TEXTO ÁUREO
“E para
os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra.”
(Et
8.16)
VERDADE PRÁTICA
O
Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, tristeza em alegria, angústia
em júbilo, humilhação em honra.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Ester 8.4-8; 9.29-31; 10.1-3
Ester 8
4 - E
estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então, Ester se levantou, e se pôs
em pé perante o rei,
5 - e disse:
Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se
este negócio é reto diante do rei, e
se eu lhe agrado aos seus olhos,
escreva-se que se revoguem as cartas e o intento de Hamã, filho de Hamedata, o
agagita, as quais ele escreveu para lançar a perder os judeus que há em
todas as províncias do rei.
6 - Por que
como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a perdição
da minha geração?
7 - Então,
disse o rei Assuero à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a
casa de Hamã, e a ele enforcaram numa forca, porquanto quisera
pôr as mãos sobre os judeus.
8 - Escrevei,
pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos e em nome do rei, e
selai-o com o anel do rei; porque a escritura que se escreve em nome do rei e
se sela com o anel do rei não é para revogar.
Ester 9
29 - Depois
disso, escreveu a rainha Ester, filha de Abiail, e Mardoqueu, o judeu, com toda
a força, para confirmarem segunda vez esta carta de Purim.
30 - E
mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino
de Assuero, com palavras de paz e fidelidade,
31 - para
confirmarem estes dias de Purim nos seus tempos
determinados, como Mardoqueu, o
judeu, e a rainha Ester lhes tinham estabelecido e como eles mesmos já o
tinham estabelecido sobre si e sobre a sua semente, acerca do jejum e do seu
clamor.
Ester 10
1 - Depois
disto, pôs o rei Assuero tributo sobre a terra e sobre
as ilhas do mar.
2 - E todas
as obras do seu poder e do seu valor e a declaração da grandeza de Mardoqueu, a
quem o rei engrandeceu, porventura, não
estão escritas no livro das
crônicas dos reis da Média e da Pérsia?
3 - Porque o
judeu Mardoqueu foi o segundo depois do rei Assuero, e grande
para com os judeus, e agradável para com a multidão de seus irmãos, procurando
o bem do seu povo e trabalhando pela prosperidade de toda a sua nação.
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Como
introdução desta última lição, sugerimos que você faça uma pequena revisão a
partir de uma comparação entre Rute e Ester. Ao longo deste trimestre estudamos
dois livros bíblicos que levam o nome de duas mulheres importantes na história
da salvação. Essas duas mulheres cumpriram papéis relevantes na história de tão
grande salvação revelada em Cristo Jesus. Em seguida, informe que a última
lição do trimestre aborda o grande livramento que Deus deu ao seu povo,
garantido assim, o percurso histórico da salvação.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Explicar o pedido de direito de defesa do povo judeu e a
concessão do rei;
II) Discutir as boas notícias da rainha Ester para o seu povo;
III) Conscientizar a respeito do papel da mulher cristã para ser relevante no
mundo.
B) Motivação:
Muitos desejam honras e, até mesmo riquezas, como inspiração em personagens
como Ester e Mardoqueu. Entretanto, poucos estão dispostos a pagar o preço alto
de chegar aonde Deus deseja que nos encontremos. Por exemplo, Mardoqueu,
exaltado pelo rei, o serviu fielmente por longos anos e, ao mesmo tempo,
suportou o ódio e a soberba de Hamã. Quem está disposto a desenvolver essa
maturidade no contexto do mundo moderno?
C) Sugestão
de Método: Para concluir esta lição, correlacione o estabelecimento da Festa de
Purim com a necessidade de marcamos em nossa memória as ações de Deus ao longo
de nossa vida. Use o Auxílio Bibliológico "Purim", relacione na lousa
as palavras "MEMÓRIA" e "PROVIDÊNCIA". Em seguida, pergunte
aos alunos se eles têm o costume de comemorar momentos como grandes presentes
de Deus em suas vidas quer individual quer na família. Estimule aos alunos a
refletirem como é importante estimularmos a nossa memória para reconhecermos a
ação de Deus em nossa história.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação:
Quando Deus intervém na história com frequência Ele trabalha com a participação
humana para realizar seus propósitos. Que nos achemos fiéis e sensíveis para
ser instrumento de Deus para que sua vontade se cumpre na vida de alguém!
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista
Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens,
artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição
98, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios
Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na
preparação de sua aula: 1) O texto "Que Revogasse a Maldade", ao
final do segundo tópico, aprofunda a reflexão a respeito do decreto que
garantisse o direito de defesa dos judeus; 2) O texto "Purim",
localizado depois do terceiro tópico, aprofunda o estabelecimento da Festa de
Purim como memorial do povo judeu.
INTRODUÇÃO
O drama dos
judeus nos dias do rei Assuero estava chegando ao fim. O rei editou um decreto
concedendo o direito de defesa para as comunidades judaicas de todas as
províncias persas. Ester agiu como difusora de boas-novas e Mardoqueu foi
engrandecido em todo o império.
PALAVRA-CHAVE:
BOAS-NOVAS
AUXÍLIO
BIBLIOLÓGICO
“QUE REVOGASSE A MALDADE
Embora Hamã
tenha sido enforcado como resultado da intervenção de Deus em favor do seu povo
(7.10), a ordem original do rei de destruir todos os judeus ainda estava em
vigor. Nem mesmo o próprio rei poderia reverter o decreto oficial (v.8). No
entanto, em resposta ao pedido de Ester, um segundo decreto foi promulgado,
dando aos judeus o direito de lutar em sua própria defesa no dia estipulado
para a sua destruição (vv. 9-17). Embora Deus certamente possa salvar as
pessoas sem a nossa ajuda, quase sempre Ele prefere trabalhar com a nossa fiel
participação para realizar os seus propósitos e livrar as pessoas do poder e da
influência do mal. Nesta situação, o resgate de Israel foi resultado de
atividade de Deus combinada com seus fiéis seguidores (veja Fp 2.12-13)”
(Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2004,
p.843).
AUXÍLIO
BIBLIOLÓGICO
“PURIM
Mardoqueu
estabeleceu a Festa de Purim (cf. vv. 20,23), uma festividade de dois dias que
comemorava a maneira como Deus havia salvado o seu povo do terrível plano de
Hamã de aniquilar a raça dos judeus.
(1) A festa
recebeu o nome de ‘Purim’ em referência à maneira como Hamã usou ‘pur’ (heb,
‘sorte, porção’; como se lançasse dados ou sortes) para determinar o dia em que
os judeus deveriam ser destruídos (veja 3.7, nota).
(2) Purim nos
lembra que Deus pode anular os planos e as circunstâncias das pessoas. Os seus
atos não são aleatórios nem sem propósito. O povo de Deus nunca deve se
considerar vítima desamparada ou impotente do destino ou do acaso. Em vez
disso, eles devem ser fortes na fé de que Deus tem um plano significativo para
cada vida – um propósito que se encaixa perfeitamente no objetivo supremo de
salvar as pessoas e trazê-las a um relacionamento pessoal com Ele. Devemos
assumir uma posição de defesa de Deus, como fizeram Mardoqueu e Ester” (Bíblia
de Estudo Pentecostal: Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.846).
CONCLUSÃO
Com alegria e
gratidão estamos concluindo o estudo dos livros de Rute e Ester. Acima do papel
humano visto nestas histórias, a providência divina é contemplada do começo ao
fim. O Deus que tudo provê continua agindo em favor de seu povo.
Lição 13 ESTER, A PORTADORA DAS BOAS-NOVAS
CPAD | O Deus que Governa o Mundo e Cuida da família.
Os Ensinamentos Divinos nos Livros de Rute Para a nossa Geração
Comentarista: Silas Queiroz
EM CONSTRUÇÃO
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