comida (1 Ti. 4:5).
Torna-se até
possível para um crente santificar a Deus no seu coração (1 Pe. 3:15).
Portanto, santificar, ou tornar sagrado, não significa purificar ou tornar sem
pecado, mas separar alguma coisa para Deus e o serviço a Deus.
Em relação ao Cristão, santificação ou santidade significa estar separado do pecado e para Deus. Existem três aspectos distintamente diferentes desta santificação: passado, presente e futuro. Todo Cristão está autorizado a falar, "fui santificado; estou sendo santificado; ainda serei santificado."
SANTIFICAÇÃO PASSADA significa que o crente já foi posicionalmente separado em Cristo (At. 20:32; 1 Co. 1:2; 1:30; 6:9-11; He. 10:10, 14). No novo nascimento, cada crente está sendo eternamente santificado em Cristo, é retirado do poder do diabo para dentro da família de Deus (Jo. 1:14; Ga. 4:4-6), do reino do diabo para dentro do reino de Cristo (Col. 1:12, 13); da velha criação para a nova criação (2 Co. 5:17). Esta santificação é uma realidade eterna e está baseada numa nova posição spiritual que o Cristão tem em Jesus Cristo. Os crentes de Corinto não estavam sem pecado, e apesar disso foram chamados de santos e foi escrito que foram santificados (1 Co. 1:2, 30). Neste sentido, o Cristão pode dizer, "ESTOU santificado em Cristo."
SANTIFICAÇÃO PRESENTE (ATUAL) indica o processo pelo qual o Espírito Santo gradualmente muda a vida do crente para dar vitória sobre o pecado. Esta é a santificação prática. Trata-se do crescimento cristão, deixando o pecado do lado e vestindo dedicação a Deus (Ro. 6:19, 22; 1 Th. 4:3, 4; 1 Pe. 1:14-16). [Nota do tradutor: A palavra inglesa “godliness” aparentemente não tem tradução própria em português. Ela significa algo parecido como “ser semelhante, ser um reflexo de Deus”. O dicionário somente indica “piedade, dedicação a Deus”.] Este processo atual de santificação nunca acaba nesta vida (1 Jo. 1:8-10). O Cristão precisa resistir ao pecado até ser levado deste mundo através da morte ou na volta de Cristo. Neste sentido, o Cristão pode dizer, "ESTOU SENDO santificado pelo poder de Deus."
SANTIFICAÇÃO FUTURA é a perfeição que o crente vai desfrutar na ressurreição (1 Tes. 5:23). Na vinda de Cristo, cada crente receberá um corpo novo que estará sem pecado. O Cristão não terá mais de resistir ao pecado ou de crescer para a perfeição. Sua santificação estará completa. Ele estará inteira e eternamente separado do pecado e para Deus. Neste sentido, o Cristão ESTARÁ santificado na volta de Cristo.
Precisamos tomar cuidado para não confundir estes aspectos diferentes da santificação ou santidade.
💹Fundamental Baptist Information Service, P.O. Box 610368, Port Huron, MI 48061, 866-295-4143, fbns@wayoflife.org
Visite o site Way of Life Literature http://www.wayoflife.org
Copiado de http://www.wayoflife.org/fbns/sanctification.htm
Em relação ao Cristão, santificação ou santidade significa estar separado do pecado e para Deus. Existem três aspectos distintamente diferentes desta santificação: passado, presente e futuro. Todo Cristão está autorizado a falar, "fui santificado; estou sendo santificado; ainda serei santificado."
SANTIFICAÇÃO PASSADA significa que o crente já foi posicionalmente separado em Cristo (At. 20:32; 1 Co. 1:2; 1:30; 6:9-11; He. 10:10, 14). No novo nascimento, cada crente está sendo eternamente santificado em Cristo, é retirado do poder do diabo para dentro da família de Deus (Jo. 1:14; Ga. 4:4-6), do reino do diabo para dentro do reino de Cristo (Col. 1:12, 13); da velha criação para a nova criação (2 Co. 5:17). Esta santificação é uma realidade eterna e está baseada numa nova posição spiritual que o Cristão tem em Jesus Cristo. Os crentes de Corinto não estavam sem pecado, e apesar disso foram chamados de santos e foi escrito que foram santificados (1 Co. 1:2, 30). Neste sentido, o Cristão pode dizer, "ESTOU santificado em Cristo."
SANTIFICAÇÃO PRESENTE (ATUAL) indica o processo pelo qual o Espírito Santo gradualmente muda a vida do crente para dar vitória sobre o pecado. Esta é a santificação prática. Trata-se do crescimento cristão, deixando o pecado do lado e vestindo dedicação a Deus (Ro. 6:19, 22; 1 Th. 4:3, 4; 1 Pe. 1:14-16). [Nota do tradutor: A palavra inglesa “godliness” aparentemente não tem tradução própria em português. Ela significa algo parecido como “ser semelhante, ser um reflexo de Deus”. O dicionário somente indica “piedade, dedicação a Deus”.] Este processo atual de santificação nunca acaba nesta vida (1 Jo. 1:8-10). O Cristão precisa resistir ao pecado até ser levado deste mundo através da morte ou na volta de Cristo. Neste sentido, o Cristão pode dizer, "ESTOU SENDO santificado pelo poder de Deus."
SANTIFICAÇÃO FUTURA é a perfeição que o crente vai desfrutar na ressurreição (1 Tes. 5:23). Na vinda de Cristo, cada crente receberá um corpo novo que estará sem pecado. O Cristão não terá mais de resistir ao pecado ou de crescer para a perfeição. Sua santificação estará completa. Ele estará inteira e eternamente separado do pecado e para Deus. Neste sentido, o Cristão ESTARÁ santificado na volta de Cristo.
Precisamos tomar cuidado para não confundir estes aspectos diferentes da santificação ou santidade.
💹Fundamental Baptist Information Service, P.O. Box 610368, Port Huron, MI 48061, 866-295-4143, fbns@wayoflife.org
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Atos
5.1-11
“A marca do hipócrita é ser cristão em
toda parte, menos em casa”.
Robert Murray M'Cheyne
“O homem reto tem virtudes além do que pode
expressar;
o hipócrita expressa muito além das virtudes
que possui”.
Ralph Venning
Os dicionários definem a hipocrisia como
“característica do que é hipócrita. Falsidade, dissimulação. Ato ou efeito de
fingir, de dissimular os verdadeiros sentimentos e intenções”. Este termo tem
sua etimologia na língua grega (hupokrisía,) e se referia ao ator de teatro.
Hipócrita era a maneira como o povo descrevia este ator que representava um
papel. E seu talento estava em convencer a platéia de que ele não era ele
mesmo, mas sim aquele personagem ali no palco. Daí, ainda em nossos dias, o
termo é utilizado para descrever o ato de fingir ter crenças, virtudes e
sentimentos que a pessoa na verdade não possui.
Jesus chamou a atenção para este mal que
era visível na vida dos fariseus: “Assim também vós exteriormente pareceis
justos aos homens, mas por dentro, estais cheios de hipocrisia e iniqüidade
(Mateus 23:28; cf. Mateus 6:1-18, 15:1-20). O problema dos fariseus não era
doutrinário ou teológico, mas sim, na qualidade dos seus motivos. Suas
atividades eram cercadas apenas por aparência de santidade; apenas para serem
vistas pelos homens.
Vejamos algumas frases que ajudam a entender
o que é a hipocrisia:
✔“Hipocrisia
é exigir perfeição das pessoas, mas irar-se quando se é repreendido pelos seus
erros.
✔Hipocrisia
é sempre enxergar os defeitos alheios, mas nunca se propor a concertar os
próprios.
✔Hipocrisia
é falar mais do que é capaz de fazer.
✔Hipocrisia
é se colocar sempre acima dos outros.
Hipocrisia é uma falsa humildade, que
se desfaz no primeiro confronto”.
✔Em nossas reflexões sobre Atos dos
Apóstolos nos deparamos, no cap. 5.1-11, com uma triste história. Trata-se do
casal Ananias e Safira. Vamos olhar para este texto e aprendermos o grande
prejuízo que a hipocrisia trás, tanto para a igreja, quanto para quem a
pratica.
I. O
Contexto e o erro de Ananias e Safira
Os últimos versos do capítulo 4 (vv. 32-37)
descrevem como viviam os cristãos. Havia comunhão, amor, suporte mútuo. Os
cristãos praticam a solidariedade e generosidade. Em 4.34 diz que “Não havia
nenhum necessitado entre eles, porquanto os que possuíam casas ou terras,
vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos...”.
E Lucas registra um exemplo desta generosidade dizendo que Barnabé vendeu sua
propriedade e entregou o dinheiro para a igreja (4:36-37).
É exatamente aqui que entra o casal Ananias
e Safira. O gesto de Barnabé promoveu profunda impressão neles. Desejosos de
imitar o exemplo generoso de Barnabé assentaram no coração o intento de reter
parte do valor, e levar o restante para os apóstolos. E qual foi o erro deste
casal?
O erro não foi ter dado todo o dinheiro.
Não havia qualquer exigência da entrega de todo o montante da venda. Tanto que
Pedro pergunta a eles: “Conservando-o não seria teu? E, vendido, não estaria em
teu poder? (5.4). O erro consistiu em ter eles dado uma parte, dando a
impressão que haviam dado tudo. Hipocrisia e mentira. Aparentemente Barnabé e
Ananias praticaram a mesma ação. Ambos venderam a propriedade. Ambos levaram o
dinheiro para os apóstolos. A diferença é que Barnabé trouxe o dinheiro,
enquanto Ananias trouxe apenas uma parte, fingindo ser todo o dinheiro.
Como bem apontou John Stott, o apóstolo
Pedro “não denunciou a falta de honestidade (trazer apenas uma parte do
dinheiro da venda), mas a falta de integridade (trazer apenas uma parte,
fingindo que era todo o dinheiro). Eles não eram avarentos; eram mentirosos.
Queriam o crédito e o prestígio da generosidade sacrificial, sem terem que
arcar com as inconveniências. Assim, a fim de conquistar uma reputação à qual
não tinham direito, contaram uma mentira deslavada. A motivação do casal, ao
dar, não era aliviar os pobres, mas inflar o próprio ego”.
II. A
Razões da Hipocrisia (farisaísmo):
A hipocrisia se apresenta quando queremos
colocar nossa ênfase nos atos externos de prática religiosa e na aparência
pública de espiritualidade. Nós nos orgulhamos do nosso comparecimento à nossa
igreja. Oramos mais fervorosamente quando os outros estão escutando do que em
particular em nossos quartos. Fazemos questão de que os outros saibam quando
nós ofertamos ou ajudamos alguém necessitado. Fazemos comentários públicos
sobre nossa devoção a Deus falando sobre nossa leitura bíblica diária, nosso
jejum, nosso compromisso com o envolvimento nas atividades da igreja. Fazemos
questão que todos saibam o quanto somos “consagrados” em nossas atividades na
igreja.
Os hipócritas amam os holofotes. Não
conseguem viver fora das manchetes. Mas devemos perguntar: Porque somos tão
facilmente tentados a cair nessa armadilha de exibir nossa espiritualidade?
Jerry Barrs nos ajuda dando as seguintes razões:
1ª.)
Primeiro, gostamos que os outros pensem bem de nós. Queremos causar uma boa
impressão e representar bem o nosso Cristianismo. Em parte isso é bom.
Desejamos seguir a injunção bíblica de evitar toda aparência de mal (1Ts 5:22).
Mas o foco de nossa devoção pode ser facilmente desviado. Para atenção de quem
eu estou orando? Por que eu estou ofertando? O Senhor nos chama para termos
devoção verdadeira a ele nos nossos corações e não estarmos preocupados se os
outros pensam que temos uma vida de oração boa ou se damos o suficiente ou se
parecemos religioso o bastante.
2ª.)
Segundo, começamos facilmente a nos congratular espiritualmente se os outros
nos elogiam. O orgulho se intromete, e prontamente nos esquecemos de nossa
pobreza espiritual. Na verdade, quão fria é a nossa devoção, quão morno é o
nosso amor, quão fraco e inconstante é o nosso zelo!
3ª.) Terceiro, essas evidências
externas da vida religiosa são muito mais fáceis de realizar do que a
verdadeira obediência aos mandamentos de Deus sobre justiça, misericórdia e
fidelidade. Todos nós ansiamos por um caminho para a espiritualidade mais fácil
do que o que Deus planejou para nós. A todas as nossas desculpas a resposta de
Jesus é a mesma: “O que verdadeiramente significa amar a Deus de todo seu
coração, e de toda a sua alma e entendimento, e o que significa amar seu
próximo como a você mesmo?”
Ananias e Safira morreram imediatamente
após as repreensões de Pedro, tomados subitamente de um esmagador senso de
culpa. Uma grande tragédia que, como o texto nos esclarece, produziu “grande
temor a toda a igreja e a todos quantos ouviram a notícia destes
acontecimentos” (At 5.11).
A gravidade deste pecado é que a
hipocrisia, conduz, inevitavelmente, à duplicidade e por fim à apostasia.
Hipocrisia é mentir para os outros sobre nossa comunhão com o Senhor, enquanto
duplicidade é mentir para nós mesmos. Passamos a acreditar nesta mentira e nos
achamos bons cristãos. O resultado deste processo, lento mas erosivo, é a
apostasia. O hipócrita acaba por se afastar da comunhão com Deus.
III.
Lições que podemos aprender:
Como já dissemos nas devocionais anteriores,
o livro de Atos não é normativo para nós hoje. Nem tudo que aconteceu em Atos,
deve necessariamente ser repetido em nossos dias. Se assim fosse, imagine o que
aconteceria com os hipócritas que ainda existem dentro de nossas igrejas. Todo
domingo teríamos crentes morrendo como conseqüência de seus fingimentos. Não
obstante o livro de Atos não ser normativo, Deus ainda hoje condena a
hipocrisia. Precisamos extrair os princípios e algumas lições desta tragédia e
aplicá-las em nossas vidas.
1ª.) É impossível fingir ou mentir para
Deus: Pedro deixar muito claro que o pecado daquele casal foi um pecado
contra Deus (5.3,4). Ananias e Safira estavam mentindo para Deus e não para os
homens. Davi também entendia assim quando ao encarar seu pecado disse: “pequei
contra ti, contra ti somente, e fiz o que era mal perante os teus olhos..” (Sl
51.4).
Precisamos ter consciência deste ponto.
Antes que nosso pecado seja contra pessoas, pecamos contra Deus. E ele não
precisa ficar nos espionando pelo buraco da fechadura para saber o que fazemos
às escondidas “...todas as coisas estão desnudadas e patentes aos olhos daquele
a quem temos que prestar contas” (Hb 4:13). Não existe nenhuma criatura que não
seja descoberta na Sua presença.
Com Deus não existem cuidados a tomar na
tentativa de ocultar nossa vida íntima e privada. Não temos como fingir ser o
que não somos. Sempre estamos desnudados na presença dele e isto em face de que
Ele “não nos vê como o homem vê...o homem vê o exterior, porém, o Senhor vê o
coração” (I Sm 16:7). Sua vigilância é tremendamente perfeita (Sl 139.1-5). Não
temos como esconder alguma coisa de Deus. Quando estou namorando, quando da
minha relação com meu cônjuge e filhos; quando estou longe dos olhos da igreja,
em viagem de férias; quando estou fazendo negócios ou assistindo a minha TV;
tudo, tudo está sendo vigiado por Deus e esta vigilância é maravilhosa e
sobremodo elevada.
A certeza de que é impossível esconder
qualquer coisa de Deus, deveria poderosamente influenciar toda a nossa conduta,
a fim de fugirmos do pecado, e caso aconteça, abandonar esta infrutífera e
inútil tentativa de tapear Deus.
2ª.) Deus ama sua igreja e deseja
protegê-la do grave pecado da hipocrisia: A
gravidade deste pecado pode ser constatado por dois aspectos: a) Trata-se de
uma mentira contra o Espírito Santo ou contra Deus e b) a morte instantânea e
imediata de Ananias e Safira.
Porque Deus ama sua igreja, ele precisa
agir de maneira a disciplinar os pecados que surgem em seu meio. Com a morte de
Ananias e sua esposa, Lucas diz que “sobreveio grande temor a todos os
ouvintes” (v.5,11). As pessoas tomaram consciência de que Deus não tolera o
pecado. Ele não “pode suportar hipocrisia com ajuntamento solene. Jesus disse
dos fariseus: “Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está
escrito: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de
mim”. (cf. Mc 7.6).
O objetivo da disciplina é manter a igreja
pura, restaurar o pecador e trazer glória a Deus. A disciplina não é um caminho
opcional para a administração da igreja, mas uma necessidade, que deve ser
entendida, obedecida e aplicada, para manter a saúde espiritual da igreja.
Calvino, ao falar sobre a necessidade da disciplina eclesiástica disse que:
"aqueles que pensam que a igreja pode sobreviver por longo tempo sem
disciplina estão enganados; a menos que pensemos que podemos omitir um recurso
que o Senhor considerou necessário para nós."
3ª.) É impossível servir a dois senhores: Ananias e Safira, provavelmente, eram membros da igreja. O exemplo
de Barnabé mexeu com eles e tiveram com isso um forte desejo de imitá-lo. No
entanto, acharam que entregar todo o dinheiro iria depois fazer falta. E
resolveram então, tentar “um meio termo, nem tanto ao mar, nem tanto a terra”.
Queriam o crédito e o prestígio da generosidade sacrificial de Barnabé, sem
terem que arcar com as inconveniências.
Esqueceram da advertência do Senhor:
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e
amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro”. (MT 6.24; Lc 16.13).
Ananias não quis servir a Deus e fez do dinheiro, um ídolo e objeto de sua
adoração.
Como
pontuou certa vez Thomas Watson, “O hipócrita é estrábico, pois olha mais para
sua própria glória do que para a de Deus”.
4ª.) Satanás está por trás da hipocrisia
(v.3): O pecado de Ananias não foi um
acidente. Ao contrário, ele premeditou junto com sua esposa. Veja como foi a
pergunta do apóstolo: “Então perguntou Pedro: “Ananias, como você permitiu que
Satanás enchesse o seu coração?” (NVI). Esta pergunta dá a entender que Ananias
poderia ter evitado o pecado. E a frase seguinte (v.4) “como, pois, assentaste
este desígnio em teu coração” demonstra que o pecado surgiu após longa e
cuidadosa deliberação. Assim como aconteceu com Judas Iscariotes, Ananias “deu
lugar”, “permitiu” que o diabo enchesse seu coração.
Paulo nos exorta a que não demos lugar ao
diabo (Ef 4.27). E Tiago nos ensina que “cada um é tentado pela sua própria
cobiça, quando esta o atraia e seduz” (1.14). Provavelmente, Ananias e Safira
já estavam cedendo às tentações de Satanás e agora permitiam que ele “enchesse
seus corações”. Por isso, Pedro exorta a igreja a “resistir ao diabo” (cf. I
Ped 5.8,9).
Conclusão: Precisamos a todo custo evitar a armadilha da atividade religiosa
vazia. Podemos começar comparecendo diante de Deus e orar: “Sonda-me, ó Deus, e
conhece os meus pensamentos; Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me
pelo caminho eterno” (Sl 139.23,24). Aos olhos de Deus, somos julgados não
tanto pelo que fazemos e sim por nossos motivos para fazê-lo.
Como bem disse A.W. Tozer: “Não “o
quê” mas “por quê” será a pergunta importante que ouviremos, quando nós,
crentes, comparecermos no tribunal, a fim de prestarmos contas dos atos
praticados enquanto estávamos no corpo”
📚 EXTRAÍDO DO TEXTO
: SEJAM HONESTOS
.... E
atraiu um casal chamado Ananias e Safira. Eles faziam parte daquela poderosa e
diligente comunidade de crentes. O nome Safira significa “bela” ou “agradável”
e é o mesmo nome dado àquela pedra preciosa de cor azul-violeta. Ananias
significa “Jeová é gracioso”, e Deus certamente foi gracioso para com ele. Ele
lhe deu uma linda esposa, abençoou-o com bens materiais, perdoou-lhe os pecados
e o levou à comunhão com pessoas que realmente se preocupavam com ele. Isso é
muito mais que um homem pode desejar.
Ananias, no
entanto, queria mais, e Safira também. Eles queriam mais aceitação; queriam
aplausos. Eles não queriam ser apenas membros do Corpo; queriam ser membros
ilustres do Corpo. Queriam o louvor dos homens. E isso nos leva ao nosso
segundo ponto, ao pecado de Ananias e Safira. Crentes dedicados e
altruístas muitas vezes são alvo da admiração e do apreço de outros cristãos.
Se forem pessoas espirituais, não são motivadas pelo desejo de receber elogios
e aplausos dos homens, mas às vezes os recebem. Na igreja primitiva, as pessoas
que vendiam suas propriedades e davam o dinheiro à igreja provavelmente
recebiam muitos elogios de toda a congregação. Barnabé foi um daqueles que
sacrificou tudo (Atos 4:36-37). Ele não o fez para se exibir. Não havia
vestígio de orgulho carnal naquilo que ele fez. Ele só pensou na necessidade
dos outros cristãos e na glória de Deus. Mas o reconhecimento estava lá.
Ananias e Safira viram isso e quiseram ter o mesmo, e foi aí que seus problemas
começaram.
Cobiçar o
louvor dos homens é evidência suficiente de que eles estavam agindo de acordo
com sua natureza carnal, não no Espírito. Contudo, isso fica ainda mais
evidente quando ficamos sabendo que eles depositavam sua esperança para o
futuro na sua conta bancária, não no Senhor. Eles não conseguiram fazer o que
os outros fizeram – dar todo o seu dinheiro para Deus e confiar somente na Sua
fidelidade para suprir as suas necessidades. Eles tinham de ter aquele dinheiro.
E estas duas expressões de carnalidade, o desejo de reconhecimento e a
confiança em coisas materiais, se tornaram um grande dilema para eles. Como
poderiam receber o tão almejado reconhecimento sem depositar todo o montante da
venda no altar do sacrifício? Mas eles, finalmente, acharam uma solução.
Trapaça!
“Entretanto,
certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade,
mas, em acordo com sua mulher, reteve parte do preço e, levando o restante,
depositou-o aos pés dos apóstolos” (Atos 5:1-2). Eles bolaram um plano para
reter para si uma parte do dinheiro recebido pela propriedade e levar o
restante para os apóstolos. Eles não disseram, necessariamente, que estavam
dando a quantia total recebida; simplesmente deixaram que todos presumissem
isso. E pronto, o reconhecimento como crentes espirituais e abnegados que
entregaram tudo a Jesus foi instantâneo!
Mas o que
havia de errado com seu plano? Eles não mentiram realmente pra ninguém,
mentiram? Eles apenas deram o dinheiro e não disseram o quanto aquilo
representava do total. Eles não tinham culpa pelo pensamento dos outros,
tinham? É óbvio que tinham. Pedro, com incrível discernimento divino, atribuiu
sua farsa a Satanás e disse que eles mentiram para o Espírito Santo (Atos 5:3).
Ele lhes explicou que eles não tinham a obrigação de vender sua propriedade. E,
mesmo depois de vendê-la, não tinham a obrigação de dar todo o dinheiro à
igreja. Mas eles tinham a obrigação de serem honestos (Atos 5:4). O
maior pecado de Ananias e Safira foi sua desonestidade, sua farsa, sua
hipocrisia, seu fingimento, mostrando uma falsa imagem de si mesmos, implicando
em maior espiritualidade do que realmente possuíam, deixando os outros pensarem
o melhor sobre eles. Eles estavam mais interessados nas aparências do
que na realidade. Pedro disse: “Não mentiste aos homens, mas a Deus”
(Atos 5:4).
Alguma vez
você já se perguntou como era o relacionamento entre Ananias e Safira? Embora
tenham demonstrado uma incrível parceria em sua farsa, sua hipocrisia não podia
deixar de afetar seu casamento. Quando as aparências são mais importantes para
nós que a realidade, normalmente, as pessoas com quem convivemos sofrem por
causa disso. Diante dos outros, escondemos a maioria das nossas atitudes
carnais, mas, por detrás das quatro paredes da nossa casa, a nossa tendência é
deixar à mostra todos os nossos defeitos – toda raiva, todo mau-humor, todas as
grosserias e falta de respeito, todo egoísmo, todo orgulho, todo comportamento
infantil. Por causa disso, muitos lares cristãos estão cheios de brigas e
conflitos. No entanto, quando alguns cristãos preocupados, querendo nos ajudar,
perguntam como estão indo as coisas, logo respondemos: “Vai tudo bem, está tudo
ótimo. Nunca estivemos melhor”. E justificamos a nossa desonestidade dizendo a
nós mesmos que o que acontece na nossa casa é problema nosso e não é da conta
dos outros. Mas a desonestidade só aumenta o peso da culpa, a culpa leva a mais
atitudes defensivas e irritabilidade, e a irritabilidade causa maior divergência
e discórdia em nosso lar. Essa é uma das armadilhas prediletas de Satanás.
O desejo
carnal de receber louvor e preeminência demonstrado por Ananias e Safira também
pode afetar a relação matrimonial de uma outra forma. Ele faz com que cada
parte passe a competir de forma egoística pela supremacia e queira mais para si
mesmo do seu relacionamento. Cada um dá de si só para receber algo em troca e,
geralmente, fica de olho no quanto recebe. Se achar que está em desvantagem,
briga e reclama até conseguir o que pensa merecer. Ambos mantém um registro de
quem dá mais, de quem recebe mais atenção, de quem é mais compreensivo, de quem
tem mais falhas ou de qualquer outro ponto de discórdia. A necessidade de cada
parceiro parecer melhor que o outro o faz mascarar sua verdadeira personalidade
e, assim, entrincheirar-se ainda mais em sua miserável hipocrisia.
Precisamos
ser honestos. Precisamos nos comprometer a ser absolutamente sinceros e
transparentes. Esta é a única maneira de escapar dessa armadilha satânica. Quando admitimos nossos verdadeiros
sentimentos e motivações para outra pessoa, quando reconhecemos realmente os
nossos erros e quando lhe pedimos para orar por nós, isso nos dá coragem para
pedir o poder de Deus para mudar. Sabemos que algum dia essa pessoa irá nos
perguntar como estão indo as coisas e que teremos de lhe dizer a verdade. Vamos
querer estar prontos quando esse dia chegar, pois com nosso crescimento sincero
virá uma crescente preocupação com a glória de Deus e com o testemunho da
igreja de Cristo. Portanto, vamos deixar o Espírito de Jesus Cristo operar em
nós para nos tornar mais parecidos com Ele. Só assim seremos capazes de parar
de jogar o jogo das aparências. Só assim seremos autênticos!
Pra
começar, marido e mulher podem ser honestos um com o outro. Podem admitir ao
parceiro o que se passa dentro deles e, então, se encorajar mutuamente e orar
pelas fraquezas um do outro. Eles também precisam ser honestos para com Deus.
Quando estão errados, mesmo que estejam cometendo os mesmos erros, eles precisam
reconhecê-los abertamente diante do Senhor e parar de ficar se justificando. Só
assim serão capazes de crescer espiritualmente. Ananias e Safira podem ter
concordado em seu plano fraudulento, mas é óbvio que nunca admitiram sua
pecaminosidade um para o outro, nem para Deus. Quando marido e mulher se tornam
parceiros no fingimento, um dia isso os destruirá.
Vejamos,
finalmente, a importância da disciplina aplicada a eles. Pedro não invocou
o julgamento do céu, como algumas pessoas supõem. Ele simplesmente expôs a
hipocrisia de Ananias pelo discernimento que lhe foi dado por Deus. “Ouvindo
estas palavras, Ananias caiu e expirou” (Atos 5:5). Foi a disciplina da mão de
Deus. “Levantando-se os moços, cobriram-lhe o corpo e, levando-o, o sepultaram”
(Atos 5:6). Não sabemos como eles o sepultaram sem o conhecimento de Safira,
mas, naquela época, os corpos tinham de ser enterrados logo e talvez eles não a
tenham encontrado naquele momento. Ela pode ter saído para fazer compras, para
gastar um pouco do dinheiro sonegado.
Três horas
mais tarde, ela chegou procurando o marido, sem saber o que tinha acontecido.
Pedro deu-lhe oportunidade para ser honesta. “Dize-me, vendestes por tanto
aquela terra?”, perguntou ele, citando a quantia entregue por Ananias. Safira
preferiu continuar mantendo a farsa iniciada pelo marido. Sem hesitar, ela
respondeu: “Sim, por tanto” (Atos 5:8). E Pedro lhe disse que ela teria o mesmo
destino sofrido por Ananias.
Ficamos
amedrontados diante de uma ilustração tão extrema da disciplina divina. Até
podemos ficar tentados a dizer que Deus foi severo demais. No entanto, por que
Ele fez isso? Ele não parece agir assim hoje em dia. E como somos gratos por
isso! Mas, naquela época, era diferente. Aquele era o início da igreja. Até
aquele momento ainda não havia ocorrido nenhuma demonstração tão crassa de
carnalidade e Deus abominou o dia em que ela se introduziu na igreja. Desde o
princípio Ele queria que todos soubessem o quanto Ele odeia a hipocrisia, e que
isso fosse conhecido em todas as épocas. Essa é a razão pela qual Ele colocou
essa história em Sua Palavra.
Espiritualidade
fingida é uma coisa contagiosa. Quando um cristão vê outro cristão agir dessa
forma e se sair bem, não vê problemas em tentar também. E, para cada membro que
age no poder da carne em vez de no poder Espírito, para cada um que vive para
receber o louvor dos homens em vez de viver para a glória de Deus, a eficácia
da igreja de Cristo vai diminuindo cada vez mais. Se Deus tivesse permitido a
Ananias e Safira levar adiante a sua farsa, isso teria destruído o testemunho
da igreja primitiva. Ele tinha de agir naquela hora.
Infelizmente, os anos têm diluído a pureza da igreja e,
estando tão longe da singularidade da era apostólica, podemos achar difícil até
mesmo reconhecer a nossa própria hipocrisia. Nós pensamos que hipocrisia é um
esforço deliberado e calculado para enganar os outros, como foi com Ananias e
Safira, e talvez façamos isso de forma inconsciente. Podemos simplesmente cair
no hábito involuntário de proteger nossa aparência de santidade, encobrindo os
nossos defeitos e escondendo das pessoas o que se passa dentro do nosso coração
e do nosso lar. Geralmente isso é mais fácil do que nos entregarmos totalmente
a Cristo, deixando-O viver em nós para fazer as mudanças que desejar. Esta
forma de hipocrisia tem se tornado um estilo de vida na igreja de Jesus de
nossos dias e talvez seja o motivo pelo qual não estejamos causando grande
impacto em nossa sociedade incrédula.
Uma grande
questão que paira sobre a nossa cabeça depois de termos descortinado a vida de
Ananias e Safira é: o que é mais importante – manter a aparência de
espiritualidade ou sermos realmente aquilo que Deus deseja de nós? Cultivar só
a aparência conduz à morte – morte para o crescimento espiritual, morte para
sermos úteis na família de Deus e morte para um relacionamento melhor entre
marido e mulher. Por outro lado, o Espírito de Deus pode usar a sinceridade
para produzir em nós a vida de Cristo, e isso significa vida abundante, alegria
constante e bênçãos sem medida.
📚ESTUDO SOBRE A HIPOCRISIA
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Mateus 23
Definição: (Do grego; hypocrisia e do latin: hypocrise + sufixo ia) “demonstração de uma virtude, dum sentimento louvável, que não se tem. Impostura, fingimento, simulação, falsidade. Falsa devoção.” Novo dicionário Aurélio da língua Português, Edição revista e ampliada, pg 899 – Editora Nova Fronteira. No passado, havia uma conotação diferente do significado da palavra, cujo resultado era: “Um apresentador de sonhos; Um orador; Um recitador de Poemas ou Um ator”. Desta ultima definição, redundou no significado da Palavra como a temos nos dias de hoje. – Nos dias de Jesus os religiosos fizeram jus a esta prático, porque haviam muitos fariseus e hipócritas entre o povo. Fariseu – Era formado por um grupo religioso, político e social. Estes exerciam na época do Senhor Jesus uma grande influência. Eles eram os “piedosos” da religião. Toda esta capa aparente de servidores piedosos e inquiridores da lei, não passava de uma fachada hipócrita. Jesus em seu discurso, chama-os diretamente de: Escribas, Fariseus e Hipócritas. Dizia o Senhor acerca da atitude deles em fechar aos homens o direito ao Reino dos céus, pois nem eles entravam e nem permitiam que os outros entrassem. Observemos os versículos 13-29 do texto em pauta. O senhor apresenta na sua tese, a diferença entre o ser verdadeiramente e o dizer que é. O hipócrita faz o discurso mas não tem a prática. Disse então o Senhor: “AI DE VÓS”! Observemos com mais detalhes alguns aspectos de como funciona, opera e atua a hipocrisia no meio da congregação. Busquemos uma compreenssão mais profunda do problema pois o Senhor colocado o seus olhos sobre a igreja, a fim de que isto não venha a se tornar uma doença crônica na congregação. ASSIM SE MANIFESTA A HIPOCRISIA Quando lemos a Palavra de Deus, claramente entendemos que este mal vem se manifestando desde os dias do Senhor entre nós. Não é algo novo que tenha surgido agora, mas algo tão velho quanto a história e o homem. Chamamos sua atenção para estes fatos. A hipocrisia é manifestada no meio da congregação, pelo homem que publicamente se apresenta como bondoso, como salvador, aqiele que tem a solução pra o problema. Na realidade o quer é todos saibam que ele está ajudando ou dando esmolas. Mt 6:2 “Quando pois deres esmolas, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa”. Também se manifesta através de atitudes de uma falsa consagração ou jejuam o que é feito não para Deus mas para que os outros lhes dê louvor. Mt 6:16 “Quando vocês jejuarem, não façam uma cara triste, como fazem os hipócritas, pois eles fazem isso para todos saberem que estão jejuando. Eu afirmo a vocês, que isto é verdade. Eles já receberam sua recompensa”. A Hipocrisia, se manifesta tambem na vida de pessoas que usam o nome da religião e o nome de Deus para esconder sua própria fraqueza. É aquele que se nega em ajudar ao seu semelhante e até a seus próprios pais dizendo que já está com seus bens comprometido com Deus e por esta razão já não pode ajudar. Marcos 7:10-13 É aquele que quebra a lei de Deus e a sua Palavra, pois está escrito que: “Aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Quantos deixam de ajudar um enfermo ou seu próximo por causa do descanso (sábado) julgando que isto agrada a Deus. É aquele que faz sua própria religião ao invés da religião de Deus. O Senhor declara em Lucas 13:5 “Hipócritas! No sábado qualquer um de vós vai à estribaria e desamarra sei boi ou o seu jumento a fim de leva-lo para beber água”. É a pessoa que esconde os seus verdadeiros sentimentos sob a máscara do fingimento. São iguais a aqueles que procuraram Jesus para embaraça-lo inquirindo-o sobre o tributo. A resposta do Senhor é imediata: “Dae a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, uma colocação sábia do Senhor. Marcos 12:15; Mateus 22:18. É o homem mau escondido sob a máscara da piedade Mt 23:28 Jesus condenando o fingimento ou a hipocrisia, disse: Mt 23:27-28 “ Ai de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês são como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro, estão cheios de ossos de mortos e podridão. Por fora vocês parecem boas pessoas, mas por dentro estão cheios de mentiras e de pecados”. O Hipócrita torna-se um cego em seus próprios desatinos. Tentou enganar aos outros e acabou sendo por si mesmo enganado. Caiu na própria cilada. Deus mostra o hipócrita debaixo da condenação. Mateus 24:50-51 “Virá o senhor daquele servo num dia em que não o espera, e a hora que ele não sabe, e castigá-lo-á, e lhe dará a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”. A HIPOCRISIA É ABOMINADA PELO SENHOR Certamente que o Senhor aborrece e não somente aborrece mas também abomina o pecado da hipocrisia, pois esta; míngua, traumatiza e atrofia a obra que o Senhor deseja realizar entre o seu polvo. O indivíduo que exerce a hipocrisia, por não ser autêntico, também não é real e se não é real, será falso e o falso não tem direito a sentar na mesa do Senhor. Leia-se Mateus 23:13-36 HÁ ESPERANÇA PARA A COMPLETA LIBERTAÇÃO Deus tem interesse em livrar o seu povo, a sua Igreja, desta praga que como a traça, parece inofensiva, mas é devastadora entre o povo de Deus. Quantas pessoas, tiveram suas vidas serem levadas ou engano pela vangloria dos homens, desprezando a glória do grande Deus. O Desejo do Senhor, é que tenhamos entre nós pessoas que estejam atentas para servir com retidão, com singeleza e com pureza diante do Senhor. “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”. Observemos a oração de Davi quando diz: I Crônicas 29:17 “Bem sei meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas”. Não nos apresemos ao mal, não corramos para a prática da hipocrisia. Ao abrirmos as nossas bocas, falemos o que é bom e reto perante o Senhor e não esqueçamos do que está escrito em Hebreus 10:22 “Aproximemo-nos com sincero coração, em plena certeza de fé”. A vida do cristão, deve ser de louvor e gratidão ao Senhor. Fujamos urgentemente dessa praga denominada “hipocrisia”, falemos a verdade uns com os outros e assim seremos verdadeiros, autênticos e fieis servos do nosso Deus.
💹FONTE: ESCOLA
BEREANA – ADVEC SEDE
RESUMO ( por Alda Reis )
UMA IGREJA
EXEMPLAR:
LIÇÃO 5: Um
chamado à santidade
TÓPICO 1: SANTIFICAÇÃO.
As palavras "santificar", "sagrado" e
"santo" são traduções da mesma palavra grega. Elas significam estar
separado para um serviço especial. Na Bíblia muitas coisas além de pessoas são
apresentadas como santificadas –- os móveis do Tabernáculo (Ex. 40:10, 11,13);
uma montanha (Ex. 19:23); comida (1 Ti. 4:5).
Qual é a definição da santificação
cristã?"
Ø QUANTO A
PESSOAS :
Jesus tinha muito a dizer sobre santificação em João 17. No versículo 16, o Senhor diz:
Ø Cuidado para não confundir
estes aspectos diferentes da santificação ou santidade.
1- SANTIFICAÇÃO PASSADA significa que o crente já foi posicionalmente separado
em Cristo =
"Eles não são do
mundo, como eu também não sou", e isso é antes de seu pedido:
"Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." Santificação é
um estado de separação para Deus; todos os crentes entram neste estado quando
são nascidos de Deus.
2- SANTIFICAÇÃO PRESENTE (ATUAL) indica o processo pelo qual o Espírito
Santo gradualmente muda a vida do crente para dar vitória sobre o pecado.= EFEITO
A santificação também se
refere à experiência prática dessa separação para Deus - Assim como o Senhor
orou em João 17, a santificação tem em vista a separação dos crentes para a
finalidade pela qual foram enviados ao mundo: "Assim como me enviaste ao
mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me santifico, para que também
eles sejam santificados pela verdade" (v. 18, 19).
3 - SANTIFICAÇÃO FUTURA é a perfeição que o crente vai desfrutar na
ressurreição (1 Tes. 5:23). Na vinda de Cristo, cada crente receberá um corpo
novo que estará sem pecado. =
De acordo com as Escrituras, a palavra "santificação"
tem mais um sentido. Paulo ora em 1 Tessalonicenses 5:23: "Que o próprio
Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de
vocês seja conservado irrepreensível na vinda de nosso Senhor Jesus
Cristo." = Este estado glorificado será a nossa separação definitiva
do pecado, ou seja, alcançaremos a santificação total em todos os
aspectos.
Ø Para
resumir, a santificação é sinônimo de santidade, a palavra grega para ambas
significa "uma separação", de primeira uma separação posicional de
uma vez por todas a Cristo em nossa salvação; em segundo lugar, uma santidade
prática progressiva na vida de um crente enquanto aguarda o retorno de Cristo
e, finalmente, uma separação permanente do pecado quando chegarmos ao céu.
TÓPICO
2 : HIPOCRISIA
ANANIAS / SAFIRA
= O erro não foi ter dado todo o dinheiro. Não havia qualquer exigência da
entrega de todo o montante da venda. Tanto que Pedro pergunta a eles:
“Conservando-o não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? (5.4). O
erro consistiu em ter eles dado uma parte, dando a impressão que haviam dado
tudo. Hipocrisia e mentira. Aparentemente Barnabé e Ananias praticaram a mesma
ação. Ambos venderam a propriedade. Ambos levaram o dinheiro para os apóstolos.
A diferença é que Barnabé trouxe o dinheiro, enquanto Ananias trouxe apenas uma
parte, fingindo ser todo o dinheiro.
Como bem apontou John Stott, o
apóstolo Pedro “não denunciou a falta de honestidade (trazer apenas uma parte
do dinheiro da venda), mas a falta de integridade (trazer apenas uma parte,
fingindo que era todo o dinheiro). Eles não eram avarentos; eram mentirosos.
Queriam o crédito e o prestígio da generosidade sacrificial, sem terem que
arcar com as inconveniências. Assim, a fim de conquistar uma reputação à qual
não tinham direito, contaram uma mentira deslavada. A motivação do casal, ao
dar, não era aliviar os pobres, mas inflar o próprio ego”.
Ø 1- A
HIPOCRISIA NA IGREJA = Os dicionários definem a hipocrisia como “característica
do que é hipócrita. Falsidade, dissimulação. Ato ou efeito de fingir, de
dissimular os verdadeiros sentimentos e intenções”. Este termo tem sua
etimologia na língua grega (hupokrisía,) e se referia ao ator de teatro.
Hipócrita era a maneira como o povo descrevia este ator que representava um
papel. E seu talento estava em convencer a platéia de que ele não era ele
mesmo, mas sim aquele personagem ali no palco. Daí, ainda em nossos dias, o
termo é utilizado para descrever o ato de fingir ter crenças, virtudes e
sentimentos que a pessoa na verdade não possui.
Hipocrisia é mentir para os outros sobre
nossa comunhão com o Senhor, enquanto duplicidade é mentir para nós mesmos.
Passamos a acreditar nesta mentira e nos achamos bons cristãos.
Ø 2 -
A HIPOCRISIA NO LAR = Alguma vez você já se perguntou como era o relacionamento
entre Ananias e Safira? Embora tenham demonstrado uma incrível parceria em sua
farsa, sua hipocrisia não podia deixar de afetar seu casamento.Se mentimos e
fingimos para fora ( outro) como nos comportamos para dentro (cônjuge)
MENTIRAS GERAM :
DISCÓRDIAS, DESCONFIANÇA E TRAIÇÃO.
UM CASAL = HONESTIDADE / SINCERIDADE
CONCLUSÃO
: A IMPORTANCIA DA DISCIPLINA
Pedro não invocou o julgamento do céu, como algumas
pessoas supõem. Ele simplesmente expôs a hipocrisia de Ananias pelo
discernimento que lhe foi dado por Deus. “Ouvindo estas palavras, Ananias caiu
e expirou” (Atos 5:5). Foi a disciplina da mão de Deus. “Levantando-se os
moços, cobriram-lhe o corpo e, levando-o, o sepultaram” (Atos 5:6).
Não sabemos como eles o sepultaram sem o conhecimento de
Safira, mas, naquela época, os corpos tinham de ser enterrados logo e talvez
eles não a tenham encontrado naquele momento. Ela pode ter saído para fazer
compras, para gastar um pouco do dinheiro sonegado.
Três horas mais tarde, ela
chegou procurando o marido, sem saber o que tinha acontecido. Pedro deu-lhe
oportunidade para ser honesta. “Dize-me, vendestes por tanto aquela terra?”,
perguntou ele, citando a quantia
entregue por Ananias. Safira preferiu continuar mantendo
a farsa iniciada pelo marido. Sem hesitar, ela respondeu: “Sim, por tanto”
(Atos 5:8). E Pedro lhe disse que ela teria o mesmo destino sofrido por
Ananias.
Ficamos amedrontados diante de uma
ilustração tão extrema da disciplina divina. Até podemos ficar tentados a dizer
que Deus foi severo demais.
Ø No
entanto, por que DEUS fez isso?
“ Espiritualidade fingida é uma coisa contagiosa”
Ele não parece agir assim hoje em dia. E como somos
gratos por isso! Mas, naquela época, era diferente. Aquele era o início da
igreja. Até aquele momento ainda não havia ocorrido nenhuma demonstração tão
crassa de carnalidade e Deus abominou o dia em que ela se introduziu na igreja.
Desde o princípio Ele queria que todos soubessem o quanto Ele odeia a
hipocrisia, e que isso fosse conhecido em todas as épocas. Essa é a razão pela
qual Ele colocou essa história em Sua Palavra.
Ø HIPOCRISIA conduz à morte –
morte para o crescimento espiritual, morte para sermos úteis na família de Deus
e morte para um relacionamento melhor entre marido e mulher.
“
Deus tem interesse em livrar o seu povo, a sua Igreja, desta praga que
como a traça, parece inofensiva, mas é devastadora entre o povo de Deus.”
Extraído
- Fonte: Escola Bereana
Pf:
Alda Reis
📌✏ DINÂMICA de aula
Corte os tópicos abaixo e distribua para os alunos peçam para que leiam cada um por sua vez aplicando assim os atributos do casal Ananias e Safira. No texto abaixo entregue a um aluno e peça para que leia em voz alta durante o processo da aula ,alternado os versos vez po outra.
TEXTO 1
MENTIRA
ou ( INVERDADE = inexatidão ) ↔ ELOGIOS / FALSOS ( discurso)
1.Afirmação contrária à verdade a fim de
induzir a erro.
Ø O DIABO CRIOU A
MENTIRA – SÓ EXISTIA A VERDADE –
Ø A MENTIRA VEM CONTRA A VERDADE ➡A VERDADE ROMPE A MENTIRA
IMAGEM
/ FALSA ↔ ENGANO
( analogia)
2.
Aspecto particular pelo qual um ser ou um objeto é percebido
EGOÍSMO ↔ AVAREZA (de quem tem apego excessivo ao dinheiro, às riquezas.)
3. Amor exagerado aos próprios interesses a
despeito dos de outrem.
ORGULHO
↔
ALTIVEZ (sentimento de dignidade, brio, nobreza.)
4. Sentimento de prazer,
de grande satisfação com o próprio valor, com a própria honra.
ARROGÂNCIA ↔ PREPOTÊNCIA (abuso
do poder ou de autoridade; opressão, tirania,)
5. Ato ou efeito de arrogar(-se), de atribuir
a si direito, poder ou privilégio.
AUTOPROMOÇÃO ↔
SUBORNO (aliciamento )
6. Alardear seus próprios atos, atributos ou
méritos
HIPOCRISIA
= FINGIMENTO ↔ ATOR
7.
TEXTO 2
Mateus 23
13 Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos
homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão
entrando.
14 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as
casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais
rigoroso juízo.
15 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o
mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis
filho do inferno duas vezes mais do que vós.
16 Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar
pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.
23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a
hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a
miseriitir aquelas.
24 Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis
um camelo.
25 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o
exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de
intemperança. 26 Fariseu cego! limpa primeiro o
interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo.
27 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois
semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas
interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. 28 Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas
interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.
29 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que edificais os
sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos,
![]()
04. Só Jesus
salva! Nós mesmos não podemos nos salvar, as placas de igreja também não, nem
ninguém mais. Só Ele! {Leia: Atos 4:10-12}
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