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LIÇÃO 13 A RESSURREIÇÃO DE JESUS
2. Sua ressurreição.
(a) O fato. A ressurreição de
Cristo é o grande milagre do Cristianismo. Uma vez que é estabelecida a
realidade desse evento, torna-se desnecessário procurar provar os demais
milagres dos Evangelhos. Ademais, é o milagre com o qual a fé cristã está
em pé ou cai, isso em razão de ser o Cristianismo uma
religião histórica que baseia seus ensinos em eventos definidos
que ocorreram na Palestina há mais de mil e novecentos anos.
Esses eventos, são: o nascimento e o ministério de Jesus
Cristo, culminando na sua morte, sepultamento e ressurreição. Desses,
a ressurreição é a pedra angular, pois se Cristo não
tivesse ressuscitado, então não seria o que ele próprio afirmou ser; e
sua morte não seria expiatória. Se Cristo não houvesse
ressuscitado, então os cristãos estariam sendo enganados durante séculos;
os pregadores estariam proclamando um erro; e os fiéis estariam sendo
enganados por uma falsa esperança de salvação. Mas, graças a Deus, que, em
vez de ponto de interrogação, podemos colocar o ponto de exclamação apos ter
sido exposta essa doutrina: "Mas agora Cristo ressuscitou dos mortos,
e foi feito as primícias dos que dormem!"
(b) A evidência. "Vocês
cristãos vivem na fragrância de um túmulo vazio", disse um cético
francês. É um fato que aqueles que foram a embalsamar o corpo de Jesus, na
memorável manhã da ressurreição, encontraram seu túmulo vazio. Esse fato
nunca foi nem pode ser explicado a não ser pela ressurreição de Jesus!
Quão facilmente os judeus poderiam ter refutado o testemunho
dos primeiros pregadores se tivessem exibido o corpo do nosso Senhor!
Mas não o fizeram — porque não o puderam fazer! Como vamos explicar a própria
existência e origem da igreja cristã, que certamente teria permanecido
sepultada juntamente com seu Senhor — se ele não tivesse ressuscitado? A igreja
viva e radiante do dia de Pentecoste não nasceu de um Dirigente morto! Que
faremos com o testemunho daqueles que viram a Jesus depois de sua ressurreição,
muitos dos quais o apalparam, falaram e comeram com ele, centenas dos quais,
Paulo disse, estavam vivos naqueles dias, muitos dos quais cujo testemunho
inspirado se encontra no Novo Testamento? Como receberemos o testemunho de
homens demasiado honestos e sinceros para pregarem uma mensagem
propositadamente falsa, homens que tudo sacrificaram por essa mensagem?
Como explicaremos a conversão de Saulo de Tarso, o perseguidor do Cristianismo,
em um de seus maiores apóstolos e missionários, a não ser pelo fato de ele
realmente ter visto a Jesus no caminho de Damasco? Há somente uma resposta
satisfatória a essas perguntas: Cristo ressuscitou! Muitas tentativas já
foram feitas para superar esse fato. Os chefes dos judeus asseveraram que
os discípulos de Jesus haviam roubado o seu corpo. Mas isso não explica
como um pequeno grupo de tímidos e desanimados discípulos pôde reunir
suficiente coragem para arrebatar dos endurecidos soldados romanos o corpo
de seu Mestre, cuja morte lhes significava o fracasso completo das suas
esperanças! Os eruditos modernos também apresentam estas explicações:]
1) "Os discípulos
simplesmente experimentaram uma visão." Então perguntamos: como
podiam centenas de pessoas ter a mesma visão e imaginar, a um só tempo,
que realmente viam a Cristo?
2) "Jesus realmente não
morreu; ele simplesmente desmaiou e ainda estava vivo quando o tiraram da
cruz." A isso respondemos: então um Jesus pálido e exausto, decaído e abatido,
podia persuadir os discípulos cheios de dúvidas, e sobretudo a um Tomé, de
que ele era o ressuscitado Senhor da vida? não é possível! Essas explicações
são tão inconsistentes que por si mesmas se refutam. Novamente afirmamos,
Cristo ressuscitou! DeWette, teólogo modernista, afirmou que "a
ressurreição de Jesus Cristo é um fato tão bem comprovado quanto o fato
histórico do assassinato de Júlio César".
(c) O significado. A
ressurreição. Ela significa que Jesus é tudo quanto ele afirmou ser: Filho
de Deus, Salvador, e Senhor (Rom. 1:4). A resposta do mundo às
reivindicações de Jesus foi a cruz; a resposta de Deus, entretanto, foi a
ressurreição. A ressurreição significa que a morte expiatória de Cristo foi
uma divina realidade, e que o homem pode encontrar o perdão dos
seus pecados, e assim ter paz com Deus (Rom. 4:25). A ressurreição
é realmente a consumação da morte expiatória de Cristo. Como sabemos
pois que não foi uma morte comum — e que realmente ela tira o pecado?
Porque ele ressuscitou! A ressurreição significa que temos um Sumo Sacerdote no
céu, que se compadece de nós, que viveu a nossa vida e conhece as
nossas tristezas e fraquezas; que é poderoso para dar-nos poder
para diariamente vivermos a vida de Cristo. Jesus que morreu por
nós, agora vive por nós. (Rom. 8:34; Heb. 7:25.) Significa que podemos
saber que há uma vida vindoura. Uma objeção comum a essa verdade é: "Mas
ninguém jamais voltou para falar-nos do outro mundo." Mas alguém
voltou — esse alguém é Jesus Cristo! "Se um homem morrer, tornará a
viver?" A essa pergunta antiga a ciência somente pode dizer:
"não sei." A filosofia apenas diz: "Deve haver uma vida
futura." Porém, o Cristianismo afirma: "Porque ele vive, nós
também viveremos; porque ele ressuscitou dos mortos, também todos ressuscitaremos"!
A ressurreição de Cristo não somente constitui a prova da imortalidade,
mas também a certeza da imortalidade pessoal, (1 Tes. 4:14; 2 Cor. 4:14;
João 14:19.) Isto significa que há certeza de juízo futuro. Como disse o
inspirado apóstolo, Deus "tem determinado um dia em que com justiça
há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza
a todos, ressuscitando-o dos mortos" (Atos 17:31). Tão certo como Jesus
ressuscitou dos mortos para ser o Juiz dos homens, assim ressuscitarão
também da morte os homens para serem julgados por ele.
2. Natureza da ressurreição.
É relativamente fácil
declarar a fato da ressurreição, mas ao tentarmos explicar como Cristo foi
ressuscitado encontramos grande dificuldade, pois se trata de leis
misteriosas, sobrenaturais, além da compreensão das nossas mentes.
Entretanto, sabemos que a ressurreição do corpo será caracterizada pelos
seguintes aspectos:
(a) Relação. Haverá alguma
relação com o velho corpo, fato que Paulo ilustra pela comparação do grão
de trigo, (1Cor. 15:36, 37.) O grão é lançado na terra, morre, e o ato
de dissolução fertiliza o germe da vida no grão, de maneira que
se transforma em linda e viçosa planta. "Somente pela
dissolução das partículas da matéria na semente torna-se produtivo o germe
de vida (o que jamais se observou pelo microscópio)." Qual o poder
que vitaliza o corpo humano, tornando-o capaz da gloriosa transformação do
corpo ressurreto? O Espírito Santo! (Vide 1Cor. 6:19.) Falando de ressurreição,
Paulo expressa as palavras de 2Cor. 5:5, que um erudito na língua grega
assim traduziu: " Para essa mudança fui preparado por Deus, que me deu Seu
Espírito como sinal e primeira porção."
(b) Realidade. Certas pessoas
não se interessam em ir para o céu, pensando que a vida ali será uma
existência insubstancial e vaga. Ao contrário, a existência no céu será
tão real quanto a presente, de fato, ainda mais real. Os corpos
glorificados serão reais e tangíveis e havemos de conhecer-nos e conversar
uns com os outros, e estaremos plenamente ocupados em
atividades celestiais. Jesus no seu corpo ressuscitado era muito real
para seus discípulos; embora glorificado, era ele o mesmo Jesus.
(c) Incorrupção.
"Levantado em incorrupção e em poder", o corpo ressuscitado será
livre de enfermidade, dor, debilidade, e da morte. (Apo. 21:4.)
(d) Glória. Nossos velhos
corpos são perecíveis, sujeitos à corrupção e ao cansaço, porque são corpos
"naturais", próprios para uma existência imperfeita num mundo
imperfeito; mas o corpo de ressurreição será próprio para a gloriosa
imortalidade no céu. Quando Pedro o Grande, da Rússia, trabalhava como mecânico
na Holanda, a fim de aprender a arte da construção naval, ele usava
a roupa humilde de mecânico; mas, ao voltar ao seu palácio,
ele vestia-se com os trajes reais ornados de jóias. Assim o
espírito do homem, originalmente inspirado por Deus, agora passa uma existência
dentro dum corpo perecível (Fil. 3:21); mas na ressurreição será revestido de
um corpo glorioso, próprio para ver a Deus face a face.
(e) ?. Poderá atravessar o
espaço com a rapidez de relâmpago, em razão da enorme energia com que estará
dotado.
(f) Sutileza, isto é, o poder
de penetrar as substâncias sólidas. Ao andarmos pela terra em um corpo
glorificado, não seremos impedidos por coisas mínimas como sejam um muro ou uma
montanha, simplesmente os atravessaremos! (Vide João 20:26.)
Existem muitas coisas que não
entendemos e não podemos entendê-las ainda, acerca da vida futura;
"ainda não é manifesto o que havemos de ser". Entretanto, isto
sabemos: "agora somos filhos de Deus", e... "quando ele se
manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos"
(1João 3:1,2).
Conhecendo as Doutrinas da
Bíblia, Myer Pearlman
Lucas O Evangelho de Jesus , o Homem Perfeito
Buscando entre os Mortos ao que Vive — a Ressurreição de Jesus no Terceiro Evangelho “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas. E acharam a pedra revolvida do sepulcro. E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia, Dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite. E lembraram-se das suas palavras. E, Voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais. E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam, as que diziam estas coisas aos apóstolos. E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram. Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro e, abaixando-se, viu só os lençóis ali postos; e retirou-se, admirando consigo aquele caso” (Lc 24.1-12). “Falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco. E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel; O que ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24.3643).
A pergunta feita pelo mensageiro celestial às mulheres que foram visitar o túmulo de Jesus, na madrugada de domingo, foi: “Por que buscais entre os mortos ao que vive?” (Lc 24.5).
Quando se procura encontrar o Cristo vivo entre os mortos, buscase no lugar errado!
O Cristo ressuscitado não pode ser mais encontrado em um cemitério.
Não há dúvida que esse é o principal erro dos teólogos liberais que negam a ressurreição corporal de Jesus
— eles o buscaram nas tumbas frias do racionalismo! Não o encontraram! Cristo não pode ser encontrado em um cemitério.
E por que não?
1. Porque cemitério é lugar de esquecidos. Jesus não ficou na tumba porque, diferente dos pecadores, não podia ser esquecido na tumba.
“Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela; Porque dele disse Davi: Sempre via diante de mim o Senhor,
Porque está à minha direita, para que eu não seja comovido; Por isso se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; E ainda a minha carne há de repousar em esperan ça; Pois não deixarás a minha alma no inferno, Nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção; Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; Com a tua face me encherás de júbilo” (At 2.24-28). Deus se lembrou de seu amado Filho! Deus não o esqueceria na morte nem permitiria que seu corpo sofresse decomposição.
2. Porque cemitério é lugar dos que perderam. Pode parecer doloroso, mas o cemitério é uma prova de que o homem perdeu para a conseqüência do pecado, a morte. “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Rm 5.12). Jesus, o ressuscitado, derrotou o pecado e suas conseqüências.
3. Porque o cemitério é lugar de lembranças. Não creio que haja um lugar mais nostálgico do que um cemitério. É ali onde a nossa mente volta ao passado para lembrar de gestos, falas e atos das pessoas queridas que marcaram nossa Perfeito vida. O cemitério é um lugar de recordações! A igreja dos tessalonicenses sentiu isso. Paulo escreveu-lhes que não se desesperassem com respeito aos que morreram porque Jesus, através de sua morte e ressurreição, já havia resolvido esse problema. “Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (1 Ts 4.13-18).
4. Porque o cemitério é um lugar de vazio. Foi Heidegger, filosofo alemão, quem disse ser a morte “um nada”. Um total vazio! Na verdade, analisada existencialmente, a morte é algo totalmente sem sentido. É a anulação de todo um projeto. Nada mais trágico. De fato o apóstolo Paulo ao escrever sobre a ressurreição de Jesus afirmou que se a nossa vida se limitasse apenas a essa existência nós seriamos os mais infelizes dos homens (1 C o 15.19). Graças a Deus que Cristo ressuscitou, tornando a nossa existência cheia de significado.
5. Porque o cemitério é um lugar sem volta. Do ponto de vista materialista, o cemitério é um lugar sem retorno. Só garante a passagem de ida, mas não a da volta. Todavia, nas Escrituras, o cemitério não aparece como o ponto final. “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação” (Jo 5.28,29).
A ressurreição de Jesus, negada pelos teólogos liberais, é um dos fatos históricos mais bem documentados no Novo Testamento. As evidências são muitas. A apologética cristã tem se mostrado mais do que convincente na defesa da doutrina da ressurreição de Jesus.
Apologistas como Norman Geisler, Josh McDowell e Ralfh Muncaster tem feita uma ampla defesa dessa importante doutrina bíblica. Esses apologistas refutam as diversas teorias que procuram explicar de forma racionalista a ressurreição de Jesus.
Primeiramente há a teoria do mito na qual é dito que a ressurreição não passa de um mito como tantos outros nas grandes religiões.
Há também a teoria do sepulcro desconhecido onde se alega que o corpo de Jesus teria sido lançado em um sepulcro para indigentes e não em um túmulo novo. Dessa forma nem mesmo os discípulos saberiam o lugar certo.
Uma outra teoria, a do sepulcro errado, muito semelhante a anterior, diz que os discí pulos tendo confundido os sepulcros foram a um deles que se encontrava vazio e não aquele onde de fato Jesus havia sido posto. Uma teoria muito popular é a da lenda. Essa teoria afirma que o relato da ressurreição faz parte das lendas que floresceram nos primeiros anos da cristandade. Há ainda a teoria da ressurreição espiritual, divulgada pelas Testemunhas de Jeová. Nela se diz que o próprio Deus destruiu o corpo de Jesus.
Dessa forma Jesus teria ressuscitado em um corpo espiritual e não material. Uma outra teoria muito difundida é a da alucinação.
Essa teoria diz que os discípulos pensaram ter visto Jesus ressuscitado, mas de fato tratava-se apenas de uma alucinação ou miragem.
Por último, há a teoria da substituição defendida pelos mulçumanos. Segundo essa teoria, Jesus foi substituído por uma outra pessoa na hora da crucificação.15 Dentre as muitas evidências da ressurreição de Jesus, podemos citar: O rompimento do selo romano.
Todos os sepulcros possuíam uma espécie de lacre como marca do Império Romano. Romper esse lacre era ir contra a autoridade do Império.
Não dá para acreditar que os discípulos temerosos como se encontravam, tivessem coragem para tal. Uma outra evidência é o túmulo vazio. Logo após a ressurreição, como atesta o livro de Atos dos Apóstolos, os discípulos começaram a pregar que Cristo havia ressuscitado. Se esse fato não fosse verdade as autoridades judaicas ou romanas logo teriam provado o contrário.
O fato é que não havia mais corpo no túmulo. Possivelmente, nenhuma outra evidência seja tão forte quando o testemunho dos primeiros cristãos.
E impossível lermos as narrativas dos Atos dos Apóstolos e o testemunho do apóstolo Paulo e ao mesmo tempo duvidarmos que Jesus ressuscitou.
Pedro curou enfermos afirmando que o fazia em nome de Jesus que havia ressuscitado. Paulo empreendeu uma das maiores investidas missionárias da história, libertando pessoas oprimidas de demônios e curando paralíticos em nome de Jesus ressuscitado.
A existência da igreja é a maior prova que o nosso Senhor ressuscitou! Aleluia.
Lucas O Evangelho de Jesus , o Homem Perfeito
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