quarta-feira, 8 de julho de 2015

lição 2 O EVANGELHO DA GRAÇA

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... Era como se apóstolo, ao referir-se às pessoas para quem a lei foi promulgada (aqui com referência particular à lei moral e divina), primeiramente os encadeia em termos gerais como transgressores e desobedientes, ímpios e pecadores, e em seguida desce aos detalhes, seguindo aproximadamente a ordem dos dez mandamentos. Os efésios seguidores do erro deveriam perguntar a si mesmos: “Esse não é um retrato exato de nós mesmos?” Paulo admitia que ela era aplicável a ele mesmo. Os mestres da falsa doutrina, da região de Éfeso, não admitiam nada. Essa era a diferença! A primeira palavra apropriada que ele usa é transgressores. Os transgressores (plural de avo^oç), aqui, não são as pessoas que ignoram a lei, mas as que vivem como se não houvesse lei (ver C.N.T. sobre 2Ts 2.3). Simplesmente vivem fazendo o que agrada a si próprias. E assim vivem separadas da lei e são contrárias a suas exigências básicas. Estaria Paulo pensando em si mesmo (como pessoa incluída no grupo) e em sua vida pregressa? (Cf. Rm 7.9.) Para poder fazer uma exegese adequada dessa porção, deve-se ter em mente que nos versículos que vêm imediatamente em seguida o apóstolo faz reiterada referência a si próprio e a sua vida pecaminosa (vv. 13, 15, 16). Além do mais, um texto deve ser interpretado à luz de seu contexto. Do contrá­rio nossa interpretação perde a unidade. Ora, os transgressores são também insubordinados. Eles se negam a pôr-se sob (note a palavra: plural de ávuTTÓxaKToç) o governo do DEUS que promulgou a lei. Na vida cotidianamente prática, isso significa que, negativamente falando, tais pessoas são ímpias, irreverentes, profanas (plural de áoeprjç), uma palavra que no uso paulino se aplica até mesmo aos eleitos enquanto (ou até onde) ainda vivam em harmonia com o princípio da incredulidade. São, pois, “profanos”, ainda que pela graça soberana de DEUS tenham sido (ou em algum momento de sua vida serão) justificados (Rm 4.5; 5.6). Paulo, naturalmente, se colocaria entre eles. Positivamente falando, tais indivíduos são pecadores por natureza (plural de à|j,apTwA.óç) erraram o rumo ou o alvo de sua existência, a saber, a glorificação consciente de DEUS. Paulo de forma bem definida e explícita nos diz que se inclui nesse rol; note o versículo 15 (que provavelmente já estava no pensamento do autor, quando escreveu o versículo 9): “CRISTO JESUS veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” A lei, pois, foi promulgada para os transgressores e insubordinados ou desobedientes, para os ímpios e pecadores, com o fim de sacudi-los até o mais profundo âmago de seu ser, e espantá-los de qualquer autocomplacência que porventura restasse neles. Ela foi. promulgada para que o homem inquieto sinta uma maior inquietude, de modo que clame desesperançado de si mesmo: “Miserável homem que eu sou.1 Quem me livrará?” (Rm 7.24; e cf. Rm 3.20). O apóstolo então faz uma síntese da lei dos Dez M andamentos. O resumo revela claramente que não há lugar em Sião para alguém sentar-se em repouso (menos ainda para os seguidores do erro que havia em Éfeso), dominado pelo senso de segurança, de tal modo que agora passe a usar a lei com perfeita compostura como uma espécie de palavras cruzadas ou como matéria-prima para a fabricação de interessantes histórias sobre os antepassados. Por conseguinte, primeiramente o apóstolo declara que a lei foi promulgada ài/ooíoLç Kcd pepiíAmç “para os homens irreverentes e profanos” . A palavra irreverente (ávóatoç), que no Novo Testamento só aparece aqui e em 2 Tessalonicenses 3.2, e aqui no versículo 9 está associada a profano, é muito adequada num contexto que descreve os que são negligentes em seus deveres para com DEUS. Em Gorgias (507B), Platão representa Sócrates como que dizendo: “E outra vez, quando alguém está fazendo o que é adequado em relação aos homens, faz o que é justo (õÍKcaa); (quando faz o que é correto) em relação aos deuses, (faz o que é) santo (ocua)”.31 Semelhantemente, em 2 Macabeus 7.34, Antíoco Epífanes, que por todos os meios tentou destruir a religião de Jeová, é chamado “homem profano”. O que se expressa negativamente no adjetivo “irreverente” se expressa positivamente no adjetivo profano (pépr)Àoç, de Patvco, caminhar, dar um passo, pisar). O que é profano pode ser pisado. É como em nosso idioma indica: “em frente do templo”, ou seja, ‘ fora do tem­plo” (pro = diante ou fora dt,fanum = templo, santuário). Uma pessoa profana é alguém que não se refreia ou não vacila em pisotear o que é santo. O adjetivo é usado em relação a coisas em 1 Timóteo 4.7; 6.20; 2 Timóteo 2.16 (ver comentário sobre essas passagens) e em relação a pessoas nessa passagem e em Hebreus 12.16. Essa passagem menciona a pessoa tipicamente/? roja na, a saber, Esaú, que por uma simples com ida vendeu sua primogenitura com suas implicações messiânicas. Portanto, é plenamente natural presumir que, quando Paulo faz menção de pessoas irreverentes e profanas, ele esteja pensando naqueles que ridicularizam a própria ideia de que há unicamente um DEUS verdadeiro, e naqueles que negam que esse DEUS é um ESPÍRITO de perfeição infinita, que seu nome, ou o nome de CRISTO, deve ser reverenciado e que seu dia deve ser observado. Os que são irreverentes e profanos escarnecem dos quatro mandamentos da primeira tábua da lei. Que ninguém diga que Paulo se excluiu desse rol (ver v. 13 e At 26.11) ou a qualquer outro pecador. Em segundo lugar, essa lei foi promulgada “para parricidas e matricidas”. O pecado assinalado aqui é um a flagrante violação do seguinte mandamento do decálogo: “Honre seu pai e sua mãe, para que se prolonguem seus dias na terra que o Senhor, seu DEUS, lhe dá” (Êx 20.12). Além disso, a lei declarava especificamente: “Quem ferir seu pai ou sua mãe será m orto” (Êx 21.15). Ora, se o simples golpear o pai ou a mãe levaria a pena de morte, quanto mais feri-los (dar-lhes um golpe destrutivo, matá-los)! Não obstante, o pecado maior, em cada caso, inclui o menor. Aqui se condena qualquer forma de negligência em honrar os pais. Nenhum pecador escapa.
Em terceiro lugar, a lei visava aos “homicidas” . Literalmente, o original aqui tem “para os homicidas involuntários”. Não obstante, a expressão em nosso idioma é ambígua, e poderia ser tomada como uma referência a quem mata sem intenção, embora ilicitamente. Contudo, o original se refere a todo aquele que tira a vida de outra pessoa. Tem referência a todo e qualquer homicídio. O mandamento violado é o sexto: “Não matarás” (Êx 20.13). Veja interpretação de CRISTO, Mateus 5.21-26. Como teria magoado Paulo escrever isso! Trouxe a sua mente lembranças do passado, de seu próprio passado (At 9.1, 4, 5; 22.4, 7; 26.10). Em quarto lugar, a lei foi estabelecida “para as pessoas imorais, sodomitas” . Isto se refere claramente aos que violam o sétimo mandamento: “Não adulterarás” (Êx 20.14). Note que aqui também (assim como as frases “para os ímpios e pecadores”, “para os irreverentes e profanos”) a descrição negativa (imorais) precede a positiva (sodomitas). A violação indicada é, primeiro, “fornicação” ou imoralidade, muito inclusiva; o segundo é “sodomia”, muito flagrante. Com respeito ao primeiro termo (fornicação), não é verdade que está sempre estritamente confinado à relação sexual ilícita entrePESSOAS SOLTEIRAS. Como é verdade com respeito a nossa própria palavra fornicação, assim também com respeito à palavra grega, o sentido, ainda que a princípio restrito, gradualmente adquire um significado mais inclusivo, de modo que na presente passagem é simplesmente imoralidade sexual em toda e qualquer forma que ocorra. A luz de Mateus 5.32; 19.9, é evidente que pode ainda incluir adultério (relação sexual ilícita entre pessoas das quais pelo menos um a é casada com outra pessoa). Em Efésios 5.5, o fornicário ou imoral é mencionado junto com o imundo ou impuro. Cf. Também Hebreus 13.4. De acordo com Mateus 5.27, 28, qualquer pensamento impuro é um a forma de “adultério” . Que pecador não é culpado? Paulo menciona em 1 Coríntios 5.1 um caso horripilante de imoralidade. O mundo pagão estava repleto de tais vícios, porém o caso mencionado em Coríntios é de tal parte como algo que “nem mesmo se nomeia entre os pagãos” . Imediatamente depois de “imorais”, Paulo menciona os “sodomitas” . A palavra empregada no original é composta de duas partes: homem e leito (particularmente o leito matrimonial). Portanto, a referência é diretamente aos homossexuais masculinos; em outros termos, aos sodomitas (cf. Gn 19.15), “que cometem atos vergonhosos homens com homens” (Rm 1.27; 1 Co 6.9); indiretamente, a referência é a todos os homossexuais, masculinos e femininos. Em quinto lugar, a lei foi instituída “para os sequestradores” . No Novo Testamento, a palavra (ávõpaTTOÔLOTriç) ocorre somente aqui. Sua origem é bastante incerta, ainda que, considerando seus componentes, alguns a façam derivar da ideia verbal “apanhar um homem pelo pé”. Mas, seja qual for sua origem, ela se refere clara e primariamente a “mercadores de escravos” (a palavra àyõpáTToõov significa escravo) e assim, por extensão, a todos os “ladrões de homens” ou “sequestradores”. O apóstolo está pensando numa horrível violação do oitavo mandamento: “Não furtarás” (Êx 20.15; quanto ao roubo de homens, ver Êx 21.16; Dt 24.7). Certamente também os que entram nos lares de cristãos, levando presos os que são de “O Caminho”, quer homens quer mulheres, estão incluídos, a despeito do fato de que podem portar consigo cartas do sumo sacerdote (cf. At 9.1, 2)1 Sim, estão implícitos os ladrões de homens de todo matiz ou cor. Paulo está inclu­ído, e por uma legítima extensão da ideia, também está toda pessoa que tem infringido os direitos ou liberdades de seus semelhantes. Que pecador está livre? Em sexto lugar, essa lei foi feita “para os mentirosos e perjuros”. Certamente o apóstolo está pensando no nono mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êx 20.16). Não obstante, segundo a visão de Paulo, não só os cretenses são mentirosos (Tt 1.12), mas, por natureza, todo homem é mentiroso (Rm 3.4). De acordo com o uso bíblico do termo, mentiroso não é apenas o indivíduo que realmente expressa algo que não confere com a verdade, mas também aquele que cujas ações e atitudes não se harmonizam com sua confissão (IJo 2.4; 4.20). O arquimentiroso de todos é o diabo (ver C.N.T. sobre João 8.44, 55). Seu mais ardente discípulo, o anticristo, é também um mentiroso (1 Jo 2.22; e ver C.N.T. sobre 2Ts 2.9, 10). “Perjuros” são todos quantos são culpados de afirmar solenemente (“pelo meu nome”, Lv 19.12), o que é falso com a intenção de causar dano ao próximo; ou aqueles que, ao fazerem um voto solene, não têm a intenção de cumpri-lo. Essa é a mais espantosa forma de pecado contra o nono mandamento, assim como o sequestro é a mais vergonhosa manifestação de pecado contra o oitavo, e a sodomia, um horrível exemplo contra o sétimo. Naturalmente, como nos casos anteriores de viola­ções contra a lei moral, assim é aqui: o pecado mencionado inclui pecados que conduzem a este e a todos os pecados relacionados com ele. O Senhor denunciou o desígnio egoísta dos fariseus em restringir o sentido do mal de forma a achar-se culpado somente aquele que não cumpria uma promessa em relação à qual houvesse alguém pronunciado literalmente o nome de DEUS (Mt 5.33-37). Se nos lembrarmos de que o pecado de jurar falso às vezes era cometido com o fim de obter-se a posse da propriedade do próximo, é evidente que não é tão absurda a teoria de que, ao mencionar essa violação particular da lei moral, Paulo não só está pensando no pecado contra o nono, mas também contra o décimo mandamento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo... nem coisa alguma que pertença ao teu próximo” (Êx 20.17). O perjúrio tem com frequência (talvez pudéssemos dizer sempre) sua raiz na cobiça. Uma vez dada uma atitude geral e mais detalhada das pessoas para as quais a lei foi promulgada, o apóstolo agora acrescenta “e para tudo quanto é contrário à sã doutrina”. Na forma como DEUS os vê, nenhum pecador e nenhum pecado pode escapar, e muito menos os efésios seguidores do erro. A única pessoa para quem a lei não tem vigor é o justo, o seguidor do erro tal como ele se vê. Ver comentário sobre 1.9a. Quanto aos demais, a lei condena a todos e a cada um, fazendo com que ele sinta a sentença de condenação. Ela está estabelecida (Keitca) para todo aquele que se põe contra (ávxÍKeiim) a sã doutrina. Esta doutrina corresponde à teoria e à prática. Portanto, todo pecado é um pecado contra a sã doutrina. E esta doutrina é qualificada de sã32 (i)YiaLvoúar|, donde vem nossa palavra higiênico), porque promove a saúde espiritual. Ver também 2 Timóteo 4.3; Tito l .9; 2.1; então Tito 1.13; finalmente, 1 Timóteo 6.3; 2 Timóteo 1.13. Isto não causa surpresa, porquanto seu ensino está em harmonia com o glorioso evangelho do DEUS bendito. A sã doutrina exige que o homem guarde a lei de DEUS. Também declara que por natureza ele não pode guardá-la. Portanto, ele revela sua total perdição, sua condição completamente pecaminosa. Naturalmente que isto nos lembra (é “de acordo com” ou “em harmonia com ”) o evangelho, porque a mensagem central deste é: “CRISTO JESUS veio ao mundo para salvar os pecadores” (v. 15). Que glorioso evangelho é este! É glorioso porque exibe a glória dos atributos divinos. (Ver C.N.T. sobre João 1.14.) Declara a justiça, a graça, o amor, etc. “do DEUS bendito.
William Hendriksen, 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito, São Paulo: Cultura Cristã, 2001, p. 191-6 (Comentário do Novo Testamento) 
 
Questionário da Lição 2 - O Evangelho da Graça
3º trimestre de 2015 - A Igreja E O Seu Testemunho - As Ordenanças De CRISTO Nas Cartas Pastorais
Comentarista da CPAD: Pr. Elinaldo Renovato de Lima

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
Complete os espaços vazios e marque com"V" as respostas Verdadeiras e com"F" as Falsas, conforme a revista da CPAD.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"[...] contanto que cumpra com alegria a minha __carreira__ e o __ministério__ que recebi do Senhor JESUS, para dar testemunho do evangelho da __graça__ de DEUS." (At 20.24).

VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O evangelho da __graça__ de DEUS é por excelência o evangelho da __libertação__ do homem através do sacrifício __salvífico__ de JESUS CRISTO.
 
I -AS FALSAS DOUTRINAS CORROMPEM O EVANGELHO DA GRAÇA
3- O que é o evangelho da graça?
(    ) É o Evangelho libertador que CRISTO trouxe ao mundo, por bondade de DEUS, independente das obras humanas (Ef 2.8,9).
(    ) Paulo se referiu a esse Evangelho de maneira muito eloquente (At 20.24).
(    ) Ele conhecia esse Evangelho, não apenas na teoria, mas por experiência própria.
(    ) De modo inexplicável, o blasfemo e perseguidor dos cristãos, foi escolhido para ser um dos maiores pregadores do Evangelho de CRISTO (1 Tm 1.12-14).

4- Quais eram as falsas doutrinas (v.3) e quem as trazia?
(    ) Os falsos mestres seriam presbíteros, a quem cabia a tarefa de ministrar o ensino à igreja (1 Tm 5.17; 3.2).
(    ) As falsas doutrinas eram apresentadas como "fábulas ou genealogias intermináveis" (1.4).
(    ) As "fábulas" (gr. mythoi) eram narrativas imaginárias, lendas, ficção. Na literatura, têm seu lugar. Mas, na Igreja, não deve haver espaço para fábulas ou mitos.
(    ) No texto, não fica claro qual o conteúdo das "genealogias", mas, ao lado das fábulas, eram ensinos que traziam especulações e controvérsias inúteis que não edificavam os irmãos em nada.
(    ) Timóteo foi o mensageiro, enviado por Paulo, para enfrentar e combater tais ensinos.
(    ) Há igrejas evangélicas que aceitam esse tipo de ensino e permitem que o emocionalismo tome lugar do verdadeiro avivamento espiritual.

5- Qual o "fim do mandamento" e a finalidade da Lei?
(    ) Paulo chamou a atenção de Timóteo, seu enviado a Éfeso, para a doutrina de DEUS e de CRISTO, a que ele resumiu no "mandamento", e sua finalidade (1 Tm 1.5,6).
(    ) Paulo ensina acerca do objetivo da Lei, e para quem ela se destinava, discriminando, no texto, uma longa lista de tipos de pessoas ímpias que eram alvo dos preceitos legais (1 Tm 1.9-11).
(    ) "O evangelho é a expressão do amor de DEUS, em CRISTO JESUS, que alcança um homem no mais baixo nível de pecado e o faz uma "nova criatura".

II - A GRAÇA SUPERABUNDOU COM A FÉ E O AMOR
6- De que forma Paulo demonstra sua  Gratidão a DEUS.
(    ) Uma das características marcantes do caráter de Paulo é o ser grato a DEUS (Rm 7.25; 1 Co 1.4; 14.18; 2 Tm 1.3).
(    ) Nesta parte da Epístola, ele expressa sua gratidão a CRISTO por tê-lo escolhido e posto no ministério apostólico e pastoral, apesar de ter sido um terrível opositor do Evangelho de JESUS (1 Tm 1.12,13).
(    ) É mais uma demonstração do que o "evangelho da graça de DEUS" pode fazer na vida de um homem. DEUS tem seus santos caminhos.
(    ) O evangelho é a expressão do amor de DEUS, em CRISTO JESUS, que alcança um homem no mais baixo nível de pecado e o faz uma "nova criatura" (2 Co 5.17), e mais, ainda, o faz parte da "família de DEUS" (Ef 2.19).
(    ) Paulo reconhece que "[...] a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em JESUS CRISTO" (1 Tm 1.14). Foi JESUS quem o salvou e o transformou mediante sua graça.

7- Como Paulo demonstra sua humildade diante de DEUS e dos homens?
(    ) Paulo não era mais um novo convertido ou neófito quando escreveu suas cartas a Timóteo.
(    ) Paulo não estava usando de falsa modéstia quando declarou ser o principal pecador que JESUS veio salvar (1 Tm 1.15).
(    ) Paulo tinha convicção de que fora salvo pela graça, e não por seus méritos.
(    ) Mesmo na condição de salvo, o crente deve saber que não merecíamos o dom (presente) da salvação.
(    ) Como salvos em JESUS CRISTO, não temos mais prazer no pecado.
(    ) Aquele que ainda tem prazer no pecado, não experimentou o novo nascimento: "Qualquer que é nascido de DEUS não vive na prática do pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode viver pecando, porque é nascido de DEUS" (1 Jo 3.9).

III - UM CONVITE A COMBATER O BOM COMBATE (vv. 18-20)
8- Como Paulo exorta Timóteo sobre a boa milícia?
(    ) Depois de orientar Timóteo sobre a difícil missão de combater as heresias, na igreja de Éfeso, Paulo dá uma palavra de ânimo, encorajamento e incentivo ao jovem pastor.
(    ) Como um verdadeiro "pai na fé", o apóstolo diz: "Este mandamento te dou, meu filho Timóteo, que, segundo as profecias que houve acerca de ti, milites por elas boa milícia" (1Tm 1.18).
(    ) Paulo lembra a Timóteo que seu ministério foi confirmado por profecia.
(    ) Deduz-se, do texto, que as profecias eram tão consistentes, que Timóteo deveria militar "a boa milícia", ou o bom combate, com base naquilo que DEUS lhe havia falado (1 Tm 1.18).

9- Como é a rejeição da fé e suas consequências (1 Tm 1.5), quais obreiros entraram por esse caminho?
(    ) Quem rejeita "a fé não fingida" e a "boa consciência" cristã colhe os resultados de sua má escolha. O resultado é o "naufrágio na fé".
(    ) Paulo toma como exemplo Himeneu e Alexandre, obreiros que entraram por esse caminho.
(    ) Quanto a Himeneu, sua postura é tão terrível que ele é citado em 2 Timóteo 2.17. Seu nome deriva de Himen, "deus do casamento", na mitologia grega.
(    ) Não se sabe ao certo qual "doutrina" falsa ele semeava. Estudiosos dizem que ambos eram representantes do gnosticismo no meio da igreja de Éfeso.
(    ) Com relação a Alexandre, aliado de Himeneu na semeadura das falsas doutrinas, era tão pernicioso, que Paulo o considera desviado ou "naufragado" na fé.
(    ) Sua influência era tão maliciosa que Paulo os entregou "a Satanás, para que aprendam a não blasfemar" (1 Tm 1.20). Que o Senhor livre sua Igreja dos falsos mestres.

CONCLUSÃO
10- Complete:
O cristianismo nasceu debaixo de __perseguição__ e confronto com heresias e ensinos __desvirtuados__. Na consolidação de igrejas abertas em suas viagens missionárias, Paulo teve que oferecer __resistência__ e ação decidida contra os "__lobos__ vorazes", que haveriam de surgir, até mesmo no seio das igrejas, como no caso da igreja de __Éfeso__. Com a graça de DEUS e o apoio de homens fiéis, como Timóteo e Tito, o apóstolo Paulo fez frente aos __falsos__ mestres que se levantaram para prejudicar o trabalho iniciado e desenvolvido em muitas igrejas cristãs. 
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima)
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.

CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.

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